Postado por Caio Hostilio em 08/set/2020 - Sem Comentários
Por meio de vídeo publicado em suas redes sociais o prefeito Edivaldo Holanda Junior enviou mensagem pelos 408 anos de São Luís, reafirmando que seguirá trabalhando muito até o fim da gestão, contribuindo com o desenvolvimento da capital e transformando a vida das pessoas para melhor.
“São Luís completa 408 anos com grandes transformações. E mesmo com todas as dificuldades em administrar uma cidade em meio à pandemia, não paramos de trabalhar”, diz.
Edivaldo destaca ainda que manteve os investimentos e canteiros de obras por toda a cidade gerando emprego e renda mesmo com a crise gerada pela pandemia e que isso tem permitido comemorar a data com muitas entregas.
“Já inauguramos o Parque do Bom Menino, Praça da Bíblia, Estádio Nhozinho Santos, mercados do Coroadinho e Anil, bairros urbanizados, espaços de lazer no Vinhais, Rio Anil, Centro e Cohab Anil. Até dezembro serão entregues muitas outras”, afirma Edivaldo.
Edivaldo destaca ainda as obras em execução por meio do programa São Luís em Obras que soma a construção de mais de 100 praças, reconstrução 10 mercados, 20 grandes obras de drenagem profunda, asfaltamento, pontes, reforma de casarões e outros.
“Nunca em sua história a cidade recebeu um volume tão expressivo de obras, do centro à zona rural. Vamos seguir até o fim da gestão contribuindo com a história de São Luís e transformando a vida das pessoas para melhor”, garante Edivaldo.
Postado por Caio Hostilio em 08/set/2020 - Sem Comentários
Postado por Caio Hostilio em 07/set/2020 - 2 Comentários
Senador, militares, jornalistas e deputados reagem após Carmen Lúcia, do STF, exigir de Bolsonaro informe o porquê do Exército Brasileiro proteger a Amazôni!!! Oras bolas, o que passa pela cabeça dessa ministra? O que ela pensa da soberania do Brasil, da proteção a riqueza do Brasil, da garantia das fronteiras e, principalmente da garantia de cidadania ao povo daquela região?
Postado por Caio Hostilio em 07/set/2020 - Sem Comentários
Autor de emenda parlamentar que viabilizou a compra de uma patrulha mecanizada que foi doada para a Cooperativa dos Produtores Rurais do Sul do Maranhão, o deputado federal Hildo Rocha visitou comunidades onde produtores conseguem tirar bom proveito do equipamento que foi adquirido com recursos públicos federais, por meio da Codevasf.
O Presidente da Cooperativa dos Produtores Rurais do Sul do Maranhão, Jairo Diniz, destacou que sem a ajuda do parlamentar seria praticamente impossível conquistar o equipamento que já melhorou as condições de trabalho dos agricultores.
“Nós só temos a agradecer por esse apoio porque sem a ajuda que o deputado Hildo Rocha tem dado para os produtores nada disso seria possível”, afirmou Diniz.
Ajuda do governo federal para os que mais precisam
O deputado Hildo Rocha disse que ficou entusiasmado com os resultados alcançados pelos associados da Cooperativa. “O poder público tem que investir em quem mais precisa. Por isso, na condição de representante dos pequenos produtores rurais, em Brasília, eu defendo esse segmento econômico e luto por benefícios para eles. Pelo menos setenta por cento do que nos alimentamos vem da agricultura familiar, tanto no Maranhão, como em todo País”, enfatizou o parlamentar.
Apoio do presidente Jair Bolsonaro
O deputado disse que conhece bem a realidade e as dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores rurais porque já foi vereador e prefeito de cidade pequena, onde a base da economia é predominantemente da agricultura familiar.
“Fui vereador e prefeito de Cantanhede cidade pequena que tem a produção rural como principal fonte de trabalho e renda da população. Conheço, portanto, a realidade, as condições de vida, e as dificuldades dos pequenos produtores rurais. Durante as minhas campanhas eleitorais para deputado federal eu prometi lutar pelo fortalecimento dos municípios e tenho honrado esse compromisso. Tive o apoio dos ex-presidentes e, graças a Deus, também tenho a honra e a felicidade de poder contar com o apoio do presidente Jair Bolsonaro que não tem medido esforços quando se trata de apoio para a população que mais precisa”, afiançou Hildo Rocha.
https://www.youtube.com/watch?v=23ALRAmzeog
Postado por Caio Hostilio em 07/set/2020 - Sem Comentários
Postado por Caio Hostilio em 07/set/2020 - Sem Comentários
Meu pai é minha inspiração. Infelizmente, não tive a satisfação de tê-lo comigo quando adentrei na vida pública, mas seus ensinamentos vão me acompanhar sempre.
