Assistam ao vídeo!!! Ricardo Murad convida a todos para os seus eventos já agendados…

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

Tamo junto. Quero todos comigo prestigiando nossos encontros.

  Publicado em: Política

Engrandecendo a cidadania!!! Obras do Shopping da Gente são retomadas e deve ser entregue até o final de 2020

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

O Shopping da Gente já está em fase de conclusão. A obra havia sido afetada pela Pandemia, e chegou ter os trabalhos interrompidos. Orçada em mais de 7 milhões de reais, a obra está sendo construída com recursos próprios e vai permitir aos quase 300 permissionários que hoje atuam no comércio informal no Centro de Caxias, tenham um local para trabalhar dignamente. A previsão é que até o final de 2020, os trabalhos sejam concluídos.

  Publicado em: Política

ELEIÇÕES 2020: Rigo Teles e Marcos Unillar registram suas candidaturas na Justiça eleitoral em Barra do Corda

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

Rigo Teles candidato a prefeito e Marcos Unillar candidato a vice-prefeito foram os primeiros a registrarem suas candidaturas. O pedido foi protocolado nesta segunda-feira, 21 de setembro e já consta no sistema do TSE.

A Justiça eleitoral recebeu ontem, segunda-feira(21), o primeiro pedido por parte dos pretensos candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito em Barra do Corda.

Rigo Teles e Marcos Unillar foram os primeiros a protocolar o pedido de registro da chapa para disputarem as eleições de 15 de novembro. O nome da coligação é; A EXPERIÊNCIA PARA TRABALHAR formada pelos partidos PL, PSDB, REPUBLICANOS, MDB E PT.

Rigo Teles possui 57 anos de idade e Marcos Unillar 47 anos. O registro das candidaturas para os cargo de prefeito e vice serão julgados pelo juiz eleitoral Antônio Elias de Queiroga Filho, da 23ª zona eleitoral de Barra do Corda. CONFIRA ABAIXO A TELA DO TSE COM O REGISTRO DAS CANDDIATURAS DE RIGO TELES E MARCOS UNILLAR;

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  Publicado em: Política

No Centro Histórico de São Luís, Neto Evangelista firma compromisso com a valorização das manifestações culturais e melhoria dos prédios

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

A convite do candidato a vereador pelo MDB, André Campos, o deputado estadual Neto Evangelista, candidato a prefeito de São Luís pelo Democratas, e a candidata à vice-prefeita, Luzimar Lopes (PDT), reuniram-se, no último fim de semana, com moradores e dirigentes da Associação dos Moradores do Centro Histórico e da Escola de Música do Bom Menino.
Durante o encontro, Neto se comprometeu a valorizar os prédios que compõem a área do Centro Histórico, com a melhoria das habitações e as manifestações culturais locais para atrair turismo.
“Vamos tratar as entidades culturais como parceiras, com diálogo permanente. Precisamos impulsionar nossa cultura, para tanto, a nossa primeira medida será regulamentar a lei municipal de incentivo à cultura e esporte. Assim, garantiremos recursos para manter dignamente nossa cultura, além de possibilitar a elaboração de um calendário cultural anual”, garantiu Neto Evangelista.
O pré-candidato a vereador André Campos, que nasceu e foi criado no bairro do Desterro no Centro Histórico, disse que falta apoio do poder público para o Centro Histórico e à população local. “Mas com o Neto prefeito, o Centro voltará a pulsar porque ele tem sensibilidade e demonstrou isso ao falar de sua família durante a convenção que homologou o seu nome como candidato a prefeito de São Luís. Além disso, ele tem compromisso com as pessoas, em cuidar das pessoas e tenho certeza que ele será um dos melhores prefeitos de São Luís. E sempre vai ter um vereador aliado”, afirmou.
O presidente da União de Moradores do Centro Histórico, Luís Cláudio, destacou a luta dos moradores dos bairros por melhores políticas públicas e os problemas enfrentados há décadas nas áreas de saúde, educação, cultura, geração de emprego e renda; e, principalmente, por moradia melhor e digna.
“O que temos é muito pouco. Os bairros que compõem o Centro Histórico precisam ter vida. O Desterro, o Centro Histórico e a Praia Grande são espaços culturais que ajudam a retirar as crianças da ociosidade. A Escola de Música do Bom Menino é um exemplo disso, pois já preparou e formou muitos músicos”, relatou Luís Claudio.
Ao fim do encontro, Neto visitou um dos casarões agradeceu as manifestações de apoio e reafirmou que fará uma gestão jamais vista na cidade de São Luís, com foco, determinação, valorização e cuidado com as pessoas. Todos que se manifestaram falaram com propriedade e com o coração, porque vivenciam na pele os problemas de moradia ou a falta de apoio às atividades culturais”.
“Não tem coisa melhor que cuidar das pessoas. Quem recebe o cuidado agradece, mas quem faz se sente realizado. Através da prefeitura vou ter as condições de resolver os problemas de milhares de pessoas. Serei um prefeito das ruas, que administrará com os pés no chão, me comprometendo só com o que posso cumprir. Ando de cabeça erguida por onde eu passo e assim será. Assim como meu pai é o meu orgulho, quero ser o orgulho dos meus filhos”, concluiu Neto Evangelista.

