Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - Sem Comentários
O primeiro passo para a celebração de um pacto de ação regional de urgência e emergência entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e os municípios de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Alcântara foi dado nesta quarta-feira (16). Uma reunião no gabinete da SES, que contou com a presença do subsecretário estadual de Saúde, José Márcio Leite; do secretário de Saúde de São Luís (Semus), Vinicius Nina; da procuradora federal Ana Karizia Nogueira; e dos representantes do Ministério da Saúde (MS), Liana Ribeiro e Anderson Fagundes, discutiu as principais demandas da rede municipal de saúde da capital para execução do plano.
Na reunião, solicitada pelo Ministério da Saúde, José Márcio explicou que este foi o primeiro encontro no sentido de elaborar o plano de ação regional de urgência e emergência da Região Metropolitana, que já está aprovado pela portaria do MS, faltando apenas a apresentação do projeto para repasse dos recursos.
“Este plano de ação consiste em definir claramente o papel de cada instituição e as unidades que atenderão urgência e emergência, leitos de UTI disponíveis, leitos de retaguarda clínica para onde serão encaminhados os pacientes e quais os hospitais para onde serão transferidos os de longa permanência. A partir daí, os hospitais de urgência e emergência passarão a receber um adicional de recursos SUS”, esclareceu José Márcio Leite.
Antes de fazer os primeiros delineamentos do plano, a equipe discutiu a situação do atendimento de urgência e emergência de São Luís para que a rede possa efetivamente funcionar. Representante da coordenação hospitalar do MS, Anderson Fagundes, disse que é fundamental que as unidades de urgência e emergência funcionem. “Visitamos as unidades do município de São Luís e o que constatamos foi a falta de insumos e infraestrutura. Precisamos, antes de tudo, reestruturar as unidades para que possam receber e atender os pacientes”.
Vinicius Nina reafirmou a necessidade de criação de leitos de retaguarda e de regulação integrada para desafogar as unidades de emergência da capital. “Herdamos da antiga administração um projeto desastroso de construção de um hospital de urgência e emergência, onde foram gastos mais de R$ 2 milhões em uma área que estudos técnicos comprovam ser um terreno inviável para construção de uma unidade de saúde porque não dispõe de rede elétrica, abastecimento de água e linhas de transportes coletivos”.
Novos leitos
José Márcio lembrou, ainda, que uma reunião, a ser realizada no final deste mês, em Brasília, o secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad, apresentará ao ministro Alexandre Padilha o projeto de transferência dos serviços oncológicos de alta complexidade que funcionam no Hospital Tarquínio Lopes (Geral) para um prédio na Cohab que será desapropriado pelo Estado e contará com um moderno aparelho de radioterapia, doado pelo Ministério da Saúde. “Desta forma, novos leitos serão abertos no Hospital Geral”, acrescentou.
Para solucionar definitivamente a falta de leitos de retaguarda clínica em São Luís, Ricardo Murad também apresentará o projeto de construção de um anexo ao Hospital Carlos Macieira, com 350 leitos. “Ele será construído em módulos de 50 leitos e irá receber a primeira Unidade de Pronto Atendimento (UPA) especializada em Acidente Vascular Cerebral (AVC)”, adiantou José Márcio Leite.
Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - 2 Comentários
Eu fiz questão em ir à inauguração, hoje (16), do tal ambulatório do Servidor Público, na Avenida dos Holandeses, haja vista que desde que vim morar aqui nunca tinha visto um serviço ambulatorial de fato, apenas o do Hospital Sarah, pelo qual vim transferido para cá.
O que sempre vi e critiquei através de diversos artigos publicados EMA, O Imparcial, JP, Extra, Atos e Fatos etc., foram setores de marcação de consulta, com filas intermináveis, coisa que não condiz com o serviço ambulatorial.
Para minha surpresa, cheguei e logo vi a enfermeira Rebeca, que veio transferida para São Luís pelo Sarah no mesmo grupo em que eu vim.
