Postado por Caio Hostilio em 03/nov/2014 - Sem Comentários
Líder nasce líder e não é criado!!! Sabe-se que o Maranhão ficou órfão de líderes… Mas o que tem a ver isso com Flávio Dino afastou Eliziane Gama sem fazer força? Tudo!!!
Com a aposentadoria do ex-presidente José Sarney, de sua filha Roseana Sarney e a morte de Jackson Lago, o Maranhão perdeu a referência em lideres políticos.
Por outro lado, surgiu Flávio Dino de uma forma inventada, isso já aos quase 50 anos, porém é quem adotará a postura política a ser seguida daqui para frente no Maranhão.
Aí é que entra sua vocação de saber neutralizar aqueles que podiam atrapalhar suas investidas políticas no Maranhão.
Começou sua investida já nas eleições de 2012, quando criou o consorcio de candidatos, cujo escolhido foi Holanda Junior e para vice Roberto Rocha com a promessa de disputar o Senado em 2014, deixando claro, com isso, que os demais estariam fora de suas conjunturas políticas.
A Eliziane Gama contrariando o roteiro de Flávio Dino disputou a eleição para prefeito de São Luís em 2012, obtendo uma votação surpreendente.
Porém não soube assimilar e tirar proveito político, haja vista que o eleitor deu um recado claro que estava vendo ali uma válvula de escape para a disputa eterna entre os sarneys e os antisarneys (que foram sarneys). Voltou a pedir benção a Flávio Dino.
Na disputa para o governo do Estado, mais uma vez, Eliziane Gama mostrou que jamais poderia liderar algo de maior dimensão, pois recuou mais uma vez em prol da candidatura de Flávio Dino e se lançou candidata à Deputada Federal, estimulada pelo grupo de Flávio Dino… Caiu na conversa como uma amadora!!!
Simplesmente estava sendo convidada para se afastar de vez do convívio político de São Luís, pois estará em Brasília, fazendo parte do grupo de deputados do baixo clero, deixando, com isso, o caminho livre para Holanda Junior, cujos dois outros adversários já foram neutralizados por Flávio Dino.
Simplesmente Tudo dominado… Líder no Maranhão? Talvez deva está nascendo hoje!!!
Postado por Caio Hostilio em 03/nov/2014 - 1 Comentário
A partir de 2015, no Maranhão, não haverá mais oposição ou se houver será tão minúscula que não terá ressonância que possa fazer diferença.
Acredito no máximo em cinco deputados estaduais na Assembléia Legislativa que estarão nessa trincheira, deixando, com isso, um legislativo sem funcionalidade alguma, servindo apenas de autenticação dos comandos do executivo.
Essa oposição tende a perder mais força, ainda, por não ter visibilidade pela mídia, haja vista que esta já tende a seguir o caminho da salvação financeira.
O discurso inflamado pode voltar entre a base do futuro governo Flávio Dino somente a partir de fevereiro de 2016, quando estarão em disputa as 217 gestões municipais.
Aí entra o roteiro desse debate. Qual será o ponto central desse debate?
Alguém em sã consciência poderia afirmar que os políticos maranhenses já estarão preparados para debater realmente que é preciso vir à tona a falta das aplicabilidades corretas dos recursos públicos federais, principalmente os da educação e os da saúde, pelos gestores municipais maranhenses?
Será que estarão conscientes se que esses recursos, que foram bilhões e bilhões em recursos públicos, fossem aplicados corretamente os índices desse estado seriam péssimos?
Poderíamos acreditar que esses políticos mostrarão que os recursos arrecadados pelos gestores municipais são sete vezes maiores que o orçamento do governo estadual?
O programa Fantástico, ontem (02), mostrou claramente os desvios dos recursos da educação e em demais áreas no município de Anajatuba… Que idéia terá depois de mais uma prova de que a responsabilidade é independente nas três esferas governamentais.
Aguardo ansioso por esse discurso!!!
Até que ponto chegará o caráter dos políticos maranhenses…
Postado por Caio Hostilio em 02/nov/2014 - Sem Comentários
Administrar uma gestão pública estadual não é tarefa para amadores ou marinheiros de primeira viagem. É preciso saber antes de tudo qual é a espinha dorsal ideal para se governar uma gestão dessa magnitude, visando enxugamentos, facilitando fluxogramas, diminuindo os custos fixos e os custos variáveis.
