Governadora Roseana lança “Maranhão Profissional” para qualificar mão de obra local

Publicado em   11/maio/2011
por  Caio Hostilio

Mais de 200 mil pessoas qualificadas até 2014. Esta é a meta do Programa Integrado de Educação Profissional do Maranhão – Maranhão Profissional lançado, nesta quarta-feira (11), pela governadora Roseana Sarney, em solenidade realizada no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana. Participaram do evento, secretários estaduais, deputados, representantes da iniciativa privada e de instituições públicas, entre outras autoridades.

 “Temos que priorizar os que aqui moram garantindo bom emprego, mais renda e melhores condições de vida”, declarou Roseana Sarney. Ela revelou que o Maranhão é um dos estados que mais crescem no país atraindo grandes empreendimentos e citou como exemplo a implantação da Refinaria Premium I da Petrobras, da Suzano Papel e Celulose, Gusa Nordeste, além de incrementos nas áreas de petróleo, gás, energia, fertilizantes, construção civil e mineradoras.

 interessados podem se inscrever pela internet no site do Maranhão Profissional (www.ma.gov.br/maranhaoprofissional). Para quem não tiver acesso à internet, será disponibilizado atendimento nos espaços Viva Cidadão e nas Agências do Sine.

 “Estamos fazendo um programa arrojado para qualificação da nossa mão de obra para que os maranhenses possam ocupar os novos postos de trabalho que estão sendo criados”, ressaltou a governadora. Ela assinalou que a iniciativa é motivada com a forte parceria estabelecida entre o governo e as instituições de ensino público e as empresas que estão se instalando no Maranhão. “São R$ 800 milhões de investimentos que vão financiar a educação profissionalizante nos próximos anos”, anunciou.

 Na ocasião, a governadora assinou Medida Provisória criando a coordenadoria executiva e instalando os conselhos consultivo e deliberativo, formados por representantes das instituições públicas e iniciativa privada, responsáveis pelo acompanhamento, definição das ações e fiscalização do programa.

 O programa será executado em duas fases: a primeira, de 2011 a 2014, contemplará 20 municípios (São Luís, Imperatriz, Balsas, Açailândia, São José de Ribamar, Bacabal, Timon, Pedreiras, Santa Inês, Caxias, Paço do Lumiar, Pinheiro, Grajaú, Codó, Rosário, Bacabeira, Aldeias Altas, Santo Antônio dos Lopes, Godofredo Viana e Centro Novo do Maranhão), com foco na educação inicial, continuada e técnica, voltada para as áreas da indústria, construção civil, comércio, serviços e agropecuária. 

 A segunda etapa envolverá mais 44 municípios e se estenderá até 2014, compreendendo a consolidação e a expansão da etapa anterior e ainda a educação empreendedora e a educação superior de curta duração. “A nossa responsabilidade é atrair investimentos e também criar condições para recebermos esses investimentos, como garantir infraestrutura e, principalmente, mão de obra”, destacou o secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo.

 De acordo com o secretário de Trabalho e Economia Solidária, Antonio Heluy, a meta do programa é garantir que as vagas abertas sejam preenchidas por maranhenses.

 Para o secretário chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva, o programa já está sendo desenvolvido na prática. “Pelo menos, 5.600 jovens estão sendo formados na Região Tocantina para ocuparem vagas abertas pela Suzano Celulose”, revelou. A empresa está investindo R$ 20 milhões para qualificar mão de obra em Imperatriz.

 Os jovens que participaram do lançamento do programa se mostraram otimistas em relação ao futuro. Ercília Thaynara Silva de Sousa disse: “Minha expectativa é ter um bom emprego e espero que o programa atenda a todos os jovens”. Já o estudante David Pavão disse que espera esse apoio do governo e que não vai deixar ninguém ficar com a vaga de trabalho dele.

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Notícias

Publicado em   11/maio/2011
por  Caio Hostilio

Juíza determina afastamento imediato do prefeito de Cururupu

A juíza Lúcia de Fátima Silva Quadros determinou o afastamento imediato do prefeito de Cururupu, José Francisco Pestana, por atos de improbidade administrativa, atendendo a ação civil pública movida em novembro de 2010 pelo Ministério Público estadual, que o acusa de atrasos frequentes no pagamento de salários do funcionalismo público e dos vereadores e pede sua condenação com base na Lei 8.429/92 (Lei da Improbidade Administrativa). A Câmara de Vereadores já foi notificada sobre o pedido de afastamento e o prefeito receberá o comunicado nesta quarta-feira, 11. A decisão da magistrada, que é titular da comarca de Cururupu, a 453 km da capital, tem caráter liminar. Desde 2009 o MPE ingressou com cinco ações contra José Francisco Pestana por motivação idêntica. Um dos argumentos apresentados pelo autor da ação é que o município paga irregularmente os salários dos servidores desde o início do mandato de José Pestana, em 2009. Esse fato estaria gerando um passivo contábil e o rompimento do equilíbrio das contas públicas, além de ferir o dever do administrador, conforme a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

Senado aprova indicações para STJ

Os advogados Antônio Carlos Ferreira, Ricardo Cuêva e Sebastião Alves Júnior, cujos nomes foram aprovados no Plenário do Senado para vagas de ministro do Superior Tribunal de Justiça, visitaram o presidente do Senado, José Sarney. O encontro aconteceu logo após a aprovação dos nomes pelos senadores nesta tarde. Na parte da manhã, haviam sido aprovados pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, a partir de indicação da presidente da República, Dilma Roussef.

