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Eis os números reais pela corrida à Presidência da República…

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

imagesPesquisa Vox Populi, divulgada nesta segunda (13) pela TV Record, mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) com 45% dos votos totais contra 44% das intenções de voto do tucano Aécio Neves; os votos nulos e brancos são 5%; os indecisos são 5%; no quadro de votos válidos, Dilma tem 51% e Aécio tem 49%; por regiões, no Sul, o tucano tem 55% da preferência, contra 33% de Dilma; no Sudeste, Aécio tem 51%, contra 36% de Dilma; no Nordeste, Dilma tem 67% das intenções de voto, contra 26% do tucano; no Centro-Oeste e Norte, ambos têm 45%; resultado contrasta com pesquisa Istoé/Sensus, que apontou Aécio 17,6 pontos à frente de Dilma

Veja a diferença de tratamento dado ao servidor público nos governos do PSDB e do PT!!!

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

Por Antonio Augusto de Queiroz

Congresso em Foco

fhc-fuen-site_1_0Para possibilitar uma reflexão sobre as posturas do PT e do PSDB em relação aos servidores públicos, tendo em vista a disputa no segundo turno da eleição presidencial, levantamos alguns dados e informações sobre a postura desses dois partidos no trato com o funcionalismo federal no período em que governaram o País.

O primeiro aspecto a destacar diz respeito à forma de se relacionar com os servidores dos dois partidos.

Nos governos do PSDB no plano federal, a lógica foi “desregulamentar direitos e regulamentar restrições”, e sem qualquer diálogo com as entidades de servidores. Nos governos do PT houve uma mudança no padrão de relação, saindo de uma relação autoritária para um sistema de diálogo, ainda que com os conflitos próprios das negociações coletivas.

O segundo aspecto trata da reposição de pessoal, via concurso público, para manter a máquina pública funcionando e atendendo à população.

Nesse quesito parece evidente que enquanto os governos do PSDB promoveram um verdadeiro desmonte, com extinção de órgãos e substituição do concurso pela terceirização, o governo do PT fez o contrário, ou seja, recompôs alguns órgãos e fez concursos regularmente para praticamente todas as áreas de governo, embora tenha mantido um volume bastante elevado de terceirizações e de cargos comissionados.

O terceiro aspecto se refere à comparação em termos de ganhos salariais nos dois governos.

Nos governos do PSDB, ao longo dos oito anos, não houve política salarial, mas uma lógica de concessão de abonos e reajustes diferenciados, e limitado a determinados grupos de servidores, que resultaram em enorme arrocho salarial, a ponto de que nem mesmo os setores contemplados tiveram reposta a inflação ou o poder de compra dos salários.

Nos governos do PT, embora desde 2004 tenha sido deixada de lado a revisão geral anual prevista no art. 37, X da Constituição, ocorreram de forma sistemática reestruturações remuneratórias com aumento real para todos os servidores, ainda que com disparidades de tratamento bastante expressivas entre servidores em situações análogas. A mesa de negociação permaneceu em funcionamento no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e mesas setoriais foram estabelecidas para debater questões específicas relativas a ministérios, autarquias e fundações. Mesmo não tendo havido aumento real ou mesmo a reposição da perda inflacionária no período posterior à reestruturação, nenhum servidor recebeu abaixo da inflação ao longo dos 12 anos. O governo Dilma não concedeu reajustes em 2011 e 2012, e os reajustes previstos para 2013, 2014 e 2015 são inferiores à inflação acumulada em seu governo.

O quarto ponto cuida dos cortes de direitos dos servidores, aposentados e pensionistas nos dois governos.

Nos governos do PSDB, houve as reformas administrativa e previdenciária, além da supressão ou redução de 50 direitos e vantagens dos servidores, a desvinculação dos reajustes dos civis dos reajustes dos militares e a burla ou quebra da paridade, com uma política de gratificação salarial que prejudicou enormemente os aposentados e pensionistas do serviço público. Veja no box (abaixo) a lista dos cortes anteriores às reformas.