  Publicado em: Política

Uma Corte fraca e com decisões unilaterais!!! Só 1% das decisões do STF dos últimos 30 anos foi tomada em discussão presencial e aprofundada

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

Vergonha!!! Levantamento aponta que, nos últimos 30 anos, 72% das análises foram individuais e 16%, virtuais ou em lista

Nesse período, 72% das decisões da corte foram tomadas de maneira individual por algum ministro. Outros 10% foram devolvidos a instâncias inferiores automaticamente e sequer houve decisão do STF nesses casos.

Os julgamentos colegiados representaram 17% do total, mas 16% deles dizem respeito a análises em sessões virtuais ou de maneira presencial em lista, quando são apreciados em lote e sem discussão do caso.

Os dados estão no relatório Supremo em Números, da FGV Direito Rio, e expõem o fenômeno da monocratização do tribunal, retratado pelo alto número de despachos individuais de um órgão que, em tese, deveria prezar pelo entendimento colegiado.

Para os especialistas que fizeram o levantamento, os dados enfraquecem um dos principais argumentos do ministro Dias Toffoli sobre sua gestão na presidência do tribunal, que acabou em 10 de setembro.

Toffoli ampliou o plenário virtual da corte e costuma citar o aumento das decisões colegiadas como um de seus feitos. Segundo o ministro, ao longo de 2019, o STF proferiu 16,6 mil decisões colegiadas, número 20% superior ao de 2018.

“O ministro deu ênfase para isso, e motivou a gente a parar e olhar exatamente o que está dentro desse balaio que, na verdade, contém muitas situações diferentes. Quando falo em decisão colegiada, posso estar falando várias coisas”, diz Diego Werneck.

Para isso, três integrantes da FGV, entre eles Werneck, decidiram fazer um levantamento e classificar os julgamentos da corte de acordo com a “atenção decisória” dada a cada caso.

A primeira categoria que eles criaram considera os processos apresentados ao Supremo, mas devolvidos automaticamente a instâncias inferiores por se enquadrarem em temas de repercussão geral.

Isso ocorre quando uma situação se multiplica no Judiciário e o STF define uma tese para ser aplicada pelos tribunais aos casos concretos a fim de solucionar as controvérsias. Esse recorte corresponde a 10% das ações que chegaram à corte de 1988 e 2018, o equivalente a 199 mil litígios.

Na segunda tipologia está concentrado o maior número de processos: são 1,38 milhão (72%) de causas em que houve apenas decisão individual, sem nenhum registro de discussão colegiada.

No terceiro tipo estão incluídas 308 mil ações (16%) que tiveram decisão colegiada, mas em processos decididos em julgamentos virtuais ou em sessões em que 20 ou mais casos foram julgados.

Apenas na última categoria, que representa só 1% dos julgamentos, houve decisão conjunta com análise específica e aprofundada do tema. Como isso inclui as duas turmas da corte, conclui-se que decisões aprofundadas do plenário em que se reúnem os 11 ministros são ainda mais raras.

“A exceção é o que o tribunal decide conjuntamente e com debate específico. A imagem típica dos 11 ministros discutindo, debatendo questões jurídicas é um número muito pequeno do que acontece”, diz Werneck.

Ele ressalta a importância do julgamento presencial. “Há estudos que mostram que a chance de mudança de voto no plenário não é baixa. E, mesmo que não tenha mudança, eles limitam uns aos outros, confrontam argumentos, e isso é importante para complementar a transparência que a corte oferece.”

“Se presencialmente a palavra circula entre os ministros para que apresentem seus votos em tempo real, no plenário virtual não há oportunidade institucional de debate de fato, não tem interação”, afirma.

Na visão dele, os dados apontam a superficialidade das decisões tomadas online tanto pelas turmas quanto pelo plenário.

“Mesmo levando em consideração a maior celeridade de sessões virtuais, o número médio de decisões por sessão salta aos olhos: segundo os dados fornecidos pelo tribunal para o primeiro semestre de 2019, as 7.900 decisões colegiadas foram tomadas em um total de 141 sessões, perfazendo uma média de 56 processos por sessão de julgamento.”

Para Pereira, as declarações de que houve ampliação dos entendimentos firmados em conjunto pela corte não representam a realidade.

