Sem saber das consequências, Paulo Marinho Júnior, mostra que não mede suas próprias palavras ao proferir impropérios contra o Promotor de Justiça, que deu seu parecer desfavorável ao seus anseios pelo poder a qualquer custo.
Chamar o promotor de garantista, é o agredi-lo da forma colocada, haja vista que o garantismo ignora que é difícil condenar alguém antes vários crimes, ou seja, em outras palavras quis afirmar que o promotor foi conivente com aquilo que ele, Paulo Marinho Júnior, diz ter sofrido.
Alegar que o promotor não teve tempo de ler todo o processo para dar seu parecer, é algo que fere a dignidade, o profissionalismo, a responsabilidade e a imparcialidade.
Vale ressaltar, que a ética profissional é um pilar essencial na formação do promotor de justiça.
Não medindo o quê expõem, Paulo Marinho Junior, diz que o Ministério Público não vem cumprindo a lei. Isso é gravíssimo, pois coloca a integridade do órgão em cheque.
Para Paulo Marinho Júnior, o Ministério Público deveria cumprir a sua lei, as suas vontades, os seus desejos pelo poder.
Imagina o quê falará da Justiça caso seus anseios não forem atendidos?
É aguardar e conferir!!!
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