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Mulheres com MPU terão direito ao uso de arma de choque graças a Projeto de Lei de Neto Evangelista

Publicado em   19/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Proposta aprovada pela Assembleia Legislativa garante instrumentos de autodefesa para mulheres com medida protetiva e segue agora para sanção governamental

Mulheres vítimas de violência doméstica que possuem medida protetiva poderão contar com mais um instrumento para garantir a própria segurança no Maranhão. A Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (18), o Projeto de Lei de autoria do deputado estadual Neto Evangelista que prevê o fornecimento gratuito de spray de pimenta e armas de choque para mulheres protegidas por decisão judicial.

Com a aprovação pelo plenário, a proposta segue para sanção do Governo do Estado. Após sancionada e regulamentada, a medida permitirá que mulheres ameaçadas por seus agressores solicitem os equipamentos como recurso adicional de autodefesa, especialmente diante de situações em que a medida protetiva é desrespeitada.

Para Neto Evangelista, a iniciativa parte de uma realidade grave, onde mesmo após procurarem a Justiça e conseguirem uma medida protetiva de urgência, muitas mulheres continuam sendo perseguidas e atacadas pelos agressores.

“Infelizmente, nós ainda temos mulheres sendo assassinadas dentro de suas próprias casas. Elas buscam o apoio do poder público, recebem a medida protetiva de urgência, mas ainda existem agressores que vão atrás dessas mulheres. Dar a elas um instrumento que possa salvar suas vidas é uma forma de resguardar muitas vidas femininas no nosso Estado”, destacou o parlamentar.

O projeto estabelece que poderão solicitar os dispositivos as mulheres que apresentarem a decisão judicial que concedeu a medida protetiva, além de documentos pessoais e comprovante de residência.

Além do fornecimento gratuito, a proposta determina que as beneficiárias recebam treinamento básico para utilizar os equipamentos de maneira segura e responsável. Neto Evangelista ressaltou que o objetivo não é incentivar confrontos, mas oferecer uma possibilidade de reação em situações extremas de ameaça.

“É um instrumento não letal que, com o treinamento adequado, poderá permitir que essa mulher consiga se defender e não morra dentro da própria casa. Muitas vezes, é uma questão de segundos”, afirmou.

Durante a votação, Neto Evangelista relembrou casos de feminicídio que acompanhou de perto e que ajudaram a motivar a apresentação do projeto. O deputado já atuou em júris envolvendo mulheres que possuíam medidas protetivas, mas acabaram assassinadas pelos próprios agressores.

Em seu discurso na tribuna, ele recordou especialmente o caso de uma mulher assassinada a facadas dentro de casa, mesmo estando sob proteção judicial.

“Eu entrei no quarto onde ela foi assassinada e ouvi da filha, que presenciou tudo, o relato da quantidade de facadas que o padrasto tinha dado na mãe dela. Se ela tivesse uma arma de choque naquele momento, talvez eu não tivesse feito o júri dela, porque ela estaria viva”, relatou.

Segundo o parlamentar, episódios como esse mostram que é necessário ampliar os mecanismos disponíveis para proteger mulheres que já estão identificadas pelo próprio sistema de Justiça como vítimas em situação de risco.

“Hoje a gente faz história na Assembleia Legislativa. Agora vamos aguardar a sanção governamental. Tenho certeza de que esse projeto, virando lei, vai ajudar a proteger muitas mulheres que ainda são violentadas e ameaçadas dentro de suas casas”, declarou.

O texto também prevê a perda do direito ao benefício em caso de utilização indevida dos dispositivos contra pessoas que não tenham relação com a situação de violência doméstica que originou a medida protetiva.

Para Neto Evangelista, o enfrentamento à violência contra a mulher precisa ser uma responsabilidade compartilhada pelo poder público e pela sociedade.

“Nós, homens, temos a obrigação de proteger quem precisa ser protegido. Se fazemos isso dentro da nossa casa, precisamos fazer também fora dela. Para que a violência não chegue à nossa família, precisamos ajudar a proteger as mulheres de outros lares também”, concluiu.

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  Publicado em: Política

Vai deixar uma herança maldita!!! Quebrou o Brasil! Lula termina o mandato com o maior rombo da história do país

Publicado em   19/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Quebrou o Brasil! Lula termina o mandato com o maior rombo da história do país
Quebrou o Brasil! Lula termina o mandato com o maior rombo da história do país
A dívida bruta do setor público brasileiro chegou a R$ 10,8 trilhões em junho de 2026, o equivalente a 81,9% do PIB, segundo o Banco Central. De acordo com informações do portal Conexão Política Brasil, o percentual é o maior desde abril de 2021 e se aproxima do recorde de 87,6% registrado em outubro de 2020.Desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em janeiro de 2023, a dívida aumentou 10,2 pontos percentuais. Em dezembro de 2022, no fim do governo Jair Bolsonaro (PL), o indicador estava em 71,7% do PIB.
O déficit nominal acumulado em 12 meses até junho chegou a 9,99% do PIB. Projeções do mercado indicam que o terceiro mandato de Lula pode terminar com déficit nominal médio de 8,6% do PIB, o maior entre os governos federais das últimas duas décadas.

