Muito prazer!!! Voltou o vice Vasco da Gama

Publicado em   01/maio/2011
por  Caio Hostilio

Todo mundo que convive com algum vascaíno dever ter notado a diferença. No começo do ano, não passava de um sujeito, macambúzio, taciturno, sorumbático (quanta eloqüência meu deus)… O argumento era: esse ano é de eleição, o futebol vai ser jogado de lado, o clube esta dividido, só nos resta torcer pro time não cair, fazer uma campanha digna, “yada, yada, yada”…

Pra piorar, o começo do ano foi desastroso. A campanha na Taça Guanabara foi sofrível, esquecível e coloca “ível” nisso… No meio de toda essa confusão, cai PC Gusmão (que ainda tem que cozinhar muito em timecos meia-boca antes de assumir um grande do futebol marajoara) e chega Ricardo Gomes.

Serei direto aqui: Ricardo Gomes é um sujeito limitado. Se como o zagueiro o cara era um monstrinho, como técnico ainda não disse a que veio. Ok, ok, conquistou lá seus títulos no longo período que passou na França… mas, convenhamos, em campeonato em que sempre o título fica entre 2 ou 3 times isso não faz tanta diferença assim.

E, de repente, uma grata surpresa. Não é que o Vasco começou a encaixar? O time é bem armado, tem uma reserva bacanuda (como joga o tal Bernardo, moçada) e, o mais importante de tudo, pode contar com a categoria de seus principais jogadores.

O time vem “crescendo”. Os torcedores já falavam até no Japão em 2012!!! O que parecia ser um time irregular, de repente começou a diminuir a lacuna entre suas excelentes partidas e as atuações constrangedoras. Claro que tem um dedinho do Ricardo Gomes aí. Não podemos negar. Acho, no entanto, que a boa fase passa muito mais pelo bom momento em que vem passando 4 sujeitos: Felipe, Dedé, Rômulo e o tal Fellipe Bastos.

Todos esses caras estão com uma disciplina tática invejável, além de um momento técnico iluminado. Na zaga Dedé tem uma classe que faz lembrar (só lembrar, tá moçada?) a categoria do Juan e Thiago Silva. Ali na meiuca o Fellipe Bastos está jogando o fino da bola e anda, muito bem acompanhado ali do ladinho, na direita, pelo Rômulo.

O time tem problemas, lógico. Tirando o Dedé, o tal Anderson Martins dá suas espanadas. Ramon e Allan também estão vendendo a alma pro capeta tentando recuperar a bola que jogaram há uns 2 anos atrás. E o Diego Souza… é o Diego Souza.

Ainda assim tá bonito de ver. Bom saber que o Vascão está voltando a ser novamente o eterno Vice de sempre. Sua torcida merece, e mais do que isso, o futebol brasileiro precisa ter vices como o Vasco, que ficará mais forte com a volta de Carlos Alberto, para disputa do brasileirão.

Muito prazer, Vasco da Gama. Sinta-se de volta a ser o eterno Vice!!!

  Publicado em: Governo

Afinal, o que há de errado em ser lobista?

Publicado em   01/maio/2011
por  Caio Hostilio

Venho acompanhando no blog do jornalista Décio Sá as matérias relacionadas ao lobista João Batista Magalhães e fico estarrecido como no Brasil colocaram essa profissão como se fosse algo mafioso, corrupto e irregular. Pura hipocrisia.

Basta ser lobista, no Brasil, para que ele ganhe as primeiras páginas dos principais jornais e seus amigos se afastem dele, como se o pobre fosse um leproso…

Primeiramente não vejo nada, nadica de nada de irregular ou ilícito nas investidas dos lobistas, principalmente porque as leis dão totais abertura as negociações feitas. A Lei das licitações é uma delas. As inexigibilidades, as urgências e as emergências dão claramente essas oportunidades.  

