Tamo junto. Quero todos comigo prestigiando nossos encontros.
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Assistam ao vídeo!!! Ricardo Murad convida a todos para os seus eventos já agendados…
Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Tamo junto. Quero todos comigo prestigiando nossos encontros.
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Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Rigo Teles candidato a prefeito e Marcos Unillar candidato a vice-prefeito foram os primeiros a registrarem suas candidaturas. O pedido foi protocolado nesta segunda-feira, 21 de setembro e já consta no sistema do TSE.
A Justiça eleitoral recebeu ontem, segunda-feira(21), o primeiro pedido por parte dos pretensos candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito em Barra do Corda.
Rigo Teles e Marcos Unillar foram os primeiros a protocolar o pedido de registro da chapa para disputarem as eleições de 15 de novembro. O nome da coligação é; A EXPERIÊNCIA PARA TRABALHAR formada pelos partidos PL, PSDB, REPUBLICANOS, MDB E PT.
Rigo Teles possui 57 anos de idade e Marcos Unillar 47 anos. O registro das candidaturas para os cargo de prefeito e vice serão julgados pelo juiz eleitoral Antônio Elias de Queiroga Filho, da 23ª zona eleitoral de Barra do Corda. CONFIRA ABAIXO A TELA DO TSE COM O REGISTRO DAS CANDDIATURAS DE RIGO TELES E MARCOS UNILLAR;

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Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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A convite do candidato a vereador pelo MDB, André Campos, o deputado estadual Neto Evangelista, candidato a prefeito de São Luís pelo Democratas, e a candidata à vice-prefeita, Luzimar Lopes (PDT), reuniram-se, no último fim de semana, com moradores e dirigentes da Associação dos Moradores do Centro Histórico e da Escola de Música do Bom Menino.Publicado em: Política
Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Vergonha!!! Levantamento aponta que, nos últimos 30 anos, 72% das análises foram individuais e 16%, virtuais ou em lista
Nesse período, 72% das decisões da corte foram tomadas de maneira individual por algum ministro. Outros 10% foram devolvidos a instâncias inferiores automaticamente e sequer houve decisão do STF nesses casos.
Os julgamentos colegiados representaram 17% do total, mas 16% deles dizem respeito a análises em sessões virtuais ou de maneira presencial em lista, quando são apreciados em lote e sem discussão do caso.
Os dados estão no relatório Supremo em Números, da FGV Direito Rio, e expõem o fenômeno da monocratização do tribunal, retratado pelo alto número de despachos individuais de um órgão que, em tese, deveria prezar pelo entendimento colegiado.
Para os especialistas que fizeram o levantamento, os dados enfraquecem um dos principais argumentos do ministro Dias Toffoli sobre sua gestão na presidência do tribunal, que acabou em 10 de setembro.
Toffoli ampliou o plenário virtual da corte e costuma citar o aumento das decisões colegiadas como um de seus feitos. Segundo o ministro, ao longo de 2019, o STF proferiu 16,6 mil decisões colegiadas, número 20% superior ao de 2018.
“O ministro deu ênfase para isso, e motivou a gente a parar e olhar exatamente o que está dentro desse balaio que, na verdade, contém muitas situações diferentes. Quando falo em decisão colegiada, posso estar falando várias coisas”, diz Diego Werneck.
Para isso, três integrantes da FGV, entre eles Werneck, decidiram fazer um levantamento e classificar os julgamentos da corte de acordo com a “atenção decisória” dada a cada caso.
A primeira categoria que eles criaram considera os processos apresentados ao Supremo, mas devolvidos automaticamente a instâncias inferiores por se enquadrarem em temas de repercussão geral.
Isso ocorre quando uma situação se multiplica no Judiciário e o STF define uma tese para ser aplicada pelos tribunais aos casos concretos a fim de solucionar as controvérsias. Esse recorte corresponde a 10% das ações que chegaram à corte de 1988 e 2018, o equivalente a 199 mil litígios.
Na segunda tipologia está concentrado o maior número de processos: são 1,38 milhão (72%) de causas em que houve apenas decisão individual, sem nenhum registro de discussão colegiada.
No terceiro tipo estão incluídas 308 mil ações (16%) que tiveram decisão colegiada, mas em processos decididos em julgamentos virtuais ou em sessões em que 20 ou mais casos foram julgados.
Apenas na última categoria, que representa só 1% dos julgamentos, houve decisão conjunta com análise específica e aprofundada do tema. Como isso inclui as duas turmas da corte, conclui-se que decisões aprofundadas do plenário em que se reúnem os 11 ministros são ainda mais raras.
“A exceção é o que o tribunal decide conjuntamente e com debate específico. A imagem típica dos 11 ministros discutindo, debatendo questões jurídicas é um número muito pequeno do que acontece”, diz Werneck.