Especificamente na reforma administrativa, a mudança tucana resultou:

1) no fim do Regime Jurídico Único;

2) na possibilidade de redução salarial, limitando a irredutibilidade ao vencimento básico;

3) na disponibilidade com remuneração proporcional;

4) no fim da estabilidade do servidor;

5) na desvinculação dos reajustes dos militares dos servidores civis;

6) na ampliação de dois para três anos do estágio probatório;

7) no fim da isonomia; e

8) na previsão de regulamentação da greve por lei ordinária.

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PMDB paulista confirma apoio a Dilma

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

C˙pula do PMDB do Rio promete apoio a Temer, mas faz crÌtica a petistasReunidos com o vice-presidente Michel Temer, nesta segunda-feira, 13, em São Paulo, prefeitos peemedebistas do Estado anunciaram apoio à reeleição de Dilma Roussef (PT), mas defenderam a adesão ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) no primeiro turno da eleição governamental. Eles criticaram o candidato do próprio partido, Paulo Skaf, que não compareceu. “A candidatura do PMDB não estava comprometida com o partido. Ele (Skaf) nem falava com os prefeitos”, criticou o prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri. “Eu estou aqui, veja se ele está”, acrescentou.

O peemedebista foi um dos 66 prefeitos que, na reta final, anunciaram adesão a Alckmin, reeleito no primeiro turno. Em discurso, ele pediu aos colegas o apoio à candidata do PT à Presidência. “Estamos com você e com Dilma, queremos que vocês continuem nos ajudando”, disse, dirigindo-se a Temer. Perguntado sobre a duplicidade de apoio, alegou que é normal apoiar o governador de um partido e o presidente de outro. “No primeiro turno, já estávamos com Dilma e Michel, mas achamos que, até para o Michel ter o Geraldo (Alckmin) como governador seria melhor. Acabamos de eleger o Alckmin e estamos com ele. O que precisa é de uma reforma política”, disse.

O ministro do Aviação Civil, Moreira Franco, também criticou Skaf de forma indireta. Em seu discurso ele se referiu ao “PMDB de algumas semanas atrás, indefinido, em que as coisas não estavam claras, e agora aqui, unido com Temer e Dilma”. Durante toda a campanha no primeiro turno, Skaf evitou manifestar apoio à petista.

O presidente do PMDB estadual, deputado Baleia Rossi, disse que Skaf não compareceu porque já havia agendado um almoço com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, no mesmo horário. O nome do segundo colocado na eleição estadual não foi citado nos discursos nem para justificar a ausência. “O PMDB não é uma pessoa e a grande maioria está aqui”, disse Rossi. A assessoria de Skaf confirmou a agenda com Lewandowski e informou que o empresário não comentaria as críticas dos prefeitos.

O encontro reuniu cerca de 400 militantes numa churrascaria, na zona leste da capital, entre prefeitos, vices, deputados eleitos e suplentes, além de dirigentes regionais do PMDB. A lista dos presentes não estava disponível ao final do evento. O candidato derrotado ao Senado por São Paulo, ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) fez discurso de apoio a Dilma. O coordenador da campanha estadual do PMDB, Luiz Antonio Fleury Filho, compôs a mesa mas não falou no evento.

A presidente Dilma Rousseff gravou um vídeo em que cita os investimentos do governo federal no Estado e pede apoio “para que as conquistas dos brasileiros de São Paulo não sejam interrompidas”. Também presente, o ministro da Agricultura, Neri Geller (PMDB) criticou a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, nova aliada do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, por ter perseguido os produtores rurais com multas ambientais. (José Maria Tomazela/AE)

Isso foi jogado pra debaixo do tapete!!! Aécio força campanha com Petrobras, mas abafou CPI sobre má gestão tucana em 2001

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - 3 Comentários

O debate superficial e com fins eleitorais por setores da imprensa pode favorecer Aécio. Mas terá o candidato moral para falar sobre investigação de corrupção na estatal?

