Esse é um país que vai pra frente!!! Levantamento diz que uma média de 117 deputados faltam às sessões de quinta

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Adriana Caitano

Amanda Almeida

Aguardando apenas a publicação no Diário da Câmara dos Deputados da resolução que libera um hábito adotado há anos — a ausência no Legislativo nas segundas e nas sextas-feiras —, os parlamentares, na prática, incluem mais um dia na chamada “gazeta”. De acordo com levantamento feito pelo Correio, com base em dados fornecidos pela Casa, em média, 117 deputados federais não apareceram nas sessões das quintas-feiras da atual legislatura, ou seja, desde fevereiro do ano passado.

O número, porém, esconde uma realidade ainda mais “esvaziada” na Câmara. Com sessões deliberativas frequentemente marcadas para a manhã de quinta-feira, é comum que parlamentares registrem presença em plenário e corram no mesmo dia para o aeroporto, a caminho de suas bases. Ignoradas, as reuniões das tardes de quinta acabam se transformando em sessões de debate, que têm apenas discursos de deputados, geralmente com pouca plateia.

  Publicado em: Governo

Edivaldo Holanda Junior não ir aos debates?

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Afinal, a coordenação de campanha de Edivaldo Holanda Junior quer transformá-lo em quê?

Em minha opinião, as dificuldades que o candidato vem tendo em entrevistas e, principalmente, nos debates estão relacionadas ao que ele deve falar para garantir o slogan de Flávio Dino ao governo do Estado, com o discurso de mudança e de novo.

Caso deixasse Edivaldo Holanda Junior falar com seus próprios sentimentos e conhecimentos, com certeza ele mostraria desenvoltura.

Transformá-lo num robô ou quiçá o propagandista do slogan de Flávio Dino?

Tenho certeza que Edivaldo Holanda Junior saberia responder os porquês das alianças com Weverton Rocha e Aziz Santos, além de responder aos questionamentos sobre gestão pública.

Não ir aos debates é mostrar que estão com medo de confirmas essas alianças e, com isso, deixará o eleitor com a pulga atrás da orelha.

Do quê têm tanto medo os principais coordenadores da campanha de Edivaldo Holanda?

Por que não confiarem Edivaldo HolandaJunior? Vão deixar claro que ele não tem condições de governar e que será apenas um fantoche nas mãos de Flávio Dino, Roberto Rocha, Márcio Jerry e Weverton Rocha.

O certo é que se preocuparam em preparar um slogan de campanha, mas não tiveram capacidade para montar um programa de governo que coaduna com mudança e novo, por isso Edivaldo sempre repete que isso ou aquilo deu certo em outras cidades…

Isso não condiz em nenhuma área de atuação na gestão pública, por exemplo, a evasão escolar do Maranhão não tem as mesmas características do Amazonas, que por sua vez não tem nada a ver com evasão escolarem São Paulo.

Esse é o grande problema!!! Mas deveriam deixar o candidato Edivaldo Holanda Junior falar com as suas próprias palavras e o abastecendo apenas de números e dados que não condizem com a realidade em São Luís.

  Publicado em: Governo

Que sirva para os candidatos debaterem educação infantil em sua essência…

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Após assistir no programa Fantástico uma matéria sobre a falta de creches no Brasil, observei que tanto os apresentadores quanto os jornalistas que fizeram a matéria eram completamente desconhecedores da necessidade de uma excelente formação cognitiva as crianças brasileiras.

Não poderia deixar passar sem que eu fizesse o meu questionamento crítico sobre o assunto. Com isso, no dia 11/02/2011 fiz o seguinte artigo “A educação infantil e seus agravantes e atenuantes”, que espero que seja lido pelos candidatos Edivaldo Holanda Junior e o Castelo, haja vista que a confusão sobre esse assunto é imensurável, ainda mais quando assistimos aos programas eleitorais.

Vamos a matéria:

Vi o programa o último programa “Fantástico” da rede Globo, quando da matéria sobre a falta de creches no Brasil. Também verifiquei diversas reportagens, além de comentários de políticos e outras pessoas, mas todas foram feitas dentro do empirismo e até baseado no senso comum, visto que todos se acham educadores e que conhecem o assunto em sua essência. O programa “Fantástico” abordou o assunto superficialmente, pois sua intenção não foi a de mostrar a necessidade da Educação Infantil, mas sim a falta de creches, que é uma etapa do ensino infantil, para as mães que trabalham.

