Assistam ao vídeo!!! A trajetória de Witzel: Juiz Federal, governador do Rio, Corrupto e agora Pastor!!! Ah espera-se que não se torne capelão!!!

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio


Os cariocas não tinham opção em 2018, como não terá em 2022, sobrando um juiz federal, Witzel, com a promessa da moralidade e banir da vida do povo do Rio as presepadas dos traficantes e bandidos, prometendo lutar como um guerreiro (olho por olho, dente por dente).

Tudo não passou de falácia, o cara estava predestinado a ser corrupto e enfiar a mão no jarro, coisa descoberta, que o levou a ser afastado do governo.

De repente o camarada se torna pastor, como mostra o vídeo…

Só falta ele se tornar capelão da PM, como ocorre no Maranhão!!!

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Eduardo Braide cumpre promessa de campanha com o transporte de massa!!!

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio


“A partir de amanhã tem RAPIDÃO SÃO LUÍS nas ruas!  Mais um compromisso que assumi com você vai se tornar realidade a partir desta sexta (5). Os ônibus do Rápidão São Luís vão rodar de terminal pra terminal, com menos paradas, chegando mais rápido onde você quer!”, disse o prefeito Eduardo Braide. 

  Publicado em: Política

Uma hora a casa cai!!! Polícia Federal vai unificar ações que envolvem Josimar de Maranhãozinho

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

Deputado é citado nas operações Ágio Final – que envolve também o colega Pastor Gildenemyr, o ex-prefeito de Ribamar, Eudes Sampaio e o agiota Pacovan – e na operação Descalabro, que apreendeu R$ 2 milhões em seus escritórios

 

Josimar de Maranhãozinho é investigado pela Polícia Federal em duas ações que envolvem recursos de emendas parlamentares

A Polícia Federal vai unificar duas investigações que seguiam paralelas,  mas envolvem o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e a suspeita de desvio de recursos de emendas parlamentares.

As primeira operação, denominada Ágio Final, investiga pagamento de propina de emendas parlamentares e extorsão; e envolve também o deputado federal Pastor Gil (PL), o ex-prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB), e o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan.

A outra operação, denominada Descalabro, tem como alvo direto o próprio Josimar de Maranhãozinho, e resultou na apreensão de R$ 2 milhões em endereços ligados a ele.

Ambas as operações corriam de forma independente, mas depoimentos já obtidos pela Polícia Federal mostraram que tratam do mesmo tema: desvio de recurso de emendas parlamentares.

Com o pedido de compartilhamento de informações, as duas ações da PF ficarão sob a custódia do Supremo Tribunal Federal, que coordena a operação Descalabro, contra Maranhãozinho, esta em segredo de Justiça.

De acordo com as primeiras investigações, só a operação Ágio Final movimentou cerca de R$ 6,6 milhões em emendas parlamentares, com suspeita de pagamento de propina da ordem de R$ 1,6 milhão.

Os deputados federais ainda não foram ouvidos pela Polícia Federal…

  Publicado em: Política

Nota de Esclarecimento da prefeitura de São José de Ribamar…

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

O município de São José de Ribamar tem recebido em 7 etapas de distribuição, as doses de vacinas de diferentes fabricantes. Elas são direcionadas aos grupos de pessoas idosas e profissionais da saúde.

Diariamente, estamos vacinando pessoas nos locais de trabalho, drive-thru e nas residências dos idosos acamados e com dificuldades de locomoção. Estamos agindo com responsabilidade.

Como já anunciamos nas redes sociais, neste sábado e domingo, intensificaremos as aplicações de doses a idosos na faixa de 80 a 89 anos, conforme cronograma.

Até a última sexta-feira, recebemos 5.028 doses para a primeira e segunda aplicação (D1 + D2). Já aplicamos um total de 2.783 doses, o que representa 55,3% do total.

Para ampliar o percentual de registro das doses nos sistemas de informação, realizaremos mutirão no domingo.

A população pode ficar tranquila que o município não deixará de receber nenhuma dose e todas as pessoas dos grupos priorizados pelo Ministério da Saúde serão vacinadas.

Seguiremos agindo com transparência, informando a população diariamente.