Ele ressalta a importância do julgamento presencial. “Há estudos que mostram que a chance de mudança de voto no plenário não é baixa. E, mesmo que não tenha mudança, eles limitam uns aos outros, confrontam argumentos, e isso é importante para complementar a transparência que a corte oferece.”
“Se presencialmente a palavra circula entre os ministros para que apresentem seus votos em tempo real, no plenário virtual não há oportunidade institucional de debate de fato, não tem interação”, afirma.
Na visão dele, os dados apontam a superficialidade das decisões tomadas online tanto pelas turmas quanto pelo plenário.
“Mesmo levando em consideração a maior celeridade de sessões virtuais, o número médio de decisões por sessão salta aos olhos: segundo os dados fornecidos pelo tribunal para o primeiro semestre de 2019, as 7.900 decisões colegiadas foram tomadas em um total de 141 sessões, perfazendo uma média de 56 processos por sessão de julgamento.”
Para Pereira, as declarações de que houve ampliação dos entendimentos firmados em conjunto pela corte não representam a realidade.
“Os resultados reforçam a ideia de que um uso puramente formal da categoria ‘decisões colegiadas’ ofusca uma dimensão importante da realidade do tribunal, estimulando uma percepção inflacionada da proporção e volume de decisões em que os ministros de fato interagem em tempo real para ouvir os votos de seus colegas sobre um caso específico”, diz.
Além de Pereira e Werneck, Guilherme Almeida completa o trio que desenvolveu o estudo. Ele destaca que os julgamentos presenciais garantem maior chance de haver a decisão mais justa possível.
“O maior grau de atenção tem reflexos na taxa de procedência das ações. Nos processos que recebem análise específica e presencial, a taxa de sucesso das partes ativas tende a ser maior do que ocorre nos processos classificados nos outros tipos”, diz.
Desde a promulgação da Constituição, o Congresso e o próprio STF aprovaram medidas a fim de reduzir a sobrecarga de processos da corte.
A súmula vinculante para dar mais força às decisões do Supremo e evitar a subida de todos os casos a Brasília e o instituto da repercussão geral são exemplos nesse sentido.
Agora, o Legislativo discute uma PEC (proposta de emenda à Constituição) para determinar o trânsito em julgado dos processos em segunda instância. No projeto em discussão, ao STJ e ao STF seriam encaminhados questionamentos, mas a pena já seria cumprida.
Isso também pode reduzir o número de processos do Supremo. Mas a solução para o baixo número de discussões aprofundadas na corte não é tão simples, alertam os especialistas.
“Toffoli conseguiu bons indicadores. O STF tem de fazer andar os processos? Ele avançou nesse sentido. Mas precisamos também focar a pergunta sobre a discussão qualificada, a interação entre os ministros, o debate presencial de teses relevantes”, diz Pereira.
Para resolver isso, ele lembra que há um movimento no tribunal que defende uma limitação de tempo para o voto de cada ministro, a fim de viabilizar a análise de mais casos quando estão reunidos presencialmente.
Reservadamente, no entanto, uma ala da corte resiste a essa medida. Um ministro que simpatiza com essa regra, porém, diz que a crescente exposição do STF na mídia dificulta a ideia de dar mais celeridade aos julgamentos em plenário.
Na entrevista em que fez um balanço de sua gestão, Toffoli afirmou que nos dois anos em que esteve à frente do tribunal foram tomadas 31,7 mil decisões colegiadas.
“Não há como dizer que o STF é uma corte monocrática. Não há corte constitucional no mundo que tenha esse número de decisões colegiadas. Não tem. Podem pesquisar que não vão”, frisou.
Segundo ele, quando assumiu o tribunal havia 1.200 processos na fila para análise do plenário. Agora, esse número caiu para 369. “Uma redução de quase 70%”, disse. E concluiu com uma frase que repetiu diversas vezes na presidência do STF: “Somos a suprema corte que mais julga processos no mundo”.
A Folha questionou os dados à assessoria do STF, que, até a publicação deste texto, não havia se pronunciado.
As informações são da FolhaPress
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Assista a sessão plenária da Assembleia Legislativa
Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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O secretário especial de Cultura e ator, Mario Frias, comemorou os 100 dias no comando da cultura brasileira sob o governo de Jair Bolsonaro. Frias, que substituiu a colega Regina Duarte, enxerga essa jornada ao lado do presidente como algo “bastante animador e promissor para o muito que ainda iremos trilhar para tornar a cultura brasileira um direito de todos”.
