Postado por Caio Hostilio em 12/jul/2016 - Sem Comentários
Eita Caema!!! MPMA pede execução de sentença para regularizar fornecimento de água em Presidente Dutra
Com o objetivo de fazer cumprir sentença transitada em julgado (quando não há mais possibilidade de recurso), a 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Presidente Dutra solicitou à Justiça a execução da sentença que obriga a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) a regularizar o fornecimento de água, de forma ininterrupta e adequada, no referido município, no prazo de 180 dias, a contar da data da sentença, proferida em 24 de fevereiro deste ano.Em caso de descumprimento, foi proposto o pagamento de multa diária pela empresa no valor de R$ 1 mil. Também foi requerida a suspensão imediata da cobrança da taxa de água e esgoto, até o efetivo cumprimento dos pedidos da sentença. Igualmente foi solicitada a compensação financeira dos consumidores que pagaram contas no período de agosto de 2014 a junho de 2016, quando já estava em vigor a condenação. O pedido de cumprimento da sentença foi feito pelo promotor de Justiça Rosalvo Bezerra de Lima Filho, ao juiz da 1ª Vara da Comarca de Presidente Dutra. As solicitações foram formuladas pelo Ministério Público do Maranhão em Ação Civil Pública ajuizada em 2010 contra a Caema.
Júnior Verde participa de vistoria da Comissão Federal às obras da BR 135 e reforça solicitações para antecipar a conclusão da duplicação
O deputado estadual Júnior Verde (PRB) destacou nesta segunda (11) a importância da visita técnica oficial de deputados federais integrantes da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados às obras de duplicação da BR 135, na entrada de São Luís. O parlamentar participou da visita e reforçou as solicitações ao Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) no sentido de antecipar a entrega de parte das obras para dezembro deste ano. “Desde o ano passado, temos feito cobranças, requerimentos, indicações, fomos a Brasília e ao DNIT incontáveis vezes, tivemos reuniões no Plenarinho, na Sala de Comissões, sempre buscando a duplicação da BR, a melhoria da 135, da 222, enfim, das BRs do Estado do Maranhão. Em parceria com o deputado Fábio Macedo, formalizamos a Frente Parlamentar em defesa das BRs. Um trabalho intenso, dedicado realmente a esta via tão importante para o desenvolvimento do Estado, e com o foco na preocupação, acima de tudo, também com a segurança das pessoas que ali trafegam. O engajamento da bancada federal certamente contribuirá muito para conseguirmos a conclusão desse trecho”, ressaltou. Além de Júnior Verde, participaram da vistoria os deputados estaduais Eduardo Braide, Wellington do Curso e Zé Inácio. Da Comissão de Fiscalização e Controle, participaram os deputados federais Hildo Rocha e Alberto Filho, acompanhados dos pares João Marcelo e Aluísio Mendes. Os deputados percorreram vários canteiros de obras, do Km 13, na altura do Campo de Perizes, até o Km 51, após Bacabeira, conversando com técnicos das obras, acompanhados do superintendente do DNIT, Gerardo de Freitas Fernandes. Também visitaram o escritório das empresas do consórcio, que retomaram as atividades na semana passada. O superintendente do DNIT garantiu que empreenderá esforços para antecipar a entrega, pelo menos do trecho do Campo de Perizes, para dezembro deste ano, ao invés de abril de 2017. “Recebemos também o compromisso de que não vai mais haver paralisação das atividades, até porque a obra está em dia com relação ao recebimento das parcelas do Governo Federal. Parabenizo a comissão federal e acredito que estamos cumprindo o nosso dever, nossa obrigação como parlamentares, que é de fiscalizar”, finalizou.
Postado por Caio Hostilio em 12/jul/2016 - Sem Comentários
Em atendimento ao Requerimento nº 20, apresentado pelos deputados federais Hildo Rocha (PMDB) e Alberto Filho (PMDB), integrantes da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara realizaram nesta segunda-feira (11) visita técnica com o objetivo de verificar se a execução das obras de implantação da adutora do Sistema Italuis II e duplicação da BR-135 estão dentro do cronograma fixado pelos órgãos do poder executivo responsáveis pelos empreendimentos. “Estamos em busca de explicações para a lentidão das obras e respostas para outras dúvidas que pairam acerca do andamento desses empreendimentos”, explicou Hildo Rocha.