Atenciosamente:

Bernardete de Lourdes Veiga Ferreira

Secretária de Saúde de São José de Ribamar

 

  Publicado em: Política

Mostrando planejamento, Eduardo Braide entrega mais 30 leitos para o Covid, sendo 14 com suporte avançado…

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

  Publicado em: Política

Câmara Municipal de São Luís suspenderá atividades presenciais na próxima semana

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

A Câmara Municipal de São Luís suspenderá as atividades presenciais no período de 8 a 14 de março. A medida foi tomada após reunião entre os 31 vereadores, realizada na tarde dessa quarta-feira, dia 3, tendo em vista o aumento dos casos de Covid-19 na capital maranhense e em todo o estado.

O objetivo da medida é restringir ainda mais a circulação de pessoas nas dependências do Palácio Pedro Neiva de Santana, sede do parlamento municipal, evitando assim o contato direto de pessoas e, consequentemente, a contaminação pelo novo coronavírus.

Nesse sentido, a medida foi tomada levando-se em consideração, principalmente, a preservação da saúde e segurança dos servidores da Casa. Dessa forma, todas as atividades da Câmara serão realizadas remotamente, a partir da próxima semana.

As sessões ordinárias da Casa serão transmitidas por meio do sistema virtual. Durante a reunião, os parlamentares decidiram não suspender as sessões, tendo em vista que, neste momento de pandemia, é uma das obrigações da Câmara de Vereadores prestar a assistência adequada aos ludovicenses.

“Enquanto a Casa estiver fechada, ações de dedetização e sanitização serão realizadas em todos os setores do Legislativo. Decidimos ampliar as restrições no parlamento, devido ao aumento exorbitante dos casos de Covid-19 em todo o estado”, complementou o presidente da Câmara, vereador Osmar Filho (PDT).

Restrições – As novas medidas restritivas da Câmara Municipal acompanham as mais recentes medidas anunciadas pelo Governo do Estado, de combate ao coronavírus. Esse é um reflexo da harmonia dos poderes, em prol da segurança e preservação da saúde de toda a população.

O parlamento ludovicense já havia adotado uma série de medidas, desde 2020, para restringir a circulação de pessoas em suas dependências. Entre elas, destacam-se: a realização de sessões ordinárias no formato híbrido; a diminuição da quantidade de servidores no plenário; o fechamento da galeria pública – mesmo assim, o público pôde continuar acompanhando as sessões por meio das redes sociais da Câmara e através do seu canal no YouTube; e o estabelecimento do sistema de rodízio nos setores. Também foram disponibilizados pontos de álcool em gel, para que os servidores higienizassem as mãos e profissionais de saúde foram destacados para fazer o aferimento da temperatura.

  Publicado em: Política

Assistam aos vídeos e vejam as patacoadas e politicagens com o covid-19 e a hipocrisia com suas vítimas fatais!!!

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

Ontem (03), esse blog postou a matéria Mesmo com “gestores estaduais” querendo tirar o reta com as mortes pelo covid, ‘Bolsonaro 2022’ tem o dobro de ‘Fora Bolsonaro’ na pandemia, aponta Bites“, onde disse: “Mesmo com gestores estaduais querendo tirar o da reta com as mais 1900 mortes pelo covid, quando todos sabem das presepadas em conjunto com o STF, além das corrupções e, principalmente, a fome por mais e mais dinheiro do contribuinte, cujo resultado é a falta de leitos de UTI, essa amostragem vem apresentar que a maioria dos brasileiros não é otária como esses politiqueiros pensam!!!”. Agora, depois de tantas presepadas dos gestores estaduais e do STF, querem jogar a responsabilidade de tudo no colo do governo federal.

Simplesmente fecharam hospitais de campanha e agora querem mais e mais dinheiro para abrir leitos de UTI enquanto centenas de brasileiros morrem a míngua.

Simplesmente dizem que irão comprar vacina sem critério algum, mesmo sabendo que não possuem condições econômicas para isso.

O certo é que a maioria dos brasileiros está bem atenta para as manobras politiqueiras!!!