Roberto Costa aciona MPE sobre o IPTU

O deputado Roberto Costa (PMDB), esteve reunido hoje (11), com a procuradora-geral de Justiça, Fátima Travassos, para solicitar à análise dos fatos apresentados pela 20º Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária no que diz respeito, á fraude da Ata da Planta Genérica de Valores que aumentou o IPTU. A procuradora-geral de Justiça, Fátima Travassos, garantiu que já tem conhecimento do Procedimento Administrativo Investigatório nº. 641/2011, que o promotor José Osmar Alves iniciou. “Já assinei o oficio e agora vou examinar o processo com cautela para dá o parecer conclusivo. Temos que ter o pé no chão para defender os interesses da sociedade, pois essa situação atinge inúmeras pessoas. Nossa resposta será imediata, pois o Ministério Público trabalha com a correta aplicação da Lei”, afirmou à procuradora. “Estamos aqui Procuradora, defendendo nossa população, e quero reafirmar que confiamos inteiramente no trabalho do Ministério Público”, assegurou Roberto.

Aluísio Mendes em Tuntum

O secretário de Estado de Segurança Pública, Aluísio Mendes, participou, ontem (11), no município de Tuntum, juntamente com outros membros da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), de um ato público de solidariedade a favor da paz naquela cidade. Representantes da Corregedoria Geral de Justiça, do Tribunal de Justiça do Maranhão e outros órgãos de segurança, também estiveram presentes na reunião. O encontro estabeleceu, na prática, uma parceria entre as instituições para prestar apoio ao juiz titular da vara única de Tuntum, Pedro Henrique Pascoal, que teve sua residência alvejada a tiros no dia 8 de abril. No momento do ato criminoso, Pedro Pascoal não se encontrava na localidade. “A minha vinda aqui foi uma determinação da governadora do estado. Atos como esse não devem ficar impunes. Quando um dos três poderes é atingido, o Estado deve se unir na criação de uma força que combata a criminalidade”, afirmou Aluísio Mendes.

Autoridades do Maranhão visitam Sarney em Brasília

Dezesseis prefeitos e diversas autoridades do Maranhão foram recebidos nesta manhã pelo presidente do Senado, José Sarney. Acompanhavam a delegação dos executivos municipais os deputados federais Professor Setimo (PMDB), Luciano Moreira (PMDB) e Francisco Escórcio (PMDB). A comitiva contou ainda com a presença do Secretário de Estado de Assuntos Políticos, Hildo Rocha, e dos representantes da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Júnior Marreca, presidente, e professora Socorro, da Famem de Brasília. Relação dos municípios maranhenses cujos prefeitos estiveram presentes na reunião com Sarney: Belágua, São João Batista, Timon, Cajari, Grajaú, Itapecuru Mirim, Santa Quitéria, Cantanhede, Graça Aranha, Primeira Cruz, Afonso Cunha, Tutóia, Araioses, Coroatá, Joselândia e Altamira.

Mantida decisão que bloqueou verba de Lago da Pedra

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) negou, nesta quarta-feira, 11, pedido de suspensão da decisão que bloqueou R$ 28.675,02 da conta bancária do Município de Lago da Pedra e autorizou a liberação de R$ 88.872,58 de conta judicial para pagar uma dívida da prefeitura com a empresa Hidrossonda, já definida em precatório. A decisão que resultou no bloqueio dos recursos do município foi do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil Gedeon.

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Será possível que não tem um deputado federal ou senador maranhense corajoso?

Publicado em   11/maio/2011
por  Caio Hostilio

Tudo indica que outras cidades brasileiras não estão sofrendo com a buraqueira que se transformou as ruas e avenidas de São Luís, cujos resultados são os prejuízos que os proprietários de veículos vêm sofrendo. Eu não acredito!!! Garanto que muitas cidades estão esburacadas, não como São Luís, mas estão!!!  

Em outros estados, como o Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, a briga está por conta do pagamento do IPVA que não tem destinação alguma e o pagamento de vários pedágios, não só nas rodovias, mas também em vias urbanas, como a Linha Amarela no Rio de Janeiro e no Rodoanel em São Paulo.

Como o próprio nome diz, o IPVA — Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores — é um tributo devido anualmente pelos proprietários de automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus, aeronaves e embarcações. Seu valor é calculado com base no valor venal do veículo, aplicando-se uma alíquota que varia conforme o Estado, entre 1 e 4%.

O montante da arrecadação do IPVA é dividido em proporções iguais entre Estado e o Município onde o veículo está licenciado. Ao contrário do que muita gente pensa, o dinheiro arrecadado com o IPVA não é destinado a recuperar ruas e estradas.

Como se trata de um imposto, a Constituição Federal proíbe qualquer tipo de vínculo predeterminado. Assim, há um repasse para um caixa comum, de onde saem os recursos aplicados em serviços públicos, como saúde, educação e segurança.

As rodovias são bancadas com o dinheiro da Cide, mas as avenidas e ruas das cidades não têm dinheiro destinado, mesmo o Prefeito ficando com 50% da arrecadação do IPVA.

Para quem não sabe, o IPVA arrecada mais que o IPTU, no País como um todo e em 93% dos municípios – inclusive alguns grandes, ricos e organizados. O imposto sobre herança é tão incipiente (R$ 1,2 bi em 2007), que arrecada um terço a menos que a parcela federal no seguro obrigatório para mortes no trânsito.

