Atendendo ao chamado de lideranças e de tantos amigos e amigas de todo o nosso Maranhão, tomei uma decisão importante para o futuro do nosso estado.É com muita alegria que anuncio minha filiação ao **Podemos**, partido liderado pelo meu amigo de longas datas, o deputado Fábio Macedo. Com esse passo, oficializo minha **pré-candidatura a Deputado Federal.
Sinto que ainda tenho muito a contribuir. Como Secretário de Saúde, implantei uma rede que transformou o atendimento no estado, mas sei que ainda existem gargalos fortes que precisam ser resolvidos. Minha missão é concluir esse projeto, levando para Brasília a experiência de quem sabe como a saúde funciona na prática.
Além da saúde, nosso Maranhão precisa de voz firme na busca por grandes projetos de infraestrutura e desenvolvimento. Estou muito animado para essa nova jornada, focado exclusivamente em representar o povo maranhense com a dedicação de sempre!
Relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA também acusa Alexandre de Moraes de violar liberdade de expressão em solo americano
Um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos acusa o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de atacar o direito à liberdade de expressão naquele país. E mais: decisões de Moraes promoveriam “campanha de censura e lawfare”, que “atinge o cerne da democracia brasileira”, afetando as eleições de 2026.
Para o Comitê Judiciário, comandado atualmente pelo Partido Republicano, “a campanha de censura e lawfare do ministro Moraes atinge o cerne da democracia brasileira e ameaça a liberdade de expressão nos Estados Unidos”.
O texto cita o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, atualmente vivendo nos EUA, e um de seus irmãos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atual pré-candidato do PL à Presidência da República.
“As ordens de censura e o lawfare conduzidos pelo ministro Moraes contra a família Bolsonaro e seus apoiadores podem prejudicar significativamente sua capacidade de se expressar online sobre temas de interesse público nos meses que antecedem a eleição presidencial brasileira”, diz um trecho.
Por meio de intimações na Justiça dos EUA, o Comitê Judiciário obteve cópias de ordens de Alexandre de Moraes e de outros órgãos da Justiça brasileira a empresas de redes sociais dos EUA, determinando a remoção de postagens e a suspensão de contas.
O relatório é acompanhado de 85 anexos. A maioria deles consiste em decisões de Moraes ordenando a suspensão de contas e a remoção de postagens. Há, por exemplo, quatro diferentes ordens para a plataforma de áudio Spotify remover conteúdos do youtuber Bruno Aiub, o Monark.
Outro anexo traz “ordens e decisões do ministro Alexandre de Moraes para censurar e fornecer dados sobre Eduardo Bolsonaro e outros dois indivíduos”, na data de 23 de setembro de 2025.
O relatório foi obtido antecipadamente pelo jornalista Paulo Figueiredo junto com fontes no Congresso dos EUA. O Metrópoles confirmou independentemente o conteúdo do documento, ao qual também teve acesso.
A reportagem do Metrópoles procurou Moraes para comentários na manhã desta quarta-feira (1º/4), mas não houve resposta até o momento. O espaço segue aberto.
Moraes faz censura global a críticos, diz relatório
“Baseado em novos documentos obtidos pelo Comitê, este relatório fornece evidências adicionais de como o regime de censura do Brasil mina a liberdade de expressão nos Estados Unidos, por meio da edição de ordens de remoção de conteúdo com efeitos globais, parcerias com censores em outros países e pela remoção de proteções legais das plataformas de redes sociais”, diz um trecho.
“Ordens judiciais brasileiras — notadamente do ministro Moraes — não apenas buscaram obrigar empresas de tecnologia a remover ou censurar contas no Brasil, mas também globalmente, o que infringe diretamente a liberdade de expressão online nos Estados Unidos.”
“Com essas ordens, o ministro Moraes buscou explicitamente censurar em escala global aqueles que o criticam e ao Supremo Tribunal Federal”, diz o texto.
Em um vídeo obtido pelo Metrópoles, a médica aparece se pronunciando sobre o assunto e confirmando a agressão. Ela afirmou que se desentendeu com o marido, quer que ele saia de casa, mas negou que ele tenha “destruído o apartamento”, conforme algumas denúncias.
A esposa de Marangoni foi à Delegacia da Mulher (DDM) de Santo André nesta manhã e registrou um boletim de ocorrência contra o deputado, acusando-o de agredi-la durante uma discussão.
