Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), recebeu, nesta terça-feira (2), o apoio de mais um grupo político de Senador La Rocque, durante reunião com a liderança comunitária Fernando do Manezim. O encontro integrou a agenda do emedebista pela Região Tocantina e reuniu lideranças locais em torno de sua candidatura.
Também participaram da reunião o vereador José Filho, os ex-prefeitos de Senador La Rocque, Francisco Nunes e Dário, e a ex-vereadora Marta Fernanda, que também manifestaram apoio a Orleans e defenderam a continuidade dos investimentos estaduais no município e na região.
Durante o encontro, Fernando do Manezim afirmou que a decisão de apoiar Orleans está baseada na confiança em sua capacidade administrativa e no trabalho desenvolvido nos municípios maranhenses.
“Quero que o Maranhão continue avançando, e acredito que Orleans é a alternativa certa para dar sequência a esse trabalho e fazer ainda mais. É uma pessoa íntegra, comprometida e que conhece de perto as necessidades dos municípios. Por isso, estamos juntos nesse projeto”, declarou Fernando.
Orleans agradeceu a adesão de Fernando do Manezim e das demais lideranças presentes, ressaltando a atuação política do grupo em Senador La Rocque e a importância da união de forças em favor do município.
“Fernando é líder de um grupo que faz muito por Senador La Rocque e que decidiu seguir conosco também porque reconhece o nosso trabalho. É uma liderança que entende as necessidades da população, e eu sou muito grato por todo o apoio que ele e seu grupo têm nos dado”, afirmou Orleans.
Na reunião, o candidato também destacou propostas para ampliar o acesso da população aos serviços públicos, especialmente na área da saúde. Orleans defendeu a regionalização da assistência como forma de aproximar consultas, exames e tratamentos especializados dos moradores dos municípios do interior.
“Vamos regionalizar cada vez mais a saúde para beneficiar municípios como Senador La Rocque. Atenção à saúde é uma das demandas mais solicitadas por Fernando. Por isso queremos fortalecer a estrutura regional, ampliar as especialidades e garantir que as pessoas possam ter acesso a atendimento de qualidade mais perto de onde vivem, sem precisar percorrer grandes distâncias em busca de tratamento”, assegurou.
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
Ministro afirmou que fatos exigem ‘serenidade, responsabilidade e firmeza’
O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou nota nesta quarta-feira após o ministro André Mendonça retirar o sigilo de um relatório da PF sobre a relação entre o também ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
“Os indícios reclamam o devido encaminhamento institucional. Circunstâncias relacionadas, de um lado, à atuação processual e, de outro, a sérios elementos de fatos que exigem desta Presidência serenidade, responsabilidade e firmeza”, afirmou Fachin.
O presidente do STF afirmou que anunciará, nos próximos dias, “as medidas que cabíveis e necessárias”, mas ressaltou que fará isso “no tempo devido e sem precipitação”.
Fachin destacou que “a elevada autoridade do cargo não confere privilégios, mas impõe deveres, limites e responsabilidades, que devem ser observados com absoluto respeito à Constituição, às leis e ao STF.
Cabe ao presidente do STF decidir se e quando o plenário da Corte vai decidir sobre a abertura de uma investigação contra Moraes.
Leia, na íntegra, a nota divulgada por Fachin:
“Em momentos de especial gravidade, é dever de todos preservar a integridade do Supremo Tribunal Federal, a autoridade de suas decisões, o respeito às suas normas e, acima de tudo, a confiança da sociedade na instituição.
Os indícios reclamam o devido encaminhamento institucional. Circunstâncias relacionadas, de um lado, à atuação processual e, de outro, a sérios elementos de fatos que exigem desta Presidência serenidade, responsabilidade e firmeza.
A elevada autoridade do cargo não confere privilégios, mas impõe deveres, limites e responsabilidades, que devem ser observados com absoluto respeito à Constituição, às leis e ao Supremo Tribunal Federal.
Nos próximos dias, concluída a análise necessária dos fatos e observados os procedimentos institucionais pertinentes, esta Presidência anunciará, no tempo devido e sem precipitação, as medidas que cabíveis e necessárias.”
Por Veja
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
O deputado estadual e candidato à reeleição Neto Evangelista (15678) cumpriu, nesta terça-feira (1º), mais uma intensa agenda de campanha em São Luís, com caminhada pelos bairros Ilhinha e São Francisco e, à noite, uma carreata que percorreu Vila Palmeira, Bequimão e Rio Anil.