Então, que um deputado federal ou senador maranhense tenha a coragem de entrar com uma PEC exigindo que o dinheiro advindo pelas Prefeituras seja destinado a recuperação das ruas e avenidas das cidades e que nos estados que cobra pedágio, o IPVA seja diminuído.

Qual deputado ou senador maranhense teria coragem para isso? Ou devemos acreditar que todos estão de acordo com essas distorções e, principalmente, com a buraqueira que se transformou São Luís? Por que até agora não se sabe onde foi parar os seus 50% arrecadados até agora com o IPVA e nem tampouco com a indústria da multa.

Espero que apareça um representante realmente preocupado com a coisa pública!!!

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Piada da Justiça: STJ julga legal campanha de Collor à Presidência em 1989

Publicado em   11/maio/2011
por  Caio Hostilio

Depois de 20 anos, O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu ontem (10) que hoje o senador Fernando Collor (PTB-AL) não cometeu crime de improbidade administrativa nas eleições de 1989, quando foi eleito presidente da República. O tribunal julgou recursos ajuizados pelo Ministério Público, que acusou Collor de se beneficiar de “caixa dois” (dinheiro não registrado na Justiça Eleitoral) e pediu que ele fosse punido com base na Lei de Improbidade, de 1992. Só agora o camarada é inocentado.

Caso a justiça não fosse tão lenta, Fernando Collor de Melo não teria renunciado e sofrido um processo de impeachment. Tudo por causa de uma Elba, carro da Fiat.

Com isso fica uma pergunta: O que isso significa? Que ele era um “bandido presidente”, e não um “presidente bandido”? A ordem desses fatores afeta o produto? Fala sério, depois do leite derramado por que a Justiça não julga algo mais novo, como a quadrilha que pagou por pontes que não vão e vem de lugar algum, que foi presa pela Operação da Polícia Federal conhecida como Navalha???

Collor não tem mais como rever o seu direito de Presidente, portanto estão perdendo tempo e gastando nosso dinheiro para chover no molhado!!!

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Polícia Federal na Região Tocantina

Publicado em   11/maio/2011
por  Caio Hostilio

Neste momento está acontecendo uma operação da Policia Federal na região Tocantina. Segundo informações, já foram presos vários gestores públicos de vários municípios da região. A operação tem como finalidade, ainda, apreender documentações que comprovam as improbidades e ilicitudes.

Daqui a pouco, mais informações.

Modificado às 10:00 h.

 A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), com apoio da Procuradoria Regional  da República da 1ª Região e da Promotoria da Justiça de Porto Franco, desencadearam nesta quarta-feira (11.05.2011) a OPERAÇÃO USURA, planejada para dar cumprimento a 25 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão temporária, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a serem cumpridos em São Luís, Imperatriz, São João do Paraíso e Barra do Corda.

 A Operação conta com um efetivo de aproximadamente 100 policiais federais e 15 auditores da CGU.

 A investigação da Polícia Federal, realizada em conjunto com CGU e subsidiada pela Promotoria de Justiça de Porto Franco, visa coibir desvios de recursos públicos federais repassados à Prefeitura Municipal de São João do Paraíso, notadamente relativos às áreas de educação (FUNDEB), saúde (FUS, PAB e AFB), e contratos de repasse e convênios, além da malversação de recursos do FPM.

 A OPERAÇÂO USURA tem por base principal a nota técnica elaborada pela CGU, que aglutinou informações contidas no Relatório de Fiscalização do 30º Sorteio, anunciando irregularidades e já publicado na internet, bem como informações decorrentes de análises do material apreendido por ocasião da Operação Rapina III (2009), e ainda os inquéritos civis instaurados pela Promotoria de Justiça de Porto Franco.

 Malversação de recursos públicos ora apurada e objeto da OPERAÇÂO USURA alcança as administrações municipais de São João do Paraíso (755km de São Luis) dos quadriênios 2005/2008 e 2009/2012 (em curso) e resultou em prejuízos ao erário da ordem de R$ 5.570.000,00 (cinco milhões,  quinhentos e setenta mil reais).

 Os integrantes da organização criminosa são investigados pelos crimes de Falsificação de Documento Público, Falsificação de Documento Particular, Falsidade Ideológica e Uso de Documento Falso previstos nos artigos 297, 298, 299 e 304 do Código Penal, Peculato e Emprego Irregular de Verbas Públicas, constantes dos artigos 312 e 315 do Código Penal, Formação de Quadrilha ou Bando, capitulado no art. 288 do CP, Fraude a Licitação (art. 93 da Lei 8.666/1993), Crime de Responsabilidade de Prefeito Municipal (art. 1º, incisos I, II, III e XIV do Decreto-lei 201/1967), Corrupção Ativa e Passiva (arts. 333 e 317 do CP) e, ainda, Lavagem de Dinheiro, prescrita no art. 1º, inciso VII, e § 1º, incisos I e II, da Lei 9.613/1998.

 Outras informações serão divulgadas às 10h00 de hoje, em entrevistas coletivas na Superintendência da Polícia Federal em São Luis (Av. Daniel de La Touche, 4000, Cohama, São Luis/MA, PABX 98 3131-5100) e na Delegacia de Polícia Federal em Imperatriz (Av. Imperatriz, s/n, quadra 10, lote 10-A, Conjunto Planalto, Imperatriz/MA, PABX 99 3520-2900).

  Publicado em: Governo

Globalização na visão de Luiz Fernando Veríssimo

Publicado em   11/maio/2011
por  Caio Hostilio

Desta vez o Luiz Fernando Veríssimo se superou.