Dias atrás tive uma conversa prolongada com o deputado Gastão Vieira sobre a responsabilidade de o ensino infantil ficar sob a tutela das prefeituras, que não investem nessa etapa fundamental para o prosseguimento do estudante até chegar ao ensino superior. Gastão se sensibilizou e prometeu levar esse assunto ao Ministro da Educação.

Mas vamos ao que interessa. As pessoas pensam que crianças de0 a6 anos não aprendem, visto que só pensam em brincar!!! Lendo engano!!! A criança passa a estimular sua inteligência desde que nasce, por isso é necessário que passe a freqüentar uma creche ou escola desde cedo. É preciso entender das linhas pedagógicas, diferenciarem construtivismo de escola tradicional, pois desconhecem as diretrizes educacionais de Vigotski, Jean Piaget, Maria Montessori, Rudolf Steiner, Paulo Freire e tantos outros estudiosos da educação como um todo.

A Importância da Educação Infantil na Formação do Cidadão Crítico/Reflexivo é um assunto que deve ser afirmado frente aos profissionais da Educação, observando a diferença, no 1º ano do Ensino fundamental, entre os alunos que cursaram e não cursaram a Educação Infantil; e esclarecendo de que maneira essa etapa da educação pode contribuir na formação cognitiva e social do homem. Essa etapa educacional apresenta elevado valor, uma vez que durante esse período da vida é formada a personalidade da criança, determinando fatores que influenciarão no adulto em que se tornará. Contudo, ainda não há considerável conhecimento e valorização dessa etapa de ensino; tornando-se necessária a divulgação de seus benefícios e sua significativa colaboração na melhoria da qualidade de vida.

Diante de fator, a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) errou ao incumbir essa etapa importante (ensino infantil) para a formação do cidadão as prefeituras. “Os Municípios – a Prefeitura – e o Distrito Federal são responsáveis pela Educação Infantil e, com prioridade, o Ensino Fundamental… As Prefeituras poderão firmar convênios com creches comunitárias e repassar recursos de acordo com o número de matrículas”, diz o artigo da LDB. Quanta irresponsabilidade!!!

É preciso que sejam formuladas ações para a formação continuada das educadoras e equipe gestora das creches e de escolas de ensino infantil. Com isso, verifica-se que os municípios brasileiros, em sua maioria esmagadora, não se preocupam no investimento com esse ensino, por isso é que vemos pessoas mal alfabetizadas sofrendo para interpretar um anunciado de uma prova, isso no ensino superior.

Na verdade, a educação infantil é a base e o pilar de sustentação de toda vida escolar. A Educação Infantil é algo mágico, único e essencial na vida do homem; que “canta e encanta” a quem a ela tem acesso; sendo rico e engrandecedor acompanhar o desenvolvimento desses pequenos seres durante essa etapa de suas vidas. É incrível a percepção da capacidade de aprendizado das crianças, sua receptividade, carinho e pureza, e o que uma educação de qualidade e devidamente adequada ao desenvolvimento cognitivo, motor, social e emocional, vivenciado por elas, pode fazer em suas histórias.

Educação infantil pode ser mais importante do que o curso superior? Sim. É quando a criança experimenta o prazer pelo aprender e começa a gostar dela (ou não). A escola aguça a curiosidade da criança e diz a ela “olha que interessante é a vida!”.

Então, que os políticos, jornalistas, pais, educadores etc. não discutam o assunto apenas no empirismo, mas sim em sua essência. Para salvação da educação no Brasil, o governo Federal e o Congresso Nacional, tomem posição determinante para esse assunto, tendo a coragem de tirar essa responsabilidade das Prefeituras, que mal conseguem oferecer um ensino fundamental de qualidade.

  Publicado em: Governo

Jornalismo fast-food: ganhar eleição é anti-democrático…

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Do blog Luis Nassif

Por Adjutor Alvim

Comentaristas da mídia pensam que ganhar eleição é anti-democrático…

O que Eliane Cantanhede quis dizer com o trecho abaixo de sua coluna na folha de hoje?????

“PS: Confirmadas as pesquisas, Fernando Haddad está eleito. Na ditadura, ninguém segurava esse país. Agora, ninguém segura o Lula.”

Será que ela acha que ganhar eleição é anti-democrático???