Blog da Helena

Plataforma afunda em 2001: sinais de má gestão e corrupção mas, presidente da Câmara, Aécio Neves abafou CPI

Plataforma afunda em 2001: sinais de má gestão e corrupção mas, presidente da Câmara, Aécio Neves abafou CPI

O candidato do PSDB, Aécio Neves segue mantendo as denúncias de Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da estatal que tenta reduzir sua pena – que pode chegar a 50 anos de prisão – como um dos principais temas de sua campanha para este segundo turno das eleições presidenciais.

Mas aqui cabe uma questão: Aécio tem  realmente um perfil adequado para falar sobre corrupção, levando em conta alguns de seus atos no passado em relação à Petrobras?

Lembremos. Em 14 de fevereiro de 2001, Aécio foi empossado presidente da Câmara dos Deputados, época em que seu partido detinha a presidência da República com o governo de Fernando Henrique Cardoso. No mês seguinte, madrugada do dia 15 de março de 2001, ocorreram duas explosões, seguidas do afundamento da plataforma de petróleo P-36 da Petrobras, no campo de Roncador, na Bacia de Campos, estado do Rio. Onze trabalhadores morreram.

Detalhe: a plataforma teve sua construção iniciada na Itália e foi concluída no Canadá, numa época em que o governo brasileiro preferia recorrer a “parcerias” no exterior, em vez de estimular a indústria nacional.

Pois bem. O CREA-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro), órgão independente e apartidário, periciou o afundamento e produziu um relatório final apontando como causas erros de gestão ao antecipar de forma irresponsável o tempo de montagem no Canadá, da adaptação malfeita de plataforma de perfuração para plataforma de produção, e um erro de projeto “profundo e claro, quando foi colocado um tanque de drenagem de emergência dentro de uma das colunas de toda a plataforma, fazendo Com que, quando ocorreu a explosão, realmente ela ficasse sem sustentação”, nas palavras do então presidente do CREA-RJ, José Chacon.

O relatório do Crea-RJ foi encaminhado ao Ministério Público, ao Ministério do Meio Ambiente, à Agência Nacional de Petróleo (ANP), à Marinha do Brasil, à Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) e ao Congresso Nacional, com pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para responsabilizar os envolvidos no acidente.

Pois Aécio, como presidente da Câmara dos Deputados na época, agiu na direção de abafar CPI que pudesse investigar responsabilidades. Para tanto, entre outra manobras, ele usou o relatório da ANP que, na época tinha como diretor-geral o então genro do então presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn. Este, resumidamente, concluiu que “as causas das explosões na P-36 estiveram relacionados a não-conformidades quanto a procedimentos operacionais, de manutenção e de projeto” e, na prática, associava a responsabilidade da tragédia aos próprios trabalhadores.

Aliás no governo de FHC, a  Procuradoria-Geral da República tinha a tristemente famosa postura de “engavetar” tudo que pudesse responsabilizar o governo tucano, a ponto do então procurador, Geraldo Brindeiro, nomeado por FHC,  ganhar o apelido de ‘engavetador-geral’ da República. Na presidência da Câmara, o então deputado Aécio Neves, não ficava para  atrás. Todas as tentativas da oposição de abrir CPIs que pudessem atingir o PSDB eram barradas pela maioria governista da época, com a participação ativa de Aécio nas articulações.

O resultado era a impunidade. Havia crimes, mas criminosos eram sujeitos ocultos. Havia dolo, sem autores. Ninguém foi responsabilizado pelo afundamento da P-36. Prejuízos ao erário não voltavam aos cofres públicos. A lição era de que o crime de alta corrupção recompensava quem não tinha escrúpulos.