A palavra “lobby” significa, em inglês, ante-sala, vestíbulo, saguão. Por extensão, o lugar onde ficavam as pessoas que procuram influenciar as autoridades e/ou políticos e que acabou por designar a ação de profissionais ou grupos que buscam exercer pressões, muitas vezes legais, para que sejam aprovados projetos ou medidas em benefício daqueles que são por eles representados.

Quem primeiro usou esse termo “Lobbying” foi o cientista político Arthur F. Bentley em 1908.

Na verdade, o lobbying surgiu como processo de diálogo entre grupos de interesses econômicos e o governo, tendo sido apropriado por organizações que não tinham motivos econômicos, as quais poderiam ser denominadas de entidades sociais ou idealísticas, comprovando a validade do processo para representar interesses face aos agentes governamentais.

O lobby se dirige aos centros de decisão, não sendo nenhuma ação de marketing. Ele não procura vender um produto ou serviços, mas sim influenciar burocratas e/ou políticos para a tomada de decisões que beneficiem um grupo social ou empresarial, um programa econômico ou uma linha de atuação de determinado segmento sócio-econômico, mediante uma legislação específica ou por meio de medidas especiais. Fornece a esses burocratas e políticos informações que supostamente eles não detêm e que são essenciais para a maior clareza sobre o tema em questão.

O certo é que essa atividade requer uma presença organizada no centro de decisões de cada país.

O processo de lobbying inclui a coleta de informações, propostas políticas, estratégias apropriadas para dar suporte a tais demandas, confecção de pesquisas e a procura por aliados.

No Brasil, o lobbying é reconhecido como atividade de relações públicas, de assessores parlamentares, de jornalistas e profissionais liberais, identificados com os interesses de um determinado grupo empresarial ou segmentos sociais organizados da sociedade, que exercem suas influências de forma transparente, respondendo perante a Justiça por qualquer ato que exceda os limites da atividade lobista, mesmo aqui, onde ele não é regulamentado.

A discussão sobre o lobbying no Brasil não consiste em tarefa simples, uma vez que, apesar ser um tema presente na mídia e relativamente bem documentado pela imprensa, não tem merecido estudos mais aprofundados e nem despertado o interesse acadêmico.

Diante dos fatos, o desconhecimento sobre a atividade, o estigma de marginalidade que carrega, aliados à ausência de dados confiáveis, muitas vezes desencorajam os pesquisadores, contribuindo para manter a atividade de lobbying em uma espécie de limbo teórico.

O trabalho ora apresentado tem como objetivo discutir as possibilidades da consolidação do lobbying no sistema político brasileiro como um instrumento democrático de representação de interesses, uma vez que, de maneira geral, os analistas vêem a atividade predominantemente a partir de sua face negativa.

A denúncia sobre a participação de lobistas em irregularidades reforça ainda mais a face negativa do lobbying, e conseqüentemente, torna o acesso a informações sobre seu funcionamento mais difícil, pois lhe atribui um caráter de ilegalidade.

Como conseqüência desse tipo de denúncia, o lobista seria sempre confundido pela mídia com o profissional que oferece suborno, faz pressão indesejável, possui contatos pessoais nos altos Lobbying: instrumento democrático de representação de interesses em escalões dos poderes executivo, legislativo e judiciário, e é aquele que corrompe. Sempre carregando uma mala cheia de dólares, está às soltas no Congresso pronto a comprar lealdades.

A mídia, além de utilizar o termo lobbying com imprecisão, o retrata de forma negativa. Os títulos de matérias veiculadas pela mídia deixam bastante claro como o lobbying é tratado como algo marginal e clandestino.

Assim como a opinião pública tem uma visão negativa acerca do lobbying, os parlamentares também oferecem resistência à sua prática e conseqüentemente à sua regulamentação. Existe certo preconceito com relação à atividade.

Vale ressaltar que antes dos lobistas existia a figura do amigo do Rei, ou seja, as compras e os acessos e resultados era uma constante e para isso bastava ter bons contatos, ou seja, ter acesso ao “amigo do Rei”.