Curisoso também foi a observação de uma comentarista da tv cultura em relação ao que disse Lula na Argentina sobre Hugo Chavez, aconselhando-o a preparar sua sucessão:

“..entendendo-se por preparar para a sucessão é que quem está no governo, o governo o poder precisa de alternância de pessoas e de compromissos com a sociedade. Então isso serve para a Venezuela mas não serve para nós? Porque aqui não há, de um governo do PT nós continuamos no PT, então não houve alternância das pessoas nem de representação da sociedade. Então [segundo Lula], serve pra Venezuela mas não serve para nós? Seria bom se servisse pra nós também.”

http://tvcultura.cmais.com.br/jornaldacultura 21’25”

A comentarista, Maristela Basso, é, pasme-se Professora de Direito Internacional. Qual a proposta dela? Que o partido no poder não participe da eleição seguinte?

É cada um que me aparece. Já acusam um (único) partido político de ter “projeto de poder. Daqui a pouco vão ao STF contra o Lula estar vencendo eleições.

  Publicado em: Governo

Pesquisas eleitorais não são confiáveis!!!

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Primeiramente por serem encomendadas, com isso ficando (maioria esmagadora) ao gosto do contratante. Buscam apanhados nos locais pré-determinados e seus questionários são mais indutivos que dentro dos critérios críticos.

Por outro lado, as depurações dessas pesquisas não condizem com os parâmetros da Estatística Descritiva e nem tampouco com a Inferencial.

O conceito utilizado para as divulgações das amostragens dessas pesquisas estão a quem da realidade dos princípios estatísticos, principalmente quando colocam a margem de erro de uma forma que dá vantagem sempre ao candidato com percentual menor. Ex.: Se um candidato aparece com 12% e o outro com 8%, numa margem de erro de 5%, consideram empate técnico… Baseado em quê princípio da estatística? Então, a margem de erro só vale para o que tem o percentual de 8%?

Gostaria muito que esses institutos mostrassem de qual embasamento teórico tiraram isso!!!

Para mensurar que o candidato Edivaldo Holanda Junior sentiu os ataques e que os mesmos estão surtindo um efeito que pode mudar a consciência do eleitor, basta que se observe que o candidato do PTC modificou totalmente sua postura em seus programas eleitorais, pois vem de toda forma tentando justificar os ataques e não conseguiu até agora modificar esse pensamento que vem sendo condicionado ao eleitor.

O próprio programa eleitoral de Holanda Junior erra ao mostrar um pula-pula de vários ex-Castelos até o final do 1º. Isso na cabeça de qualquer um é a busca pelo poder e não interessa os princípios.

O programa e as inserções de Castelo vêm mostrando, didaticamente, isso com muita competência, enquanto que o programa e as inserções de Holanda Junior mostram claramente que sentiu o golpe.

Seria providencial que Edivaldo Holanda assumisse suas alianças e mostrasse que elas representam apenas o apoio partidário.

Nesse caso, não são as pesquisas que acusaram isso, mas sim um estudo sociológico de como pensa o brasileiro com relação à omissão e a traição…

Com certeza encontrarão os motivos reais de que foi criada uma onda de dúvida entre muitos eleitores!!!

  Publicado em: Governo

É preciso a exposição das estruturas de governo!!!

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Holanda Junior fala em mudanças, porém não disse que estrutura administrativa adotará para efetuar tais mudanças, enquanto que Castelo não diz se mudará a estrutura administrativa atual, que não correspondeu às expectativas para uma gestão salutar.

Essa deveria ser uma exigência do eleitor, haja vista que subprefeituras não quer dizer mudança numa estrutura administrativa e, ainda, provoca conflitos pelo fato dos subprefeitos não terem o poder de tomar as decisões, uma vez que as deliberações estarão exatamente nas mãos do Prefeito de fato e de seus auxiliares de confiança.

Com certeza servirá apenas para atravancar e dificultar a rotina dos processos, pois será criado mais um fluxo sem necessidade.

É preciso saber que administrar é fazer planos concretos, saber organizar e, principalmente, controlar as rotinas e os fluxo enxutos e não complicados.  

A importância de mostrar a estrutura de governo pelos dois candidatos é um fator preponderante para que o eleitor conheça as rotinas que serão tomadas pelos dois candidatos, Holanda Junior e João Castelo. Não existe estrutura que não foi constituída de forma deliberada e organizada. Falar por falar não quer dizer que tudo aquilo condiz com os princípios administrativos.