Atualmente, há duas CPIs investigando a Petrobras. O ex-diretor Paulo Roberto Costa, entrou na empresa como engenheiro concursado na década de 1970. Subiu na carreira, chegando a diretoria no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. Como funcionário de carreira e com desempenho técnico bem avaliado na época permaneceu na diretoria após 2003, no governo Lula. Em 2012 foi afastado por Dilma e acabou preso por acaso, por manter conexão com o doleiro Alberto Youssef, em outra investigação, que investigava lavagem de dinheiro e nada tinha a ver com a Petrobras.

Mas a conexão abriu nova linha de investigação. Sem saída, diante da eminência de condenação a uma longa pena, negociou uma delação premiada e a devolução de propinas recebidas por empreiteiras. Daí em diante, o vazamento de seus depoimentos passou a montar um outro cenário que prenuncia a montagem de uma nova tentativa de golpe midiático para tentar deformar o juízo do eleitorado. Mas isso é assunto para depois

Importante é frisar, mais uma vez, que hoje ainda há crimes sendo cometidos dentro das estatais sim mas, diferentemente do governo FHC, agora sabe-se buscam-se os criminosos e busca-se também puni-los. Quando há dolo, responsabiliza-se os autores e a recuperação do dinheiro público desviado. É assim que se combate a impunidade. E isso jamais foi feito nos governos tucanos de forma geral –haja vista a quantidade de CPIs barradas pela maioria submissa à vontade do governador Geraldo Alckmin em São Paulo.

O debate superficial, seletivo e parcial, dirigido com fins eleitorais por setores da imprensa que mandam às favas os fatos e destacam o que acham interessante para eleger seu candidato do PSDB, pode favorecer Aécio. Mas o debate aprofundado o desfavorece. Ao deflagrar o debate superficial porém, é inevitável seu aprofundamento.

A luta agora vai de acordo com sua linha de pensamento…

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - 5 Comentários

ideologia_2Em minha opinião, não interessa está debatendo o sexo dos anjos!!! Agora, chegou a vez do debate franco entre a dialética e o positivismo. Por isso, parto para a luta a favor da linha pensamento que sempre defendi e não abro mão de ir ao extremo para defendê-la.

Não me interessa a neutralidade de Flávio Dino, das picuinhas de Márcio Jerry e de Berenice, do desgaste da Dilma e de seus erros eleitorais.

Não me interessa os oportunistas petistas, que sequer conheceram o nascedouro de luta desse partido, assim como os do PDT e do PSB, que por circunstâncias politiqueiras mudam de lado como se muda de roupa!!!

Eu travo a minha luta, como sempre fiz contra o positivismo e seus males através do capitalismo e, principalmente, do neoliberalismo.

Perdendo ou ganhando sempre estarei na trincheira de luta e armado até os dentes contra esse mal que assola o mundo, cujos excluídos sequer tem o direito de comer as toneladas e toneladas de alimentos que são jogadas fora no lixo pelos senhores capitalistas.

Permaneço na luta contra o que vi nos governos neoliberais no Brasil, cujas conseqüências foram trágicas e hoje camufladas pela mídia quatrocentona paulistana e pela Rede Globo.

Portanto, que cada um defenda sua bandeira democraticamente e deixe de lado as práticas que vão de encontro os princípios republicanos!!!

E a relação de Flávio Dino com a bancada federal?

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

flaviotadinocaQuem for ser o presidente da república saberá que não governará se não tiver a maioria no Congresso Nacional.

E o fiel da balança mais uma vez será o PMDB, que saiu com a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados e a maior bancada no Senado Federal.

E por isso os partidos antecipam a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados independente do resultado das urnas, o PMDB terá papel importante na escolha. PT e PSDB já fazem movimentos nesse sentido.