A mulher foi candidata derrotada a vice-prefeita pelo União Brasil nas eleições municipais do ano passado em Santo André. Ela compunha a chapa do candidato a prefeito Eduardo Leite (PSB).
Já Marangoni anunciou nessa terça-feira (31/3) sua filiação ao Podemos. Anteriormente, ele pertencia aos quadros do União Brasil.
Quem é Fernando Marangoni
O deputado, que se desfiliou do União Brasil nessa terça-feira (31/3) para se filiar ao Podemos, é professor universitário, advogado e doutorado em Ciências Sociais. Ele também atuou como secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Santo André, além de secretário executivo de Habitação do estado de São Paulo, segundo o portal da Câmara dos Deputados.
Recentemente, o político foi relator de um projeto de lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para tornar imediata a prisão de agressores que descumprirem medidas protetivas em casos de crimes violentos e de violência doméstica.
Em suas redes sociais, o deputado defendeu a proposta. “Você, mulher vítima de violência, que teve deferida a seu favor uma medida protetiva, qualquer descumprimento agora vai converter automaticamente em pena de prisão preventiva. Não dá mais pra aceitar agressor ignorando a Justiça e continuando a ameaçar vítimas”, disse.
O parlamentar também defende pautas que ofereçam suporte federativo entre municípios, estados e União nas políticas para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).
Assim age uma gestão comprometida com seu povo, principalmente aos que mais precisam. A gestão gentil Neto pratica com vigor as prerrogativas sociais em Caxias, mostrando, com isso, a aplicabilidade correta do dinheiro público.
É preciso atender com rigor as necessidades básicas e alimentícias dos que mais precisam de amparo do poder publico.
Os dois momentos abaixo mostram o compromisso social da gestão Gentil Neto.
“Hoje foi dia de cuidar de quem mais precisa. Realizamos a entrega de cestas básicas e peixes, levando alimento, dignidade e esperança para muitas famílias. Continuamos trabalhando com compromisso e responsabilidade para construir uma cidade mais justa e solidária!”, destacou Gentil Neto.
“Seguimos trabalhando com compromisso e responsabilidade com a nossa gente. A entrega dos peixes é uma ação que começou lá no início da nossa gestão e que hoje continua fazendo a diferença na vida de muitas famílias. E no bairro Mariinha, o trabalho não para! Já realizamos o calçamento, levamos iluminação em LED, garantindo mais segurança, dignidade e qualidade de vida para todos. Porque aqui é assim: trabalho contínuo, com respeito e cuidado com cada cidadão. Seguimos avançando!”, garantiu Gentil Neto.
Imóveis rurais avaliados em R$ 50 milhões figuram no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que mira desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) em um esquema de venda de sentenças. A Operação Inauditus foi deflagrada nesta quarta-feira (1º/4) e cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em diferentes estados. A coluna teve acesso à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou a operação.
Segundo as investigações, o ex-deputado estadual Manoel Ribeiro era proprietário de imóveis rurais que estavam em disputa judicial. Inicialmente, houve uma decisão contrária aos interesses do negócio. Contudo, uma nova sentença proferida pelo desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Júnior teria sido negociada por R$ 250 mil, com pagamento realizado em duas etapas, para favorecer o ex-deputado.
“Declara o colaborador que MANOEL NUNES RIBEIRO FILHO teria acertado o valor de R$ 250.000,00 para reverter a decisão proferida na primeira instância, com o julgamento do agravo de instrumento n. 0818645-89.2020.8.10.0000, de relatoria do desembargador ANTÔNIO PACHECO GUERREIRO JÚNIOR, sendo R$150.000,00 pagos quando da concessão de liminar para suspender a decisão do Juízo de primeiro grau, em 13 de janeiro de 2021, e R$ 100.000,00 por ocasião do julgamento do mérito do agravo de instrumento pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão, o que ocorreu em 31 de agosto de 2021 e, em 16 de novembro de 2021, com a rejeição de embargos declaratórios”, diz trecho da decisão do STJ.
De acordo com os termos do contrato de compra e venda, a propriedade em questão tem 12.685,22 hectares e foi negociada por R$ 50 milhões em outubro de 2017. O pagamento seria realizado da seguinte forma: R$ 7.500.000,00 pagos no ato da assinatura do contrato; R$ 500.000,00 para serem pagos em 20/01/2019; R$ 10.000.000,00 em uma assunção de dívida junto ao Banco do Nordeste do Brasil; e R$ 32.000.000,00 pagos em 8 parcelas anuais no valor de R$ 4.000.000,00 iniciando em 20/12/2019 e terminando em 20/12/2026.