A Instituição Fiscal Independente (IFI) projeta que a dívida alcance 82,5% do PIB ao fim de 2026 e possa chegar a 100% em 2032 e 115% em 2036.
Entre os fatores apontados estão o crescimento moderado do PIB, os juros elevados e a ausência de poupança pública. O Brasil deve completar 13 anos consecutivos de déficit primário em 2026.

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  Publicado em: Política

Quiseram condená-lo por antecedência!!!! Relatório da PF diz que blogueiro do Maranhão não cometeu crime apontado por Alexandre de Moraes

Publicado em   19/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Em decisão, ministro vê ‘indícios relevantes’ de crime que investigadores disseram em relatório de inteligência não ter identificado

Por Malu Gaspar
 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes
O relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) que baseou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de ordenar busca e apreensão sobre a fonte do blogueiro Luís Pablo por ter publicado reportagens questionando o uso de um carro oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por Flávio Dino, afirma não haver indício de crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista e nem ser possível “apontar com máxima certeza” que ele recebeu dinheiro para fazer matérias sobre Dino.

Ainda assim, o ministro Alexandre de Moraes escreveu em sua decisão ter identificado indícios relevantes de que Luís Pablo cometeu o crime de perseguição contra o colega de Corte ao citar a representação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou a favor das diligências.

Dono de um blog sobre a política maranhense, Luís Pablo publicou a partir de novembro de 2025 reportagens sobre o uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do estado por Dino e seus familiares. O ministro afirma que não houve uso irregular. Mas, por causa das matérias, em março deste ano o jornalista foi alvo de uma operação policial determinada por Moraes e teve dois celulares, um notebook e um pen drive apreendidos, o que permitiu que os investigadores rastreassem a fonte dele.

Ao ordenar a operação, Moraes defendeu haver risco à integridade física do colega de Supremo em razão “do suporte material (envio de informações e discussões sobre a redação e teor das matérias publicadas) e financeiro prestado a Luís Pablo, com indício de tentativas de exclusão de mensagens eletrônicas relevantes para a investigação”.

A investigação foi aberta a pedido de Dino. O ministro sorteado foi Cristiano Zanin, mas a ação foi redistribuída após o presidente do STF, Edson Fachin, decidir que o caso era análogo ao inquérito das fake news e ao das milícias digitais, dos quais Moraes já era relator.

Com essa primeira busca, os policiais descobriram que a fonte do blogueiro era o ex-secretário Raimundo Cutrim, também alvo de outro inquérito relativo ao assassinato de um funcionário da secretaria de Educação do Maranhão — este sob a relatoria de Dino, que governou o estado entre 2015 e 2022.

A partir daí, pediram autorização para uma segunda ação de busca e apreensão, realizada na semana passada.

O relatório sigiloso que baseou o pedido – e a que tivemos acesso – analisa em detalhes as mensagens trocadas entre a fonte e o jornalista, que mostram Cutrim enviando imagens e documentos a Luís Pablo.

Fica claro, porém, que o blogueiro recebeu o material por WhatsApp e chegou a se encontrar pessoalmente com a fonte, mas não participou de atos de perseguição. Para os investigadores, o blogueiro tem postura tendenciosa contrária a Flávio Dino e se dedica a fazer matérias que o colocam “como influente político contrário ao governo do Maranhão”.

Ao encaminhar o documento ao Supremo Tribunal Federal, o delegado Alberto Knoll diferenciou o jornalista da fonte. “Não se trata de acusar o jornalista do cometimento de tal crime, já que o mesmo, em tese, está acobertado pelo direito à liberdade de imprensa, amplamente reconhecido em nossos tribunais”.

Já sobre o ex-secretário, disse que “a conduta de possível agente público que acessa dados restritos e os divulga de forma irregular para publicação através de veículo de imprensa, essa sim pode ser enquadrada no crime tipificado no art. 325 do Código Penal (violação do sigilo funcional).”

Knoll ainda chama a atenção para uma transação de compra de um terreno que teve uma de suas parcelas pagas pelo advogado Diogo Lima, que foi secretário de Habitação de São Luís na gestão de um aliado de Dino, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), mas também não associa a conduta do jornalista ao crime de perseguição.