Ao entrar no recinto fui verificar se ali estava realmente um ambulatório de fato, haja vista que serviço de ambulatório não se restringe a marcação de consulta, mas sim ao atendimento imediato em diversas especialidades, inclusive com sala de curativo, sala de gesso, laboratório.
Falei ao secretário Fábio Gondim que estava admirado e disse que ali estava um serviço que deveria ser copiado pelo município de São Luís e os demais, pois não seria justo que somente os servidores públicos fossem agraciados com o verdadeiro serviço ambulatorial.
O Chefe da Casa Civil, Luis Fernando Silva, por sua vez, disse-me que em São José de Ribamar já existe esse serviço ambulatorial, coisa que me deixou perplexo, haja vista que jamais vi em São Luís um serviço desses oferecido aos ludovicenses, somente oferecido a saúde curativa, através dos Socorrões, que são hospitais de urgência e emergência, mesmo a Prefeitura recebendo do SUS para oferecer esse serviço à coletividade.
Que sirva de exemplo!!!
Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - 1 Comentário
Anderson Messias e Liana Guterres avaliaram que município tem todas as condições de pleitear mais projetos com o apoio financeiro do Governo Federal.
Técnicos do Ministério da Saúde visitaram, nesta última terça-feira (15), o município de São José de Ribamar e conheceram o funcionamento do Hospital Municipal e da Maternidade Municipal, ambos situados na sede da cidade.
Na oportunidade, além de elogiar o funcionamento das duas unidades de saúde, mantidas pela administração do prefeito Gil Cutrim, Anderson Messias Silva Fagundes (coordenador substituto de Atenção Hospitalar) e Liana Guterres Ribeiro (apoiadora da rede de urgência e emergência para o Maranhão) disseram acreditar que o município tem todas as condições de obter, junto ao Governo Federal, mais parcerias que possibilitem a elevação do teto dos repasses na área da saúde.
Os técnicos do MS foram recebidos pelo secretário municipal de Saúde de São José de Ribamar, Rodrigo Valente; pela secretária municipal adjunta, Maria Cristina Moreira Lima; e pelos diretores do Hospital e Maternidade.
Eles fizeram uma série de indagações sobre o atendimento, bem como o funcionamento de diversos programas e a forma como os leitos e os equipamentos são utilizados.
A cada resposta dada por Rodrigo Valente, eles mostraram concordância e apontaram algumas pequenas sugestões que podem ajudar na consolidação de novas parcerias e, posteriormente, aumento no valor dos repasses federais.
“Conhecemos uma parte da rede e o que vimos nos deixou muito animados no sentido de encaminhar aos nossos superiores os pleitos de São José de Ribamar”, afirmou Liana Ribeiro, que esteve no Maranhão avaliando a crise pela qual passa o setor público de saúde da capital São Luís.
De acordo com ela, o trabalho que vem sendo realizado na área da saúde pública de São José de Ribamar está dentro dos parâmetros preconizados pelo MS, mas com alguns ajustes uma série de novos serviços podem ser oferecidos e outros ampliados.
“Avaliamos que Ribamar pode até dar suporte a São Luís que vive a sua pior crise na saúde”, frisou.
Rodrigo Valente explicou que a prefeitura irá elaborar um miniprojeto contendo as sugestões e irá encaminhá-lo, o mais rápido possível, ao Ministério, uma vez que a saúde em São José de Ribamar é feita com poucos recursos federais, sobrecarregando o tesouro municipal.
“A visita foi muito proveitosa, visto que, os técnicos tiveram a oportunidade de conferir de perto a qualidade dos nossos serviços. Faremos tudo o que for necessário para disponibilizar ao Ministério toda a documentação exigida para o atendimento dos nossos pedidos”, salientou Valente.
Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - Sem Comentários
Portas sem fechadura, sujeira, fezes na entrada do prédio, sem internet, telefone, gavetas abertas, quase sem mobília, com iluminação elétrica cedida de uma residência particular vizinha da Prefeitura e a inexistência de documentos aparentemente retirados às vésperas da posse sem autorização. Foi este o cenário encontrado pelo novo Prefeito de Alto Parnaíba, Itamar Nunes Vieira, que diante do que ele denominou caos, decretou estado de emergência no Município pelo prazo de 180 dias.
A decisão, oficializada através do decreto 006/2013, veio após a constatação de várias irregularidades nas contas e no arquivo de documentos da prefeitura. Conforme o decreto, os antigos gestores saíram da prefeitura levando memórias dos computadores, acerto contábil – incluindo balancetes, prestação de contas, folhas de pagamento, impossibilitando a continuidade de trabalho e pagamentos anteriores. Isso sem mencionar uma dívida ao BASA (Banco da Amazônia) de R$ 1.745.185,30 (Um Milhão, setecentos e quarenta e cinco mil e cinco reais), um rombo que chega a quase R$ 2.000.000,00 (Dois Milhões de reais).
Além do desvio dos documentos e informações da gestão, a cidade encontra-se completamente deteriorada. A gestão anterior deixou Alto Parnaíba com toneladas de lixo, matos, entulhos, bueiros, galerias entupidas, causando sérios danos à saúde da população. Onde, no único hospital público do município, apenas o ambulatório e uma ambulância do SAMU funcionam.
Segundo Raimundo Nonato de França Oliveira, o problema é grave, pois atinge desde o antigo matadouro, passando pelas ruas até chegar ao cemitério da cidade.
Foi considerando essas, entre outras gravidades públicas no Município, para que o prefeito Itamar, em união com o Procurador Geral do Município, decidisse por fazer o decreto.
Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - Sem Comentários
Por mais que odeiem meus questionamentos críticos e deles façam politiquices idiotas, eu continuarem a tecê-los quando ver que as coisas estão indo de encontro aos princípios da gestão pública.
Já escrevi aqui que a nota do diretor do Socorrão I saiu pior que o soneto. Já critiquei o porquê de não ter usado as condições que os recursos e os próprios tributos municipais – de forma suplementar – não foram utilizados para aquisição dos insumos que a unidade hospitalar necessitava e até cheguei a reclamar da ausência de uma manifestação do próprio prefeito ou do secretário de Saúde sobre o assunto.
Tudo em vão… Merda quanto mais mexe fede!!!
Agora, o diretor do Socorrão I lança outra Nota, dessa vez mais estapafúrdia que a primeira, cujo teor submete toda a estrutura governamental a incompetência, além de subestimar a inteligência de quem conhece os ditames e os fluxogramas de uma gestão pública. Publica tal nota no blog do jornalista Marco D’eça.
A quem interessa esse tipo de patacoada? Ao prefeito Edivaldo Holanda ou ao seu grupo de sustentação política? Isso no mínimo e insensatez política.
Quem de fato vem mensurando junto à opinião pública se a ação do diretor foi um ato correto?
Quem vem financiando a mídia para transformar a irresponsabilidade do diretor do Socorrão I num ato de herói? Não seria melhor investir essa grana em alimentos?
O que esperam com a manutenção dessa patacoada em evidência? Isso é o “Novo e a modernidade”?
Causa espécie essa atitude de liberdade irresponsável e o silêncio em berço esplêndido do prefeito e do secretário de saúde…
O dinheiro tinha para comprar não 3 toneladas de alimentos, mas 300 toneladas de alimentos!!!
Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - Sem Comentários
Na verdade, a Câmara de Vereadores de São Luís nunca foi um referencial de grandes debates no campo das idéias e sequer de discussões que se pudesse tirar algum proveito.
Sempre foi uma Casa submissa por completo ao Executivo, cujo exercício se restringe ao senta e levanta nas votações de interesse do governo e distribuições de medalhas.
É preciso que os debates sejam embasados e dentro da essência cientifica e não no senso comum e na politicalha rasteira e bestial. Coisa de gralhas numa plantação de arroz!!!
