Fica evidente, quem acompanha as sessões da Assembleia Legislativa do Maranhão, que a oposição ao governo Carlos Brandão usa de artifício nada democrático e republicano, haja vista que os adjetivos dados ao governador são chulos e sem conexão com a realidade vivida no Estado.
Não é de conhecimento quais foram os acordos quanto da eleição de Carlos Brandão ao governo do Maranhão, porém é acertivo dizer que jamais um mandatário se submeteria aos anseios gananciosos de quem quer que seja.
Pode-se até se chegar a um consenso de que o vice-governador Filipe Camarão seria o candidato palaciano para substituir Brandão, mas jamais seria acatado o governador se transformar numa Rainha da Inglaterra e os outros tomarem conta de sua gestão.
Pelo visto não foi a eventual escolha de Felipe Camarão que levou ao rompimento, haja vista que por diversas vezes os Leões tentou aparar as arestas. Na verdade, foi o desejo de comandar o governo que levou a tal ruptura.
Filipe Camarão, por sua vez, perdeu a oportunidade de está candidato pelos Leões, pois preferiu seguir os caminhos da oposição e agora patina pra baixo nas pesquisas…
Por outro lado, surgiu Orleans como candidato ao governo do Estado, cujo crescimento vem sendo evidenciado em pesquisas.
Observa-se, ainda, que a oposição se pauta em acões governamentais que antes foram praticadas pelo governo anterior do qual fizeram parte, tal como a escolha para TCE, aumento de efetivo de servidores públicos, problemáticas na segurança, na educação, na saúde e na infraestrutura.
A fiscalização é salutar, desde que seja pautada em casos em que existam fatos reais a serem investigados. Casos corriqueiros da coisa pública não passam de fofoca, coisa que vai de encontro a verdadeira importância de uma oposição.
Outro fator que chama muito a atenção, é a judicialização de imbróglios políticos e de interna corporis, mostrando, com isso, a falta de capacidade para o enfrentamento político.
Agora, veio à tona a indicação de Cappelli ao cargo de membro titular do Conselho Fiscal da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), ato que enfureceu a oposição. Ora bolas!!! É prerrogativa do governador nomear seus auxiliares.
Diante do exposto, é necessário que a oposição saiba ser oposição e saiba fazer o contraditório.
Somente com adjetivos chulos, jamais convencerá!!!
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