Fazer oposição com politicalha é uma coisa, mas administrar em sua essência é outra completamente diferente.
No Brasil é observado mais as escolhas pelos acertos políticos e de amizade que aqueles escolhidos por capacidade e experiência. Muito das vezes as pessoas manifestam tanta perspectiva com um determinado nome que até se encaixa na atividade fim, porém demonstra fraquezas gritantes para comandar a atividade meio, que é tão importante quanto a “fim”, pois é dela que parte todo o suporte para que tudo funcione a contento.
Administrar uma gestão pública estadual é o mesmo que coordenar fluxos inferiores, achando que pode criar funções mirabolantes para acomodar correligionários e sequer esvaziar funções em detrimento de posições políticas.
É preciso respeitar critérios técnicos; respeitar princípios democráticos e republicanos, além de sabe condicionar que um gestor público é mero empregado do povo e para o povo, pois quem paga o seu salário e dos seus auxiliares é o contribuinte.
Administrar uma gestão estadual não é uma tarefa fácil… Sem experiência fica pior ainda!!! É inerente ao detentor dessa função que saiba escolher nomes certos para as principais áreas dessa engrenagem.
Vale ressaltar que uma gestão desse tamanho é cheio de conflitos, de problemas, e que é exatamente aí que entra a experiência do gestor público.
Volto a dizer: Não se mensura um bom gestor pelo discurso inflamado e cheio de controvérsias que não condizem com a realidade.
Postado por Caio Hostilio em 02/nov/2014 - 2 Comentários
Por Carlos Alberto Melo
Responsabilidade democrática é como chá de erva-cidreira: não faz mal, só faz bem. Acalma o coração, limpa o estômago e dá um gostinho de frescor na boca.
O PSDB tem o direito de pedir a auditoria da eleição, é claro. Se tiver suspeitas concretas, tem mesmo o dever. Ainda assim, até para exercer direitos é preciso responsabilidade. Num clima como o que vivemos, é preciso responsabilidade em dobro. O pedido deveria vir lasterado por indícios e evidências sólidos. Parece não ser o caso.
Faze-lo com base na suspeita das redes e no que se diz por aí, é de lascar. É não conhecer a rede e desconsiderar a fragilidade histórica da democracia, no Brasil; é se deixar levar pela pior demagogia, pela fantasia; é tangenciar o perigo, animar os espíritos retrógrados. E negar o próprio senso democrático e a história de vários líderes históricos que deram vida a esse partido. E, paradoxalmente, ao se desmoralizar, dar força para o outro lado.
O PSDB tem o direito de fazer oposição, uma oposição melhor e até mais aguerrida do que a que fez até aqui. Tem mesmo o dever de fazê-lo. Mas, espera-se mais dos tucanos do que um jus sperneandi de diretório acadêmico do CCC.
Seria muito bom que Aécio Neves, no alto de seus votos e da presidência do PSDB, viesse a público e desqualificasse iniciativas suspeitas e discursos tortos que pedem a volta de militares e coisas do gênero. “Bolivarianismo”, se houver, não deve ser combatido com “lacerdismo”.
O que o Brasil precisa é solidificar sua democracia e para isto é necessário que tenha uma classe dirigente responsável, de alto nível; capaz de assimilar derrotas e projetar posições políticas e estratégias democráticas, no futuro. Seja no campo parlamentar, seja no âmbito social. Jamais no militar, como foi sugerido em passeatas na tarde deste sábado. O PSDB não pode sancioná-las.
Enfim, nem chavismo, nem lacerdismo. Mais responsabilidade, prudência, liderança e democracia de ambos os lados. É o que se espera de gente de bem e responsável como FHC, Lula, Dilma e Aécio, entre milhares de outros. Tenho certeza que onde estiver um golpista, esses nomes estarão do lado oposto.
Esta é a manifestação e o manifesto que sugiro a meus amigos, nascidos sob a ditadura e formados sob a esperança e a experiência sofrida e também feliz e necessária da democracia.
Postado por Caio Hostilio em 01/nov/2014 - Sem Comentários
Congresso em Foco
Às vésperas de se despedir do Senado, no qual esteve por 32 anos, o senador gaúcho diz que o Parlamento nunca esteve tão mal e que vai aproveitar a aposentadoria para pregar uma nova forma de fazer política
Discípulo da Ordem Terceira de São Francisco desde 2000, Simon afirma que, aposentado, correrá o país pregando uma nova forma de fazer política. “Os que querem o mal ou usufruir vantagem terminam se unindo, se dando as mãos. E os outros, os chamados autênticos, que querem o bem ficam isolados. Temos de mudar isso.” Simon deixará o Senado em 31 de janeiro de 2015, dia em que completará 85 anos.
