O programa Fantástico da rede Globo mostrou, ontem, como funciona o esquema de corrupção no Ministério dos Esportes, que tem o “comunista” Orlando Silva como o gestor da pasta.
Mas uma vez ficou claro que a corrupção no Brasil é endêmica, haja vista que as falcatruas envolvem a ONG “Pra frente Brasil”, uma empresa de fachada e a participação direta da ex-atleta Karina Valéria Rodrigues, que foi uma jogadora maravilhosa nas quadras jogando basquete nos anos 90.
Esta é Karina Valéria Rodrigues nos anos 90. Na época, ganhou fama e se tornou uma supercampeã do basquete.
O Ministério já repassou aproximadamente R$ 750 milhões para prefeituras, estados e organizações não governamentais. Só a entidade da ex-jogadora Karina recebeu cerca de R$28 milhões nos últimos seis anos.
No esquema da corrupção já entra outra empresa… O efeito dominó da corrupção!!! Parte dessa verba seria usada na compra de lanches. A principal fornecedora de lanches para a entidade é a empresa RNC, de Campinas.
Um dos sócios da RNC é Reinaldo Morandi, que diz ser assessor de Karina. A empresa de Reinaldo foi contratada pela ONG “Pra Frente Brasil” e recebeu mais de R$10 milhões, entre 2007 e 2010.
O maior contrato entre a RNC, de Reinaldo, e a ONG “Pra Frente Brasil”, da ex-jogadora Karina foi assinado em janeiro de 2010. A empresa recebeu R$4.477.032,00 para fornecer kits lanches por 21 meses.
O Ministério do Esporte não exige concorrência pública. Mas determina que as ONGs façam – no mínimo – uma cotação prévia de preços e observem os princípios da moralidade, economicidade e impessoalidade. É o crime aparado pela lei!!!
Agora, veja que coincidência danada!!! O Ministro do Esporte é do mesmo partido de Karina, o PCdoB, que por sua vez é o partido do ministro Orlando Silva, que mantém uma ONG da “comunista” Karina, que usa no esquema empresas de amigos, ou seja, tudo da família “comunista”.
O policial João Dias Ferreira – que foi militante do PCdoB – disse à Veja que as ONGs só recebiam recursos se houvesse o pagamento de uma taxa de até 20% do valor dos convênios.
O PCdoB, ainda segundo a denúncia, indicaria também os fornecedores e as pessoas encarregadas de conseguir notas fiscais frias.
O motorista Célio Soares Pereira contou à Veja que entregava dinheiro pessoalmente a Orlando Silva na garagem do ministério. Em oito anos, o esquema teria desviado R$40 milhões.
Publicado em: Governo








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