Independentemente de quem sair vitorioso das urnas na corrida presidencial, o PDMB desempenhará papel central no jogo de forças partidárias na Câmara dos Deputados. Atualmente na base da presidente Dilma Rousseff (PT), a legenda já é alvo da cobiça do PSDB — caso o tucano Aécio Neves seja eleito este mês, quer garantir apoio ao Palácio do Planalto nas votações. Cientes do peso de serem a segunda maior bancada da Casa (66 parlamentares), os peemedebistas já costuram para garantir a presidência da Mesa Diretora. O PT, porém, avalia brigar pela cadeira.

Os tucanos que não são bobos já andam anunciando Eduardo Cunha (PMDB/RJ), atual líder da legenda. Conhecido como pedra no sapato da presidente Dilma, por dificultar votações de interesse do Planalto, ele já enfrenta a resistência do PT.
Emissários de Dilma na Casa já estão dando o recado aos aliados peemedebistas. “Elegemos a maior bancada (70 deputados) e, tradicionalmente, a presidência cabe ao maior partido. Por ora, Arlindo Chinaglia (SP) e Marco Maia (RS) são os nossos nomes”, diz um cacique petista.

Agora, vejam as forças das bancadas partidárias maranhenses:

Hildo Rocha (PMDB)

João Marcelo (PMDB)

Alberto Filho (PMDB)

Kléber Verde (PRB

Sarney Filho (PV)

Victor Mendes (PV)

Pedro Fernandes (PTB)

Juscelino Filho (PRP)

Aluísio Mendes (PSDC)

André Fufuca (PEN)

Júnior Marreca (PEN)

Zé Carlos (PT)

Weverton Rocha (PDT)

Eliziane Gama (PPS)

Rubens Júnior (PCdoB)

Zé Reinaldo (PSB)

Waldir Maranhão (PP)

João Castelo (PSDB)

Se dessa vez essa bancada não se unir em prol do Maranhão e deixar as politiquices de lado, mas uma vez esse estado vai ficar chupando o dedo!!! Ganha quem têm bancada forte e unida. Não ainda ter vice do PSDB se não tem maioria lá no Congresso!!!

Por outro lado, vale ressaltar que somente o PMDB elegeu deputados em todos os estados brasileiros, seguindo, com isso, a determinação do artigo 17 da Constituição que diz que um partido político precisa ter “caráter nacional”. Pela segunda eleição consecutiva, só o PMDB cumpre de fato essa exigência: foi a única legenda que elegeu deputados federais em todos os 26 Estados e no Distrito Federal.

Por isso que é uma legenda forte e que os paulistanos donos do PSDB andam atrás!!!

Marina Silva: uma metamorfose ambulante!!!

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

Marina-Silva-Plano-B-Tucano2Em minha opinião, Marina Silva jogou pelo ralo sua história de luta pela redemocratização desse país; pelas práticas cruéis do capitalismo selvagem e, principalmente, pelo neoliberalismo adotado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na verdade, ela demonstra ser uma metamorfose ambulante que ao se livrar do casulo e ganhar asas mostrou a sua verdadeira face de neoliberal!!!

Antes, se manifestava em favor de Wladimir Pomar quando travava brigas horrendas com o maquiavélico Fernando Henrique Cardoso, que insistia em implantar o neoliberalismo no Brasil, mesmo sabendo que essa maldade contra os seres humanos já não havia dado certo nos USA, na Inglaterra, na Alemanha e até no Chile, cuja prática é a de trabalhar apenas com 1/3 da população e que o resto vá para o inferno!!!

A metamorfose de Marina fez com que ela se esquecesse dos milhares e milhares de servidores públicos que foram enganados com as demissões voluntárias e que hoje passam fome, pois assim funciona o neoliberalismo.

A metamorfose faz com que a Marina de hoje passe a mão na cabeça daqueles que afundaram a P36, que venderam o patrimônio brasileiro a preço de banana, que praticaram as mais diversas corrupções nesse país, isso com o já falecido Sérgio Mota, das cachorradas efetuadas nos diversos governos em São Paulo.

