Como começar pelo Maranhão. Vejo senadores, deputados federais e estaduais, a querer defender atos governamentais completamente fora da realidade mundial. Defendem uma corrupção desenfreada, cujo filho do Lula, todo enrolado, não ser convocado pela CPMI do INSS, com votos contrários a convocação de parlamentares maranhenses. Tudo por conta de cargo públicos e benesses. Suas consciências não doem?
Esses mesmos integrantes do parlamento nacional, que deveriam primar pelos anseios dos eleitores, primam pelas asneiras governamentais. Que tal se calarem diante da quantidade de impostos criados por esse governo que aí está? Foram 30 impostos criados, que assolam o bolso do contribuinte e, principalmente, fechamento de frentes de trabalho. Tudo pelo populismo desenfreado e descontrolado.
Criam narrativas sem fundamento, pois o caso Banco Master nasceu na Bahia, onde o governador e senadores deram vazão ao maior escândalo financeiro desse país. Sabe qual foi o único corajoso dessas história da CPMI do INSS, com o envolvimento com o Banco Master pelo Maranhão? Foi o deputado Duarte Júnior.
Agora, ver-se uma senadora chorado por não está entre os que poderão ser eleitos ao Senado. Ninguém é idiota, pois é preciso deixar de subestimar a inteligência a alheia, através de narrativas que não colam.
Não se pode cobrar do eleitor por suas escolhas!!!
É preciso ter a consciência de que a população assiste a movimentação dos políticos com desdém. A corrupção, a falta de ética e a busca desenfreada pelo poder transformaram a política em um jogo de interesses pessoais, onde o bem comum é relegado a segundo plano. Essa desconfiança generalizada gera um ciclo vicioso: a população se afasta da política, e os políticos, por sua vez, se distanciam das necessidades da população.
A profissionalização da política, embora pareça positiva à primeira vista, tem contribuído para a mercantilização da coisa pública. Políticos veem a política como um negócio, onde as alianças são negociadas como contratos comerciais. Essa visão pragmática, embora eficiente para garantir a sobrevivência política, ignora os valores éticos e morais que deveriam nortear a ação política.
Portanto, que passem a respeitar o eleitor como ele merece e não subestimar suas inteligências!!!
Publicado em: Política




[…] e repasses por terceiros… É como eu disse no editorial abaixo dessa matéria: “Editorial: Por que os políticos subestimam tanto a inteligência do eleitor?“, Esse é o país que merecemos? Felipe Camarão um excelente técnico que se deixou cair no […]