Durante a caminhada, Neto esteve em contato direto com moradores e comerciantes, conversou com a população e apresentou as propostas que pretende continuar defendendo na Assembleia Legislativa do Maranhão. Ao longo do percurso, o parlamentar foi recebido com demonstrações de carinho e apoio de quem acompanhou a movimentação pelas ruas dos dois bairros.
“É muito gratificante caminhar pelas comunidades, olhar nos olhos das pessoas e receber esse carinho. É também o momento de ouvir, conversar e renovar o nosso compromisso de continuar trabalhando por quem mais precisa. Cada abraço e cada palavra de apoio nos dão ainda mais força para seguir levando a mensagem do 15678 por todo o Maranhão”, destacou Neto.
À noite, a campanha ganhou as ruas novamente com uma carreata pela Vila Palmeira, Bequimão e Rio Anil. O ato reuniu apoiadores e levou a mensagem do 15678 a diferentes comunidades da capital. Por onde passou, Neto Evangelista foi saudado pelos moradores e destacou a importância de manter uma campanha próxima das pessoas.
A trajetória parlamentar de Neto tem entre suas principais bandeiras a defesa das pessoas com autismo e com deficiência, o fortalecimento das políticas de inclusão, a proteção das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero.
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), participou, nesta terça-feira (1º), em São Luís, de uma plenária com pesquisadores, docentes, estudantes, representantes de universidades e instituições científicas, além de lideranças políticas. A agenda teve como foco o diálogo sobre os avanços do setor e a construção de propostas para ampliar a contribuição da ciência, da tecnologia e da inovação para o desenvolvimento do Maranhão.
A aproximação com pesquisadores e instituições de ensino e pesquisa integra a construção do projeto apresentado por Orleans para o estado. Durante o ato, o candidato defendeu uma maior conexão entre formação profissional, pesquisa e mercado de trabalho, com iniciativas capazes de ampliar as oportunidades para os maranhenses.
Entre as propostas apresentadas estão a ampliação das Estações Tech, do programa Cidadão do Mundo e do Iema, além da expansão do ensino em tempo integral e da oferta de formação técnica nas escolas. A intenção é ampliar o acesso dos jovens à qualificação e prepará-los para as transformações do mercado de trabalho.
“Eu serei o governador das oportunidades. E só vou conseguir dar oportunidades se eu gerar emprego e gerar renda. Vou precisar muito da Fapema com a pesquisa, com o avanço tecnológico, e da ciência e tecnologia para que a gente coloque esse trabalho em todo o estado do Maranhão”, disse Orleans.
Como parte da programação, representantes da área científica entregaram ao candidato uma carta de compromisso com propostas voltadas ao fortalecimento da pesquisa, à formação de pesquisadores, às universidades e instituições científicas e ao estímulo ao empreendedorismo tecnológico.
Responsável pela leitura do documento, o diretor científico da Fapema, Cristiano Capovilla, reconheceu a disposição de Orleans em ouvir pesquisadores e incorporar suas contribuições às estratégias para o estado. Para ele, “o Maranhão não precisa ser apenas consumidor de conhecimento e tecnologia. Ele pode e deve ser também um produtor de conhecimento, de tecnologia, de inovação e de soluções para os seus próprios desafios”.
Presidente da Fapema, Nordman Wall ressaltou a importância do diálogo estabelecido por Orleans com o setor e defendeu que a pesquisa permaneça entre as prioridades do projeto apresentado pelo candidato. “Investir em ciência é fundamental. A soberania depende disso e os melhores empregos dependem disso. A gente está aqui trazendo esse compromisso para pautar o futuro, nessa força que já estamos buscando”, pontuou.
Ao final da programação, Orleans destacou que pretende utilizar a ciência, a tecnologia e a pesquisa como instrumentos para impulsionar o desenvolvimento econômico e ampliar a geração de empregos e renda no estado.
“Eu tenho falado de um plano de governo em todas as áreas, mas a minha bandeira, no final dos quatro anos, eu quero que seja celebrada com a geração de emprego e a geração de renda. E, para isso, eu vou precisar muito da ciência, da tecnologia e da pesquisa”, declarou Orleans.
O evento contou ainda com a presença dos candidatos a deputado estadual Natassia Weba (MDB), Cricielle Muniz (PT), Zé Inácio (PT) e Fernando Santos (PT), além de coordenadores, pró-reitores, docentes, pesquisadores e representantes de universidades e instituições científicas.