O questionamento crítico só se torna salutar quando ele tem de fato argumentações que possam melhorar um projeto, um orçamento, uma nomeação, um plano de metas, uma reestruturação organizacional.
Uma fiscalização é substancial quando de fato é observada uma ação grave, isso através de documentações e não de mexericos e factóides politiqueiros.
Legislar e fiscalizar em prol da coletividade é uma das tarefas mais difíceis, haja vista que é preciso equilíbrio, conhecimento da coisa pública e, principalmente, lealdade com o eleitor e não com a politicalha.
Quem eu vejo atualmente com um perfil para ser líder do governo Edivaldo Holanda na Câmara dos Vereadores é a vereadora Rose Sales (PCdoB), visto que ela apresenta as qualidades necessárias para debater as prerrogativas do governo no campo das idéias e não com argumentos forçados.
Quanto ao líder da oposição, não sei quem poderia ser, haja vista que nem sei de fato quem serão os vereadores que farão oposição ao governo Edivaldo Holanda Junior.
Contudo, é preciso que se tenha oposição. Uma oposição comprometida com a coisa pública e não com a politicalha. Uma oposição que saiba debater no campo das idéias e na essência cientifica que o assunto em questão requer.
A Câmara de Vereadores de São Luís precisa resgatar sua funcionalidade… Não de uma Casa politiqueira, mas sim de uma Casa do povo, onde se debate as políticas para o bem-estar da coletividade.
Postado por Caio Hostilio em 16/jan/2013 - 11 Comentários
Quanto da montagem da equipe de transição de governo do então prefeito eleito Edivaldo Holanda Junior, esse blog tenha sido o que mais tenha feito questionamentos críticos sobre o assunto.
Todos os meus questionamentos críticos foram interpretados como sendo de um inimigo incondicional e que queria o mal da gestão do futuro prefeito. Que pena!!! Haja vista que não tenho a concepção política adotada no Maranhão e sequer a disputa idiota existente nesse estado.
Meu pensamento sempre foi o de ajudar sempre através dos meus questionamentos, pois quero o bem da cidade que escolhi para viver.
Ontem (15), fiquei estarrecido com que vi na reportagem da TV Mirante sobre o desperdício do dinheiro público com bens móveis e imóveis, além de uma variedade de materiais de consumo, que deveriam está servindo as escolas públicas municipais.
Então, lembrei da minha matéria “Tal como tinha afirmado… Equipe de transição se reúne e define metas de trabalho”, onde tentei chamar a atenção da equipe de transição para as áreas de recursos humanos, Material e Patrimônio, Finanças e Planejamento, Questões Jurídicas e Contratos, Infraestrutura e Obras e Políticas Sociais e que deveriam ser analisadas pelo grupo e, posteriormente, relatados a Edivaldo Holanda Júnior para que este tome ciência das condições em que receberá a prefeitura de São Luís em 1º de janeiro de 2013.
Falei, ainda, que na área de patrimônio jamais conseguirão chegar a um denominador comum, haja vista que ainda existem mobilizados sofrendo correção e depreciação na contabilidade, cujos bens nem existem mais, pois muitos foram adquiridos na primeira gestão de Jackson Lago. Com certeza aqueles caminhões da Coliseu, que foram desmontados devem fazer parte. Na área Financeira vão encontrar dinheiro em Caixa, mas muitos esquecem que esse dinheiro já está comprometido com o resto a pagar e muito das vezes nem cobre as despesas realizadas. Em contratos é que o emaranhado pode surgir com maior desenvoltura, pois muitos fogem aos ditames da lei das licitações.
Depois escrevi a matéria “A transição não tem invenção…”, onde digo que uma das maiores falhas nas transições brasileiras ou até mesmo negociações nesse país, é falta de um levantamento sério patrimonial. Dou a minha cara a tapa se após um inventário pelo setor patrimonial dos bens permanentes de qualquer órgão público desse país ou até mesmo de iniciativa privada, ele corresponderá com conta contábil imobilizações. Com certeza vão encontrar um dos maiores ralos do dinheiro público!!!