Postado por Caio Hostilio em 07/set/2020 - Sem Comentários
No calabouço de sua censura prévia, o jornalista Oswaldo Eustáquio fez um dos seus mais brilhantes trabalhos jornalísticos desmascarando a extrema imprensa.
Postado por Caio Hostilio em 07/set/2020 - Sem Comentários
A Polícia Civil do Rio de Janeiro está apurando uma denúncia de uma testemunha ouvida no caso do assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis. A testemunha, a empresária Regiane Rabelo, disse ter sido alvo de um ataque a bomba, na madrugada de sexta-feira (4).Denunciada sob a acusação de ter sido mandante do crime, Flordelis (PSD-RJ) não foi presa por ter imunidade parlamentar. Ela deve ser notificada na próxima terça-feira (8) pela Corregedoria da Câmara sobre o processo de investigação que pode culminar na cassação de seu mandato. Segundo dados da divulgação divulgados pelo jornal Extra, a empresária relatou que a bomba foi jogada por volta de meia-noite em um corredor externo da casa. Ela e o marido estavam na residência. Regiane acredita estar sendo vítima de retaliações por ter denunciado a deputada federal Flordelis dos Santos e outros membros da família à polícia. A empresária é ex-patroa de Lucas Cézar dos Santos Souza, filho adotivo de Flordelis, preso acusado de envolvimento no crime. – Na hora, foi um susto. A mãe da minha vizinha chegou a se jogar no chão com o barulho. A intenção era me dar um susto mesmo, para eu calar minha boca. Mas isso não vai acontecer. Fiquei assustada, mas já passou. Agora que não vão me calar – disse Regiane ao Extra.
Postado por Caio Hostilio em 04/set/2020 - Sem Comentários
Postado por Caio Hostilio em 04/set/2020 - Sem Comentários
Em conversa com populares em Eldorado, interior de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que está conversando com intermediários e com representantes de grandes redes de supermercados para tentar evitar uma alta maior nos produtos da cesta básica.
O preço de produtos como arroz e feijão tem sido uma queixa constante nas redes sociais do presidente, especialmente relacionadas à decisão do governo de reduzir para 300 reais o auxílio emergencial que será pago até dezembro.
Em vídeo publicado por um dos canais bolsonaristas, o presidente se aproxima de um grupo de pessoas e pergunta se o arroz e o feijão estão “subindo muito”, e recebe uma resposta afirmativa.
“Só para vocês saberem, já conversei com intermediários, vou conversar logo mais com a associação de supermercados para ver se a gente …. não é no grito, ninguém vai dar canetada em lugar nenhum”, disse o presidente, continuando depois: “Então estou conversando para ver se os produtos da cesta básica aí… Estou pedindo um sacrifício, patriotismo para os grandes donos de supermercados para manter na menor margem de lucro.”
“Ninguém pode trabalhar de graça. Mas a melhor maneira de controlar a economia é não interferindo. Porque se interferir, der canetada, não dá certo”, acrescentou.
Bolsonaro justificou o aumento de preços pelo pagamento do auxílio emergencial, que levou as pessoas a gastarem “um pouco mais.”
“Muito papel na praça, a inflação vem”, disse.
Levantamento feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP mostra que as commodities agrícolas de fato tiveram altas recordes nos últimos meses, puxadas também pela alta demanda externa e influenciadas pela queda do real perante o dólar, além do fato da demanda interna não ter caído pelo pagamento do auxílio emergencial.
O enfraquecimento da moeda brasileira faz o produto nacional ficar mais barato lá fora e aumentar a exportação, enquanto a demanda interna não caiu. Trigo, milho e arroz seriam os produtos da cesta básica que mais subiram de preço, de acordo com o Cepea.
A alta do arroz teria sido de 100% em 12 meses e do milho, de 65%.