Uma pergunta que não pode calar:
O deputado Bira do Pindaré querendo mostrar serviço, mostrou um índice maluco de homicídio em que SãoLuís supera a cidade de São Paulo e ainda saiu em defesa do governador tucano. O “petista” queria que um requerimento convocando o Secretário de Segurança Pública do Maranhão, para explicar esses dados estapafúrdios fosse aprovado. Mas vale fazer apenas uma perguntinha básica ao deputado: Ele poderia dizer quantos Policiais Militares e Civis são mortos por dia em São Paulo e agora em Santa Catarina e quantos são mortos em São Luís? Só por esse dado ele mensura onde existe praticamente uma guerra civil. Falta o bom senso!!!
Eu falei para não subestimar Zé Reinaldo!!!
Pois não é que ele está de mala e cuia de ida para o PPS que declarou abertamente ser a 3ª via na eleição para o governo do Estado com Eliziane Gama. Com certeza abre uma lacuna imensa para Zé Reinaldo concorrer ao Senado. Com certeza o PSDB fará parte dessa aliança.
Enfim, um debate importante na Assembléia Legislativa
O deputado Jota Pinto (sem partido) anunciou da tribuna da Assembleia, que a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) vai lançar uma campanha nacional em defesa da unificação das eleições. “Vamos coletar um milhão e meio de assinaturas para propor ao Congresso Nacional que as eleições, que hoje são de dois em dois anos, passe a ser de quatro em quatro anos, para todos os níveis”, afirmou. “Agora, no próximo dia 23, o presidente Arnaldo Melo já vai participar de uma reunião para que possamos iniciar essa grande campanha no Brasil com as assembleias legislativas, com as câmaras municipais, com os prefeitos, com a Câmara Federal para que possamos unificar as eleições no Brasil. O mais importante disso é a economia de R$ 1 bilhão de reais que o Brasil vai ter”, revelou o deputado Jota Pinto. Em minha opinião, deve também acabar com a reeleição para cargos majoritários e aumentar o tempo de gestão de quatro para cinco anos. Com certeza o país poderia economizar muito dinheiro e, ainda, daria tempo para que o gestor realmente cumprisse com suas prerrogativas.
Para os raivosos. É muito prestígio!!! Na posse do novo ministro do TSE e no lançamento do Programa “Mais Irrigação”, Como o pai do Pacto Federativo, recebeu o representantes dos prefeitos, que lutam pelo FPM
No início da noite, o presidente José Sarney marcou presença na posse de Henrique Neves da Silva em cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Palácio do Planalto, o presidente do Senado, José
Sarney, participou de lançamento do “Programa Mais Irrigação”, apresentado na tarde desta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff, anfitriã da cerimônia. O presidente da Confederação Nacional
dos Municípios (CNM), Paulo Ziullkoski, acompanhando de prefeitos e de senadores, esteve no final desta tarde com o presidente José Sarney, em audiência no Senado. Classificando de “perversa e insustentável” a situação de final de mandato das prefeituras, ele pediu a interveniência da Casa, junto ao governo federal, para que os municípios sejam ressarcidos em R$ 2,3 bilhões este ano. O valor é referente, segundo ele, à parte que lhes cabe da desoneração fiscal que afetou os repasses do IPI para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) – estimada em R$ 1,8 bilhão – e do que deixou de ser arrecadado e repassado com a “Cide-combustíveis” (Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico), estimado em 600 milhões. São mais de mil prefeituras com salários atrasados e cerca de 2 mil 600 inadimplentes com seus fornecedores, exemplificou. “Sou solidário, é uma necessidade”, respondeu o presidente José Sarney às questões colocadas no encontro, lembrando que, como a “casa da federação”, o Senado tem desenvolvido defesa unânime, em favor de estados e municípios. “E temos avançado”, apontou, ao se referir a projetos de lei aprovados pelos senadores, como o da redistribuição dos recursos do royalties do petróleo, negociado em meio a intenso conflito e disputa entre os entes federados. Lembrou também iniciativas como a criação da comissão de especialistas para dar base à discussão de um novo pacto federativo. Os impactos sociais do quadro descrito foram destacados por Sarney que deverá – possivelmente junto com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, como sugerido no encontro – levar tal bandeira à ministra Ideli e à presidente Dilma.
Publicado em: Governo


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