Está aí!!! Encontraram um dos ralos!!!
Postado por Caio Hostilio em 15/jan/2013 - 3 Comentários
O Ministério do Turismo (MTur) já disponibilizou a primeira parcela no valor de R$ 10 milhões do total de R$ 30 milhões a ser aplicado em ações de saneamento em três pontos da orla de São Luís que permanecem interditados para banho. As obras nas praias serão executadas pela Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) e, neste primeiro momento, englobarão serviços de despoluição da bacia do rio Calhau.
O presidente da Caema, João Moreira Lima, destacou que na segunda etapa, com a liberação dos R$ 20 milhões restantes, serão executadas as obras nas bacias dos rios Pimenta e Claro, que desembocam na praia do Olho d’Água. Os serviços serão realizados nesses trechos porque, de acordo com Laudo de Balneabilidade, expedido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Maranhão (Lacen), a orla de São Luís está própria para banho, exceto num raio de 300 metros das desembocaduras dos rios Calhau, Pimenta e Claro.
“Trabalharemos essas áreas porque os rios estão poluídos e estes desembocam nas praias, exatamente nos lugares que continuam interditados. Com a execução plena destes serviços, essas três áreas ficarão totalmente despoluídas e liberadas para o banho”, ressaltou João Moreira Lima.
Com projeto definido, estão sendo finalizados os trâmites legais para início do processo de licitação da primeira etapa, que inclui a construção de redes coletora, interceptora e estação elevatória ao longo do rio Calhau, sendo que os efluentes coletados serão encaminhados para a Estação de Tratamento de Esgotos do Jaracati para o devido tratamento. A previsão é que a obra, depois de iniciada, seja concluída em um ano.
A expectativa, segundo o presidente da Caema, é que no prazo de quatro meses o Ministério do Turismo disponibilize os R$ 20 milhões restantes para a execução dos serviços nos rios Pimenta e Claro. Com projetos definidos, as obras também englobarão a edificação de redes coletora, interceptores e estações elevatórias, mas os efluentes coletados nessas duas bacias terão como destino a Estação de Tratamento do Vinhais – que já está sendo construída.
As obras a serem realizadas visam sanar problemas de poluição nas bacias de rios que desembocam nas praias. O objetivo é garantir que as praias permaneçam liberadas para o banho. Em uma próxima ação, o trabalho englobará as bacias do Jaguarema e Olho de Porco, cujas áreas de 300 metros das desembocaduras também apresentam sinais de poluição. “Continuaremos trabalhando para solucionar de vez esse problema”, destacou João Moreira Lima.
O presidente da Caema ressaltou, ainda, que o trabalho de monitoramento das praias continua e é realizado semanalmente, de acordo com os métodos estabelecidos por normas ambientais vigentes. As amostras são coletadas preferencialmente aos domingos e em condição de baixa mar.
Postado por Caio Hostilio em 15/jan/2013 - Sem Comentários
Governadora entrega novo Ambulatório do Hospital do Servidor nesta quarta-feira (16)
O novo ambulatório do Hospital São Luís do Servidor Público (HSLZ), que funcionará na avenida dos Holandeses, Calhau, será inaugurado na próxima quarta-feira (16), às 10h, pela governadora Roseana Sarney e pelo secretário de Estado de Gestão e Previdência, Fábio Gondim. A unidade estará aberta para atendimento ao funcionalismo público a partir do dia 21, oferecendo diversos serviços e equipamentos modernos. O Centro Ambulatorial Diagnóstico Holandeses (CADH) é mais uma unidade disponibilizada pelo hospital São Luiz para atender o servidor estadual com a mais alta tecnologia e conforto. Além de outros serviços, terá especialidades em clinica médica, ginecologia e ortopedia, as quais não precisarão de agendamentos. Outra novidade está associada ao aumento do número efetivo de profissionais para melhor atender o servidor. A descentralização do ambulatório, além de oferecer serviços com mais conforto e qualidade, facilitará o deslocamento do servidor estadual, por se situar numa área bastante acessível. O serviço ambulatorial, que era prestado diretamente no Hospital São Luís, na Cidade Operária, deixará de funcionar a partir do dia 21 deste mês.