Notas e compra de terreno

No relatório de inteligência sobre o conteúdo apreendido no computador de Luís Pablo, os investigadores localizaram diversos diálogos no qual o jornalista encaminha a Diogo Lima matérias críticas a Flávio Dino, sobre as quais o advogado dá palpites, chegando a sugerir alterações no texto. Lima também foi alvo das buscas ordenadas por Moraes na semana passada.

Em uma das conversas, os dois tratam sobre uma transferência para uma conta bancária de Danilo Cutrim Bezerra, veterinário que vendeu um terreno a Luís Pablo.

Apesar de o sobrenome ser semelhante ao da fonte, Raimundo Cutrim, a PF diz que não é possível concluir se os dois são parentes ou não. “Verificou-se ainda que o sobrenome Cutrim tem elevada incidência no Estado do Maranhão, segundo fontes do IBGE, sendo utilizado por aproximadamente 14.778 pessoas”.

As mensagens mostram que Diogo Lima envia fotos do comprovante do depósito de R$ 100 mil de uma conta dele para Danilo Cutrim. Segundo a própria Polícia Federal, o dinheiro foi usado para quitar um imóvel rural de R$ 461 mil adquirido pelo jornalista. A propriedade, ainda de acordo com a investigação, foi paga através de depósitos de múltiplas fontes pagadoras, incluindo Lima.

“Meu irmão não tem palavras [sic], mesmo sabendo que você é um cara que posso contar pra tudo, mas você me surpreende. Você é um cara de coração enorme, Deus te abençoe sempre”, escreveu Luís Pablo ao receber o comprovante de depósito.

“Oh meu irmão. Vc é muito querido pra mim [sic]. Não ia deixar vc perder seu sonho”.

As conversas também trazem notas fiscais emitidas em nome da Assembleia Legislativa do Maranhão em nome do Blog Luís Pablo com valores que alternavam de R$ 12 mil a R$ 17,5 mil.

Questionado pela equipe da coluna sobre a origem do dinheiro, Luís Pablo afirmou que se referiam ao pagamento por banners de anúncio em seu blog. “Todo mês mando. Foi suspenso no mês passado em razão das eleições e da legislação eleitoral”, afirmou o jornalista. “Não é só para mim. São vários veículos de comunicação, entre blog, rádio e TV. [O valor] É pago pela agência de marketing que é contratada pela Assembleia”.

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  Publicado em: Política

Um ministério as escondidas??? A casa do lobby: Mansão em Brasília era usada por Lulinha e amiga lobista para reuniões

Publicado em   19/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Por O Globo

Ex-funcionária de Roberta Luchsinger relata que filho do presidente frequentava o imóvel ao menos duas vezes por semana

Casa no Lago Sul de Brasília onde Roberta e Lulinha ficavam quando estavam em Brasília
Casa no Lago Sul de Brasília onde Roberta e Lulinha ficavam quando estavam em Brasília — Foto: Cristiano Mariz/O Globo

Alvo de investigações da Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger utilizavam uma casa no Lago Sul, região nobre de Brasília, durante suas visitas à capital federal. O imóvel era alugado por Luchsinger, que costumava realizar reuniões discretas no local.

As reuniões foram relatadas ao GLOBO por três pessoas que trabalharam no imóvel durante o período em que ele era utilizado pelos dois. Uma delas é a empregada doméstica Zildeni Souza, que acompanhou a rotina na casa durante sete meses, entre 2024 e 2025.

— Não era (casa) de morar. Era uma casa alugada, que quem fica mais tempo eram os funcionários. Era realmente uma casa de reunião. Geralmente, às 9h, vinha uma ou duas pessoas. Eu não ouvia as conversas, só servia café e era isso. Minha função era de doméstica. Não tinha envolvimento — disse Zildeni.

Ela afirmou que era responsável por relatar a Luchsinger o que ocorria no imóvel quando a empresária estava fora de Brasília. De acordo com o relato de Zildeni, Luchsinger e Lulinha frequentavam o imóvel ao menos duas vezes por mês. Em algumas ocasiões, segundo a empregada doméstica, o filho do presidente aparecia sozinho, e a empresária a avisava que “o seu Fábio está indo”, conforme áudio incluído em um processo trabalhista que a funcionária apresentou contra Luchsinger após sua demissão.

Postagem de Roberta Luchsinger na casa que alugava em Brasília — Foto: Reprodução/Instagram
Postagem de Roberta Luchsinger na casa que alugava em Brasília — Foto: Reprodução/Instagram

“Semana que vem o seu Fábio está indo. E aí vai com visita, vai ficar no quarto das kids (crianças). Aí você arruma as camas de criança para os adultos que vão ficar”, diz um áudio enviado por Luchsinger à empregada. A gravação foi revelada pelo Metrópoles e confirmada pelo GLOBO.