O grande desafio é enxugar a máquina federal da Cultura, melhorar todos os processos para dar maior agilidade, eficácia e não gastar com grandes estruturas físicas nem com projetos que beneficiam a poucos e não levam a arte ao povo. Estamos fazendo uma completa reestruturação, consertando a turbina do avião a bordo. Queremos, em resumo, uma Secretaria de Cultura ágil, leve e eficiente. Que atenda a todos, sem discriminação ou preconceito. As portas da secretaria estão abertas a todos que queiram, de fato, fazer arte, e não política.”, escreveu.
O secretário da Cultura também criticou os opositores por suas “reações histriônicas e estéreis” e atacou o que ele chamou de “cultura exclusivista”. Ele afirmou que sua missão é “superar o preconceito e a relutância de alguns em aceitar uma nova política cultural para o país”.
Assim como na campanha que destacou o heroísmo dos brasileiros, Frias defende a exaltação dos símbolos nacionais.
” O Brasil é riquíssimo do ponto de vista cultural. Não temos uma só cultura ou uma cultura predominante no eixo Rio-São Paulo. De norte a sul do país, de leste a oeste, convivemos com as mais diversas expressões culturais, seja na música, no teatro ou em outras manifestações artísticas. Ainda existem fortes dificuldades para que a maioria dos artistas tenha acesso aos incentivos legais. Mas um de nossos objetivos é o de agilizar os processos, reduzir a burocracia e permitir o acesso mais simples. O país precisa resgatar seus símbolos nacionais e enaltecer suas figuras anônimas, pouco conhecidas e menos ainda reconhecidas, mas que construíram esta nação com uma cultura rica, diversa e popular. Que vamos incentivar e preservar!”, defende.
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Gritou e não valeu de nada!!! Votos de Wellington se ‘diluem’ entre candidatos
Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Os números pesquisa Ibope/TV Mirante divulgados nesta segunda-feira (21) já permitem uma análise mais acurada dos cenários da disputa pela Prefeitura de São Luís.
E um dado interessante envolve o deputado Wellington do Curso, ex-pré-candidato pelo PSDB.
No levantamento do mesmo instituto realizado em agosto, o tucano aparecia com 9%.
Agora, sem a presença dele, todos os pontos foram “divididos” entre Eduardo Braide (que saiu de 39% para 43%); Duarte Jr. (saiu de 13% para 14%); Neto Evangelista (saiu de 8% para 10%); Adriano Sarney (de 3% para 4%) e Carlos Madeira (de 1% para 2%).
Ou seja: enquanto o próprio Wellington perde tempo na tomada de decisão sobre seu rumos nas eleições deste ano na capital, seu eleitorado vai naturalmente se acomodando por afinidades.
E quando ele definir seu futuro, pode ser tarde demais…
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Afinal, que debate é esse da Globo/Mirante que exclui 8 candidatos?
Publicado em 22/set/2020
por Caio Hostilio
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Marcado para o dia 12 de novembro, o debate da TV Mirante pode acabar excluindo 8 dos 12 candidatos a prefeito de São Luís.
Isso ocorrerá caso a Mirante atenda uma recomendação da TV Globo, de que o debate só se realizará nas cidades onde haja acordo entre os partidos para que apenas os quatro mais bem colocados candidatos na pesquisa eleitoral mais recente (Ibope ou Datafolha) participem dos encontros.
De acordo com a pesquisa divulgada hoje, só participariam dos debates Eduardo Braide, Duarte Júnior, Neto Evangelista e Bira do Pindaré.
A polêmica medida, segundo a Globo, foi tomada devido a pandemia da covid-19. CONVERSA FIADA POIS ESSA SEMPRE FOI A MEDIDA ADOTA PELA GLOBO.
Se isso ocorrer, quem perde é a democracia. Já que, pelas regras eleitorais atuais, candidatos de partidos com mais de 5 representantes no Congresso Nacional tem o direito de participar dos debates.
Por outro lado, tirar o direito de candidatos com propostas salutares e que dão ênfase ao debate sobre assuntos importantes ao desenvolvimento econômico, administrativo, político e de sustentabilidade é tolher o eleitor de informações.
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Assistam ao vídeo!!! Weverton Rocha faz duras críticas a Pesquisa Ibope…
Publicado em 21/set/2020
por Caio Hostilio
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Realmente as pesquisas eleitorais atrapalham mais que ajudam, haja vista que essa pesquisas encomendadas, na sua maioria esmagadora, saem ao gosto do contratante ou de seus anseios.
São poucas as que acertam, numa porcentagem minúscula.
Por outro lado, essa pesquisa Ibope não trouxe em seu bojo a rejeição dos candidatos, com se todos não tivessem rejeição alguma diante dos eleitores. Ora balas!!! candidatos estacionados ou que não apresentam crescimento algum deve ter algum tipo de rejeição do eleitor.
Diante dos fatos, fica aqui os questionamentos feitos pelo senador Weverton Rocha quanto as pesquisas realizadas e o resultado das urnas, que ficaram bem diferentes…
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