A relação do lobby com a corrupção e o tráfico de influência foi traçado pela mídia, que passou a denunciar essas relações utilizando-se erroneamente do termo.

A mídia, apesar de estar prestando um importante serviço à sociedade civil ao denunciar práticas escusas, ao utilizar o termo lobby de maneira indistinta acabou por mistificá-lo. O termo passou por um desgaste prematuro, já que foi utilizado como sinônimo de corrupção e tráfico de influência.

  Publicado em: Governo

Dia do Trabalhador

Publicado em   01/maio/2011
por  Caio Hostilio

Só o trabalho constrói. Todo o conforto de que a humanidade goza hoje em dia é fruto do trabalho de muitas pessoas, através de várias gerações.
Todo trabalho honesto dignifica, por mais humilde que seja. Quem faz do trabalho o seu maior prazer da vida, vê que só tem a lucrar, pois além de manter-se com orgulho e honestidade, não tem vontade nem tempo para a ociosidade, que quase sempre leva a maus hábitos.

O Dia do Trabalho é essencialmente importante, porque é nessa data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza e explorá-la para o progresso da humanidade.

Mas sempre fica uma pergunta, que muitos trabalhadores brasileiros desconhecem: Dentre os presidentes da República do Brasil, quais foram os que criaram as leis que beneficiaram e beneficiam até hoje os trabalhadores brasileiros?

De acordo com a história, Getúlio Vargas foi o presidente que criou a CLT (consolidação das Leis do Trabalho), garantindo vários direitos aos trabalhadores. Criou ainda, a Justiça do Trabalho, a Carteira de Trabalho, o salário mínimo, o descanso semanal remunerado, a jornada de trabalho de oito horas e regulamentação do trabalho feminino e o de menores de idade.

Castelo Branco, por sua vez, criou o Banco Nacional da Habitação, que facilitou ao trabalhador adquirir sua casa própria com maior facilidade e em condições de pagamento. Criou o INPS – Instituto Nacional da Previdência Social, que garantiu a aposentadoria dos trabalhadores e o FGTS  – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

José Sarney resgatou e garantiu o direito de greve e a liberdade sindical, ampliando, com isso, os direitos trabalhistas. Criou o salário desemprego, dando tranqüilidade ao trabalhador em buscar novo emprego.

Que os trabalhadores saibam agradecer aqueles que realmente fizeram pelos trabalhadores brasileiros.

  Publicado em: Governo

O ensino superior privado e seu pensamento empresarial!!!

Publicado em   01/maio/2011
por  Caio Hostilio

Antes de qualquer coisa, devemos avaliar a formação dos profissionais, nas mais diversas áreas de atuação, atualmente no Brasil. Você acha que eles saem com uma boa formação profissional?

Sempre é bom ressaltar que toda a trajetória do ensino superior no país constitui-se em discurso de valorização do profissional de educação e melhoria de qualidade de ensino. Sendo que um dos princípios fundamentais da educação superior que se pode extrair da LDB n°. 9.394/96 é a finalidade de formar profissionais diplomados em diferentes segmentos da sociedade, para o desenvolvimento de criação de trabalhos científicos, culturais, uma população de espírito crítico e pensamento reflexivo. No entanto, se observa que esses princípios estão ainda muito distantes da realidade funcional desse profissional de educação, já que a este não lhe é assegurado esta valorização de fato, somente de direito. Para se ter uma idéia, seria providencial fazer uma pesquisa entre os alunos universitários sobre suas atuações nas pesquisas de campo e na extensão. Com certeza os resultados serão uma lástima.