— Às vezes ela (Roberta) me dizia: “Olha, o Fábio está indo”. Inclusive, a Renata (esposa de Lulinha) falou para eu cuidar do Fábio — disse a empregada. — (Ele) Ficava sentado na beira da piscina fumando o cigarrinho dele. Ficava dois dias e ia embora. Vinha sempre segunda-feira, quarta… — descreveu ela.

Procurada, a defesa de Lulinha afirmou que ele não morava na residência, não cometeu nenhuma irregularidade e está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos.

— O Fábio e a Roberta nunca negaram a relação de amizade, que eles tanto se orgulham. Ele frequentava a casa da Roberta naturalmente como fazia com outros amigos. Isso não é motivo de segredo. Não podemos permitir que as amizades sejam criminalizadas — disse o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende o filho do presidente.

O defensor afirma ainda que Lulinha não participou de nenhuma reunião com empresários ou clientes de Luchsinger e afirmou que o filho do presidente é alvo de uma “perseguição absolutamente implacável” e “injustificada” por setores da PF que, conforme ele, estão “a serviço de interesses político-eleitorais”.

A defesa de Luchsinger, por sua vez, afirmou que não iria se pronunciar. No seu perfil no Instagram, a empresária se queixou das investigações policiais e do que classificou como “ataques diários” ao “seu nome” e a “pessoas queridas”.

Hospedagem no Alvorada

Filho mais velho do casamento de Lula com a ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta em 2017, Lulinha se mudou para Madri, na Espanha, no ano passado. Ele possui empresas na área de tecnologia e foi citado em escândalos nos primeiros mandatos do pai. Segundo pessoas próximas ao presidente, ele preferia ficar no imóvel alugado por Luchsinger quando estava em Brasília por não manter uma relação de proximidade com Rosângela Silva, a Janja, sua madrasta. Ele evitava se hospedar no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.

A casa, localizada em um condomínio fechado, com acesso apenas a pessoas autorizadas, possui características de alto padrão. Com uma área de 2.110 metros quadrados, o imóvel tem três quartos, piscina, jardim, churrasqueira e um cômodo para escritório onde ocorriam os encontros. O aluguel na região custa, em média, R$ 240 mil ao ano, conforme informações de imobiliárias.

De acordo com registros em cartório, o imóvel no Lago Sul pertence a um empresário que atua na área de mineração de calcário e mora fora do país. A residência em Brasília foi alugada por Roberta em 2024. Segundo funcionários do local, Lulinha e a amiga estão há sete meses sem aparecer na residência. Eles evitaram frequentar o imóvel após virem à tona as investigações que apontaram o envolvimento de Luchsinger com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, pivô dos descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

Roberta publicou em uma rede social uma foto na casa do Lago Sul em 18 de dezembro do ano passado, mesmo dia em que foi alvo de operação da PF. Na ocasião, agentes cumpriram mandados de buscas e apreensões em seu endereço em São Paulo, mas não em Brasília. “Aos mentirosos, apenas a justiça”, escreveu.

Visita de Marcola

Uma das pessoas que visitaram a casa, segundo a ex-funcionária de Luchsinger, foi Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula. Ela disse se recordar da imagem dele em uma reunião ocorrida no imóvel. Procurado diretamente e por meio da sua defesa, Marcola não se manifestou.

A relação entre Marcola, Lulinha e Roberta é citada em um dos inquéritos da Polícia Federal abertos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em mensagem enviada ao filho do presidente, Roberta cita um incômodo de Marcola com “Fernarndo”, que, de acordo com as investigações, é Fernando Bittar, ex-sócio do filho do presidente. “Marcola não quer. Ele tá incomodado. Falou para gente almoçar com Berger e ele sem Fefe. Porque ele não quer mesmo”, escreve Roberta, ao que Lulinha responde: “Isso…. Ja é o terceiro almoço que eu tenho com ele e ele pede pra ser só entre nós.”

Em outra mensagem encontrada pela PF e revelada pelo GLOBO, Marcola recebeu um modelo de contrato para venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde, com dispensa de licitação. O documento foi enviado por Roberta, que tentava intermediar um negócio com a pasta, o que não ocorreu, em meio à eclosão do escândalo dos descontos indevidos no INSS. Marcola confirmou a interlocutores que recebeu o material, mas disse que não o encaminhou.

A PF também descobriu que Roberta comprou duas joias que Marcola pediu para presentear familiares no Dia das Mães de 2024, conforme revelou o colunista Lauro Jardim, do GLOBO. A investigação aponta que o ex-assessor enviou por WhatsApp a foto do modelo das peças, e Roberta pagou a fatura de R$ 9,2 mil. Ao longo de 2024, segundo o colunista, a empresária transferiu a ele um total de R$ 217 mil entre transferências bancárias, pagamentos de boletos e presentes.