A melhor definição de GLOBALIZAÇÃO que os professores nunca ensinaram.

Pergunta:

Qual é a mais correta definição de Globalização?

Resposta:

A Morte da Princesa Diana.

Pergunta:

Por quê?

Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia

Isto é *GLOBALIZAÇÃO!!!*

E QUEM SOU EU?

Nesta altura da vida já não sei mais quem sou… Vejam só que dilema!!!

Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR. Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado sou CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios sou MASSA . Em viagens TURISTA, na rua PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO e no hospital viro PACIENTE. Nos jornais sou VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope sou ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR. Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR) e, quando morrer… uns dirão… FINADO, outros… DEFUNTO, para outros… EXTINTO, para o povão… PRESUNTO… Em certos círculos espiritualistas serei… DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui… ARREBATADO… E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!! E pensar que um dia já fui mais EU.

  Publicado em: Governo

Faculdade de Direito: O que aconteceu?

Publicado em   10/maio/2011
por  Caio Hostilio

Para reflexão de magistrados, juristas, advogados, professores e alunos do curso de direito

Falar sobre o curso de Direito, sem antes comentar a história da Faculdade de Direito no Brasil, é deixar de lado uma trajetória rica e, principalmente, de sua importância na vida social, política e econônica dos brasileiros nesses quase dois séculos de existência.

Direito pode ser considerado como a ciência mãe das ciências sociais, que foi institucionalizado no Brasil através do projeto de 31 de agosto de 1826. Quem teve esse privilégio em receber as primeiras Faculdades de Direito foram as cidades de São Paulo e Olinda/PE. O Império escolheu essas duas cidades por suas situações geográficas, pois assim atenderia o Sul e o Norte do país.

Vale ressaltar que a história do Direito no Brasil é muito rica, com passado na essência do “belo”, mas, cá pra nós, eu tenho minhas dúvidas se existem muitos motivos para comemorações no presente… Principalmente no que tange seu descaso com as universidades brasileiras e, principalmente, com o fraco rendimento do curso, que perdeu o bonde da história, cujas dificuldades vão da redação de uma simples petição inicial ao comportamento num tribunal do júri.

Voltando ao passado, pode-se dizer longínquo, Direito sempre teve personalidades importantíssimas, em vários aspectos. Tanto na atuação política e social brasileira, quanto na vida literária do País (podemos citar, por exemplo, Castro Alves, Capistrano de Abreu, Silvio Romero, Tobias Barreto, Joaquim Nabuco, entre muitos outros).

Hoje, as faculdades de Direito não vemos mais os tempos áureo da mãe das ciências sociais. Na atualidade, os professores acham que não há necessidade de fazer uma pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior por achar que são conhecedores da matéria. Só que esquecem que podem ser conhecedores da matéria pra ele e não para transmitir, pois desconhece por completo métodos didáticos. Aí está um dos porquês que os formandos estão saindo das faculdades sem nenhuma expressão política, social e literária, beirando a nulidade alienada.  

É certo afirmar que as faculdades cada dia mais voltam seus estudos para uma função mercadológica, em detrimento do ensino, da pesquisa e da extensão, dos debates com critérios questionadores e críticos.

Foi-se o tempo…

Antes um jovem, no início do curso de Direito, perplexo com o impacto de ingressar na universidade, vislumbrava com sua aprovação para um curso promissor para o seu futuro.  

Assim as informações neste escrito poderão contribuir para motivar os estudantes no sentido de um maior compromisso e empenho para com o Curso que escolheram.

Não nos parece que o Curso de Direito esgote seu significado nas possibilidades profissionais que ofereça, além de seu resgate como a ciência mãe das ciências sociais.  

Creio que quem faça com interesse o Curso de Direito sempre se beneficiará destes estudos. Principalmente se a formação recebida não tiver apenas caráter técnico. Se o estudante de Direito alarga, como convém, seu horizonte de buscas, sua curiosidade intelectual, estudando não apenas as matérias jurídicas, mas outras também (Filosofia, Sociologia, História, Antropologia, por exemplo), o Curso de Direito contribuirá significativamente para um alargamento mental e até mesmo poderá proporcionar um salto existencial.

É licito buscar “um lugar ao sol”. Mas nunca nos esqueçamos de nosso compromisso com a comunidade, a coletividade, nosso país e a própria transformação do mundo.

O estudante de Direito não deve se contentar com o curso jurídico, que, no Brasil, é extremamente precário. Não basta que se tenha a compreensão da ciência jurídica. Se você quer ser advogado, é preciso que veja também como o Direito opera na realidade, isto é, como a fórmula reage quando ela se converte numa realidade palpável. Também é preciso saber se expressar, por isso a literatura é indispensável.

É preciso empenho, dedicação. Quando perguntavam a Rui Barbosa o que era preciso para ser como ele, respondia: “Estudem como eu estudei”. É preciso muito estudo, mas também uma boa formação de história, economia, sociologia, ou seja, conhecimentos gerais.

Os advogados chegaram ao apogeu nos anos 30, pois foram caracterizados por uma grande efervescência, tanto no plano econômico/social como no da cultura.  Essa explosão se constituiu num “eixo catalisador: um eixo em torno do qual girou, de certo modo a cultura brasileira, catalisando elementos dispersos para dispô-los numa configuração nova”.  Foi um marco, no sentido de estabelecer uma unidade em termos culturais, tecendo no âmbito da nação, uma trama que reunia os acontecimentos regionais. 

