Projeto aprovado com apoio de Hildo Rocha facilita vacinação contra Covid-19

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

O deputado federal Hildo Rocha trabalhou a favor e ajudou na aprovação do Projeto de Lei 534/21, do Senado Federal, que autoriza os estados, os municípios e o setor privado a comprarem vacinas contra a Covid-19 com registro ou autorização temporária de uso no Brasil. A matéria será enviada à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

“Ter contribuído para a aprovação desse projeto é, para mim, motivo de grande alegria. Trabalhei bastante e defendi essa proposta porque sei que boa parte da população brasileira ainda continua sofrendo e está muito preocupada com essa doença terrível chamada novo Coronavírus”, destacou Hildo Rocha.

Setor privado 

No caso do setor privado, as doses deverão ser doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Após a conclusão dessa etapa, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas que comprar, e estas deverão ser aplicadas gratuitamente, nos trabalhadores das respectivas empresas compradoras das vacinas. A outra metade deverá ser remetida ao SUS.

A proposta também autoriza a União, os estados e os municípios a assumirem a responsabilidade de indenizar os cidadãos por eventuais efeitos colaterais provocados pelas vacinas.

Todas as medidas previstas no projeto se aplicam apenas às vacinas com uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e o setor privado deverá fornecer ao Ministério da Saúde todas as informações sobre a compra, a doação e a aplicação das vacinas contra a Covid-19.

Em 48 horas, o ministério deverá atualizar os painéis de informação sobre a aquisição e aplicação dessas vacinas com os dados repassados.

Responsabilidade civil 

A responsabilidade civil por possíveis efeitos colaterais da vacina é uma exigência feita por alguns laboratórios, como Pfizer/BioNTech e Janssen, cujas vacinas ainda não chegaram ao Brasil. Para cobrir esses riscos, a administração pública poderá constituir garantias ou contratar seguro privado nacional ou internacional.

Atualmente, o País só tem duas vacinas à disposição (a CoronaVac e a Oxford-AstraZeneca). A Pfizer já recebeu aval da Anvisa, mas as negociações para a compra ainda não foram concluídas.

Grupos prioritários 

O plano divide a população prioritária em 27 categorias, começando com pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas (em asilos, por exemplo); pessoas com deficiência institucionalizadas; povos indígenas vivendo em terras indígenas; trabalhadores de saúde; pessoas de 80 anos ou mais; e assim sucessivamente. A população prioritária estimada é de cerca de 77 milhões de pessoas.

https://youtu.be/oG7jwJT2Ouo

  Publicado em: Política

Presidente da Câmara Municipal de Caxias, Teódulo Aragão, prioriza diálogo com a sociedade

Publicado em   04/mar/2021
por  Caio Hostilio

Presidente Teódulo Aragão reuniu vereadores membros da Comissão de Saúde da Câmara l, representantes da sociedade civil e gestores da área de saúde

Preocupado com o aumento nos casos de infecção pelo novo coronavírus em Caxias e no Maranhão, o presidente da Câmara de Vereadores, Teódulo Aragão, mostrando que preza pelo diálogo para resolução de problemas, reuniu a Comissão de Saúde da Câmara e demais vereadores, além de representantes da sociedade civil organizada e autoridades da saúde para discutir o soluções contra o avanço da Covid-19.

O presidente da Câmara Municipal de Caxias, defendeu união de todos os caxienses pela saúde da população

Teódulo falou que “o momento não é pra se fazer política em cima desse assunto tão sério e que bate à nossa porta, é hora de nos unirmos em prol do bem-estar, da saúde e das vidas caxienses”.

  Publicado em: Política

Covid-19: Pazuello confirma compra de novas vacinas em reunião com a CNM e reforça compromisso do PNI

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

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Em busca da ampliação das doses de vacinas contra a Covid-19 e de distribuição equânime para todos os Municípios, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) e as entidades estaduais municipalistas se reuniram, na tarde desta quarta-feira, 3 de março, com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. A responsabilidade da União de comprar e distribuir as vacinas por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI) foi destacada. O movimento municipalista cobrou posicionamento da pasta federal neste sentido a fim de evitar acirramentos do pacto federativo e, principalmente, de garantir a vacinação para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no país.

Segundo o ministro da Saúde, há negociações em andamento com a Pfizer para a aquisição de doses e a intenção de fechar contrato ainda nesta quarta. “A boa notícia é que teremos mais uma vacina com essa contratação, com as cláusulas não tínhamos como assumir. Mas nós conseguimos essa autorização [do Congresso] que vai nos dar essa possibilidade”, afirmou Pazuello. Com a medida, o ministro também citou ser possível negociar com a Janssen. Hoje, o Brasil tem vacinas da Coronavac e da Astrazeneca.

