É preciso que a sociedade não aceite esse ato criminoso autorizado pelo Poder Judiciário do Estado de Minas Gerais.
O Judiciário mineiro simplesmente absorveu o estuprador e autorizou o casamento com uma menor de 12 anos. A que ponto chegamos!!!
O estrupador devia estar preso e a criança tendo amparo psicológico.
É repudiante e nojento essa atitude cometida pelo poder judiciário, que deveria primar pela ordem jurídica.
Parabéns ao deputado Neto Evangelista em trazer à tona esse absurdo.
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