“Os resultados reforçam a ideia de que um uso puramente formal da categoria ‘decisões colegiadas’ ofusca uma dimensão importante da realidade do tribunal, estimulando uma percepção inflacionada da proporção e volume de decisões em que os ministros de fato interagem em tempo real para ouvir os votos de seus colegas sobre um caso específico”, diz.

Além de Pereira e Werneck, Guilherme Almeida completa o trio que desenvolveu o estudo. Ele destaca que os julgamentos presenciais garantem maior chance de haver a decisão mais justa possível.

“O maior grau de atenção tem reflexos na taxa de procedência das ações. Nos processos que recebem análise específica e presencial, a taxa de sucesso das partes ativas tende a ser maior do que ocorre nos processos classificados nos outros tipos”, diz.

Desde a promulgação da Constituição, o Congresso e o próprio STF aprovaram medidas a fim de reduzir a sobrecarga de processos da corte.

A súmula vinculante para dar mais força às decisões do Supremo e evitar a subida de todos os casos a Brasília e o instituto da repercussão geral são exemplos nesse sentido.

Agora, o Legislativo discute uma PEC (proposta de emenda à Constituição) para determinar o trânsito em julgado dos processos em segunda instância. No projeto em discussão, ao STJ e ao STF seriam encaminhados questionamentos, mas a pena já seria cumprida.

Isso também pode reduzir o número de processos do Supremo. Mas a solução para o baixo número de discussões aprofundadas na corte não é tão simples, alertam os especialistas.

“Toffoli conseguiu bons indicadores. O STF tem de fazer andar os processos? Ele avançou nesse sentido. Mas precisamos também focar a pergunta sobre a discussão qualificada, a interação entre os ministros, o debate presencial de teses relevantes”, diz Pereira.

Para resolver isso, ele lembra que há um movimento no tribunal que defende uma limitação de tempo para o voto de cada ministro, a fim de viabilizar a análise de mais casos quando estão reunidos presencialmente.

Reservadamente, no entanto, uma ala da corte resiste a essa medida. Um ministro que simpatiza com essa regra, porém, diz que a crescente exposição do STF na mídia dificulta a ideia de dar mais celeridade aos julgamentos em plenário.

Na entrevista em que fez um balanço de sua gestão, Toffoli afirmou que nos dois anos em que esteve à frente do tribunal foram tomadas 31,7 mil decisões colegiadas.

“Não há como dizer que o STF é uma corte monocrática. Não há corte constitucional no mundo que tenha esse número de decisões colegiadas. Não tem. Podem pesquisar que não vão”, frisou.

Segundo ele, quando assumiu o tribunal havia 1.200 processos na fila para análise do plenário. Agora, esse número caiu para 369. “Uma redução de quase 70%”, disse. E concluiu com uma frase que repetiu diversas vezes na presidência do STF: “Somos a suprema corte que mais julga processos no mundo”.

A Folha questionou os dados à assessoria do STF, que, até a publicação deste texto, não havia se pronunciado.

As informações são da FolhaPress

  Publicado em: Política

Assista a sessão plenária da Assembleia Legislativa

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

  Publicado em: Política

Os sanguessugas do dinheiro público para arte medíocre!!! Secretário Mario Frias: “Enfrentamos a revolta dos que se apoderaram da Lei Rouanet”

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

Frias

O secretário especial de Cultura e ator, Mario Frias, comemorou os 100 dias no comando da cultura brasileira sob o governo de Jair Bolsonaro. Frias, que substituiu a colega Regina Duarte, enxerga essa jornada ao lado do presidente como algo “bastante animador e promissor para o muito que ainda iremos trilhar para tornar a cultura brasileira um direito de todos”.

O grande desafio é enxugar a máquina federal da Cultura, melhorar todos os processos para dar maior agilidade, eficácia e não gastar com grandes estruturas físicas nem com projetos que beneficiam a poucos e não levam a arte ao povo. Estamos fazendo uma completa reestruturação, consertando a turbina do avião a bordo. Queremos, em resumo, uma Secretaria de Cultura ágil, leve e eficiente. Que atenda a todos, sem discriminação ou preconceito. As portas da secretaria estão abertas a todos que queiram, de fato, fazer arte, e não política.”, escreveu.

O secretário da Cultura também criticou os opositores por suas “reações histriônicas e estéreis” e atacou o que ele chamou de “cultura exclusivista”. Ele afirmou que sua missão é “superar o preconceito e a relutância de alguns em aceitar uma nova política cultural para o país”.

