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Documento é primeiro passo para negociar colaboração e foi assinado com PGR e Polícia Federal
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Ex-banqueiro foi transferido de penitenciária federal para sede da PF em Brasília nesta quinta (19)
Vorcaro assinou um termo de confidencialidade com a PGR, movimento que reforça os indícios de que ele pode avançar para um acordo de colaboração premiada nas investigações que envolvem a instituição financeira.
A formalização do compromisso de sigilo costuma ser uma etapa preliminar em negociações desse tipo. A assinatura do termo não significa, por si só, que o acordo de delação está fechado, mas aponta que há conversas em andamento.
Com o termo de confidencialidade em vigor, qualquer quebra de sigilo pode ter consequências. Além de comprometer a credibilidade do colaborador, a divulgação indevida de informações pode levar à suspensão das negociações ou até à inviabilização do acordo.
Conhecido como “Juca”, o advogado já negociou delações para clientes que defendeu em grandes escândalos no passado.
Publicado em: Política