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
Não é só por ter governado o Maranhão por quatro vezes, por ter sito senadora e deputada, mas também por ter sido uma de guerreira, por ser humilde, que gosta de falar com sua gente de igual para igual, que não faz promessas mirabolantes por respeitar o povo e, principalmente, por ser autêntica e perseverante.
Tive o privilégio de percorrer o estado ao seu lado e pude ver o quanto seus discursos são conversas diretamente com o povo, onde deixa sua gente falar, questionar e cobrar avanços.
Roseana nunca traiu seus ideais e muito menos seus aliados, sendo firme em suas posições, coisa que não se ver em muitos políticos oportunistas e sem caráter.
Não é à toa que ela desponta em todas as pesquisas, pois os maranhenses reconhecem o seu grandioso trabalho em prol do Maranhão e de sua gente.
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários

As mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, continuam ampliando a crise política e institucional em torno do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em análise publicada pelo jornal O Globo, a jornalista Malu Gaspar chama atenção para um dos pontos mais sensíveis revelados pelo material apreendido pela Polícia Federal: as mensagens indicam que Vorcaro procurava Alexandre de Moraes justamente durante o período em que o Banco Master enfrentava uma crise que poderia resultar em medidas policiais contra o banqueiro.
A questão levantada pela jornalista é direta: embora não tenham sido recuperadas todas as respostas enviadas por Moraes, devido ao uso do recurso de mensagens de visualização única, o comportamento de Vorcaro nas conversas sugere que ele buscava informações e orientação junto ao ministro.
Em uma das mensagens, Vorcaro pergunta a Moraes se havia alguma novidade e se ele havia conseguido “bloquear” alguma medida.
O episódio ocorreu em 17 de novembro de 2025, poucas horas antes de Vorcaro ser preso pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
O banqueiro seria detido quando se preparava para embarcar em um jato particular com destino a Dubai.
Outro trecho das mensagens que ganhou destaque diz respeito à preocupação de Vorcaro com sua própria situação.
Segundo o material analisado pela Polícia Federal, o banqueiro chegou a perguntar a Moraes se já seria o momento de “estar fora” na segunda-feira.
A referência chama atenção porque justamente naquela segunda-feira Vorcaro acabou preso.
A mensagem, isoladamente, não permite concluir qual informação teria sido recebida pelo banqueiro, nem qual teria sido a resposta de Moraes.
As mensagens recuperadas pela PF também não permitem reconstruir integralmente todos os diálogos, já que parte das comunicações foi enviada com recurso de visualização única.
Ainda assim, o conjunto das conversas passou a ser utilizado como elemento para questionar a natureza da relação entre o banqueiro e o ministro.
Um dos trechos mais relevantes da investigação ocorreu no dia 16 de novembro, um dia antes da prisão.
Vorcaro pediu a Moraes que tentasse “sensibilizar” o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para que uma eventual operação fosse adiada.
“Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”, escreveu o banqueiro.
Na sequência, Vorcaro perguntou se havia alguma possibilidade de a medida ser retardada e buscou saber qual era a leitura de Moraes sobre a situação.
“Qual a sua leitura? O que tá havendo? E com Andrei da pra segurar”, escreveu.
O conteúdo coloca em evidência a preocupação do banqueiro com uma possível operação policial e sua tentativa de ganhar tempo para encontrar uma solução para a crise do Banco Master.
O material analisado pela Polícia Federal não aponta apenas para contatos nos dias que antecederam a prisão.
Também foram identificadas outras interações e referências a encontros entre Vorcaro e Moraes.
Segundo informações divulgadas anteriormente, o relatório registra 187 interações com um contato salvo no celular do banqueiro como “Alexandre de Moraes BRASILIA”.
A existência desse contato, entretanto, não é suficiente, por si só, para comprovar a identidade do interlocutor em todas as comunicações.
A própria dinâmica das mensagens também exige cautela: em diversos casos, as respostas atribuídas ao destinatário não puderam ser recuperadas.
O que está documentado são as mensagens encontradas no aparelho de Vorcaro e as referências feitas pelo banqueiro ao interlocutor.
Outro ponto destacado na discussão é o contrato de aproximadamente R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes.
A dimensão financeira do contrato chamou atenção porque ocorre paralelamente à relação pessoal e às comunicações entre Vorcaro e o ministro.