É necessário que os candidatos exponham suas estruturas de governo, haja vista que os conflitos entre os interesses de seus aliados e os objetivos de suas gestões estejam de acordo com as necessidades da coletividade. Vale ressaltar que conflitos nunca serão resolvidos em sua totalidade, mas é preciso saber buscar alternativas pra amenizá-los.  

Que os dois candidatos, Holanda Junior e Castelo exponham quais serão suas estruturas de governo!!!

  Publicado em: Governo

Quase 90 cidades poderão ter novas eleições… Na lista dois municípios do MA

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

A eleição para prefeito em aproximadamente 90 cidades não terminou com a coleta e contagem de votos em 7 de outubro. Levantamento do Congresso em Foco, com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que pelo menos 87 municípios, espalhados por 23 estados, correm o risco de ter um novo pleito. Isso por causa do alto número de votos anulados na corrida para as prefeituras.

De acordo com o Código Eleitoral, uma nova eleição deve ser convocada caso 50% ou mais dos votos sejam anulados. A legislação faz uma distinção importante: para que haja nova eleição, é preciso que os votos sejam anulados pela justiça. Se mais da metade de uma cidade votar nulo, isso não invalida a eleição. Assim, só há nulidade se houver, por parte da Justiça Eleitoral, uma decisão nesse sentido.

Em boa parte dos casos, existe a espera por uma decisão definitiva do TSE. A presidenta da corte, Cármen Lúcia, já declarou que os casos que podem influenciar no resultado têm prioridade de julgamento. Na próxima semana, ocorre o segundo turno. Se houver necessidade de uma nova eleição, ela terá de ser marcada entre 20 e 40 dias depois do esgotamento da possibilidade de recursos.

Os dois municípios maranhenses:

AMARANTE DO MARANHÃO MA – Votos anulados pela Justiça 9.678 e os validados 8.972, o percentual de votos anulados é 51,89%, superior ao percentual dos votos validados.

BOA VISTA DO GURUPI MA  –  Votos anulados pela Justiça 2.080 e os validados 1.849, o percentual de votos anulados é 52,94%, superior ao percentual dos votos validados.

  Publicado em: Governo

Sou contra todo tipo de baixaria em campanhas eleitorais…

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Não vejo o candidato Castelo atacando em nenhum momento a honra da família do candidato Edivaldo Holanda Junior, ele apenas questiona o porquê de esconder o ex-deputado Edivaldo Holanda, assim como cobrar que sejam mostrados os aliados do candidato da preferência de Flávio Dino.

Flávio Dino sim atacou Roseana Sarney na eleição de 2010 e, ainda, entrou na justiça para esconder seus aliados, coisa que foi negado pela Justiça, pois ele mesmo chama Humberto Coutinho como seu co-piloto.

Essa é a nova forma de fazer política tão alardeada pelo espertalhão Eduardo Campos e de seu seguidor Flávio Dino?

Veja o vídeo abaixo:

  Publicado em: Governo

O que refletiu essa pesquisa do IBOPE?

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Fica evidente que a queda da diferença para 10% é o reflexo das alianças que o candidato Edivaldo Holanda Junior fez para alcançar o poder, deixando claro, com isso, que vários ludovicense conseguiram mensurar que não existirá mudança alguma e que a Prefeitura será fatiada pelas mesmas figuras que saquearam o governo de Jackson Lago e do próprio Castelo.

No primeiro turno não ficou evidenciado essas alianças, haja vista que ainda não tinha chegado ao eleitor, de forma didática, tais coligações acostumadas as “velhas práticas”, principalmente a da traição, coisa que o povo brasileiro não suporta.

Outro fator preponderante foi o pula-pula, que o próprio candidato Edivaldo Holanda fez questão de mostrar. Isso mostrou que os novos aliados mudaram de lado exatamente para se beneficiar da governabilidade, práticas velhas e hipócritas.

Na verdade, a indecisão voltou com força e tudo pode acontecer até o dia da eleição, caso os números do Ibope, que garante apenas 3% erro, estejam de acordo com a realidade.

A fala do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, é outra falácia, principalmente quando ele diz que voltou a confiar na nova geração de políticos que está surgindo no Nordeste. Ele mesmo é um exemplo das “velhas práticas”, pois vem formando uma oligarquia em Pernambuco e tem hoje como aliado o peemedebista Jarbas Vasconcelos. Eles se juntaram para derrubar a gestão petista em Recife.