Nessa década os advogados encontraram outra forma privilegiada de expressão do pensamento e do saber produzidos. Os debates até então, expressavam uma preocupação em torno da centralização do poder, crises das sociedades modernas, papel das elites e das massas, além da tentativa de desvendar o passado nacional, discutir o papel dos partidos com a defesa da sociedade anterior a 30, numa postura autoritária e conservadora. Os advogados afastaram os obstáculos ao pleno florescimento da sociedade brasileira autêntica, principalmente com Anísio Teixeira da educação.

Enquanto Ciência, o Direito propõe uma forma de interpretação da realidade por meio de uma linguagem própria, qual seja, a normativa. O objeto científico da Ciência do Direito é a norma jurídica. Dela são extraídos preceitos que evocam padrões de conduta, consagram princípios, estabelecem valores e fixam dogmas que engendram o fenômeno jurídico.

O fenômeno jurídico depende das relações sociais para o seu surgimento. Com o intuito de demonstrar a certeza dessa afirmação, a doutrina se vale da ilustração literária. Essa alusão busca ilustrar a idéia de que a relação social (intersubjetiva) é pressuposto necessário para a ocorrência dos diversos fenômenos sociais, tais como a religião, a etiqueta, a política, a moral, o direito, entre outros.

De fato, o Direito pertence ao campo das Ciências Sociais, visto que o fenômeno jurídico requer o elemento humano como condição sem a qual não ocorrem os eventos que lhe interessam.

As denominadas Ciências Físicas/Naturais estudam eventos científicos cuja fenomenologia resulta de fatores que independem da presença humana para a sua manifestação (ciências ônticas). Das Ciências Físicas e Naturais surgem “leis” de conteúdo exato, mensuráveis objetivamente, neutras quanto ao elemento humano, porque indiferentes à ação cultural. Os eventos ocorrem espontaneamente, sendo fruto de uma aptidão intrínseca da coisa estudada.

Diante disso, as Universidades perderam o sentido real, visto que as ciências sociais e humanas se afastaram da direção desses campos. A conseqüência é a falácia do ensino superior, principalmente na indissociabilidade em ensino, pesquisa e extensão.

Esse não é o ambiente no qual florescem os ramos das Ciências Sociais. O fenômeno social, cientificamente estudado, é alvo de intensa subjetividade humana que atribui ao evento examinado um juízo de valor. Por isso, as Ciências Sociais são consideradas ciências deônticas, porque delas surgem “leis” que refletem a percepção humana sobre o fato social investigado. A intelectilidade e a volitilidade humana são fatores indispensáveis para a formação do contexto dos fatos sociais, porque funcionam como elementos de condicionamento dos eventos. No âmbito das Ciências Sociais a fenomenologia tem na cultura um fator subjetivo marcante quanto à avaliação, conclusão e determinação dos fatos que lhe dão conteúdo.

Particularizando a percepção jurídica dos fatos sociais, a forma pela qual o Direito interpreta a realidade é a normativa. Ou seja, se determinado evento social apresenta relevância jurídica, é possível expressá-lo sob a forma de norma (regra de conduta, regra de competência, regra de organização, regra principiológica, etc.).

Tomemos como exemplo a evolução da relação social que vai do namoro ao casamento, passando pelo noivado. Neste caso, verifica-se que o que muda substancialmente entre o casal é a densidade das responsabilidades sociais que vão sendo assumidas com o amadurecimento da convivência mútua. O namoro e o noivado, enquanto fatos sociais em si mesmo analisados, dispensam, a princípio, a presença das regras de Direito.

Nestes estágios, relação se constitui, mantém-se e extingue-se a revelia das normas de Direito. O mesmo não acontece com a união estável e com o casamento. Como conseqüência, a figura da fidelidade conjugal é diferentemente enxergada em cada uma dessas formas de relação social. Mais do que compromisso moral, a fidelidade é, especialmente no casamento, cláusula contratual fundamental da relação jurídica, comportando efeitos jurídicos bastante complicados para aquele que a inobserva.

Para evidenciar a natureza autônoma do conhecimento jurídico em relação aos demais campos do conhecimento humano, tomemos a situação do cônjuge traído pela infidelidade do indigno consorte. Ao se dirigir a um psicólogo, a um clérigo e a um advogado, conta-lhes, basicamente, a mesma história, ou seja, a traição. Todavia, ao psicólogo interessa analisar o fato sob ótica própria; ao religioso interessa enxergar o fato sob a ótica dos cânones religiosos, intitulando a falta infracional como pecado; já ao profissional do direito interessa a verificação da ocorrência sob o ponto de vista contratual.

Assim, conclui-se que o Direito é, de fato, uma expressão de natureza científica, considerando a sua peculiar forma de enxergar a realidade. Corroboram essa conclusão os exemplos que se seguem:

O Direito na Literatura:

Foram vários os advogados que seguiram a literatura. Como não podemos relacionar todos, cito um dos grandes nomes do “Estilo Romântico”, José de Alencar. Ele afirmara que o curso de direito lhe deu muita inspiração, pois se discutia tudo: Política, Arte, Filosofia, Direito e, sobretudo, Literatura. Era o tempo do Romantismo, novo estilo artístico importado da França. Esse estilo apresentava, em linhas gerais, as seguintes características: exaltação da Natureza, patriotismo, idealização do amor e da mulher, subjetivismo, predomínio da imaginação sobre a razão. O Romantismo se tornando um estilo de vida. Seus seguidores, em sua maioria, eram os acadêmicos de Direito.