Revista Congresso em Foco – Este é o pior Congresso do qual o senhor participou?
Pedro Simon – Não falo em pior nem em melhor. É a circunstância que estamos vivendo. Não tem mais o que fazer. Qual é o próximo escândalo depois da Petrobras? Como é que vamos começar no ano que vem? Na base do “é dando que se recebe”? É preciso que o Palácio do Planalto reúna o Congresso para governar com seriedade de um modo muito especial. Todos dizem que querem uma reforma política, uma reforma partidária, uma reforma na economia, um novo pacto social. Então vamos fazer isso. Precisamos de um governo de entendimento geral, tal como houve no Itamar. O PT, o PSDB e o PMDB têm de se reorganizar para fazermos uma eleição pra valer daqui a quatro anos. Não digo que o próximo deva ser um governo de transição, mas que tem de fazer a transição. É uma oportunidade que temos.
Depois das manifestações do ano passado, acreditava-se em uma grande renovação no Congresso, que não houve. Por quê?
Porque o momento não permite. O escândalo do mensalão foi grande demais. A mocidade foi às ruas espontaneamente, sem partidos, exigindo mudanças, um Brasil novo. O governo errou ao tratar os condenados no mensalão como heróis. A classe política caiu em descrédito. CPIs, como a do Cachoeira, só jogaram a sujeira pra debaixo do tapete. O governo e os parlamentares ficaram muito desgastados. Muitas pessoas não aceitaram em hipótese alguma serem candidatas. Conheço pessoas sérias, advogados, médicos, empresários, professores, que não aceitaram concorrer. Além disso, o candidato à reeleição tem muita vantagem. As emendas parlamentares, que somam R$ 15 milhões para cada congressista, muitas vezes decidem uma eleição.
Como resolver esse quadro?
Temos o pior sistema de eleição para deputado do mundo. O normal é eleição com voto distrital, que não tem nada a ver com isso e reduz o gasto. É como uma eleição para prefeito. No município, em geral, ganha o candidato que tem mais credibilidade e respeito, não o que tem mais dinheiro. Hoje um deputado tem de trabalhar nos 500 municípios do Rio Grande do Sul para ganhar voto. Não trabalha em nenhum. Se botássemos o voto distrital, na segunda eleição, este Congresso seria uma maravilha. O candidato trabalharia para o seu recanto.
Em relação ao novo Congresso, do qual o senhor não participará, que avaliação o senhor faz?
Serão 28 partidos na Câmara e 17 ou 18 no Senado. Uma matéria de maior importância vai ter 28 comunicações de líder. É uma piada. Não existe. Como vamos reunir uma bancada de 40 caras para tomar uma decisão no Congresso? Tem de sair logo essa reforma partidária. Se não a fizerem, será impossível a convivência.
O que o senhor fará fora do Congresso? É o fim da política na sua vida?
Pretendo fazer o que o Teotônio Vilela fez: percorrer o Brasil. Recebo um número muito grande de convites, principalmente de estudantes e entidades de classe, para fazer palestras. Mas não tinha tempo. Agora vou fazer isso. Temos que estimular políticos, professores e intelectuais a criarem um movimento em favor do Brasil.
Postado por Caio Hostilio em 31/out/2014 - 2 Comentários
Para quem vem de fora, logo que chega aqui no Maranhão observa de imediato que tudo de errado é culpa do governo do Estado, mesmo o Maranhão tendo 218 gestores públicos, sendo 217 prefeitos e um governador, além de tudo pertencer a uma única família.
Isso foi condicionado de uma forma covarde é cruel no consciente das pessoas, independe de grau de instrução e classe social.
Essa semana me surpreendeu bastante a iniciativa do agora senador Romário, que entrará com um projeto de lei exigindo que seja obrigatório o ingresso no currículo escolar do estudo da Constituição Brasileira… Com certeza não veríamos mais tantas bobagens alardeadas por politiqueiros!!!