Italuis II
Rocha enfatizou que é inadmissível que a população da capital maranhense, e demais municípios localizados na Ilha de São Luis, continue sofrendo com o racionamento de água. “Em dezembro de 2014, quando a governadora Roseana deixou o governo, o empreendimento estava 80% pronto. Há motivo lógico para tanta demora?”, questionou.
BR-135
Quanto à duplicação da BR-135, Rocha argumentou a obra deveria ter sido entregue em 2014. “São recursos federais, dinheiro dos contribuintes, que foram empregados e até o momento não se reverteram em benefícios para a população. Na condição de fiscais dos recursos públicos, estamos exercendo o nosso dever de cobrar explicações”, declarou o deputado.
Justificativas da CAEMA
O presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA), David Telles, disse que o atraso ocorreu em consequência da necessidade de readequação do projeto. Segundo Telles, o Ministério das Cidades demorou nove meses para aprovar as alterações propostas pela empresa. “Em outubro deste ano, entregaremos esta importante obra para a população maranhense”, garantiu Telles.
O Projeto Italuís II, obra do Governo Federal, executado por meio de parceria com o governo do Maranhão, consiste na implantação de com 19 km de extensão de tubulação de aço platinado, material mais resistente à ação do salitre. O empreendimento, orçado em R$ 138 milhões está sendo implantado pelo consórcio EIT/EDECANSIL/PB.
O Diretor de Engenharia da CAEMA, José Luís Bastos, destacou que a duplicação do Italuís II vai aumentar em 600 mil litros por segundo a capacidade de abastecimento de água para São Luís.
Explicações do Consórcio Serveng/Aterpa
Representantes das empresas contratadas para a duplicação da duplicação da BR-135 (trecho Estiva/Bacabeira) citaram inúmeros fatores que teriam contribuído para o atraso da obra: desafios de engenharia, por causa das condições de solo do campo de Perizes; dificuldades de negociações nas indenizações; questões climáticas (chuvas) e, o principal, falta de pagamento.
Conclusões
Hildo Rocha disse que irá propor à comissão que oficialize consultas aos Ministérios das Cidades e Transportes com o objetivo de colher informações complementares e, principalmente, recomendar aos órgãos que estes assumam o compromisso de não permitir o prolongamento dos prazos fixados nos contratos vigentes.
“É inadmissível que o Ministério das Cidades tenha passado nove meses apenas para avaliar e aprovar modificações no projeto do Italuis II. O problema do abastecimento de água exige rapidez na solução. Os recursos estão garantidos; as obras estão em andamento e os novos prazos estão definidos. Agora não há mais desculpas. Esperamos que finalmente essas duas importantes obras sejam concluídas”, finalizou Rocha.
Participantes
Além de Hildo Rocha (PMDB), a visita contou com a participação dos deputados Alberto Filho (PMDB); Aluízio Mendes (PTN); Juscelino Filho (DEM), coordenador da bancada federal do Maranhão; Weverton Rocha (PDT) e Rubens Júnior (PC do B).
Representando a Assembleia Legislativa do Maranhão, participaram da inspeção Eduardo Braide (PMN); Júnior Verde (PRB); Wellington do Curso (PP) e Zé Inácio (PT).
A inspeção foi acompanhada pela técnica da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, Márcia França, e contou ainda com a participação do superintendente Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit/MA), Gerard Fernandes.
Postado por Caio Hostilio em 12/jul/2016 - Sem Comentários
Na manhã desta terça-feira (12), o deputado Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa para relatar as 108 denuncias de contratados pelo Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC) que estão há mais de 6 meses sem receber salários. Segundo os denunciantes, existem contratados que recebem sem trabalhar, caracterizando uma possível fraude ou compra de voto antecipado.
Wellington alertou sobre a possibilidade de improbidade administrativa praticada pelo prefeito Edivaldo Holanda Junior desde 2015. O parlamentar ainda questionou a exorbitante quantia de 33 milhões de reais que a prefeitura de São Luís suplementou, em mais de 114 mil por cento o orçamento da Secretaria Municipal Extraordinária de Governança Solidária e Orçamento Participativo. Sendo que o ISEC possui idoneidade questionável, em razão de já ter sido denunciado por diversas vezes na justiça por supostas irregularidades.