O Direito da Política:

O baluarte foi Rui Barbosa. Advogado, jornalista, escritor, jurisconsulto e político, foi um dos brasileiros de maior projeção em seu tempo. Como advogado e homem público foi e é exemplo para as gerações posteriores. Sócio-fundador da Academia Brasileira de Letras, Rui Barbosa sucedeu a Machado de Assis na presidência da casa.

O Direito na Educação:

Falar sobre um educador de tamanha importância não é, deveras, uma tarefa simples, mas por demais complicada. Nesta breve tentativa de resgatar uma parte da história educacional brasileira, não se pode deixar de falar do advogado Anísio Teixeira, que revolucionou a educação brasileira, principalmente em seus princípios essenciais: A importância da gratuidade do ensino e de uma educação para todos.

O Direito no jornalismo e na música:

Vinicius de Moraes foi muito mais que nosso ‘Poetinha‘, apelido carinhosamente atribuído a ele. Marcus Vinicius da Cruz de Melo Moraes foi compositor, intérprete, escritor, jornalista, advogado, diplomata. Uma pessoa que viveu a vida ao máximo, passou uma metade dela viajando, a outra amando (teve nove casamentos).

Na vida jurídica:

Ruy Barbosa, Pontes de Miranda, Miguel Reale, Clovis Beviláqua, Nelson Hungria, Hely Lopes Meirelles, Vicente Rao, José Frederico Marques, José Carlos Moreira Alves, Sobral Pinto e hoje o Ministro do STF Carlos Ayres Britto. Sergipano de Propriá, Ayres Britto pode ser denominado como jurista e poeta.

Antonio Sérgio de Moraes Pitombo define bem o que é o curso direito: “A sua relação com os livros não é limitada ao mundo do Direito. Pitombo avalia que há obras e autores essenciais, não necessariamente jurídicos, para que o advogado consiga convencer por meio da argumentação, como os sermões de Padre Antonio Vieira, importante defensor dos direitos humanos dos povos indígenas, no século XVII, e Nova Floresta, do padre Manuel Bernardes. Pitombo também costuma iniciar suas petições com frases de autores como Camões e Fernando Pessoa que ilustram o caso e chamam a atenção do juiz”.

Com se pode ver, o curso de Direito em sua essência representa com maestria das ciências sociais, pois para ser um excelente advogado é necessário o poder da palavra escrita, pois as petições iniciais dão a compreensão e a decisão de um processo. O poder da palavra articulada, pois precisa ter um bom poder persuasão, para isso precisa de conhecimentos na arte cênica, na filosofia e na pedagógica. Para maior conhecimento, o advogado tem que saber rebuscar as ciências do positivismo que são muito usadas atualmente nos júris, que são a sociologia, a antropologia, a psicológica e o jornalismo.

  Publicado em: Governo

Macha dos Prefeitos: o que sairá do encontro com Dilma?

Publicado em   10/maio/2011
por  Caio Hostilio

Está acontecendo, em Brasília, a XVI Marcha a Brasília em defesa dos municípios, que vai do dia 10 a 12 de maio de 2011, organizada pela CNM – Confederação Nacional dos Municípios.

Em minha opinião, três pontos da pauta são de grande valia para os municípios brasileiros, como o impacto da Lei do Piso do Magistério nos Municípios e o apoio da União, a Práticas Municipais de Gestão em Saúde Pública e a oportunidade do encontro com a presidente Dilma.

Porém, a pauta não apresenta nada da perda que os municípios tiveram em seus repasses, que nos últimos anos decresceu de 27% para 19% do PIB, diminuição essa que gerou dividas aos municípios, principalmente com o próprio governo federal, com FGTS, INSS e outros impostos.

Não faz parte da pauta uma das coisas mais importantes para a administração pública, que é a capacitação de seus gestores públicos, que na maioria esmagadora desconhecem as leis que regulamentam os serviços públicos no Brasil.

É com essa falta de capacitação e de profissionais que se dispõem a trabalhar em municípios pequenos e distantes dos grandes centros e que vemos muitas prestações contas reprovadas e reprovadas por auditorias da CGU.

Não se pode esquecer que o Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem atualmente 5.564 municípios, a maior parte deles (853) localizada no estado de Minas Gerais. São Paulo aparece em segundo lugar, com 645 municípios. O Paraná possui 399 municípios. O estado com menor número de municípios é Roraima, com 15. Contudo, independente da região, muitos municípios são mal geridos e os recursos escassos.

Essa marcha deveria, ainda, pedir que fossem zeradas as dividas existentes dos municípios com o governo federal, pois a diminuição dos repasses em quase 10% já cobriria toda essa dívida.

Os prefeitos deveriam trazer ao debate nesse macha a Brasília uma realidade cruel que acontece no país. Simplesmente o Brasil joga 5,8 bilhões de reais por ano no lixo. Essa triste realidade está no desperdício de um terço dos alimentos produzidos, enquanto que aproximadamente um terço da população passa fome.   

Infelizmente adotar práticas de gestão não é o forte da administração pública, basta ver a realidade hoje na dificuldade da apresentação das prestações de contas ao TCE. No caso da adoção de medidas de aperfeiçoamento dos gestores municipais, através de medidas recicláveis, poderíamos ver prefeitos e gestores públicos usando adequadamente o dinheiro do contribuinte, com isso veríamos vantagens para a economia, o bem-estar e a qualidade de vida dos munícipes, além de saber criar atrativos na busca de investimentos, que têm reflexos em toda a sociedade.