Aí estão os porquês da família de Chico Medes repudiá-la e um dos assassinos de Chico Mendes apoiá-la

O vale tudo na política… Agora Dilma quer cassar até Flávio Dino!!! Pode?

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

aecio-e-flavio-dinoFlávio Dino já disse que ficará neutro, mas o seu vice, o tucano Carlos Brandão, aproveita toda essa neutralidade para jogar tudo que pode em favor do seu candidato à Presidência da República. Leiam a pérola que Carlos Brandão soltou num discurso em Imperatriz: “Votar em Dilma Roussef anula o seu voto em Flávio Dino, pois ele será cassado da mesma forma como aconteceu com Jackson Lago”. Olha que tinha petistas emplumados escutando tudo isso e sequer se manifestaram!!!

Agora, Dilma, se vencer, irá cassar Flávio Dino!!!

Antes, ela se manteve neutra, mesmo o PT coligado com o PMDB no Maranhão, e até mandando todo o material de propaganda para o candidato do PCdoB…

Nas propagandas do Flávio Dino aparecia a militância dos três candidatos aos abraços, agora a Dilma quer cassar Flávio Dino?

Respeito à dialética!!! Presidente do PSB diz que aliança com Aécio foi traição e declara apoio a Dilma

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - 3 Comentários

‘É a alternativa que mais contribui na direção do resgate de dívidas históricas com povo’

JB

O presidente nacional do PSB – partido pelo qual a ex-senadora Marina Silva disputou o primeiro turno da eleição para a Presidência -, Roberto Amaral, publicou uma mensagem em seu blog neste fim de semana criticando a aliança de seu partido com o candidato tucano Aécio Neves para o segundo turno. Para Amaral, o apoio “renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.”

Ainda segundo Amaral, “ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos”. O presidente do PSB prossegue afirmando que, “por isso mesmo e, coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata, Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma Rousseff.”

No texto, Amaral deixa claro seu apoio à candidata petista. “Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido pela nova maioriaCumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática.”

artigo-de-roberto-amaral-critica-apoio-a-aecio-nevesArtigo de Roberto Amaral critica apoio a Aécio Neves

Veja o texto na íntegra:

http://ramaral.org/?p=9256

Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro

A luta interna no PSB, latente há algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e, por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja ao governo Dilma, seja ao PT, seja à atrasada dicotomia PT-PSDB – denunciada, na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças que de fato dominam o país e decidem o poder.

Ao aliar-se acriticamente à candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém,  renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores – entre os quais me incluo – e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

Esse caminhar tortuoso contradiz a oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.

Ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e, coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata, Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma Rousseff.

Como honrar o legado do PSB optando pelo polo mais atrasado? Em momento crucial para o futuro do país, o debate interno do PSB restringiu-se à disputa rastaquera dos que buscam sinecuras e recompensas nos desvãos do Estado. Nas ante-salas de nossa sede em Brasília já se escolhem os ministros que o PSB ocuparia num eventual governo tucano. A tragédia do PT e de outros partidos a caminho da descaracterização ideológica não serviu de lição: nenhuma agremiação política pode prescindir da primazia do debate programático sério e aprofundado. Quem não aprende com a História condena-se a errar seguidamente.

Estamos em face de uma das fontes da crise brasileira: a visão pobre, míope, curta, dos processos históricos, visão na qual o acessório toma a vez do principal, o episódico substitui o estrutural, as miragens tomam o lugar da realidade. Diante da floresta, o medíocre contempla uma ou outra árvore. Perde a noção do rumo histórico.

Ao menosprezar seu próprio trajeto, ao ignorar as lições de seus fundadores – entre eles João Mangabeira, Antônio Houaiss, Jamil Haddad e Miguel Arraes –, o PSB renunciou à posição que lhe cabia na construção do socialismo do século XXI, o socialismo democrático, optando pela covarde rendição ao statu quo. Renunciou à luta pelas reformas que podem conduzir a sociedade a um patamar condizente com suas legítimas aspirações.