Os princípios constitucionais que se constituem em verdadeiros princípios fundamentais da ordem jurídica posta, na realidade prática nem sempre são observados e respeitados pelos representantes das categorias patronais ou até mesmo exigidos pelos representantes da categoria de profissionais de educação. Prova disso é o grande número de rescisões de contrato de trabalho havidas nos últimos anos nas instituições de ensino superior privado, despedindo-se os mestres e doutores para se contratar especialistas em seu lugar, em nome do enxugamento de custos. Têm cursos, como os de medicina, direito, engenharia, odontologia, psicologia, fisioterapia etc., cujos professores são conhecedores das disciplinas que ministram, porém não possuem capacidade didática para transmitir seus conhecimentos ao corpo discente. Isso é uma prática que vem cada vez mais tomando conta das universidades públicas e, principalmente, as privadas.  

Quanto à forma de remuneração do profissional docente, conclui-se que qualquer que seja o regime de trabalho (integral e exclusivo ou não) deverá a jornada de trabalho ser remunerada de acordo com as horas em sala de aula mais as horas correspondentes ao trabalho de preparação e elaboração dessas aulas, elaboração de provas e trabalhos e, a correção respectiva, que se pode chamar de hora-atividade. A remuneração dessas tarefas deve corresponder à mesma quantidade de horas de sala de aula que é atribuída ao professor.

Vale ressalvar que cabe ao poder público, no âmbito do sistema educacional que lhe compete, velar pela garantia de padrão de qualidade do ensino superior, bem como pela garantia de salário digno dos profissionais da educação, função essa que é exercida pela via da edição das normas gerais de educação, pela via da supervisão e, finalmente, pela via de exercício do poder de polícia ínsito à esfera estatal, diante dos casos de transgressão do ordenamento positivo educacional.

Ao final, frise-se aqui que os profissionais de educação em ensino superior cumprem em sua rotina, ou seja, aprimorar e educar os formadores de opinião nos diversos segmentos da sociedade produtiva contemporânea e, por essa máxima razão, eles merecem salário digno e mais adequado aos seus esforços laborais.

Com certeza pelo que um aluno paga mensalmente para desfrutar de um curso superior em uma universidade particular daria para pagar os professores dentro dessas expectativas utópicas acima dos professores. Porém não é bem assim, pois os professores brincam de ensinar e os alunos de aprender.

Os resultados estão aí nas mais diversas profissões, onde vemos maus profissionais!!!

  Publicado em: Governo

Semana da Educação: como a Educação mudou minha vida?

Publicado em   01/maio/2011
por  Caio Hostilio

Recebi este email do Educar para Crescer e não poderia deixar de participar dessa luta pela educação. Vale à pena acessar e ler os diversos depoimentos daqueles que venceram através da educação.  

Olá, HOSTILIO

  Publicado em: Governo

O Jornalismo e o signo x significado

Publicado em   01/maio/2011
por  Caio Hostilio

Aí está um dos grandes problemas para que o jornalismo esteja sempre em sintonia com o senso comum, as hipocrisias politiqueiras e aos factóides. Não se pode esquecer que a lingüística é importantíssima para o curso de Comunicação.

Estou trazendo esse assunto à tona, depois de uma conversa, ontem, no almoço com o vice-governador Washington Oliveira, o deputado Chiquinho Escórcio e jornalistas. O jornalista Luiz Cardoso levantou o seguinte questionamento: “Já foram aplicados todos os recursos da obra de recuperação do hospital do IPEM e só estão prontos 30% da reforma”. Quem disse isso? Perguntei eu e o jornalista Décio Sá. Cardoso disse ter sido uma fonte. Ora bolas!!! Aí entra a importância do signo x significado no jornalismo. Para que Cardoso tivesse em mente esse significado, ele teria que comparar com o signo, visto que não se trata de algo abstrato. O certo é que toda recuperação do IPEM proposto nos espaços pela Secretaria de Saúde do Estado estão finalizadas.

Mas vamos ao que interessa. O signo é uma construção viva por ser cheia de conflitos e mal-entendidos. O jogo entre significante e significado é múltiplo, ambíguo, subjetivo – marcado pela fantasia e pela criatividade e possui grande liberdade de manipulação, assim, nem significante, nem significado são coisas fixas, permanentes, imutáveis. Ambos são arbitrários e transformam-se o tempo todo.