“Mais uma vez faço essa denúncia de muitos pais de famílias e pessoas que estão há mais de 06 meses sem receber do ISEC… sem receber da Prefeitura. Como se tal suplementação em si já não fosse algo estranho, ainda nos deparamos com contratados que trabalharam e não receberam. E ainda existem casos de pessoas que não trabalham e estão recebendo como cabos eleitorais. Um verdadeiro absurdo! Estamos falando de R$ 33 milhões. Muito dinheiro que poderia ser aplicado na educação, saúde, limpeza pública, mobilidade urbana e transporte, como por exemplo, reduzir o preço da tarifa do transporte público. Qual a lógica da Prefeitura? Quem trabalha não recebe; quem não trabalha recebe? Como explicar isso? Nós já denunciamos isso antes e, ainda assim, a Prefeitura preferiu manter o contrato a ter que reconhecer esse ato imoral”, alertou.
Wellington destacou que tal pratica deixa claro, de acordo com as denuncias, a evidente compra de votos e a manutenção de cabos eleitorais em função da reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Junior.
“Podemos aqui caracterizar atos de improbidade administrativa, já que dinheiro que saiu dos cofres da Prefeitura foi aplicado de forma arbitrária. Estamos diante da aplicação de mais de 33 milhões de reais. Muito dinheiro… recurso que poderia ser aplicado em necessidades urgentes as construções da maternidade da Cidade Operária ou das 25 creches prometidas durante a campanha, bem como conceder reajuste de 11,36% aos professores”, destacou Wellington.
Diante de tantas denúncias, Wellington solicitou atenção dos órgãos de fiscalização e controle, da Promotoria de Probidade Administrativa, Tribunal de Contas do Estado e finalizou cobrando esclarecimentos por parte da Prefeitura.
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O certo é que os bandidos de “São Luís” assaltaram a ambulância no perímetro urbano de São Luís e a vítima foi o senhor Enoque, de 94 anos, que fraturou a bacia e estava sendo levado a São Luís para realizar exames no momento do assalto, enquanto que a Secretaria de Segurança Pública afirmara ao Bom Dia Brasil que a responsabilidade seria da Polícia Rodoviária Federal.
Uma das filhas de Seu Enoque, Maria Gomes, que acompanhava o pai durante a viagem contou que os bandidos levaram o celular e trezentos reais que ela havia levado para passar a rápida temporada na capital. O motorista da ambulância também foi assaltado e dele foram levados dinheiro, celular e documentos.
Ele contou também que os criminosos foram muito violentos com o idoso que estava sendo transportado. Segundo o motorista, os bandidos estavam com um facão e ameaçavam ferir Seu Enoque caso não entregassem os objetos de valor e o dinheiro.
A ambulância foi parada em um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) onde são realizadas barreiras policiais com frequência. A PRF diz que no trecho da BR onde ocorreu o caso, muitos outros assaltos são registrados, mas é a primeira vez que se registra um assalto a ambulância.
“Eu achava que dentro de uma ambulância nós estávamos seguros. Não estão respeitando nem mesmo a ambulância com um doente”, desabafou Maria Gomes.
A Secretaria de Segurança Pública disse que o patrulhamento na BR-135 é de responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal e que apenas ajuda a fazer o policiamento. Segundo a Secretaria de Saúde, Seu Enoque já foi atendido e aguarda resultado dos exames.
Mas que desculpa mais esdrúxula é essa da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, haja vista que os bandidos praticaram o ato criminoso no perímetro urbano de São Luís, cuja BR passa e tem uma dimensão que não ultrapassa a 40 metros de largura. E se o assalto estivesse ocorrido nas margens da BR de quem seria a responsabilidade, ou seja, fora da estrada? Seria também de responsabilidade da PRF? Essa não cola!!!
(Com informações do G1 Ma)
Postado por Caio Hostilio em 12/jul/2016 - 1 Comentário
A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (12/07/2016) a Operação LILLIPUT, no interesse do Inquérito Policial através do qual apura notícia de supostas práticas de crimes corrupção (ativa e passiva), falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema, além de crimes contra a ordem tributária, dentre outros atribuídos a empresário do ramo da construção civil, funcionários públicos, e profissionais das áreas contábil, tributária-fiscal, jurídica etc.
A ação conjunta contou com a participação da Receita Federal do Brasil e do Ministério Público Federal.
Foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo: 09 (nove) mandados de prisão temporária, 11 (onze) mandados de condução coercitiva e 22 (vinte e dois) mandados de busca e apreensão.