Qual o papel de um partido socialista no Brasil de hoje? Não será o de promover a conciliação com o capital em detrimento do trabalho; não será o de aceitar a pobreza e a exploração do homem pelo homem como fenômeno natural e irrecorrível; não será o de desaparelhar o Estado em favor do grande capital, nem renunciar à soberania e subordinar-se ao capital financeiro que construiu a crise de 2008 e construirá tantas outras quantas sejam necessárias à expansão do seu domínio, movendo mesmo guerras odientas para atender aos insaciáveis interesses monopolísticos.

O papel de um partido socialista no Brasil de hoje é o de impulsionar a redistribuição da riqueza, alargando as políticas sociais e promovendo a reforma agrária em larga escala; é o de proteger o patrimônio natural e cultural; é o de combater todas as formas de atentado à dignidade humana; é o de extinguir as desigualdades espaciais do desenvolvimento; é o de alargar as chances para uma juventude prenhe de aspirações; é o de garantir a segurança do cidadão, em particular aquele em situação de risco; é o de assegurar, através de tecnologias avançadas, a defesa militar contra a ganância estrangeira; é o de promover a aproximação com nossos vizinhos latino-americanos e africanos; é o de prover as possibilidades de escolher soberanamente suas parcerias internacionais. É o de aprofundar a democracia.

Como presidente do PSB, procurei manter-me equidistante das disputas, embora minha opção fosse publicamente conhecida. Assumi a Presidência do Partido no grave momento que se sucedeu à tragédia que nos levou Eduardo Campos; conduzi o Partido durante a honrada campanha de Marina Silva. Anunciados os números do primeiro turno, ouvi, como magistrado, todas as correntes e dirigi até o final a reunião da Comissão Executiva que escolheu o suicídio político-ideológico.

Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido pela nova maioria. Cumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática. Sem declinar das nossas diferenças, que nos colocaram em campanhas distintas no primeiro turno, o apoio a Dilma representa mais avanços e menos retrocessos, ou seja, é, nas atuais circunstâncias, a que mais contribui na direção do resgate de dívidas históricas com seu próprio povo, como também de sua inserção tão autônoma quanto possível no cenário global.

Denunciamos a estreiteza do maniqueísmo PT-PSBD, oferecemos nossa alternativa e fomos derrotados: prevaleceu a dicotomia, e diante dela cumpre optar. E a opção é clara para quem se mantém fiel aos princípios e à trajetória do PSB.

O Brasil não pode retroagir.

Convido todos, dentro e fora do PSB, a atuar comigo em defesa da sociedade brasileira, para integrar esse histórico movimento em defesa de um país desenvolvido, democrático e soberano.

Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2014.

Roberto Amaral

José Sarney no olho do furacão!!!

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - Sem Comentários

aecio_sarney_loteriaDesde que o ex-presidente escreveu o artigo “Daí a Lula o que é de Lula” que se tornou o principal inimigo dos jornalões e revistas paulistanas, que sempre foram financiadas pelos tucanos, assim como a Rede Globo.

radio-aecioPassaram a atacar José Sarney de todas as formas e até usaram e abusaram dos próprios maranhenses que se diziam adversários do ex-presidente para atingi-lo, porém o alvo terminou sendo o Maranhão!!!

Agora, fora da política e aposentado, Sarney voltou a ser usado pelo lado contrário. Dessa vez é o PT que tentar juntar a imagem de José Sarney a de Aécio Neves e usa todo a arsenal que deixa os jornalões sem ter o que escrever e a Globo sem ter o que mostrar.

O interessante é que os inimigos de Sarney no Maranhão agora estão todos querendo o Aécio…

Que política mais doida essa a do Brasil!!!

De repente o PT esquadrinhou um fluxograma um tanto engraçado para juntar o PP, o Paulo Roberto Costa, a Petrobrás e o Aécio Neves:

dornelles_nomeou_costa_aecio

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