A semiótica dividiu o processo de significação em dois momentos. Há o denotativo, sentido explícito, ou ainda, sentido óbvio, objetivo e análogo (existente). Também há o conotativo, sentido implícito, subjetivo ou obtuso (abstrato).

Tomando um enunciado como exemplo de análise: minha namorada é uma gata. O suporte sonoro/visual (a palavra gata) é o significante. As duas interpretações possíveis: animal ou beleza são os significados. O termo polissêmico é um signo constituído de um significante, mas de diversos significados.

O Jornalismo é um fato da língua, assim devemos fazê-lo para que o jornalismo exerça seu papel – função – principal que é o de organizar discursivamente dentro do que é verídico e do que é falso.

Em que tese exerce essa função organizadora: A função testemunhal: confirmação: visual, vigilância, desenho do espaço social e hierarquização. Testemunho do testemunho: por causa de um sentido de referencialidade / ilusão eferencial; efeito do real credibilidade do real.

Um jornalista, assim como um inspetor de política, um auditor etc. não pode tecer comentário sobre aquilo que não viu, abstendo-se apenas em construções de pensamento da realidade sem interpretar a da legitimidade.

Para o jornalismo esta referência signo x significado é de importância para a credibilidade de seu testemunho verdadeiro, desta forma passa a ser argumento pró-consenso.

Portanto, para que uma matéria seja feita dentro dos parâmetros reais, o repórter tem quer ver “in loco” as veracidades dos fatos e, assim, tecer seu significado dentro da linha editorial que seu meio de comunicação está inserido, ou mesmo na parcialidade. Quanto às informações colhidas com o signo apenas abstrato, o jornalista terá que fluir significados que possam traçar as veracidades das informações.

Enfim de que seja possível verificar a importância que têm o signo e suas emanações no estudo e na compreensão da linguagem como elemento implementador das aspirações lingüísticas e sócio-psico-ideológicas do homem. Não se pode esquecer que o significante é a apresentação física do signo.

Caso não façam isso… Continuaremos vendo os factóides criados…

  Publicado em: Governo

Reflexão!!!

Publicado em   30/abr/2011
por  Caio Hostilio

Cansei!!! Sinceramente não haverá tempo de eu ver mudanças!!!

Como todos os leitores dos meus textos sabem, eu já escrevi demais sobre a falta de conhecimento dos brasileiros e da maioria dos políticos sobre as leis que regem os serviços públicos do país, os direitos e deveres dos cidadãos brasileiros. Por outro lado, cansei também de ver e ouvir baboseiras de políticos que não condizem com a realidade, apenas serve para desinformar ainda mais o povo.

Cheguei a conclusão que os políticos e o povo não querem conhecer os fatos em suas essências, por isso a melhor definição ao nosso povo TUPINIQUIM brasileiro é a desinformação e escolher o que aí está, ou seja, a hipocrisia, as politiquices, as safadezas etc. Fico triste, mas jamais mudarão alguma coisa nesse barco furado.

Não assustem os leitores dessa CROCRÍTICA inúteis palavras, porém, realistas que escrevo. Todo homem tem o seu preço, não sou hipócrita e tenho o meu, portanto: Não me coloquem em nenhum cargo político, logo, estarão todos roubados e meus bolsos estarão cheios de grana!

Pessimista que sou e diga lá, não vejo orgulho e esperança daquilo que chamamos PÁTRIA, tampouco reafirmaria que exercemos cidadania através do voto. Cidadania a meu ver é exercida dentro de uma política de troca de valores entre as partes “GOVERNO e POVO”, cabendo às partes o que é de cada um (Sócrates em sua máxima filosofia). E se fossemos avaliar o que o POVO TUPINIQUIM BRASILEIRO tem, certamente veríamos que nada temos, logo, falta-nos de tudo, principalmente bons representantes e conhecimento didático de como funciona a gestão pública, pois assim poderíamos cobrar dos que apenas criam factóides e mentiras sobre o assunto

Ainda nessa ideologia do VOTO, enganam-se os leitores e demais brasileiros quando pensam que voto é exercer cidadania e no mínimo mal entendem das palavras DIREITO e DEVERES.