“Segundo o delator, na ocasião da compra da propriedade existia um litígio entre o vendedor, MANOEL NUNES RIBEIRO FILHO, e Euclides De Carli, envolvendo a posse de 1.244,49 hectares da propriedade objeto do Contrato de Compra e Venda, e por esse motivo fez constar no Contrato de Compra e Venda cláusulas que suspendiam o pagamento das parcelas anuais caso o vendedor, MANOEL NUNES RIBEIRO FILHO saísse derrotado no processo”, diz relatório da PF.
Nesse meio tempo, houve uma decisão desfavorável ao ex-deputado Manoel Ribeiro em relação à venda dos imóveis. Aí que começou a negociata.
O que diz o TJMA
Por meio de nota, o Tribunal de Justiça do Maranhão informou que colabora com a Operação Inauditus, deflagrada nesta quarta-feira (1/4) pela Polícia Federal, em cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que inclui unidades do Poder Judiciário estadual.
“O TJMA informa que editou o ato do afastamento de um desembargador e efetivou a exoneração de quatro servidores comissionados, que foram afastados pelo STJ. O TJMA reafirma seu compromisso com o princípio da transparência, colocando a administração à disposição das autoridades no que for cabível.”
O valor era dividido por fases, ou seja, cerca de R$ 100 mil para decisões iniciais, e o restante condicionado ao julgamento final
Uma investigação da Polícia Federal (PF) mira esquema de decisões judiciais dentro do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), com valores previamente definidos para cada etapa do processo, uma espécie de “tabela da propina” que transformava sentenças em mercadoria.
Os detalhes constam na decisão judicial que deu origem à operação da PF deflagrada na manhã desta quarta-feira (1°/4). A coluna teve acesso à decisão. Segundo a apuração, sentenças poderiam ser negociadas por até R$ 250 mil.
O valor era dividido por fases, ou seja, cerca de R$ 100 mil para decisões iniciais, e o restante condicionado ao julgamento final. A negociação envolvia diretamente o desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Júnior.
Delação
A investigação teve início após colaboração premiada de Maurílio Ramalho de Oliveira, que detalhou como funcionava o suposto balcão de negócios dentro do Judiciário.
De acordo com o delator, as decisões eram “tratadas” previamente, os pagamentos eram feitos em dinheiro e transferências e intermediários atuavam na negociação.
Mensagens obtidas pela PF reforçam o relato. Em uma delas, um dos investigados afirma: “Já mandei fazer o depósito”.
Pagamentos
Parte dos valores teria sido repassada por meio de contas vinculadas a empresas e terceiros. Uma das transferências foi feita para a empresa Fontana Empreendimentos, ligada a Lúcio Fernando Penha Ferreira, então assessor do desembargador.
Outros pagamentos também foram direcionados a investigados ligados ao esquema, incluindo empresários.
A investigação também identificou pagamentos em dinheiro vivo. Em um dos episódios, mensagens indicam que valores foram entregues diretamente a Lúcio Penha, que teria ido buscar o dinheiro em uma emissora de TV ligada a um dos envolvidos.
A PF conseguiu cruzar dados e confirmar que o veículo utilizado pelo assessor esteve no local no dia da entrega.
Decisões em série
Após obter decisões favoráveis, o delator afirma que interrompeu pagamentos. A partir disso, passou a ser alvo de decisões desfavoráveis, proferidas com rapidez incomum, segundo a investigação.
Diante das evidências, a Polícia Federal pediu buscas e apreensões, quebra de sigilos, bloqueio de bens e afastamento de funções públicas. As medidas foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A investigação aponta indícios de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta terça-feira, em entrevista ao podcast Cannabis Hoje, que o Brasil caminha para um novo modelo de política de drogas, inspirado em Portugal. Mendes defendeu o fim da chamada “guerra às drogas” e destacou os avanços no tratamento e descriminalização da maconha. Gilmar Mendes diz que Brasil está próximo de descriminalizar drogas e revela que já usou maconha em Portugal
Questionado sobre a possibilidade de discutir a descriminalização geral das drogas no país, o ministro sinalizou que o momento está próximo. “Eu acho que estamos próximos disso. Acho que estamos próximos”, afirmou.