Vamos aos vídeos:

  Publicado em: Política

Alívio aos que precisam!!! Senado aprova PEC emergencial com R$ 44 bi para auxílio

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

2º turno será nesta 5ª feira às 11h… Rejeitaram todos os destaques… Tem itens de controle de gastos

O Senado aprovou nesta 4ª feira (3.mar.2021), em 1º turno, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) emergencial por 62 a 16. Todos os 6 destaques –mudanças votadas separadamente– foram rejeitados. Ainda falta o 2º turno, que será votado nesta 5ª feira (4.mar).

Por ser uma emenda à Constituição, eram necessários ao menos 49 votos para aprovação. Por regra, deveria haver intervalo de 5 dias úteis entre as votações. Mas os senadores fizeram acordo para votar a proposta em 2º turno nesta 5ª.

Segundo o texto, neste ano, será possível usar créditos extraordinários para pagar o novo auxílio emergencial. Ou seja, o gasto com novas fases do benefício seria financiado com aumento da dívida. Para esse objetivo específico, as medidas de controle fiscal relacionadas à criação ou à expansão de despesas ficam dispensadas.

Para que se crie um crédito extraordinário, a Constituição elenca algumas situações, entre elas, a de calamidade pública. Pelo relatório preliminar, no caso dos créditos para pagar o auxílio, essa regra não precisará ser seguida.

Além disso, os gastos, que serão mais dívida pública, não contarão para a Regra de Ouro, que impede o governo de usar recursos obtidos por endividamento para bancar despesas correntes. Também não serão computados no cálculo da meta de primário, que mostra se o Brasil terminou o ano no vermelho ou no azul em suas contas públicas.

A ideia de determinar que o auxílio seja pago por meio dessa modalidade de crédito também tira a possibilidade de quebra do teto de gastos públicos, que impede que as despesas de um ano cresçam mais que a inflação do ano anterior. Segundo a Constituição, créditos extraordinários não contam para a regra do teto.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresentou requerimento (323 KB) para que o artigo da PEC que trata do auxílio fosse transformado em uma proposta independente. O pedido foi rejeitado. A aprovação enterraria a ideia da equipe econômica de criar contrapartidas fiscais para compensar as despesas novas com a ajuda aos brasileiros durante a pandemia.

O presidente Jair Bolsonaro já disse que “está quase tudo certo” para a definição dos valores das novas parcelas do auxílio emergencial. Segundo ele, o coronavoucher –como o auxílio é chamado por alguns membros do governo–, deve ter uma nova rodada de 4 parcelas de R$ 250.

Além do auxílio, o texto da PEC traz diversas medidas para melhorar a questão fiscal do Brasil. O parecer permite que se use/usasse o superavit de fundos públicos para o abatimento da dívida pública.

Já os Estados e o Distrito Federal ganham mais 5 anos para pagarem os precatórios, que são dívidas criadas a partir de  por decisões judiciais. O parecer ainda dá gatilhos para que Estados, municípios e União acionem quando as despesas chegarem a 95% das receitas. Entre as travas estão a proibição de se contratar e dar aumentos para servidores públicos.

A PEC ainda exige que o Executivo reduza em 8 anos os gastos tributários. Há, entretanto, exceções como renúncias de tributos ligados a bolsas para estudantes de cursos superiores, zona franca, instituições filantrópicas, fundos constitucionais e cesta básica.

Há a possibilidade constitucional de decretação de estado de calamidade com os respectivos gatilhos, travas e liberações fiscais durante esse período. Na prática, cria-se um regime fiscal extraordinário para liberar gastos facilmente para o combate da calamidade, enquanto, no período do decreto, regras fiscais para controlar outros gastos ficam acionadas.

Nesse caso, por exemplo, os Estados que não aplicarem em suas administrações estas regras mais duras, perdem o direito de acessarem empréstimos e de terem aval para tomada de empréstimos da União ou de fundos.

SESSÃO ALONGADA

A análise da PEC deveria ter começado na última 5ª feira (25.fev), mas, por pressão da oposição, a leitura do parecer foi adiada para a 3ª feira (2.mar). Nesse período de menos de uma semana foram 3 versões oficiais do relatório e outras informais circularam entre os senadores.

A votação foi finalmente marcada para esta 4ª feira (3.mar). A análise começou às 16h37. Em seguida, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) leu seu voto em separado, contrário à medida principal, mas que não foi aceito. Às 17h23 o relator leu seu novo parecer.