Outros diálogos interceptados pela PF mostram que Lulinha e Roberta discutiam negócios em conjunto. Em uma das conversas, em 22 de março de 2024, a empresária diz a Lulinha: “Nosso nível tá outro. Nosso futuro é Suíça. Poucos negócio é bom (sic). Esse povo aqui tá em outra vibe”. O filho do presidente respondeu em seguida: “Isso. Deixa eles. Trabalho para caralho e nunca dá em nada”. O conteúdo, que está em posse dos investigadores, foi revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo GLOBO.

Além das reuniões na casa do Lago Sul, Luchsinger costumava cumprir agendas em ministérios e órgãos públicos, representando empresas que tinham interesse em fechar contratos públicos, quando estava em Brasília. Há registros de oito agendas no Palácio do Planalto e pelo menos 32 visitas em gabinetes dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Social e no BNDES, entre outros locais, no período de 2023 a 2025. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. Lulinha, por sua vez, tem cinco registros de acessos no Planalto nesse mesmo período.

Amigo de Lulinha e Luchsinger, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, disse que encontrou os dois em uma festa feita para o filho do presidente em uma casa, em Brasília. Ele disse, no entanto, não se recordar do endereço.

— Não tenho na memória o endereço, mas na condição de convidado pelo Fábio, estive no aniversário de Fábio. Sou amigo da família do Lula e estive nesta oportunidade com familiares e amigos dele — disse o ministro, que hoje é um dos coordenadores de campanha do presidente.

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  Publicado em: Política

Caxias: Gentil Neto abraçando as candidaturas de Amanda Gentil e Daniella…

Publicado em   19/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Gentil Neto tem acesso a todo e qualquer lugar de Caxias por ser primeiramente um cidadão caxiense que gosta de sua gente e, também, por ser um gestor que deixa de lado seu gabinete para está “in loco” vendo as necessidades prioritárias de sua gente.

Sua gratidão supera todas as expectativas, pois sabe na luta das deputadas Amanda Gentil e Daniella quanto de sua eleição para prefeito de Caxias. Agora, é hora de retribuir, por mostra total disposição para levar o nomes de suas candidatas por toda Caxias.

“Hoje foi dia de sentir de perto o carinho e a energia do povo da Vila São José! Presente e junto na caminhada de campanha das nossas deputadas Daniella e Amanda Gentil e fui recebido com uma verdadeira demonstração de carinho e confiança pelos moradores.

Foi uma recepção calorosa, cheia de sorrisos, abraços e muita alegria!

Tá só começando! Que ninguém perca as próximas oportunidades de estar junto conosco, caminhar pelas ruas e fazer parte desse time que segue avançando por Caxias.”, festejou Gentil Neto.

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  Publicado em: Política

Carlos Brandão desmente criminoso que está sendo instruído por alguém…

Publicado em   19/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Conforme dito na matéria “Afinal, que está instruindo esse tal Gilbson Cutrim?“, fica evidente que o criminoso tem como orientação incriminar o governador Carlos Brandão, com a finalidade de vê-lo afastado do governo e abrindo o caminho para que os opositores tomem conta do Palácio dos Leões.

Mas como confiar num assassino confesso, que com certeza assassinou cruelmente por conta própria.

Basta ver os vídeos do assassino no Instagram e observar toda canalhice para tentar incriminar alguém. Usando da artimanha mais safada para o seu intento, bastando ver as provocações feitas ao advogado que está em seus áudios.

Um fator importante nessa história macabra é saber que é a figura do governo que nomeou esse assassino confesso e quais foram os motivos que o levou a contratar.

Por outro lado, se o crime ocorreu em 2022, poucos meses depois do agora ministro Flávio Dino ter deixado o governo, por que não surgiram essas denúncias? Por isso, vale perguntar: Então, todas essas falcatruas aconteceram no governo Dino, com um funcionário da Secretaria de Educação do Estado, em que o secretário era Felipe Camarão?

Não é tudo tão esquisito e estranho?

“Novas acusações infundadas surgem contra a minha honra, com base no depoimento de um condenado confesso, por um assassinato em local público e que mudou a versão sobre o caso. Versão que está pautando a discussão sem qualquer questionamento quanto à sua credibilidade ou veracidade.

Não há sequer uma prova de todas essas inverdades que estão sendo ditas. Por isso, afirmo categoricamente que são mentirosas.”, afirma Carlos Brandão.

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  Publicado em: Política

Afinal, que está instruindo esse tal Gilbson Cutrim?