Gilmar Mendes revelou ainda já ter utilizado cannabis medicinal para tratar dores. Segundo ele, adquiriu o produto em Portugal e também ajudou um amigo que sofria de dores. “Fiquei com boa impressão e comprei também para uma pessoa amiga”, disse o ministro.
Em julho de 2024, o STF definiu critérios para a qualificação de usuários de cannabis. Quem portar até 40 gramas ou seis plantas-fêmea será considerado usuário, e não estará sujeito a medidas penais, como prestação de serviços à comunidade. Em vez disso, poderá ser submetido a cursos educativos ou advertências sobre o uso de drogas.
“Esse foi um passo importante, mas é só um passo. Estamos tentando redefinir uma política de drogas adequada, talvez marcando uma ruptura com a ideia de guerra total às drogas”, explicou Mendes. Ele acrescentou que a mudança envolve não apenas aspectos jurídicos, mas também culturais: “Se pensarmos nas gerações de juízes, promotores e delegados treinados na ideia de combate radical às drogas, com todas as consequências maléficas, trata-se de uma mudança cultural.”
Para o ministro, o modelo português representa um case de sucesso. Em Portugal, a posse de drogas para uso pessoal não é tratada como crime, o que contribuiu para a redução de cartéis e violência ligada ao tráfico. “Portugal não tem grandes cartéis, não tem grandes organizações envolvidas nesse processo. Tem uma vida normal”, afirmou.
Segundo Gilmar Mendes, a adoção de políticas semelhantes no Brasil exigirá uma reconcepção do modelo repressivo, mas já existem iniciativas que apontam nessa direção. Ele acredita que o país caminha para adotar medidas que tratem o consumo de drogas de forma mais humana, focando na saúde e educação, e não apenas na punição.
Enquanto muitos municípios ainda enfrentam dificuldades para garantir ações sociais em datas importantes, Caxias tem mostrado, na prática, como gestão e compromisso podem caminhar juntos. Sob a liderança do prefeito Gentil Neto, o município realizou uma das maiores entregas de alimentos já vistas na região durante o período da Semana Santa.
Foram mais de 25 toneladas de peixes e mais de 10 mil cestas básicas distribuídas às famílias tanto da zona urbana quanto da zona rural, tudo isso com recursos próprios da Prefeitura de Caxias, com o apoio das deputadas Amanda Gentil, Daniella e o secretário de estado de agricultura e pecuária Fábio Gentil, o que mostra ainda mais o compromisso da gestão com a população.
A ação não apenas garantiu alimento na mesa de milhares de caxienses, mas também simbolizou cuidado, dignidade e respeito em um dos períodos mais importantes do calendário cristão.
Alcance histórico: povoados recebem pela primeira vez
Um dos pontos que mais chamaram atenção foi a ampliação do alcance da ação para os povoados do primeiro e terceiro distritos, que, até então, nunca haviam sido contemplados com esse tipo de iniciativa passaram a receber os benefícios, marcando um avanço significativo na política social do município.
A chegada da ação nessas localidades representa não apenas a entrega de alimentos, mas o reconhecimento de comunidades que por muito tempo estiveram fora do alcance de políticas públicas mais efetivas.
*Força institucional e presença popular*
A mobilização contou com a presença de importantes lideranças políticas e institucionais, como a deputada estadual Daniella, além de vereadores, secretários municipais e diversas lideranças locais.
Mais de 5 mil pessoas, no dia 31 de abril, no Ginásio João Castelo, foram assistidas pelos equipamentos da Secretaria Municipal de Proteção Social e participaram diretamente da ação, reforçando o alcance e a organização do trabalho realizado.
Outro ponto importante foi a atuação integrada da Secretaria de Atividades Produtivas e Inspeção Animal, que acompanhou todo o processo, garantindo qualidade e segurança na distribuição dos alimentos.
*Um modelo que ultrapassa fronteiras municipais*
A ação realizada em Caxias não passa despercebida no cenário estadual. Em um momento em que a eficiência da gestão pública é cada vez mais cobrada, iniciativas como essa colocam o município em destaque no Maranhão.
Mais do que números expressivos, o que se vê é uma gestão que tem priorizado políticas públicas com impacto direto na vida das pessoas, especialmente das que mais precisam.
Ao garantir alimento, dignidade e presença nas comunidades, a Prefeitura de Caxias consolida um modelo que pode, e deve ser observado por outros municípios do estado.