Às 18h03 os senadores começaram a debater a matéria, cada inscrito para falar tinha direito a até 5 minutos para discursar. Ao todo, 32 senadores discutiram o texto.

Foi acordado que antes de se analisar o mérito da PEC, seria votado o requerimento (323 KB) do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que propunha o fatiamento da proposta. Este foi rejeitado por 49 a 25.

BOLSA FAMÍLIA NO TETO

Na 3ª feira (2.fev.2021) começou a circular no Senado a ideia de retirar o gasto com o Bolsa Família do cálculo do teto. Isso possibilitaria aumento do benefício e também o uso dos recursos hoje destinados a ele para obras, por exemplo.

A possibilidade cresceu na 4ª feira. Por isso, tantos políticos se mobilizaram para tentar impedir que o dispositivo fosse alterado. Ao longo do dia houve pânico no mercado financeiro. O dólar chegou a apresentar alta de 1,2%, a R$ 5,73 às 15h55. O Ibovespa registrava queda de 2,9%, aos 108.314 pontos no mesmo horário. No fim do dia, os ânimos se acalmaram e a moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,663, enquanto o índice da bolsa paulista encerrou o pregão com leve queda, de 0,32%

A saída do Bolsa Família do teto de gastos seria uma derrota enorme para o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele é defensor do mecanismo, criado no governo de Michel Temer.

O movimento fez com que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciar na tarde desta 4ª feira (3.mar) que o Bolsa Família ficará dentro do teto de gastos. Lira já disse que a PEC terá rito acelerado na Câmara.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), disse que houve um mal-entendido na interpretação da emenda proposta por ele.

“Teve uma confusão. Temos essa emenda, que não trata da exclusão do Bolsa Família do teto, ela trata da possibilidade de aprovação só das questões da calamidade e do auxílio.”

Só que, depois da reunião de líderes da 2ª feira (2.mar), quando Alessandro defendeu sua emenda que envolvia o Bolsa Família, houve alas do Senado e do governo que começaram a querer ampliar a proposta e tirar o programa do teto de gastos.

“Acontece que, após a reunião dos líderes, alguns outros líderes e setores do governo, resolveram defender e essa defesa é bastante consistente a ampliação desse entendimento. Para colocar todo o orçamento do Bolsa extra-teto nesse ano o que abriria um espaço fiscal enorme para investimentos, enfim, para outras coisas.”

Segundo interlocutores de Pacheco, o caso foi um percalço no caminho da aprovação da PEC causado por falhas de comunicação. Ou seja, uma ideia para alterar o texto, como tantas outras, saiu do controle, mas foi resolvida.

ENTENDA OS DETALHES DA PROPOSTA

Poder360 preparou um detalhamento do que consta na proposta em tramitação no Senado. Trata-se de uma emenda constitucional que agrega elementos de outros 3 projetos: PEC 186 (chamada de emergencial), PEC 187 (fundos constitucionais) e PEC 188 (pacto federativo).

Para facilitar, o relator do projeto, senador Márcio Bittar (MDB-AC), fez um texto substitutivo dentro do processo de tramitação da PEC 186.

O objetivo principal é criar uma cláusula de calamidade pública na Constituição, que defina de maneira perene as situações em que cidades, Estados e a União podem fazer gastos excepcionais –como numa pandemia ou durante uma guerra– sem que sejam desrespeitadas as regras fiscais.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “contrapartida” o que ficar de legado institucional com a aprovação dessa emenda constitucional. O maior de todos seria desvincular as receitas do Orçamento, algo que foi estabelecido em 1988 quando a Carta foi redigida, mas foi retirado pelo relator depois de pressão do Senado.

Hoje, os gastos com saúde e educação estão fixados desta forma:

União – A partir de 2018, o cálculo do piso de gastos federais para saúde e educação deveria ser feito com base no valor executado em 2017 e corrigido pela inflação do período. Para 2021, a estimativa é de R$ 123,8 bilhões para a saúde e R$ 55,6 bilhões para educação;

Cidades – prefeitos são obrigados a investir anualmente 25% da receita em educação e 15% em saúde;

Estados e Distrito Federal – governadores têm de investir 25% da receita em educação e 12% em saúde.