O presidente da CNM, Glademir Aroldi, destacou que o temor dos prefeitos é que o governo federal não cumpra o calendário de imunização. Por isso, reforçou que é fundamental um posicionamento claro sobre as aquisições de vacinas. “Todas as vacinas devem ser disponibilizadas pelo PNI, para que as regiões mais necessitadas não sejam mais uma vez prejudicadas”, opinou. Para evitar o conflito federativo, os representantes municipais disseram, na reunião, que é preciso diálogo e unir esforços em todas as esferas de governo. A vacinação é apontada pelo movimento municipalista como o caminho para preservar a saúde dos brasileiros e para a retomada econômica do país.

Questionado, o ministro da Saúde assumiu compromisso com o PNI e a necessidade de fortalecê-lo, reconhecendo o papel da União em centralizar as compras de vacinas e distribuí-las. “Nossa posição continua sendo que nenhum brasileiro, Estado, Município é melhor do que outro. Nosso pacto federativo não pode ser quebrado.”

Doses

03032021 cnm aroldi reuniaoRepresentando a Região Sudeste, o presidente da Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj), Luiz Antônio Neves, lembrou a importância do PNI, que é uma referência mundial em imunização, e pediu mais investimentos na produção nacional. “Precisamos com urgência de vacina. É importante que o Brasil tenha capacidade de produção de todas as etapas da vacina, precisamos dominar a tecnologia”, pontuou. Já o presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Maneco Hassen, cobrou mais transparência sobre o número de doses e mais agilidade. “Neste momento, faltam doses. O documento do Ministério dizendo quantas doses teremos a cada mês não fecha a conta. Com 50 dias de vacinação, não temos 4% da população brasileira vacinada.”

Quanto ao número de doses, Pazuello disse que 2,5 milhões de doses foram encaminhadas aos Estados e devem chegar aos Municípios até quinta-feira, 4 de março. Com esse montante, são quase 18 milhões de doses distribuídas até agora, segundo o ministro. Entre 15 e 20 de março, a pasta aguarda produção da Fiocruz, o que resultaria em mais 4 milhões de doses. Em uma possível contratação com a Pfizer, Pazuello informou que a maior parte das doses é prevista apenas para o segundo semestre. A promessa do ministro é que até junho metade da população brasileira estará vacinada e que a outra metade será imunizada até o fim de 2021.

Presidentes da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), José Patriota e Neurilan Fraga ressaltaram a importância de um posicionamento claro e público do Ministério da Saúde a respeito da compra de vacinas centralizadas pelo PNI. “Para que todo mundo trabalhe de forma integrada. Também é preciso mais EPIs, diante do aumento de pessoas doentes”, solicitou Patriota. “Não pode haver divisão de classes no Brasil, especialmente em um momento como esse”, acrescentou Fraga, diante do temor de que apenas Estados e Municípios com melhores condições financeiras consigam vacinas, caso o PNI não seja respeitado.

Considerando que as dificuldades com a pandemia serão prolongadas, o presidente da Associação Amazonense dos Municípios (AAM) , Jair Souto, compartilhou o cenário enfrentado pela Região Norte para pedir a concentração de esforços. “Precisamos nos unir em favor da saúde do povo brasileiro, muito diálogo nesse momento é fundamental.”

Além da vacinação, Pazuello apontou como fundamental para enfrentamento do coronavírus a longo prazo, o atendimento primário nas unidades básicas de saúde e a oferta de leitos. “Os Municípios são peça fundamental desse jogo, onde vivem os brasileiros, onde adoecem e podem vir a óbito. Talvez seja a função executiva mais complicada no nosso país, até mais do que a minha”, avaliou.

Após o encontro, o Conselho Político da CNM, formado por todas as entidades estaduais municipalistas, se reuniu para debater o tema. Em breve, o Conselho emitirá nota de posicionamento.

Da Agência CNM de Notícias

  Publicado em: Política

Pera aí um pouquinho!!! Então, os governadores do Nordeste querem comprar vacina e não tem dinheiro para abrir leitos de UTI?

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

Segundo o jornalão Folha de São Paulo, o Nordeste encomenda 25 milhões de doses da Sputnik russa e quer comprar vacina do Butantan, porém não tem dinheiro para abrir leitos de UTI, cujos governantes fecharam precipitadamente?

Então, a briguinha com o governo federal para abertura de leitos não passa de politicalhas, já que dinheiro não falta, pois quem tem dinheiro para comprar vacina teria que ter o dinheiro como prioridade agora para abrir leitos de UTI.