Como tem sido reforçado pela própria gestão, o compromisso é claro: seguir avançando e cuidando de todos.
A Polícia Federal também identificou movimentações financeiras com indícios de triangulação e ocultação de recursos
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (1º/4), a Operação Inauditus para investigar um esquema de venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). Dois desembargadores foram afastados, são eles: Antônio Pacheco Guerreiro Junior e Luiz de França Belchior Junior.
Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em diferentes estados. As ordens foram expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a investigação, o grupo atuava para direcionar decisões judiciais em processos, com prioridade seletiva e distribuição estratégica.
A apuração aponta a participação de magistrados, assessores e outros envolvidos, que teriam atuado em conjunto para favorecer partes em disputas milionárias, especialmente ligadas a conflitos agrários.
A coluna apurou que os alvos da operação são:
• Antônio Pacheco Guerreiro Júnior – desembargador (afastado)
• Luiz de França Belchior Silva – desembargador (afastado)
• Douglas Lima da Guia – juiz de direito
• Tonny Carvalho Araújo Luz – juiz de direito
• Lúcio Fernando Penha Ferreira – ex-assessor
• Sumaya Heluy Sancho Rios – ex-assessora
• Maria José Carvalho de Sousa Milhomem – assessora
• Eduardo Moura Sekeff Budaruiche – assessor
• Francisco Adalberto Moraes da Silva – ex-servidor do TJMA
• Karine Pereira Mouchrek Castro – ex-assessora
• Ulisses César Martins de Sousa – advogado
• Eduardo Aires Castro – advogado
• Antônio Edinaldo de Luz Lucena – empresário
• Lucena Infraestrutura Ltda – empresa investigada
• Manoel Nunes Ribeiro Filho – investigado
• Aline Feitosa Teixeira – investigada
• Jorge Ivan Falcão Costa – investigado
A Polícia Federal também identificou movimentações financeiras com indícios de triangulação e ocultação de recursos.
Além das buscas, a Justiça determinou prisão preventiva do principal operador do esquema, afastamento de cinco servidores, monitoramento eletrônico de seis investigados, proibição de acesso ao TJMA e bloqueio de bens de até R$ 50 milhões.
As medidas atingem gabinetes, escritórios de advocacia e empresas. As ações ocorrem em cidades do Maranhão, além de endereços no Ceará, em São Paulo e na Paraíba. Segundo a PF, as penas somadas podem chegar a 42 anos de prisão.
Postado por Caio Hostilio em 01/abr/2026 - 2 Comentários
Ontem (31), os dinistas se reversaram na tribuna da Assembleia Legislativa para anunciar um tal desespero no Palácio dos Leões com a confirmação da pré-candidatura de Eduardo Braide ao governo do Estado.
Ora bolas!!! Alguém no Palácio dos Leões é inocente o suficiente para acreditar que o ex-prefeito de São Luís não concorreria ao governo do Estado? Ali só tem raposa velha na política. .
Na verdade os dinistas querem um candidato para chamar de seu, mas existem empecilhos conforme dito na matéria acima.
Claro que o candidato Orleans sabia com quem disputaria o governo do Maranhão, assim como toda a torcida do Sampaio Correia, do Moto e do Maranhão.
Eduardo Braide tem em seu discurso uma tal estruturação de São Luís, mesmo sendo através de obras paliativas e não estruturantes.
Orleans, por sua vez, terá como mostrar obras realmente estruturantes em São Luís e nos outros municípios da Ilha.
É sabido, também, que Orleans tem o quê mostrar pelos quatro cantos do Maranhão, enquanto que Braide terá apenas o discurso.
É bom ressaltar que Orleans, Braide e até o Lahesio terão que conquistar o voto da direita. Braide e Lahesio já, em outras eleições, se afastaram da direita bosonarista, pois é a que tem voto.
Braide, conforme dito na citada matéria acima, terá muita dificuldade em dividir seu palanque entre lulistas e Caiado, pois o ex-governador do Goiás, que é candidato à presidência da República, jamais aceitaria essa divisão de palanque. Lula sabe disso!!!
Como podemos ver, nunca existiu medo algum em disputar as eleições com Eduardo Braide, como tentaram vender os dinistas.
Por outro lado, que não subestimem o Lahesio Bonfim!!!
Agora, é aguardar e esperar quem de fato tem o quê mostrar para todos os maranhenses e quem terá as melhores propostas…