Entenda o caso:
Inicialmente, informe policial apontou que Auditores Fiscais, durante ação de fiscalização em obras de empresas de construção civil componentes de um importante grupo de empresas desta capital, teriam detectado irregularidades que estariam dando ensejo à diminuição ou supressão de tributo federal (contribuição previdenciária) e, uma vez noticiado o fato ao proprietário da empresa alvo da fiscalização, este teria ofertado aos Auditores vantagem econômica indevida para que a ação fiscalizadora fosse protelada o máximo possível e, ao final, não houvesse, quando da lavratura do auto de infração, o devido lançamento e constituição do crédito tributário. Além disso, a ação criminosa não se resumiria a um caso pontual, mas se estenderia a vários empreendimentos levados a cabo pelo grupo de empresas de propriedade do empresário investigado.
Durante a investigação foi possível verificar que realmente se empreendeu ritmo protelatório às fiscalizações em face das empresas, concorrendo decisivamente quando da lavratura dos autos de infração para que elevada parcela do crédito tenha sido atingida pela intencional decadência, e tendo ainda providenciado em grande porção do crédito fiscal a ocorrência dolosa de vícios no lançamento de tributos, tudo, visando a possibilitar ao empresário, ao final, o recolhimento aos cofres da União de valor bem inferior ao efetivamente devido.
Com o avanço da pesquisa investigativa, verificou-se que os investigados continuam em plena atividade delituosa.
Constatou-se a configuração de uma verdadeira organização criminosa (ORCRIM) comandada pelo empresário, em plena atividade, dividindo suas tarefas entre seus integrantes com o objetivo de obter vantagem econômica a qualquer custo, e que para tal manteve agentes públicos no esquema criminoso e arregimentou outros também durante o período sob investigação.
Constatou-se que a ORCRIM comandada pelo empresário investigado manteve conexão com outra ORCRIM independente, demandando desta, ações ilegais consistentes na criação indevida de créditos inexistentes em favor de empresas do empresário, a fim de possibilitar a compensação indevida dos falsos créditos com os débitos fiscais das empresas beneficiárias.
Os crimes investigados correspondem aos previstos nos artigos 299, 313-A, 317, §1º, 325, §2º, e 333, parágrafo único, do Código Penal, bem como nos artigos 1º, inciso I, e 3º, inciso II, da Lei nº 8.137, de 1990, além do artigo 2º, §4º, inciso II, c/c o artigo 1º, §1º, da Lei 12.850/2013, dentre outros.
1. NOME DA OPERAÇÃO
Lilliput é uma ilha fictícia do romance As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift.
O tamanho diminuto dos liliputianos corresponde a sentido figurado empregado pelo autor do texto e que representa a pequenez de valores daqueles que viviam em constante guerra por futilidades.
A escolha do nome Operação Lilliput é uma referência ao principal objetivo da organização criminosa investigada: a obtenção de vantagem econômica a qualquer custo, mesmo que mediante a corrupção de agentes públicos.
Postado por Caio Hostilio em 12/jul/2016 - Sem Comentários
A que ponto chega à fome pelo poder!!! De acordo com o depoimento do doleiro Alberto Youssef, em depoimento prestado à Polícia Federal, Waldir Maranhão o procurou em 2011 e pediu dinheiro para se eleger líder do PP na Câmara. Segundo Youssef, o dinheiro seria para a compra de votos de outros parlamentares do partido.
Youssef explicou que a campanha para líder do PP custava entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões e que o voto dos deputados do PP custava entre R$ 50 mil e R$ 500 mil, dependendo da importância do parlamentar.
Youssef diz no depoimento, sem dar maiores detalhes, que negou o pedido feito por Maranhão, mas que deu R$ 10 mil ao deputado na mesma reunião, também a pedido do parlamentar.
Pelo visto, Waldir Maranhão se contenta até com migalhas, pois abocanhou os R$ 10 mil oferecidos por Youssef.
É ser mesmo do baixíssimo clero…
Postado por Caio Hostilio em 12/jul/2016 - Sem Comentários
Professores de Vitória do Mearim não sabem o que fazer mais para receber seus salários atrasados e até parte do 13º, visto que já ganharam na Justiça e a prefeita Dóris Rios não efetua o pagamento. Para os professores, dizem que o juiz não obriga a prefeitura a cumprir com suas obrigações e a prefeita continua a não pagar, talvez por achar que a dívida seja do outro prefeito, quando a dívida é da Prefeitura, pessoa jurídica, e não do prefeito anterior, ou seja, pessoa física. Já que a Justiça, mesmo dando ganho aos professores, não toma as providências cabíveis, seria providencial que o Ministério Público passasse a verificar esse fato. Abaixo, o relato dos professores.