Vejam a falta de planejamento desses governadores, pois suas gestões já estão marcadas pela compra de respiradores que nunca chegaram. Para esses “gestores de meia tigela” o que vale é fazer politiquices com a situação de existente, onde milhares de brasileiros já morreram por conta do erro desses governantes!!!

Aí o jornalão diz que Nove estados do Nordeste, através do Consórcio Nordeste (que comprou respiradores que nunca saíram do local de compra), acertaram os termos de compra de 25 milhões de doses da vacina russa Sputnik.

Que se foda o povo, já que o negócio é fazer politicalhas!!!

  Publicado em: Política

O tal do “Mais IDH” não passou de firula de campanha!!! Maranhão é o estado onde mais brasileiros vivem em extrema pobreza, segundo IBGE

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

Por Profissão Repórter

Caco Barcellos mostra trabalho de freira com famílias em situação de extrema pobreza no MA
Caco Barcellos mostra trabalho de freira com famílias em situação de extrema pobreza no MA

De acordo com os últimos dados do IBGE – divulgados na mesma época da reportagem – , o estado lidera o ranking de brasileiros vivendo em extrema pobreza: um em cada cinco maranhenses, 1,4 milhão de pessoas. E as visitas que a equipe do Profissão Repórter fez às casas de algumas famílias são um retrato deste triste cenário.

Um ano depois, ainda em isolamento porque é do grupo de risco, Caco conversou novamente com Ardilles, de forma virtual. A freira voltou às casas que os dois visitaram juntos e encontrou as famílias ainda mais fragilizadas.

Caco Barcellos com família no Maranhão — Foto: Profissão Repórter

Caco Barcellos com família no Maranhão

Mãe com os filhos - família vive em situação de extrema pobreza — Foto: Profissão Repórter

  Publicado em: Política

Transmissão do covid dispara no Brasil

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

Colapso dos sistemas de saúde, reação às restrições de circulação de pessoas e desdém com as medidas de proteção fizeram com que óbitos batessem recorde de segunda-feira para ontem. Estudo do Observatório Covid-19 já alertava para a catástrofe.

O colapso generalizado dos sistemas de saúde dos estados de norte a sul, o ritmo lento de vacinação, a reação à necessidade de um lockdown e o desrespeito às medidas de proteção contra o novo coronavírus podem ser resumidos em apenas um número: 1.641 mortos pela covid-19 em apenas 24h, de acordo com o levantamento feito painel do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) –– que, na última segunda-feira, recomendou o fechamento dos estados cujas unidades de terapia intensiva (UTI) chegassem a 80% de ocupação e sugeriu toque de recolher nacional das 20h às 6h. Trata-se do recorde de vidas perdidas de um dia para outro. Já o cálculo realizado pelo consórcio de veículos de imprensa trouxe 1.726 óbitos no mesmo período.

Mas os números de ontem não podem ser considerados surpreendentes. Segundo o Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 18 estados e o Distrito Federal estão com mais de 80% dos leitos de UTI destinados ao tratamento de pacientes com covid-19 ocupados –– sendo que 10 deles contam com taxas maiores que 90%. Apenas oito unidades da Federação não ultrapassaram a taxa de ocupação considerada crítica pelos pesquisadores, sendo o Sergipe o fora da zona de alerta.

No boletim anterior do observatório, 12 estados e o DF estavam com mais de 80% dos leitos de UTI ocupados. A rapidez do avanço da doença no país chama a atenção dos pesquisadores. “A gente está em uma dinâmica muito rápida, tudo está correndo muito rápido. O mapa do Brasil está quase todo vermelho, cor que usamos para indicar a zona crítica, já estamos com 19 unidades federativas nessa zona de alerta”, salientou a pesquisadora Margareth Portela.

Em função da velocidade com que a pandemia evoluiu, os pesquisadores divulgaram uma nota técnica junto ao boletim extraordinário para alertar os governantes. “Pela primeira vez, desde o início da pandemia, verifica-se em todo o país o agravamento simultâneo de diversos indicadores, como o crescimento do número de casos, de óbitos, a manutenção de níveis altos de incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave, alta positividade de testes e sobrecarga de hospitais”, diz o documento.

Fevereiro terminou com a pior semana epidemiológica, registrando, entre os dias 21 e 26: 8.244 vítimas do novo coronavírus. A oitava semana epidemiológica de 2021 também mostrou a segunda maior marca de casos: 378.084.

E o cenário está distante de transformações. Domingos afirmou que não enxerga melhora e prevê números ainda mais preocupantes. “Devemos chegar a 1,5 mil mortes diárias, na média móvel, até o dia 14 de abril. Deve-se atingir a marca de 300 mil mortos até 6 de abril.