“Estamos enfrentando a revolta daqueles que se apoderaram da Lei Rouanet, aquinhoando historicamente, e quase que exclusivamente, as verbas milionárias previstas pela legislação, que é para todos, e não para alguns poucos escolhidos a dedo. Por vezes, revelam preconceito e intolerância à mudança, além de desrespeito ao resultado das urnas. Contra essa postura preconceituosa, a Secretaria de Cultura apresenta resultados. Estamos em setembro e já entregamos R$ 1,7 bilhão dos R$ 3 bilhões previstos ao auxílio emergencial da Lei Aldir Blanc, destinados aos trabalhadores da cultura. Até agora, 575 municípios foram beneficiados, em 23 estados e no Distrito Federal.”, disse.
Relacionados:  Eri Johnson rasga elogios à Regina Duarte e defende revisão na Lei Rouanet: “É preciso ter ordem.”

Assim como na campanha que destacou o heroísmo dos brasileiros, Frias defende a exaltação dos símbolos nacionais.

” O Brasil é riquíssimo do ponto de vista cultural. Não temos uma só cultura ou uma cultura predominante no eixo Rio-São Paulo. De norte a sul do país, de leste a oeste, convivemos com as mais diversas expressões culturais, seja na música, no teatro ou em outras manifestações artísticas. Ainda existem fortes dificuldades para que a maioria dos artistas tenha acesso aos incentivos legais. Mas um de nossos objetivos é o de agilizar os processos, reduzir a burocracia e permitir o acesso mais simples. O país precisa resgatar seus símbolos nacionais e enaltecer suas figuras anônimas, pouco conhecidas e menos ainda reconhecidas, mas que construíram esta nação com uma cultura rica, diversa e popular. Que vamos incentivar e preservar!”, defende.

  Publicado em: Política

Gritou e não valeu de nada!!! Votos de Wellington se ‘diluem’ entre candidatos

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

Os números pesquisa Ibope/TV Mirante divulgados nesta segunda-feira (21) já permitem uma análise mais acurada dos cenários da disputa pela Prefeitura de São Luís.

E um dado interessante envolve o deputado Wellington do Curso, ex-pré-candidato pelo PSDB.

No levantamento do mesmo instituto realizado em agosto, o tucano aparecia com 9%.

Agora, sem a presença dele, todos os pontos foram “divididos” entre Eduardo Braide (que saiu de 39% para 43%); Duarte Jr. (saiu de 13% para 14%); Neto Evangelista (saiu de 8% para 10%); Adriano Sarney (de 3% para 4%) e Carlos Madeira (de 1% para 2%).

Ou seja: enquanto o próprio Wellington perde tempo na tomada de decisão sobre seu rumos nas eleições deste ano na capital, seu eleitorado vai naturalmente se acomodando por afinidades.

E quando ele definir seu futuro, pode ser tarde demais…

Por Gilberto Leda

  Publicado em: Política

Afinal, que debate é esse da Globo/Mirante que exclui 8 candidatos?

Publicado em   22/set/2020
por  Caio Hostilio

Marcado para o dia 12 de novembro, o debate da TV Mirante pode acabar excluindo 8 dos 12 candidatos a prefeito de São Luís.

Isso ocorrerá caso a Mirante atenda uma recomendação da TV Globo, de que o debate só se realizará nas cidades onde haja acordo entre os partidos para que apenas os quatro mais bem colocados candidatos na pesquisa eleitoral mais recente (Ibope ou Datafolha) participem dos encontros.

De acordo com a pesquisa divulgada hoje, só participariam dos debates Eduardo Braide, Duarte Júnior, Neto Evangelista e Bira do Pindaré.

A polêmica medida, segundo a Globo, foi tomada devido a pandemia da covid-19. CONVERSA FIADA POIS ESSA SEMPRE FOI A MEDIDA ADOTA PELA GLOBO.

Se isso ocorrer, quem perde é a democracia. Já que, pelas regras eleitorais atuais, candidatos de partidos com mais de 5 representantes no Congresso Nacional tem o direito de participar dos debates.

Por outro lado, tirar o direito de candidatos com propostas salutares e que dão ênfase ao debate sobre assuntos importantes ao desenvolvimento econômico, administrativo, político e de sustentabilidade é tolher o eleitor de informações.

Com informações do Marrapa

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Weverton Rocha faz duras críticas a Pesquisa Ibope…

Publicado em   21/set/2020
por  Caio Hostilio


Realmente as pesquisas eleitorais atrapalham mais que ajudam, haja vista que essa pesquisas encomendadas, na sua maioria esmagadora, saem ao gosto do contratante ou de seus anseios.

São poucas as que acertam, numa porcentagem minúscula.

Por outro lado, essa pesquisa Ibope não trouxe em seu bojo a rejeição dos candidatos, com se todos não tivessem rejeição alguma diante dos eleitores. Ora balas!!! candidatos estacionados ou que não apresentam crescimento algum deve ter algum tipo de rejeição do eleitor.

Diante dos fatos, fica aqui os questionamentos feitos pelo senador Weverton Rocha quanto as pesquisas realizadas e o resultado das urnas, que ficaram bem diferentes…

  Publicado em: Política

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