A PEC 186, analisada pelo Senado, acabava com todos esses percentuais e valores. Prefeitos, governadores e presidente da República poderiam investir o percentual que desejassem em cada área.

A ideia era permitir que os governantes assumissem efetivamente o poder sobre o Orçamento. Por exemplo, numa cidade com muitas crianças talvez o prefeito preferisse investir mais em educação.  Já em locais em que a população é mais idosa, o prefeito poderia eventualmente priorizar mais gastos em saúde.

Além da desvinculação de receitas, medida que despertou a maior controvérsia, há também estes detalhes, que o Poder360 explica a seguir:

  • Auxílio emergencial: em 2021 pode ser pago por meio de créditos extraordinários, que não contarão para o deficit fiscal nem para a regra de ouro, que proíbe o endividamento para pagar despesas correntes. Não será considerado para teto de gastos e não será vinculado à decretação de estado de calamidade pública. Os valores e a duração serão estabelecidos por outras medidas legais;
  • Calamidade pública: torna prerrogativa exclusiva do Congresso Nacional a decretação de estado de calamidade. Permite que o presidente da República proponha aos congressistas a decretação. Enquanto vigorar, é criado um regime fiscal extraordinário, que separa gastos “normais” de gastos emergenciais;
  • Colchão fiscal: traz diversas diretrizes a serem seguidas por União, Estados e municípios, como a necessidade de avaliar políticas públicas e de cuidar da sustentabilidade da dívida. Veda a criação de fundos públicos que envolvam vinculação de receitas;

GATILHOS FISCAIS

União – quando o Poder ou órgão tiver despesas obrigatórias primárias equivalentes a mais de 95% da despesa primária total, ficam vedados:

  • contratações, a não ser para repor cargos de chefia e direção que não acarretarem aumento de despesas e no caso de vacância de cargos efetivos ou vitalícios. Impede também as contratações temporárias excepcionais e contratações temporárias para serviço militar e de alunos de formação militar;
  • aumento de auxílios, vantagens, bônus, abonos, verbas de representação ou benefícios de qualquer natureza;
  • concessão de reajustes, aumentos ou adequação de remuneração para servidores públicos civis e militares;
  • aumentos de benefícios de cunho indenizatório.

Estados e municípios – para os entes federativos, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário poderão usar os gatilhos de contenção de gastos se as despesas correntes passarem de 95% das receitas correntes. Nesses casos, ficam vedados:

  • aumentos, reajustes ou adequações de salários, exceto quando por determinação judicial transitada em julgado;
  • criação de cargos, empregos ou funções que aumentem as despesas;
  • alterações em carreiras que aumentem despesas;
  • admissões ou contratações, salvo reposições em cargos de chefia ou direção que não aumentem despesas, reposições por vacância em cargos efetivos ou vitalícios e contratações temporárias excepcionais;
  • realização de concursos públicos;
  • criação ou aumento de auxílios, vantagens, bônus, abonos, verbas de representação ou benefícios, incluindo os indenizatórios;
  • criação de despesas obrigatórias;
  • medidas que aumentem despesas acima da inflação;
  • criação ou expansão de programas e linhas de financiamento, remissões, renegociações ou refinanciamento de dívidas que ampliem despesas com subsídios e subvenções;
  • concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária;

Também ficam suspensos atos que possam aumentar despesas de pessoal, progressão e promoção funcional de servidores. Isso inclui os que trabalham em empresas públicas e em sociedades de economia mista que recebem recursos do poder público.

Os governadores e prefeitos poderão usar essas ferramentas quando a despesa corrente superar 85% da receita corrente. Nesse caso os atos têm validade por, no máximo, 180 dias, se não houver aprovação do Legislativo.

  Publicado em: Política

Mesmo com “gestores estaduais” querendo tirar o reta com as mortes pelo covid, ‘Bolsonaro 2022’ tem o dobro de ‘Fora Bolsonaro’ na pandemia, aponta Bites

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

Levantamento realizado pela da consultoria Bites e publicado pela revista Veja, mostra que nos últimos doze meses, período da pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro, recebeu 9 milhões de tuítes com hashtags negativas, incluindo ForaBolsonaro, BolsonaroGenocida, ImpeachmentBolsonaroUrgente, e BolsonaroAcabou. Em contrapartida, neste mesmo intervalo, foram registrados 18 milhões de tuítes — exatamente 100% a mais — com hashtags positivas em favor do presidente da República: Bolsonaro2022, FechadocomBolsonaro, EuapoioBolsonaro, Bolsonaro2026 e BolsonaroOrgulhodoBrasil, entre outras.