Muitas vezes o dinheiro público é mal gasto. Quem nunca ouviu falar sobre casos de desperdício ou desvio de dinheiro público? Infelizmente no Brasil não é comum que alguém seja punido por estes tipos de crime. É tanta a impunidade que a população nem sabe o nome certo destes crimes: improbidade administrativa e malversação de verbas públicas.

Tem gestores municipais que empregam seus cabos eleitorais em cargos fundamentais, como educação, saúde, infraestrutura, fazenda e até na contabilidade. Tem uns que vendem bens públicos a preço de banana. Uns inventam obras desnecessárias no fim do seu mandato. Muitos desconhecem que esses tipos de atitudes são tratados como desperdício do dinheiro público, mais conhecido como crime de malversação. Quando se trata de se beneficiar diretamente o crime é improbidade.

Desta forma, os gestores municipais deveriam se ativer aos princípios inerentes à Administração Pública, que estão expostos no art. 37 de nossa vigente Constituição.

Pelo visto essa missão ficará a cargo da Famem, cujo presidente, prefeito Júnior Marreca, já colocou a instituição a disposição dos prefeitos maranhenses para tirar suas dúvidas sobre como gerir os recursos públicos.

Prefeitos tem encontro hoje com a bancada federal

Júnior Marreca durante abertura da XIV Marcha, em Brasília.

“Já estamos com o encontro agendado com a bancada federal, onde iremos expor nossos problemas, nossas reivindicações”. A afirmação é do presidente da  FAMEM, Júnior Marreca, que lidera, nesta quarta-feira (11), às 11h30m, um encontro com a bancada federal do Maranhão no Congresso Nacional, como parte da agenda da entidade durante a XIV Marcha em Defesa dos Municípios.

Júnior Marreca disse que o deputado federal Sarney Filho (PV), que é o coordenador da bancada na Câmara Federal, garantiu que está envidando todos os esforços para aglutinar os demais 17 colegas em defesa dos interesses dos municípios maranhenses, no que concerne ao encaminhamento das votações de interesse dos prefeitos.

O dirigente municipalista garantiu que também está agendando um encontro dos prefeitos com o presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, para que ele    ajude os prefeitos durante as votações que estão emperradas no Senado.

“Essa Marcha é a mais movimentada, porque nós prefeitos de todo o Brasil estamos conscientes dos problemas que vem afetando os municípios. Durante a abertura do encontro, foram contabilizados  mais de 5 mil representantes de todos os municípios. É um número muito expressivo, o que dá uma exata dimensão da nossa luta”, disse o presidente da FAMEM.

  Publicado em: Governo

Notícias

Publicado em   10/maio/2011
por  Caio Hostilio

Cartel tem culpa pela alta do etanol, diz Lobão

“Combustíveis caros. Postos são acusados pelo ministro Edison Lobão de formação de cartel “. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, resolveu jogar para os postos de combustíveis parte da responsabilidade pelo forte aumento dos preços do álcool e da gasolina. ‘Nítidamente está havendo cartel’, acusou o ministro. ‘Pedi que a ANP (Agência Nacional do Petróleo) fosse ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para que esse descalabro fosse resolvido’, disse o ministro, que prometeu punições rigorosas para os comerciantes que adotarem essa prática, inclusive o fechamento do estabelecimento.

Justiça decreta prisão de autores de ataque a juiz de Tuntum

Orleany Vieira Cruz, Orleans Moreira Cruz, Sandro Borges e Otoniel Teixeira da Silva, vulgo “Gordo”, acusados de delitos, entre eles pedofilia e ataque à casa do juiz Pedro Henrique Pascoal, figuram na lista de primeiros presos da operação deflagrada pelo Judiciário estadual para combate vigoroso ao crime organizado na Comarca de Tuntum. As ações recebem apoio do Ministério Público e Secretaria de Segurança Pública. O presidente do Tribunal de Justiça, Jamil Gedeon, o corregedor-geral da Justiça, Antonio Guerreiro Júnior, e representantes do MP e da Polícia discutiram na segunda-feira, 9, medidas que resultaram em prisões e na apuração de delitos de grave repercussão social no município a 375 km da capital. A atuação conjunta vem atender anseio da comunidade. A reunião se estendeu até a madrugada.

Miss Maranhão eleita em 2009 tem direito a indenização por sofrer dano moral‏

Louisse Freire da Silva, eleita Miss Maranhão 2009 – substituída pela 2ª colocada sem comunicação oficial prévia para participar em seu lugar da 55ª edição do Concurso Miss Brasil do mesmo ano – conseguiu na 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), reunida na manhã desta terça-feira, 10, o direito de receber o valor de R$ 40 mil, cujo pagamento deverá ser feito solidariamente pelo fotógrafo Marcio Prado e pela Gaeta Promoções e Eventos Ltda. A decisão dos desembargadores foi unânime e de acordo com o posicionamento do Ministério Público.

