Por MALU GASPAR
A disputa pela presidência do Senado, marcada para fevereiro de 2027, já movimenta Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Com uma oposição fortalecida — o PL tem uma bancada de 29 senadores —, o atual presidente busca votos entre os recém-eleitos e negocia espaços e recursos.
Gabinetes, vagas de garagem e emendas entram na conversa. Ao mesmo tempo, Alcolumbre mapeia cargos cobiçados para o próximo governo, de diretorias de agências reguladoras a ministérios e estatais.
A eleição que, na última vez, terminou com 73 dos 81 votos pode ser bem mais disputada. No tabuleiro, também pesam os interesses do governo Lula, do Centrão e de ministros do Supremo.
Alcolumbre já deixou claro que, sob seu comando, não se vota impeachment de ministro do STF — uma posição que contrasta com promessas feitas por senadores eleitos em outubro.
Publicado em: Política