Publicado em   18/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Ele foi o autor do disparo que matou o empresário João Bosco Sobrinho em São Luís (MA), em agosto de 2022, é Gilbson César Soares Cutrim Júnior (conhecido como Gilbson Júnior). O homicídio, ocorrido no Edifício Tech Office.
De repente ele surge no Instagram fazendo mais e mais acusações, por isso, vale questionar:
1. Quem foi o mandante do crime? Esse tal Gilbson em seus vídeos fica num enrola pra lá enrola pra cá e não diz quem foi o mandante…Seria ele uma imitação do Jhonathan, assassino de Décio Sá? Ora bolas, caso houvesse um mandante, esse camarada, assassino confesso e que está solto deveria dizer quem foi que mandou mantar e deixar de patacoada!!! Caso contrário, fica mais que  evidente que ele matou por conta própria.
2. Quem está instruindo esse criminoso a buscar um bode expiatório para o seu assassinato? Fica tão evidente diante das perguntas que ele faz ao advogado, nos áudios. Uma armação para tentar incriminar alguém…
3. Quem orientou o assassino a gravar no Instagram, exatamente depois das ações do STF?
Portanto, diga quem mandou matar o empresário?
Quem instruiu o assassino a tentar buscar junto ao advogado um bode expiatório?
Quem está orientando o assassino a gravar como se fosse um anjo no Instagram logo após as investidas do STF?
Estados de olho!!!

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  Publicado em: Política

Brasil: um país da corrupção endêmica!!! Justiça em Londres ignora decisão do Supremo e segue com Lava Jato

Publicado em   18/ago/2026
por  Caio Hostilio

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Juiz britânico considerou “altamente incomum” ato de Dias Toffoli de anular acordo que compartilhava dados com Reino Unido e manteve o confisco de 7,3 milhões de libras (R$ 51 milhões) de ex-engenheiro da Petrobras acusado de corrupção

Surgiu mais um caso relacionado à operação Lava Jato que segue sendo válido na Justiça de outro país, apesar de tudo ter sido anulado pelo Supremo Tribunal Federal no Brasil. Desta vez, um tribunal de Londres decidiu que a agência britânica SFO (Serious Fraud Office) pode continuar a usar provas obtidas no Brasil para defender o confisco de 7,3 milhões de libras esterlinas de um ex-engenheiro da Petrobras acusado de repassar propinas a ex-colegas.

O Serious Fraud Office é um órgão governamental independente do Reino Unido que investiga e processa crimes econômicos complexos de alto nível, incluindo fraudes corporativas em larga escala, suborno e corrupção. O juiz Mark Weekes, do Tribunal da Coroa Britânica em Southwark (na região central de Londres), escreveu assim num trecho de seu despacho:

“Vale observar que esta situação –na qual uma autoridade judiciária do Estado requerido [Brazil] revoga, posteriormente e de forma ostensiva, a base jurídica interna para o compartilhamento de material de assistência jurídica mútua (MLA) que, à época, havia sido legitimamente compartilhado com o órgão de acusação do Reino Unido– é, na experiência deste Tribunal, bem como na dos advogados que atuam no caso e daqueles que os instruem, no mínimo, altamente incomum”.

O despacho é de 20 de maio de 2026, mas ficou conhecido só agora depois de a organização não governamental Spotlight on Corruption ter obtido o documento, que foi compartilhado com a Global Investigations Review, que publicou uma reportagem (exclusiva para assinantes) a respeito do caso.

A decisão da Justiça britânica foi num processo em que Mario Ildeu de Miranda, ex-engenheiro da Petrobras, apresentou um recurso contra o confisco civil de suas contas bancárias, decretado em 2023 sob a acusação de lavagem de dinheiro.

O Tribunal da Coroa Britânica de Southwark começou a analisar o recurso de Miranda contra o confisco em setembro de 2025. O caso ficou parado até maio de 2026 para permitir que o Serious Fraud Office e o ex-engenheiro da Petrobras realizassem “diligências adicionais” junto às autoridades brasileiras.

A movimentação do processo em maio se deu depois de uma decisão, em março de 2026, do ministro Dias Toffoli, que anulou a decisão de enviar ao Reino Unido as provas contra o ex-funcionário da Petrobras.

As irregularidades imputadas a Mario Ildeu de Miranda foram reveladas durante a operação Lava Jato, que envolveu diversos funcionários públicos da estatal de energia Petrobras. Em um caso de grande repercussão decorrente da investigação, a empreiteira Odebrecht concordou, em 2016, em pagar mais de US$ 3 bilhões para encerrar investigações no Brasil, nos EUA e na Suíça relacionadas a propinas pagas a funcionários da Petrobras e de outras empresas e órgãos estatais.