Hoje (30), por exemplo, publiquei “A pauta agora é a neutralidade por Flávio Dino daqueles possíveis adversários de Holanda Jr em 2016, enquanto a cidade…”, onde em dos pontos critiquei a educação municipal de São Luís. Agora vejam os comentários recebidos:
“Tu desce o pau na educação do municipio e hoje o Bom Dia Brasil desceu o pau na Educação de lixo que a tua governadora oferece ao Estado! Abre o olho!”
“Bom Jardim hoje foi destaque nacional pela omissao do governo do Estado em relação a educação… Geraldo Castro é um homem de muito trabalho na Prefeitura de Sao Luís e sera melhor ainda pelo Estado.”
Logo depois recebi uma matéria do MPMA mostrando o quando já cobrou da Prefeitura de Bom Jardim providências e aproveitei para chamar a atenção mais uma vez dessa politicalha pratica aqui no Maranhão:
Com certeza os politiqueiros safados e canalhas irão mudar o discurso a partir de 2015 e não mais será culpa do governo do Estado as irresponsabilidades com a educação no tange o ciclo escolar infantil e fundamental, assim como saúde pública, visto que isso é constitucionalmente de responsabilidade da esfera governamental municipal, que recebe recursos do Ministério da Educação, através do FUNDEB e do FNDE, assim como do SUS para cumprir ao menos com o Atendimento Básico. Com certeza terão a concepção que no Maranhão são 218 gestores públicos que precisam ser fiscalizados. Saber que os 217 municípios maranhenses recebem sete vezes mais que todo o orçamento do governo do Estado. Vão procurar saber onde foram investidos esses bilhões e bilhões recebidos pelas prefeituras maranhenses, assim como se esses bilhões e bilhões estivem sidos aplicados corretamente o Estado estaria com seus índices péssimos. O tempo dirá. O certo é que foram ajuizadas três Ações Civis Públicas em razão de irregularidades na educação municipal de Bom Jardim
Mas foi com maior ênfase que falei sobre esse assunto na publicação “Quando que os politiqueiros safados passarão à coletividade as responsabilidades das três esferas governamentais?”, do dia 25 de novembro de 2013, quando disse:
Não fazem isso porque usam do artifício canalha de culpar apenas uma esfera governamental pelas mazelas oferecidas ao povo!!!
Mas vamos fazer o papel desses canalhas:
Entender como um Governo – seja ele federal, estadual ou municipal – se divide e quais são as suas funções é muito importante para o exercício da cidadania. Falar sobre o assunto e aprender mais sobre ele não é algo que se deve fazer somente em épocas de eleições, mas precisa ser abordado constantemente, até para que possamos conhecer e exercer os nossos direitos e deveres. E também, para saber a quem se deve recorrer na hora de apontar algo que está errado ou que precisa de atenção por parte da administração pública. Isso vale para o caso da rua que está cheia de buracos no asfalto ou para casos de corrupção.
Aliás, o conceito de Administração Pública é diferente do conceito de Governo, embora estejam relacionados.
– Administração Pública: é toda a estrutura com a qual o governante conta para promover os serviços para a população e tem caráter permanente: ela sempre estará presente, independentemente de quem ou qual partido político esteja no poder.
– Governo: é composto pelos governantes e órgãos responsáveis pela realização e manutenção da administração pública, cujas funções são atribuídas pela lei. O Governo não é permanente. Ele tem caráter temporário, pois sua permanência é definida por um prazo determinado (como o mandado de quatro anos para cargos no Poder Executivo) e cuja escolha de nomes, em regimes democráticos, é realizada pela vontade do povo, através das eleições.
Vale ressaltar que as unidades da Federação também possuem autonomia, com Constituição própria (no caso dos Estados) e Lei Orgânica (no caso dos Municípios e do Distrito Federal).
O conjunto de órgãos da Administração Pública, nas três esferas de poder – Governo Federal, Governo Estadual ou Distrital e Prefeitura.
Muitas vezes, as pessoas imaginam que exista uma relação hierárquica no sentido de um ser o “chefe” ou “fiscal” do outro.
Na verdade, quem fiscaliza as contas e os atos do Executivo é o Legislativo correspondente a cada esfera. Ou seja: no caso do Governo Federal, a fiscalização cabe ao Congresso Nacional; no caso do Governo Estadual, a fiscalização cabe à Assembleia Legislativa e no caso da Prefeitura, a fiscalização cabe à Câmara Municipal. Essas instituições podem criar CPIs – Comissões Parlamentares de Inquérito, quando for necessário para dar transparência a questões de interesse público. No caso da fiscalização dos aspectos financeiros e orçamentários (dinheiro gasto com obras, compras ou contratações de serviços pelos governos), quem fiscalização são os tribunais de contas, que existem nas esferas Municipal, Estadual e Federal.
