Afinal, um ex-magistrado que usa de hipocrisias pode ou não julgar alguém? Na verdade, ele sempre se mostrará compreensivo com os praticantes da maldade, tal como aconteceu em 2006. O mais interessante é que esse ex-magistrado não tem o discernimento para se questionar: “quem sou eu para julgar alguém?”
O ex-ministro do STJ, Edison Vidigal, no afã de atacar a governadora Roseana e, principalmente, desdenhar de sua saúde, escreveu um texto para falar da internação da governadora com o seguinte título: “Sangrando”. Adotou uma postura agressiva e de anticristão, que não respeita a enfermidade do próximo, mesmo que esse seja seu adversário político. Edson Vidigal mostrou que é insensível a lei de Deus, que se resume ao amor ao próximo. Ainda mais um próximo que sempre lhe ajudou na vida e por convergências se tornou apenas adversário político e não inimigo de morte.
Na verdade, uma pessoa que usa da hipocrisia é um ser que finge e exibe uma religião sem servir a Deus de coração. Mateus 23 fala do povo que limpava o exterior da taça, mas deixava o interior sujo. Quem não lembra na campanha de 2010 Edson Vidigal mostrando a Bíblica como se fosse o principal livro de sua vida!!!
“Os hipócritas são sepulcros caiados, que parecem belos e adornados, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e imundície”, disse Jesus. O certo é que os hipócritas tentam impressionar os outros com uma fina camada externa de probidade e respeito, porém seu interior é cheio de pensamentos impuros, de desrespeito ao seu semelhante, principalmente na enfermidade.
Diante do exposto, observa-se que a conduta do ser racional Edison Vidigal, em agourar Roseana Sarney, não é uma conduta de uma pessoa que se diz cristão.
Por fim, cabe uma pergunta: Edson Vidigal, como ministro do STJ, usou da hipocrisia nos processos em que foi relator?
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