TJ recebe denúncia contra os prefeitos de Trizidela do Vale e São Vicente Férrer  

Na sessão desta terça-feira, 10, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) recebeu as denúncias oferecidas pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra os prefeitos de Trizidela do Vale, Jânio de Sousa Freitas, e de São Vicente de Ferrer, João Batista Freitas. No processo que envolve o prefeito de Trizidela do Vale, Jânio Sousa, pesa contra o mesmo a acusação de não realizar processo licitatório, fracionar compras e não comprovar despesas efetuadas com a verba pública do Fundo Municipal de Saúde (FMS), referente ao exercício de 2007, com movimentação de valores na ordem de R$400 mil. Enquanto que a denúncia oferecida pelo MPE contra o prefeito de São Vicente de Ferrer, João Batista Freitas, refere-se a inadimplência deste, que não apresentou a prestação de contas do exercício financeiro de 2009 ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). O prefeito alega em sua defesa que apresentou as contas anuais ao TCE, conforme certidão do próprio Tribunal. O relator dos dois processos foi o desembargador Raimundo Melo. Com relação a Jânio Sousa, Melo destacou a exigência do processo licitatório para os serviços contratados pelo gestor municipal, sob pena de caracterizar ato de improbidade administrativa. Observou ainda que o denunciado com o intuito de burlar a licitação, pode ter fragmentado algumas despesas, além de não comprovar o uso devido de recursos do FMS.

Roseana lança Programa de Formação Profissional amanhã (11)

A governadora Roseana Sarney lança, nesta quarta-feira (11), o Programa “Maranhão Profissional”, em solenidade a ser realizada, às 10h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís. O programa irá preparar mão de obra qualificada para atender a demanda dos grandes projetos em andamento e a serem instalados no estado, cujos investimentos estão estimados em mais de R$ 100 bilhões nos próximos cinco anos. O lançamento do Programa Integrado de Educação Profissional do Maranhão – o Maranhão Profissional, é uma demonstração clara da preocupação do Governo do Estado de que sua política de atração de novos investimentos prioriza a geração de emprego e renda para a população maranhense. “Temos hoje, grandes investimentos no estado. Nosso maior desafio é garantir que esses milhares de empregos que serão gerados sejam ocupados por maranhenses. Com esse compromisso é que estamos lançando esse programa de qualificação, com o objetivo de preparar os maranhenses para assumirem os novos postos de trabalho”, garantiu a governadora.

  Publicado em: Governo

Tirando as dúvidas de um comentarista, que me pediu explicações sobre IPVA, multas e Faixa Azul.

Publicado em   10/maio/2011
por  Caio Hostilio

Na verdade, esse assunto só vem à tona quando ocorre algum acidente grave causado por má conservação de ruas ou rodovias, sempre aparece alguém reclamando que os proprietários de veículos pagam anualmente o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e que seus recursos não são aplicados nas vias por onde os veículos circulam. Interessante é que a reclamação tem lógica, mas não há dispositivo legal obrigando o Poder Público a aplicar os recursos do IPVA na malha rodoviária;

Acontece que os que reclamam estão sem querer se referindo à antiga Taxa Rodoviária Única (TRU), que tinha destinação determinada para utilização em estradas federais, estaduais e municipais. A TRU era dividida e distribuída aos três entes federativos. Em relação ao IPVA, criado na Constituição de 1988 em substituição à antiga Taxa, não há nenhum dispositivo determinando sua utilização em estradas e ruas. Trata-se tão somente de um imposto estadual que pode ser utilizado do modo que os Executivos estaduais e municipais destinarem em seus respectivos orçamentos;

A Constituição trata do IPVA nos seguintes dispositivos:

Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

III – propriedade de veículos automotores.

Art. 158. Pertencem aos Municípios:

III – cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios;

Vê-se, portanto, que nenhum outro dispositivo constitucional determina que o produto da arrecadação do IPVA deva ser aplicado na malha rodoviária dos estados e municípios. A receita da arrecadação do IPVA pelos estados e distribuída aos seus respectivos municípios de acordo com o endereço de emplacamento do veículo. Sendo assim, quem tem carro emplacado numa cidade e reside em outra não tem o direito nem de reclamar. Metade de seu IPVA vai para outra cidade;

Está na hora, então, de se fazer solicitações a deputados e senadores para que proponham Emenda Constitucional estabelecendo obrigatoriedade de utilização dos recursos da arrecadação do IPVA na conservação de ruas, avenidas e estradas (estaduais e municipais), reduzindo o número de acidentes rodoviários, que além de grandes prejuízos materiais muitas vezes causam vítimas fatais.

Sobre as multas, tenho a dizer que os motoristas são diariamente vítimas dessa verdadeira violência praticada por essa fábrica de multas a serviço de prefeituras incompetentes que não têm nenhum interesse em educar e sim arrecadar dinheiro dos contribuintes de todas as maneiras possíveis. Quanto a estatística e a arrecadação de multas de trânsito é guardado a sete chaves, ou seja, ninguém tem conhecimento. Sobre sua aplicação… Só Deus sabe!!!

Quanto a Faixa Azul ter seguro contra roubo de veículos, não posso assegurar que a Prefeitura de São Luís garante isso. Porém, isso pode ser discutido na justiça, mas no meu entendimento a responsabilidade pelo veículo é de quem está cobrando pelo “serviço”, ou seja, a Prefeitura, que não deveria cobrar por estacionamento em ruas que são PÚBLICAS. Apesar desses absurdos, de pagar área azul e legalizarem os flanelinhas, entendo que se é cobrado, então o consumidor, no caso, nós, temos direito a indenização. Por exemplo, se um supermercado oferece estacionamento, ele é o responsável pelo veículo e objetos dentro, apesar das placas de aviso “Não somos responsáveis pelos objetos deixados dentro dos veículos”, pois se um carro é arrombado, com certeza é de total responsabilidade da empresa que oferece o estacionamento.

  Publicado em: Governo

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