Isso tudo do ponto de vista da fiscalização e do controle externo (um órgão ou esfera sendo fiscalizados por outro externo a ele). É bom dizer também que todos os órgãos devem possuir ouvidorias e/ou corregedorias que acabam fazendo a fiscalização interna, ou seja: se algo errado estiver ocorrendo, as denúncias serão feitas a esses setores e os dirigentes do próprio órgão deverá encarregar-se de averiguar a demanda.
E quais são as responsabilidades da Administração municipal? As atribuições da Administração Municipal são definidas pelo artigo 30 da Constituição Federal e são regidas pela Lei Orgânica do Município. Todo município tem a sua lei orgânica, ou seja, sua lei maior. Atua sobre os assuntos locais, tais como o transporte coletivo dentro do município, o planejamento e controle do uso, ocupação e parcelamento do solo urbano, etc. Em relação às questões e serviços ligados à saúde e educação, a Prefeitura pode manter uma cooperação técnica e financeira com a União (Governo Federal) e o Governo do Estado.
De forma geral, recorremos à Prefeitura quando nos deparamos com problemas locais, como: lixo nas vias públicas e seu recolhimento; calçadas ou ruas que precisam de reparos; poda de árvores; animais abandonados nas ruas; problemas no transporte público, saneamento básico, educação infantil e ensino fundamental, saúde dentro das prerrogativas do Ministério da Saúde e outros.
Portanto, é providencial que a coletividade tome conhecimento de quanto os gestores municipais recebem mensalmente para manter esses serviços condizentes aos anseios do bem-estar social e da qualidade de vida do povo.
Postado por Caio Hostilio em 31/out/2014 - Sem Comentários
Com certeza os politiqueiros safados e canalhas irão mudar o discurso a partir de 2015 e não mais será culpa do governo do Estado as irresponsabilidades com a educação no tange o ciclo escolar infantil e fundamental, assim como saúde pública, visto que isso é constitucionalmente de responsabilidade da esfera governamental municipal, que recebe recursos do Ministério da Educação, através do FUNDEB e do FNDE, assim como do SUS para cumprir ao menos com o Atendimento Básico. Com certeza terão a concepção que no Maranhão são 218 gestores públicos que precisam ser fiscalizados. Saber que os 217 municípios maranhenses recebem sete vezes mais que todo o orçamento do governo do Estado. Vão procurar saber onde foram investidos esses bilhões e bilhões recebidos pelas prefeituras maranhenses, assim como se esses bilhões e bilhões estivem sidos aplicados corretamente o Estado estaria com seus índices péssimos. O tempo dirá. O certo é que foram ajuizadas três Ações Civis Públicas em razão de irregularidades na educação municipal de Bom Jardim
O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria de Justiça de Bom Jardim, manifestou-se a respeito da notícia sobre a falta de estrutura e merenda nas escolas do município veiculada, na manhã desta sexta-feira, 31, no Jornal Bom Dia Brasil da Rede Globo de televisão.
De acordo com a promotora de justiça da comarca, Karina Freitas Chaves, a atuação do MPMA relacionada à situação da educação pública em Bom Jardim têm sido constante. “Temos acompanhado de perto a situação e já ajuizamos três Ações Civis Públicas contra o município”, afirmou.
No último dia 23 de outubro, a promotora ajuizou Ação Civil Pública contra a prefeita Lidiane Leite da Silva, por ato de improbidade administrativa devido ao descumprimento de decisão judicial. A sentença descumprida refere-se à ACP movida pelo MPMA em 8 de abril de 2014. Naquela ação, a promotora requereu, em pedido liminar, a urgência na regularização do fornecimento de merenda escolar, o qual tem prejudicado o calendário de aulas no município.
No entanto, apesar da justiça ter concedido decisão favorável ao Ministério Público, a prefeitura descumpriu a ordem judicial para que fossem adotadas todas as medidas necessárias para a entrega, nas escolas da rede municipal, da totalidade de alimentos referente a um mês de aula (20 dias), durante todo o período letivo.