Esse sim é um verdadeiro calote
Temos também o caso daqui de Vitoria do Mearim, É uma questão ganha na justiça e o juiz Dr. Milvam Gedeon nunca obrigou a prefeita Doris Rios a desmembrar os que já receberam pra nos pagar caso estes do então ex-prefeito Normando Farias já falecido. ELE SAIU E FICOU DEVENDO DOIS MESES UM DÉCIMO E UM TERÇO DE FERIAS. ENTÃO ESTAMOS ESPERANDO ISSO DESDE 2012. FALTA SÓ NOS PAGAR ELA VAI SAIR E NÃO RECEBEREMOS. ISSO É FATO NÃO TEMOS JUSTIÇA.
Postado por Caio Hostilio em 11/jul/2016 - Sem Comentários
Caminhão do Peixe beneficia ribamarenses e movimenta economia da cidade
Esta semana, feira itinerante estará nos bairros da chamada região limítrofe. Em quase seis anos de funcionamento, projeto já beneficiou milhares de consumidores e comercializou mais de 530 toneladas de pescados e mariscos. O Caminhão do Peixe, projeto itinerante implantado pelo prefeito Gil Cutrim (PDT), continua percorrendo os bairros de São José de Ribamar beneficiando pescadores e consumidores; gerando novos empregos e renda; e movimentando a economia da cidade. Esta semana, o veículo estará na chamada região limítrofe com a capital São Luís, nos bairros Parque Jair (segunda-feira), Parque Vitória (terça), Alto do Turu (quarta) e Parque São José (sexta). A exemplo do que vem ocorrendo desde o ano passado, na quinta-feira (14) o Caminhão participará de mais uma edição da Feira do Agricultor Familiar, promovida pela prefeitura no Viva Outeiro, na região da sede. O horário de funcionamento em todos os locais será das 16h às 20h30. O Caminhão do Peixe de São José de Ribamar funciona como uma feira itinerante que leva aos consumidores produtos variados a preços bem abaixo dos praticados nos mercados e feiras da Grande Ilha. É uma iniciativa que beneficia o consumidor e centenas de profissionais da cidade que vivem da pesca, uma vez que eles têm a oportunidade de comercializar seus produtos diretamente com o cliente, afastando a figura do atravessador. O veículo, adquirido através de parceria com o Governo Federal, é totalmente adaptado para transportar, armazenar e comercializar até 3,5 toneladas de pescado e mariscos por dia. Em uma semana de atividades, o Caminhão comercializa, de acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura, Pesca e Abastecimento, cerca de três toneladas de alimentos. De 2011 até o momento, o projeto itinerante da prefeitura já comercializou em toda cidade mais de 530 toneladas de pescados e mariscos.
Wellington destaca participação popular em Plano de Governo Progressista
O pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado Wellington do Curso (PP), afirmou que a participação popular continuará sendo um dos pontos de uma atuação, dessa vez como chefe do Executivo municipal. A afirmação foi feita durante a Sabatina Verde, evento realizado pelo PV na sexta-feira (08), no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa.Além de Wellington, participaram do evento os pré-candidatos Rose Sales (PMB), Eduardo Braide (PMN), João Bentivi (PHS), Eliziane Gama (PPS) e Fábio Câmara (PMDB). Durante a sabatina, Wellington apresentou as propostas do Plano de Governo Progressista para o meio ambiente, em relação à destinação do lixo, política de Resíduos sólidos, atenção à saúde básica e preventiva, arborização da cidade, cuidados com os animais, a importância da educação ambiental, Revisão do Plano Diretor e, ainda, à metropolização da Grande Ilha. “É dever nosso identificar as necessidades de nossa cidade. Com a participação popular e pautada na realidade ludovicense, construiremos a São Luís que queremos em nosso presente e como o nosso futuro”, afirmou. Sobre o Plano Diretor, o pré-candidato progressista afirmou que, caso seja eleito prefeito de São Luís, pretende revisá-lo com a participação da população, respeitando as recomendações legais, recebendo assim a importância que é devida. “Nós encaramos o revisão do Plano Diretor como algo essencial e urgente à administração de nossa cidade. É a base. Sem ele, não temos como construir a São Luís que queremos. Uma gestão que possa preparar São Luís para os próximos 10 e 20 anos. Por isso, nós faremos a revisão desse Plano contando com a ajuda da população. Queremos um plano coerente, legítimo e real”, disse. Wellington destacou também pontos relevantes quanto à destinação do lixo em São Luís, o que para ele, precisa ser analisado sob vários