Por outro lado, Eduardo Campos sabe que não consegue fazer sua jogada oligarca nos demais estados, principalmente os do sudeste, principalmente no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, mas só alcançou a Prefeitura de Belo Horizonte com a ajuda do PSDB do Castelo.

Por isso, fiz o artigo “A reflexão se faz necessária: Existe mudança com práticas velhas? Eis a questão!!!”

E nesse artigo digo que vejo a disputa pela Prefeitura São Luís entre Castelo e Holanda Junior sem diferenças, pois as “velhas caras” que estavam com Castelo anteriormente, agora estão todas com Holanda Junior, que se intitula como o novo. Não se pode esquecer que o “novo” pode ser apenas o “testa de ferro” de grupo tradicional!!!

Por outro lado, vale ressaltar que a suposta “nova cara” pode não ser fruto de um novo grupo. Então vejamos: Quem são os apoiadores de Flávio Dino? Humberto Coutinho, Tema, José Reinaldo, Roberto Rocha, Rubens Pereira etc. Na verdade, o “novo” é aquele que representa um grupo nunca inserido no poder.

Então, Holanda Junior e Flávio Dino, a vinculação aos políticos tradicionais, que se desvinculou do grupo tradicional que detinha o poder e como num passe de mágica se engajaram ao sentimento do novo e da mudança, fica claríssimo que o rumo é os interesses das práticas velhas.

O certo é que a alternância de poder só é válida quando de fato existirem mudanças de gestão, coisa que não estar diretamente ligada a “Cara Nova”, mas sim a um grupo que ele escolheu para gerir sua administração.

Se o povo sentir que Castelo foi traído e que seus traidores foram todos para o lado de Holanda Junior, ele pode sair como vítima!!!

Se essa onda pegar, ela engole toda a pretensão de Flávio Dino.

  Publicado em: Governo

Diretoria da OAB distancia jovens advogados da Instituição, diz Roberto Feitosa

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Mais de 70% dos advogados ativos no Estado são jovens e a maioria não se identifica com a atual gestão da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA). A afirmação é do candidato à presidência da entidade, Roberto Feitosa, que se reuniu, nesta quarta-feira, 17, com parte dos 60 integrante da chapa “A Ordem é o advogado”, com a qual concorre às eleições, previstas para o dia 23 de novembro.

“Pretendemos abrir a OAB aos jovens advogados, que possuem significativa e crescente participação na profissão, mas pela falta de apoio dos atuais dirigentes da Ordem têm enfrentado grandes dificuldades no mercado de trabalho”, aponta Feitosa, que é candidato às eleições para presidência da Ordemo dos Advogados do Brasil (OAB-MA).

APOIO – Feitosa disse que é obrigação da OAB apoiar os advogados que ingressam no mercado de trabalho. “A direção da Ordem não cumpre o seu papel e não é sem razão que está existindo pela primeira vez, no Maranhão, a proletarização da profissão, ou seja, os profissionais em início de carreira não conseguem se estabelecer no mercado de trabalho e sobreviver dignamente”, critica.

Segundo o candidato, por conta da omissão da diretoria da Seccional, o jovem advogado enfrenta inúmeras dificuldades na carreira. “Se a profissão tem sido dificultosa para todo e qualquer profissional de advocacia, ela é maior ainda para os jovens advogados, que não vêm recebendo da OAB o suporte necessário para impulsionar a carreira”, frisa.

Ele aponta, no entanto, que os jovens profissionais não devem desistir, pois, afinal, a profissão está para todos. “O sol nasce para todos, desde que se queira e se ouse ser acalentado pelo próprio sol. Não desistir, essa é a regra básica. Cada vez mais é necessário o advogado se reunir e se somar aqueles que querem uma OAB melhor”, assinala.

O advogado disse que o militante jovem não pode ser um advogado isolado, ou seja, o profissional do “eu sozinho”, e sim buscar a companhia, a solidariedade e a união com os que lutam por uma OAB forte e voltada para a classe.

CHAPA – Ao registrar a chapa “A Ordem é o advogado” na terça-feira (16), Roberto Feitosa agradeceu as manifestações de apoio e destacou a participação do advogado  Charles Miguez Dias – que concorre como favorito na eleição da subseção de Imperatriz, segundo maior colégio eleitoral do Maranhão.

A chapa – a primeira a ser registrada – é integrada por 60 advogados, alguns atuam na atual direção da OAB, mas chegaram a romper com o presidente, por discordarem da sua gestão.

  Publicado em: Governo

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