Servidores Municipais cancelam movimento de paralisação em Assembleia Geral
A Assembleia Geral que aconteceu hoje entre o SINFUSP/SL – Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís e a categoria de servidores municipais decidiu pelo NÃO à paralisação grevista, como propunha a Entidade acima citada. Os servidores que outrara propunham a contraproposta – em não aceitar o parcelamento de 3 meses carimbado pela Prefeitura, retiraram e propuseram ao final da Assembleia a criação de uma Coordenação Permanente para discutir assuntos de interesses da categoria. O Sindicato vai continuar na luta pelos direitos dos trabalhadores municipais, mantendo mesas de diálogos permanentes com a Prefeitura de São Luís, para a melhoria de trabalho e valorização de cada servidor.
Potencial petrolífero de bacias maranhenses atrai interesse de investidores em Rodada da Licitação da ANP
As bacias marítimas maranhenses de Barreirinhas e Pará-Maranhão, que juntamente com outras três formam a Margem Equatorial, e terão blocos ofertados na 11a Rodada de Licitações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), já estão despertando interesse por parte de investidores. O leilão já foi autorizado pela presidente Dilma Rousseff e está previsto para maio deste ano. Uma das empresas que já manifestou interesse em áreas das bacias da Margem Equatorial foi a Barra Energia, criada por ex-funcionários da Petrobras e da Repsol e que já tem participação em blocos da Shell e da OGX, na área do pré-sal da bacia de Santos. “Vamos olhar essa área com mais atenção, porque é pouquíssima explorada no Brasil, principalmente em áreas profundas”, afirmou à Folha de São Paulo, o presidente da Barra Energia, Renato Bertani.
Postado por Caio Hostilio em 15/jan/2013 - Sem Comentários
Na capital do Amapá, há suspeita de que 7.589 pessoas recebam salário sem trabalhar. Aqui em São Luís existem quantos?
Adriana Caitano
Casos de servidores que recebem salários sem trabalho estão espelhados pelo país e não ficam restritos apenas à esfera federal. O Correio teve acesso a cinco situações em que municípios brasileiros mantinham contratos com indícios de fraudes. No mais escandaloso deles, em Macapá, há a suspeita de que 7.589 pessoas eram fantasmas da prefeitura — é como se uma cidade inteira pouco maior que Alto Paraíso (GO) ficasse em casa recebendo uma remuneração mensal sem nenhum esforço. Além do Norte, há relatos de que a verba pública esteja escoando de escolas, prefeituras e hospitais em cidades do Nordeste, do Sul e do Sudeste.
O caso do Amapá começou a ser investigado pelo Ministério Público Federal após uma denúncia anônima em 2009, primeiro ano de mandato do ex-prefeito Roberto Góes. Após detectar indícios envolvendo verba federal que mereciam apuração, o MPF-AP encaminhou o caso à Promotoria de Patrimônio Público do Ministério Público estadual. A investigação, ainda em curso, engrossa a lista de suspeitas que caem sobre Góes.
No ano passado, o MP do Amapá pediu à Justiça estadual o afastamento do então prefeito após tê-lo denunciado pelo crime de peculato por desvio de verba destinada a empréstimo consignado dos servidores do município, que chegaria a R$ 8 milhões. O ex-prefeito, que não conseguiu a reeleição, coleciona processos na Justiça decorrentes e já chegou a ser preso duas vezes — por tentar encobrir provas da Polícia Federal e por porte ilegal de armas. À reportagem, a defesa de Góes disse não ter conhecimento sobre a existência de funcionários fantasmas e não quis comentar as outras acusações.