pontos. “Implantaremos um aterro sanitário que realmente atenda a necessidade da população. Em nossa gestão, a coleta seletiva será realidade, como ocorre em outras cidades, a exemplo de Aracaju. Paralelo a isso, iremos ainda estimular a criação de cooperativas de reciclagem de lixo, criar o Centro de Triagem de Resíduos e implantar o projeto do Lixo Digital, pautado no recolhimento de materiais eletrônicos que não podem ser descartados no meio ambiente. A devida preocupação com o saneamento básico e saúde preventiva”. O pré-candidato a prefeito de São Luís abordou ainda a questão da arborização da capital e apresentou soluções em relação ao abandono dos animais. “Em nossa visão progressista, compreendemos que plantar árvore não é algo meramente paisagístico, mas uma preocupação necessária. Por isto, iremos priorizar os parques em nossa cidade, além de destinarmos atenção ao Plano Municipal de Arborização, que ainda não é realidade. Quanto ao abandono dos animais, que muito nos entristece, iremos reativar as ações da Unidade de Vigilância de Zoonoses e, em parceria com as ONG’s e protetores independentes, iremos enfatizar o cuidado que é devido ao ‘animais que não falam, mas tem direitos’. O Programa de Proteção Animal, que tem o incentivo ao acolhimento e à doação como um dos seus pontos principais, e o desenvolvimento de um Hospital Veterinário, em parceria com nossos estudantes, são projetos Progressistas que serão implantados em nossa capital.” Ao final da sabatina, Wellington ratificou que, como sua pré-candidatura nasceu da vontade popular, o ponto de partida da elaboração do Plano de Governo Progressista está sendo a participação popular, visita aos bairros e a zona rural, conversando com a comunidade, ouvindo a todos, ouvindo São Luís. “Nossa pré-candidatura nasceu da vontade popular. Por isso nosso Plano de Governo está sendo construído com a participação popular. Estamos Ouvindo São Luís. Quero ser prefeito de São Luís por esse incentivo e a confiança que cada cidadão deposita em nosso nome, a renovação da esperança, a atitude como diferencial para que possamos resolver os problemas de nossa cidade. O meu objetivo como prefeito é o de honrar essa confiança, respeitando as pessoas e, então, lutar pela São Luís que nós queremos para o futuro. Devolver o brilho, valor e orgulho de ser Ludovicense”, concluiu.
Postado por Caio Hostilio em 11/jul/2016 - 1 Comentário
Vejo diversos candidatos a prefeito por todo Maranhão afora querendo o apoio de Flávio Dino, porém muitos não querem parecer ao lado governador numa fotografia, para servir de cartaz na eleição.
Pelas circunstâncias esses candidatos acham que terão o apoio financeiro para suas campanhas, mesmo sabendo das novas regras para os gastos eleitorais.
Observa-se que os candidatos estão sem rumo e buscam o apoio palaciano numa tentativa de trocar apoio para 2018, vislumbrando somente os recursos necessários para suas empreitadas eleitorais.
É voz corrente nos municípios de que os candidatos estão preferindo uma foto ao lado da ex-governadora Roseana Sarney.
As pesquisas nos municípios mostram a reprovação do governo Flávio Dino, cujos índices caem de acordo com a falta de empenho da atual gestão com a saúde, educação, infraestrutura e segurança.
Agora, só resta saber se o governador Flávio Dino compensará com ajudas financeiras os “seus” candidatos, para suas respectivas eleições.
Eis aí a questão!!!
Postado por Caio Hostilio em 11/jul/2016 - Sem Comentários
Que o pré-candidato Wellington do Curso agradeça muito por não ter sido mencionado como um dos candidatos do Palácio dos Leões pela corrida à Prefeitura de São Luís.
Para o Wellington do Curso é bem melhor continuar como candidato independente, haja vista que é essa a vontade do eleitor ludovicense, que se decepcionou com a tão alardeada mudança.
Uma mudança que só ficou na boca daqueles que prometeram as mais mirabolantes possíveis promessas.
Não se viu nenhuma modificação no rumo da gestão municipal de São Luís e sequer na do Estado. Muito pelo contrário, cujos resultados mostram uma regressão nas diversas áreas de atuação.
Triste daquele político que acha que o eleitor está satisfeito com o andamento das ações políticas, econômicas e sociais, adotadas no Maranhão.
Portanto, quem saiu ganhando foi o candidato Wellington do Curso, pois não levará a pecha de político que fica apenas nas promessas mirabolantes…