João Ubaldo Ribeiro dizia em seu livro “Viva o povo brasileiro”, certa visão realista e que todos nós pagamos caro pelo comportamento brasileiro. Assim segue: “(…) Um país de povo alegre, festeiro, que dribla todas as dificuldades com o célebre jeitinho brasileiro, um país feliz! E mais! Um país que nunca enfrentou guerras, nem pestes, nem vulcões, nem terremotos (…)”- Um pouco mais adiante, segue em sua crítica e enfatiza a mansidão brasileira: “(…) Um povo que convive com amenidade e cortesia, um povo prestativo, de coração bondoso, em que todas as raças se misturam livremente, pois desconhece o preconceito racial, visto que aqui o preconceito é econômico.”- Diante dos fatos elucidados pelo autor, não é difícil entender o seu ponto fraco; brasileiro é um povo amigo, dócil e confiante em tudo, principalmente nas promessas e nos discursos inflamados falaciosos, sem consistências que envolvem a esperança de um Brasil melhor.

Diante do desconhecimento do povo e da maioria dos políticos de como funciona de fato a economia e o social adotado no Brasil, resta-me dizer: “Viva o povo brasileiro!!! Salve-o da ignorância política!!!”

Ah!!! Já ia me esquecendo… Os políticos, seja de oposição ou posição, não querem que o povinho brasileiro conheça como funcionam esses ditames que regulamentam o serviço público brasileiro. Os oposicionistas porque perderiam o discurso falacioso, hipócrita e safado, podendo perder, com isso, suas vantagens politiqueiras, mesmo sabendo que suas falas vão de encontro à legalidade, a moralidade e a ética do serviço público. Enquanto que os governistas não podem perder seu “bote” de quatro em quatro anos.

Para a hipocrisia politiqueira, nós, povo, somos: medíocres, incultos, incautos, pobres e até miseráveis, indesejados, porém, felizes. É nesse aspecto que reflito sobre a falta de conhecimento do povo brasileiro dos seus direitos e deveres aparados pelas leis que regulamentam as gestões públicas.  

Portanto, fica aqui um pedido a qualquer político desse Maranhão: “Tenha coragem de debater esse assunto. Gostaria ao menos de ver um político sensato com o desconhecimento do povo brasileiro”.

Para que melhor reflita sobre o assunto, deixo um trecho do poema de Castro Alves “O navio negreiro”: “-Oh, Deus dos desgraçados!“. “Castro Alves rogou a Deus as mazelas dos negros e eu rogo pela falta de conhecimento do povo brasileiro”.

  Publicado em: Governo

O jornalismo e a falta de conhecimento

Publicado em   30/abr/2011
por  Caio Hostilio

Hoje (30), estive num almoço com o vice-governador Washington Oliveira, o deputado federal Chiquinho Escórcio e diversos jornalistas. Como participavam políticos, o assunto não poderia ser diferente: “política”.

Contudo, observa-se que uma das grandes falhas do jornalismo não está pautada na dificuldade de escrever um texto, mas sim na falta de conhecimentos sobre o assunto em questão, com isso passam informações distorcidas, sem critério técnico e dentro daquilo que a linha editorial precisa para se manter economicamente com os seus financiadores.

Essas informações são vistas pela maioria dos leitores, principalmente aqueles que conhecem o fato em discussão, como desinformação e falta de conhecimento do repórter.