Ainda de acordo com o levantamento da consultoria especializada, no embate digital, o Bolsonaro continua levando uma enorme vantagem sobre os adversários. Suas publicações são replicadas milhões de vezes, independente do tema. As mensagens que registram o maior número de interações, por exemplo, nem sempre tem a ver com política. Muitas vezes estão associadas à brincadeiras ou piadas.

Uma das publicações mais  populares traz  uma imagem distorcida do presidente, como se fosse um fantasma.  “Bom vídeo”, escreveu Bolsonaro, em novembro do ano passado. Foi o bastante para o comentário rendeu mais de 8 milhões de visualizações. Nesse espectro de variedades, um dos campeões de audiência continua sendo o famoso golden shower — o vídeo em que dois homens aparecem numa bizarra prática sexual durante o carnaval. Isso não quer dizer que a política está em segundo plano no mundo digital.

Entre os dez tuítes mais replicados nos últimos 12 meses,  está uma publicação de janeiro de 2019, na qual o Bolsonaro faz críticas ao candidato petista derrotado na eleição de 2018, Fernando Haddad.

Desde o início do governo, presidente da República ganhou 16 milhões de seguidores. Hoje, o presidente conta com 39 milhões de pessoas em suas  redes sociais, incluindo Twitter, Instagram e Facebook. É um número que, em tempo eleição, pode fazer novamente a diferença.  “A nossa conclusão é de que o grupo pró-Bolsonaro é mais organizado e estruturado que  seus críticos, que não conseguem se concentrar em um único tema contra o presidente”, analisa Manoel Fernandes, diretor da Bites. Bolsonaro, ao que tudo indica, ainda continuará soberano no embate digital.

  Publicado em: Política

Osmar Filho determina novas restrições e suspende atividades presenciais na Câmara de São Luís

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

Com o objetivo de combater o aumento dos casos de covid-19 no estado, o presidente da Câmara de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), junto com os 30 vereadores decidiram pela suspensão das atividades presenciais do Parlamento a partir da próxima segunda-feira (08).
Osmar destacou a necessidade de intensificar as medidas e adotar procedimentos de segurança necessários.
“Cada vez mais os casos acometidos por essa enfermidade aumentam significativamente e nós enquanto representantes precisamos encontrar soluções e termos um olhar sensível para o que está acontecendo. Por isso, juntos decidimos por suspender as atividades da Casa, incluindo, atendimento e as sessões legislativas,  para conter o avanço exorbitante dessa doença”, ressaltou.
A deliberação foi anunciada após reunião com o colegiado de parlamentares que decidiram por ampliar os  protocolos de funcionamento do Legislativo ainda em vigor.
O presidente determinou a paralisação das atividades legislativas e administrativas até o dia 14 de março.
Equivalente a isso, os servidores irão trabalhar em formato de home office e as sessões ocorrerão integralmente de forma remota por meio do Sistema de Deliberação.
Vale destacar que enquanto o órgão permanecer fechado temporariamente as ações de sanitização e higienização serão efetuadas nas dependências internas de todos os setores, gabinetes, galeria popular e da imprensa; além de demais departamentos.
O gestor desde o ano passado quando foi decretada a pandemia do novo coronavírus pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Parlamento Ludovicense tem estabelecido medidas sanitárias para evitar o aumento no índice de contágio da doença.
Rodízio de escala de trabalho dos servidores, sessões 100% virtuais e híbridas; disponibilização de totens de álcool em gel, medição de temperatura na entrada da instituição e outras ações foram efetivadas e adotadas pela gestão do pedetista.
Quanto às sessões ordinárias já é uma realidade o formato semipresencial e as tramitações das  proposições são feitas virtualmente por meio de sistema específico implantado pelo presidente.

  Publicado em: Política

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