A promotora de justiça explica que ao descumprir decisão judicial, a prefeita incorre na conduta tipificada no artigo 11, inciso II da Lei 8.429/92, o qual estabelece que “constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições…”
Além das ações citadas, a Promotoria de Justiça de Bom Jardim já tinha ajuizado, em julho 2013, Ação Civil Pública questionando a oferta irregular de ensino e o não cumprimento do calendário escolar devido à falta de professores, de transporte e de merenda escolar.
Além das ações movidas contra a administração municipal, a Promotoria de Justiça tem articulado, desde o mês de agosto, audiências públicas mensais na cidade, nas quais são debatidos os problemas relacionados à educação. No mês de novembro, a audiência pública ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 7.
Postado por Caio Hostilio em 31/out/2014 - Sem Comentários
É preciso acalmar os ânimos, principalmente o do mercado econômico, que é a mola propulsora dos demais seguimentos.
Por outro lado, buscará com esse ato repetir o que fez o ex-presidente Lula no seu primeiro mandato, quando procurou acalmar as especulações e as pressões, ao indicar Fernando Furlan para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Roberto Rodrigues para a Agricultura e Márcio Thomaz Bastos para a Justiça.
Com isso, a presidente Dilma Rousseff pretende indicar nomes representativos para a futura Esplanada, com peso para se tornarem interlocutores fortes com os segmentos que representam.
Diante das altas dos juros, o maior expoente desse conceito será o futuro ministro da Fazenda, já que as opções recaem, cada vez mais, por um ministeriável ligado ao mercado — uma maneira de acalmar os setores produtivos e financeiros do país, que se estranharam com a petista durante boa parte do primeiro mandato e será fundamental para o país retomar o crescimento econômico no próximo quadriênio. Nesse cenário, o nome forte é o do atual presidente do Conselho do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco.
Essa estratégia funcionaria também para outras áreas do governo e justificaria, por exemplo, a nomeação de Josué Gomes, filho do ex-presidente José Alencar, para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior(MDIC). Dilma já convidara Josué, este ano, para a pasta. Ele recusou, assim como o ex-presidente do Pão de Açúcar Abílio Diniz.
Postado por Caio Hostilio em 31/out/2014 - Sem Comentários
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, não quer nem ouvir falar na ideia de desviar para o sistema Cantareira águas da bacia do rio Paraíba do Sul. O governador paulista, Geraldo Alckmin, voltou a defender o uso do rio Jaguari para atenuar a crise hídrica no Estado. “É claro que isso nos preocupa. O que prejudica o Paraíba prejudica o Rio”, reage Pezão. O peemedebista ameaça levar a disputa a Brasília. “São Paulo não pode tomar decisões unilaterais. Ele sabe disso”, afirma.
O conflito pela bacia do Paraíba estava represado há sete meses. Em março, quando Alckmin lançou a ideia de desviar água do Jaguari, o então governador do Rio, Sérgio Cabral, foi ao Planalto e ameaçou recorrer à Justiça. Os dois bateram boca, e o tucano recuou.
Pezão tem conversado com a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e sustenta que qualquer disputa sobre a bacia hidrográfica deve ser arbitrada pelo governo federal. Contemporizador, ele diz torcer por uma providência dos céus: “Espero que chova logo para essa briga acabar”.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, agora que viu que enganou os paulistas por conta das eleições quer uma solução urgente, mesmo que tenha uma das maiores agressões à natureza.
Os paulistas, por sua vez, estão pagamento lodo por água potável!!!
Postado por Caio Hostilio em 31/out/2014 - 5 Comentários
É um caos em todos os seguimentos!!! Continua o descaso com o transporte coletivo, cujos ônibus oferecidos a população já tem mais de 20 anos de uso e sequer dá às mínimas condições de segurança a coletividade.
A ingerência é tamanha, que até agora a Justiça não se manifesta favorável a uma intervenção na SMTT, visto que o vício licitatório continua.
Na infraestrutura, os bairros continuam abandonados, com as ruas esburacadas, sem capinas, sem iluminação pública etc.
O Centro Histórico completamente desprezado…
O sistema educacional sem condições de regulamentar o ensino/aprendizagem após a paralisação de mais de 100 dias.
O sistema de saúde com uma maquiagem, cujos biombos escondem a verdadeira realidade dos socorrões.
Diante de tudo isso, quem adora tudo isso são os políticos, haja vista que os interesses reais da coletividade saíram de pauta!!!