Ao Poder360, o advogado Figueiredo Basto, que representa a defesa de Mário Ildeu de Miranda na Lava Jato, declarou que não pretende se manifestar neste momento sobre o caso que corre na Justiça inglesa.

Uma série de decisões do STF levou ao fim da Lava Jato e à anulação de provas e revogação de condenações. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi um dos beneficiados das interpretações do Supremo –que basicamente considerou que o então juiz federal que comandou a investigação, Sergio Moro, não poderia, no foro de Curitiba (PR), ter conduzido os processos. Em março de 2024, a operação completaria 10 anos, só que já estava enterrada. O ministro do STF Gilmar Mendes disse na ocasião que “a Lava Jato terminou como uma organização criminosa”.

A decisão da Justiça britânica sobre Mario Ildeu de Miranda analisou o despacho de Dias Toffoli de março de 2026 em petição sob segredo de justiça. Na ocasião, o ministro anulou uma decisão de 2021 do tribunal federal de Curitiba que autorizava a transferência de uma “cópia integral” do processo criminal local contra o ex-engenheiro da Petrobras para o SFO. Toffoli entendeu que o tribunal de Curitiba –que havia condenado Miranda por lavagem de dinheiro em 2019– não tinha competência jurisdicional para autorizar a transferência, conforme consta na decisão de Londres.

Para o juiz Weekes, a decisão de Toffoli de março de 2026 não vincula os tribunais ingleses. Dessa forma, o SFO poderá continuar utilizando as provas, que foram fornecidas “de boa-fé” e em conformidade com tratados internacionais de assistência jurídica mútua. Weekes diz que as “consequências diplomáticas” da decisão seriam uma questão a ser tratada pelos governos dos respectivos países, e não pelos seus juízes.

“Embora possa haver consequências diplomáticas para o governo do Reino Unido decorrentes da atitude do SFO, trata-se –ou provavelmente trata-se– de questões de política não sujeitas à apreciação judicial, envolvendo as altas partes contratantes, sobre as quais este tribunal não pode, nem deve tentar, deliberar”, escreveu o juiz Weekes.

DIAS TOFFOLI

O ministro do STF foi o autor de uma série de decisões que anularam provas e condenações da Lava Jato. Eis algumas:

  • 11.nov.2025 – Toffoli anula provas da Lava Jato contra ex-primeira-dama do Peru;
  • 4.nov.2025 – Toffoli muda voto e defende anular pena de ex-diretor da Petrobras;
  • 15.jul.2025 – Toffoli anula todos os atos da Lava Jato contra Alberto Youssef;
  • 6.jun.2025 – Toffoli anula atos da Lava Jato contra ex-ministro Paulo Bernardo;
  • 28.mar.2025 – Toffoli mantém anulação de atos contra Palocci na Lava Jato;
  • 19.fev.2025 – Toffoli anula todos os atos da Lava Jato contra Palocci;
  • 11.dez.2024 – Toffoli anula condenações de lobista réu em caso de depósitos a Eduardo Cunha;
  • 27.set.2024 – Toffoli anula condenações de Leo Pinheiro na Lava Jato;
  • 19.jun.2024 – Toffoli anula provas da Odebrecht contra ex-marqueteiro do PT;
  • 21.mai.2024 – Toffoli anula condenação contra Marcelo Odebrecht na Lava Jato;
  • 19.dez.2023 – Toffoli anula investigações da Lava Jato contra Beto Richa;
  • 6.set.2023 – Entenda o processo de delação da Odebrecht anulado por Toffoli;
  • 6.set.2023 – Prisão de Lula foi armação, diz Toffoli ao anular acordo da Odebrecht;
  • 6.set.2023 – Leia a decisão de 135 páginas que anulou delação da Odebrecht….Por Poder 360

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  Publicado em: Política

Caminhos tortuosos!!! É inacreditável que um ministro do STF possa servir de mediador de um encontro político.

Publicado em   18/ago/2026
por  Caio Hostilio

COMENTÁRIOS  

Por Merval Pereira de O Globo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes durante sessão plenária

O presidente da República visitou o Amapá para ver de perto o local onde a Petrobras descobriu indícios de petróleo na Foz do Rio Amazonas. A seu lado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que até há poucos dias estava rompido com Lula, mas se acertou com ele após um encontro de reconciliação promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Mas, advertem seus assessores, fez a viagem não na qualidade de candidato à reeleição, mas com o chapéu (literalmente) de presidente.