  Publicado em: Política

Pandemia faz PIB do Brasil cair 4,1% em 2020 e é o pior desde 1996… Mas teve melhor desempenho que diversos países!!!

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro tombou 4,1% em 2020, segundo divulgou o IBGE nesta quarta-feira (03). Foi a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, superando a queda de 3,5% registrada em 2015.

“É o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%”, anunciou o Instituto.
Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 7,4 trilhões. Já o PIB per capita (por habitante) em 2020 foi de R$ 35.172, com queda de 4,8% – a maior já registrada em 25 anos.

Entre os principais setores houve alta somente na Agropecuária (2%), enquanto a Indústria (-3,5%) e os Serviços (-4,5%) registraram queda.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

“O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, avaliou a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Veja os principais destaques do PIB em 2020:

  • Serviços: -4,5%
  • Indústria: -3,5%
  • Agropecuária: 2%
  • Consumo das famílias: -5.5%
  • Consumo do governo: -4,7%
  • Investimentos: -0,8%
  • Exportação: -1,8%
  • Importação: -10,0%

Frente ao 3º trimestre, o PIB teve alta de 3,2% no 4º trimestre de 2020, após ter registrado um crescimento de 7,7% no período entre julho e setembro. Na comparação com os 3 últimos meses de 2019, teve queda de 1,1%.

Por outro lado, o Brasil teve o 21º melhor desempenho econômico em 2020 entre 50 países analisados pela Austin Rating. O PIB (Produto Interno Bruto) do país caiu 4,1%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A queda foi menor do que a de outros países emergentes, como México (-8,3%), Índia (-6,8%) e Colômbia (-6,8%).

O país vinha de 3 anos seguidos de recuperação depois da crise econômica de 2014, durante o governo Dilma Rousseff (PT). Mas a pandemia de covid-19 restringiu o fluxo de pessoas, comércio e serviços, derrubando novamente a atividade econômica do país.

O auxílio emergencial criado pelo governo federal e aprovado pelo Congresso Nacional, no valor de R$ 600 (pelos primeiros meses), ajudou a diminuir os impactos da crise sanitária. O FMI (Fundo Monetário Nacional) chegou a estimar queda de 9% no PIB do país em 2020.

Leia a lista completa de 50 países:

O melhor desempenho foi de Taiwan, que cresceu 3,1% em 2020, na comparação com 2019. China e Turquia completam o pódio, com expansão de 2% e 1,6%, respectivamente.

Reino Unido (-9,9%), Espanha (-11%) e Peru (-11,1%) tiveram o pior desempenho econômico.

  Publicado em: Política

Enquanto Flávio Dino avança nas restrições, Eduardo Braide avança na vacinação contra o Covid…

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

Buscar soluções e acalantar a população é algo para gestores que buscam alternativas coerentes, enquanto para outros, quanto pior melhor para atingir seus opositores… É a guerra pelo poder falando mais alto!!!

Contudo, a população sempre optará por notícias de esperança e não de desespero!!!

  Publicado em: Política

É qual será o substantivo a ser empregado? Aluno de universidade é suspenso após dizer: “Homem é homem, mulher é mulher”

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

A Universidade Estadual de Nova York (Suny Geneseo) simplesmente suspendeu o aluno Owen Stevens depois que ele expressou opiniões nas redes sociais.

“Um homem é um homem, uma mulher é uma mulher. Um homem não é uma mulher e uma mulher não é um homem”, disse Stevens

Por Jornal da Cidade 

 

  Publicado em: Política

Flávio Dino e o lockdown…

Publicado em   03/mar/2021
por  Caio Hostilio

O governador Flávio Dino não sabe se decreta ou não decreta o lockdown, com isso vem buscando dividir as responsabilidades com os mais diversos seguimentos.

A maioria dos gestores mundiais já adotaram o lockdown e viram que o efeito não foi tão eficiente como esperavam, pois com as aberturas o aumento de casos e mortes fizeram foi subir, como vemos pelo mundo afora.

Sabe-se que restrições devem ser adotadas, principalmente em locais que causam aglomerações, como Supermercados, Agencias Bancárias, Bares e Shoppings. Exatamente locais que fazer circular o dinheiro e trazer tributos.

Já foi visto que o certo seria isolar os grupos de risco, mas isso custaria muito caro e nenhum gestor gosta de gastar o dinheiro do contribuinte com coisas coerentes e certas, com isso fica apostando em receber mais recursos para investir na saúde curativa e não preventiva… Eis aí a fome por dinheiro público para abrir leitos de UTI para servirem de local adequado para a morte.

E assim segue o Covid mantando e as providências sendo arrastadas!!!

  Publicado em: Política

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