Na verdade, o jornalismo brasileiro vive hoje uma crise ética muito especial. Mais do que a incidência de desvios éticos pronunciados, a característica dessa crise é o vazio ético. Nas redações, deu-se uma rendição generalizada aos ditames mercantilistas ou ideológicos dos proprietários dos meios de informação. A liberdade de informar e o direito de ser informado, canonizados na Declaração Universal dos Direitos do Homem e erigidos em ideologia dos códigos de ética jornalística nos mais diversos países, tornaram-se letra morta.

Não por acaso, esse novo ambiente ético no jornalismo é adequado aos valores do neoliberalismo econômico e foi instrumental ao seu processo de implantação. Nesse sentido é um equívoco considerar o vazio ético das redações uma disfunção do jornalismo. Ele existe porque tem uma função. E resulta de um embate ideológico que se dá além da esfera estrita da comunicação, um embate entre propostas divergentes de civilização e de organização. Portanto, não cobrem o que não existe: a imparcialidade.  

Por outro lado, o nível intelectual da maioria dos jornalistas está aquém das expectativas, principalmente no que tange os princípios e os ditames do serviço público, as dificuldades e anseios na Educação, Saúde, investimentos, logística e segurança pública. Diante disso, o leitor é obrigado a ler matérias pautadas dentro do senso comum, das baixarias, sem conhecimento do assunto que falam. É lamentável o que está ocorrendo, mesmo sabendo que não existe a imparcialidade. É muito triste, mas é mais triste ainda ver gente como tem repórteres que se sujeitam a criar factóides que estão totalmente fora dos princípios legais das leis, mas esperam que os órgãos fiscalizadores, como o Ministério Público e TCE dêem credibilidade às baboseiras delatadas sem nenhuma consistência que dê parâmetros para uma investigação.

Sei que não sou jornalista, mas tenho senso crítico e questionador sobre o assunto, por isso me dou o direito de falar sobre as falácias do jornalismo, isso porque o vivencio todos os dias. Muitos amigos dizem sempre o seguinte: “Não dou um níquel por esses jornais, porque sei que o sucesso deles não depende única e exclusivamente de mim, mas não vou jogar meu dinheiro fora para ler mentiras ou histórias manipuladas, prefiro ler um livro como Harry Potter ao invés disso, e se você não gosta de ser palhaço, aconselho fazer o mesmo.

O certo é que já se tornou alérgico ao mau jornalismo, à manipulação desonesta da informação. Por isso, as grandes empresas quando querem praticar o jornalismo desonesto, mandam repórteres jovens, que ainda não acumularam conhecimento, que não têm memória histórica. Certamente o saber pode ser um valor central a numa nova ética porque ele tem essa característica de tornar seu portador naturalmente resistente à desonestidade intelectual e à manipulação.

Sabendo disso, os políticos – que na maioria também desconhecem os ditames dos serviços públicos -, aproveitam para vender, através desses jornalistas desconhecedores dos assuntos em questão, suas idéias mirabolantes, seus desconhecimentos da coisa pública, suas hipocrisias politiqueiras, como se tudo fossem a mais pura verdade.

Por isso, é importante o leitor ler, ouvir e assistir diversos meios de informações e, assim, poder mensurar dentro do seu conhecimento científico o que de fato está ocorrendo.

  Publicado em: Governo

Já não é mais jornalismo e sim perseguição!!!