Mas o que um ministro do STF tem a ver com a relação entre o presidente da República e o presidente do Senado, perguntará o arguto leitor ou leitora. Pois é, nada. Há muito tempo se discute a participação do presidente do Supremo nos acordos políticos entre os três Poderes. Sempre que estivemos em situações críticas, já aconteceram vários dos chamados “pactos federativos”, e sempre se colocou em dúvida se o presidente do Supremo deveria fazer esse tipo de acordo. É presidente de um dos Poderes da República, é certo, mas também julga os crimes dos que têm o chamado “foro privilegiado”. Pactos têm natureza política, e os juízes não deveriam fazer acordos políticos.

Mas agora é diferente. Não é o presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, quem está costurando um suposto acordo, mas um ministro, em caráter, digamos assim, “monocrático”. É inacreditável que um ministro do STF possa servir de mediador de um encontro político. É assustador, muito perigoso, não é possível o juiz ser julgador de inquéritos criminais envolvendo políticos e ser intermediário de um acordo político. Agora mesmo, Alcolumbre pode ser investigado no Supremo sobre a aplicação de verba do governo de seu estado no Banco Master. Com que autoridade Moraes está intermediando esses acordos? Por que está intermediando?

É difícil explicar uma atuação desse tipo. Hoje em dia, o STF virou um player político, instituição onde se tomam decisões fundamentais para o país. Participar de acordos políticos, ou opinar sobre questões políticas, indica uma vontade de ser mais um elemento nessa transação política que não devia ser objetivo de ministros, ou do próprio STF. Com o gesto de intermediação, Moraes dá a impressão de que toma partido da campanha de Lula, isso depois de o presidente-candidato tê-lo convidado para tomar “um cafezinho”. É difícil armar um sistema democrático em que freios e contrapesos se contraponham para equilibrar a relação entre os Poderes, se um deles adere a outro e passa a ser intermediário de acordos.

Essa não é uma discussão nova. O então ministro Luís Roberto Barroso já havia proposto, numa discussão sobre o tema numa reunião plenária transmitida pela televisão, que o STF se limitasse a ser um guardião constitucional, de análise da Constituição, e que os casos de crimes de pessoas que tenham foro privilegiado fossem levados a um outro tribunal a ser criado. Houve uma reação muito grande dos ministros, dizendo que esse novo tribunal seria mais importante do que o STF, numa admissão velada de que julgar crimes políticos dá a eles um poder de que não querem abrir mão.

Sabe-se que o Senado é onde se dá a discussão eventual de um impeachment de ministros do Supremo. Há ameaça da oposição de que tentará pelo menos impedir um dos ministros, e Alexandre de Moraes é um dos alvos preferenciais. Alcolumbre, para se reeleger presidente do Senado, precisará do apoio do PT. Estará nas mãos do futuro presidente o destino de ministros do STF. Em momentos como uma campanha eleitoral, seria necessário que os Poderes da República tomassem cuidado com os caminhos que escolhem.

 

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  Publicado em: Política

Seria para constranger??? Corre nos corredores de São Luís e até Brasília, que o ministro Flávio Dino está com a peça pronta para afastar Brandão…

Publicado em   18/ago/2026
por  Caio Hostilio

COMENTÁRIOS  

É de causar espécie, visto que vale vários questionamentos sobre isso:

  • Se for verdade, quem vazou isso de dentro do gabinete do Ministro Flávio Dino?
  • Com certeza, se de fato existe essa peça já pronta para afastar o governador Carlos Brandão, não saiu do ministro Flávio Dino.
  • Mas como chegou aos corredores de São Luís e até Brasília, além da voz corrente na Assembleia Legislativa do Maranhão?

Vale ressaltar que um ministro do STF, agindo de forma monocrática (unilateral), não possui competência originária comum para processar e julgar governadores de Estado em crimes comuns ou de responsabilidade — função que cabe primariamente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou à Assembleia Legislativa, respectivamente. No entanto, medidas cautelares excepcionais envolvendo chefes do Executivo podem passar pelo Supremo dependendo do contexto constitucional, gerando debates recorrentes sobre a necessidade de referendo do plenário.

Logo, o foro por prerrogativa de função para crimes comuns cometidos por governadores é o STJ, e não o STF.

Há forte controvérsia jurídica e pedidos de restrição no próprio Supremo para impedir que mandatos de autoridades eletivas sejam suspensos por meio de decisões individuais (“canetadas”) sem o crivo de um colegiado.

Em situações extremas e atípicas (como no afastamento do governador do Distrito Federal em 2023), ministros do STF adotaram medidas cautelares com base no Código de Processo Penal, mas tais decisões de urgência precisam ser submetidas rapidamente para referendo do Plenário da Corte.

Portanto, não dá para acreditar que o ministro Flávio Dino atropelaria todas essas prerrogativas e decisões da Constituição e do próprio STF.

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  Publicado em: Política

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