Primeiramente, parabenizar pela emissora por um debate bem elaborado, que buscou em seus quatro blocos os assuntos pertinentes das situações vividas pelos maranhenses.
Os candidatos Orleans Brandão, Eduardo Braide, Felipe Camarão, Saulo Arcangeli, Roberto Rocha e André Luís, tiveram a oportunidade de mostrar quais seriam suas propostas; responder sobre suas faltas, falhas e desconhecimento em gestão pública, além de alguns saber responder os questionamentos sem mentiras e outros com inverdades, apostando no desconhecimento do eleitor.
Viu-se um ataque contundente de todos os candidatos ao candidato Orleans Brandão e ao governo do Estado, que é aprovado pela maioria dos maranhenses.
O candidato Orleans Brandão foi o que melhor se saiu, mesmo sendo o foco dos questionamentos críticos, muitos deles de fundamentação e, principalmente, sem comprovações e critérios técnicos que não correspondem com os índices reguladores e muito menos jurídicos, bastando, para isso, saber os porquês do processos saírem do STJ e ir na marra para a relatória de Flávio Dino (STF), que é declarado oposição e até inimigo de Carlos Brandão.
Orleans Brandão mostrou que foi o único com poder da palavra articulada, com equilíbrio emocional, e responder os ataques com argumentos bem concatenados e elaborados. Mostrou ter conhecimento dos ditames da administração pública, além da honestidade em conhecer e reconhecer os problemas do Maranhão. Buscou fazer críticas plausíveis e verdadeiras dos fatos e, principal, garantir propostas que coadunam com o orçamento do Estado.
O Eduardo Braide, nervoso e dando respostas das críticas que não coadunam com a verdade e muito menos com a realidade vivida pelos ludovicenses, principalmente no que tange o transporte público, a falácia da saúde, mesmo recebendo que os pacientes vindos o interior, que sofrem nos corredores da morte dos Socorrões, é é São Luís que recebe do SUS por esse paciente. Fugiu do aumento dos impostos municipais, que mexe no bolso do contribuinte. Viu-se um candidato que não tem propostas para o Maranhão, em atração de investimentos, na geração de emprego e renda, na modulação adequada para a educação, saúde, segurança e infraestrutura. Apenas fala de um tal Transito livre para dar continuidade aos projetos já existentes em andamento do governo estadual que aí está. Provocado, disse não ter lado, que não é nem de esquerda ou de direita. Simplesmente isso não existe, haja vista que o ser humano jamais será imparcial em qualquer área de atuação, pois é natural escolher um lado para seguir. Por isso, Camarão acertou ao compará-lo a um sabão neutro. Mas vale ressaltar, que está junto e abraçado com os dinistas.
Felipe Caramão começou fazendo ponte a Braide, mas depois caiu na real e passou a defender as propostas do PT, mostrou conhecimento técnico e os princípios da administração pública. Porém, peca quando cospe no prato que comeu, pois continua vice-governador e foi secretário de educação do governo Carlos Brandão. Peca quando não reconhece que o Estado tem o melhores índices do PIB entre todos os estados brasileiros, não reconhece programas socais do governo Brandão, que teve total apoio do governo Lula e é reconhecido pelo IBGE e outros reguladores… Isso é hipocrisia. A crítica é salutar e reconhecer são para apenas os nobres.
Saulo Arcangeli é um intelectual e honesto, porém suas ideias são ultrapassadas, longe da realidade vivida na atualidade, principalmente na atração investimentos, na geração de emprego e renda, no desenvolvimento sustentável além da diminuição do Estado e no crescimento de investimentos.
Roberto Rocha, por sua vez, mostrou conhecimento social, econômico e em gestão pública, mas se embananou em assuntos de relevância do debate, como a falácia da saúde publica, da mobilidade urbana em São Luís. Portanto, sua participação não contribui para um debate em que as falácias fossem mostradas aos maranhenses.
André Luís se resumiu em dizer que arrancou mascaras, mas não disse a que veio. Desconhece por completo de gestão pública e de princípios republicanos. Sua missão é nenhuma.
Publicado em: Política