Publicado em   30/abr/2011
por  Caio Hostilio

As matérias do Estadão de São Paulo sobre o presidente do Senado, José Sarney, deixaram de serem jornalísticas para se tornar factóides como objetivo de perseguir o senador amapaense. Simplesmente viraram os canhões para Sarney, pois deve ser disparado o maior número de factóides. A artilharia do jornalão só pensa em perseguir Sarney. Mesmo que todos os factóides caiam por terra, o Estadão não pretende deixar de perseguir o presidente do Senado, ainda mais depois de sua reeleição para continuar presidindo a Casa. O problema do Estadão com José Sarney não se resume a proibição das gravações que pretendiam divulgar e foi proibida pela justiça. O grande problema do jornalão é não aceitar que um nordestino continue decidindo os destinos do país por mais de 55 anos. Isso é preconceito dos paulistas com nordestinos. Para ele, os paulistas são os melhores e nenhum se sobressaiu como Sarney, que venceu nos seus dois campos de atuação, o político e o intelectual. Isso é muito para esses caras. Por outro lado, o Estadão penso que consegue persuadir todos os brasileiros com seus factóides. Contudo, vale ressaltar que muitos brasileiros já sabem mensurar o que é verdadeiro e o que não passa de factóides para perseguir seus desafetos.

Veja abaixo, a assessoria de imprensa do Senado corrigindo informações improcedentes veiculadas no jornal O Estado de S. Paulo

Com referência à matéria hoje publicada com destaque no jornal O Estado de São Paulo (1ª página e página 4), sob o título “Senador que preside Conselho de Ética assinou atos secretos”, a Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado Federal gostaria de mais uma vez esclarecer algumas informações improcedentes nela contidas:

1. Não foi O Estado de São Paulo que ‘revelou’ a existência dos chamados ‘atos secretos’. A revelação da existência de atos não publicados consta da página 8 do primeiro relatório da Fundação Getúlio Vargas, contratada pelo Senado Federal, e divulgado à imprensa em 12 de maio de 2009, portanto quase um mês antes da matéria publicada no referido jornal (datada de 10 de junho do mesmo ano).

2. Quanto à informação contida na mesma matéria, de que “durante o escândalo, José Sarney decidiu não anular as decisões aprovadas pela Mesa Diretora sob a alegação de que não tinha poder para isso”, é simplesmente falsa. O repórter nã

  Publicado em: Governo

Veja a previsão de Lula em dezembro de 2010 sobre a Saúde

Publicado em   30/abr/2011
por  Caio Hostilio

Lula: futuro ministro da Saúde terá que definir com o Congresso recursos para o setor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse há pouco que o novo ministro da Saúde deverá ter a responsabilidade de se reunir com senadores e deputados para buscar uma nova fonte orçamentária para a Saúde. Em visita ao hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, Lula reclamou mais um,a vez da perda da receita da CPMF, em 2007. “Só existe uma explicação para terem tirado a CPMF do orçamento da União: ódio, rancor e maldade”, disse Lula, referindo-se ao Senado, que rejeitou a volta do imposto do cheque. “Nos tiraram, no total, mais de R$ 150 bilhões”, lamentou.

No discurso para uma plateia formada por funcionários do hospital, Lula disse que só os ricos no País têm direito a tratamento complexo de saúde e que o Sarah é uma exceção. Em tom bem humorado, disse que antes, em Brasília, as pessoas diziam que o melhor hospital era o aeroporto. “Eu também já disse que o melhor hospital de Brasília era o aeroporto”, lembrou. E relatou que certa vez estava na Câmara quando sofreu um problema de apendicite e que um deputado médico sugeriu que fosse se tratar em São Paulo.

Lula ainda relatou que três meses antes de sua reeleição, em 2006, o Congresso Nacional retirou R$ 900 milhões do orçamento previstos para o Sarah. Segundo o presidente, isso foi uma “atitude de má-fé”, para prejudicá-lo na disputa eleitoral. Disse ainda que espera que a saúde deixe de ser tratada como despesa de Estado. “Fico pensando se é gasto tratar as pessoas com carinho e esperança”, afirmou. “O hospital não pode ser um martírio”.

Comentário do Blog: a votação contra a CPMF, no Senado, em 2007, tendo o PSDB e DEM – criadores do imposto -, como os maiores articuladores para por fim a essa ajuda fundamental para a saúde pública do Brasil foi um ato hipocrita, politiqueiro, eleitoreiro, safado ou foi uma atitude nobre aos contribuintes? O resultado está aí!!!!

  Publicado em: Governo

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