Segundo informações já divulgadas, o próprio Alexandre de Moraes teria participado da edição do contrato.
Esse conjunto de circunstâncias passou a alimentar questionamentos sobre eventual conflito de interesses e sobre a proximidade entre o banqueiro e o ministro.
É importante, contudo, separar os fatos documentados das conclusões sobre eventual irregularidade.
A existência do contrato não comprova, por si só, qualquer crime ou favorecimento ilegal.
Da mesma forma, as mensagens recuperadas pela PF não permitem afirmar isoladamente qual foi a resposta de Moraes às solicitações feitas por Vorcaro.
Esses são justamente alguns dos pontos que poderão ser discutidos no âmbito do STF.
A controvérsia ganhou uma nova dimensão depois que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a nulidade do relatório produzido pela Polícia Federal.
Gonet sustenta que André Mendonça, relator do caso Master no STF, ultrapassou os limites de sua competência ao determinar que a Polícia Federal identificasse e aprofundasse a análise dos interlocutores das mensagens de Vorcaro.
Na visão do procurador-geral, a partir do momento em que apareceram referências a Alexandre de Moraes, Mendonça não poderia determinar o aprofundamento das pesquisas sem que o plenário do Supremo autorizasse previamente uma investigação envolvendo outro ministro da Corte.
Por essa razão, Gonet considera nula a ordem de Mendonça e, como consequência, também o relatório produzido pela PF.
O procurador-geral pediu, portanto, que o material seja considerado inválido e que o caso seja encerrado.
Para sustentar sua argumentação, Paulo Gonet citou um precedente do próprio Supremo Tribunal Federal relacionado ao caso Banestado.
Na decisão mencionada no parecer, o STF anulou uma condenação depois de considerar que o juiz Sergio Moro havia assumido uma atuação incompatível com a separação entre as funções de julgar e investigar.
O argumento utilizado por Gonet é que um magistrado não pode assumir diretamente uma função persecutória na fase de investigação.
O precedente ganha importância porque a discussão atual também envolve os limites da atuação de um ministro do Supremo diante de elementos que podem atingir outro integrante da Corte.
A decisão citada por Gonet concluiu que houve atuação direta do julgador na produção e no fortalecimento da tese acusatória.
O procurador-geral utiliza essa lógica para defender que Mendonça não poderia, segundo sua interpretação, direcionar a investigação para buscar elementos contra Alexandre de Moraes.
A tese apresentada por interlocutores de André Mendonça é diferente.
Segundo eles, o ministro não determinou uma investigação contra Moraes.
A ordem teria sido apenas para que a Polícia Federal identificasse os interlocutores de Daniel Vorcaro, já que inicialmente não se sabia quem eram os destinatários das mensagens.
Nessa interpretação, o nome de Moraes surgiu durante o trabalho de identificação realizado pela PF.
Portanto, não teria havido uma investigação prévia contra o ministro.
A controvérsia deverá ser submetida ao próprio Supremo Tribunal Federal.
Outro elemento que torna o caso politicamente delicado é que o próprio Paulo Gonet aparece mencionado no relatório que agora pede para ser anulado.
Mensagens encontradas no celular de Vorcaro fazem referência a Gonet e a contatos mantidos por meio do advogado Ciro Soares, ex-defensor do Banco Master.
Em março de 2025, Ciro Soares enviou a Vorcaro uma fotografia em que aparecia ao lado de Gonet.
Na sequência, escreveu:
“Liga aqui, ele quer falar com você.”
Depois disso, foram registradas quatro ligações entre o telefone de Ciro e o celular de Vorcaro.
A Polícia Federal não afirma que Gonet tenha participado das chamadas nem que tenha conversado diretamente com o banqueiro.
As mensagens também fazem referência a um evento jurídico em Londres patrocinado pelo Banco Master.
Segundo o material divulgado por O Globo, Gonet teria manifestado interesse em participar do encontro e mencionado a possibilidade de fumar charuto e beber uísque Macallan com Vorcaro.
Em outra conversa, Ciro Soares encaminhou a Vorcaro uma mensagem atribuída a Gonet na qual o procurador-geral dizia estar com saudades do banqueiro.
Posteriormente, Ciro perguntou a Vorcaro se Pedro Gonet, filho do procurador-geral, poderia viajar com o grupo para Londres.
A resposta foi:
“Óbvio, né.”
O relatório também registra autorização de Vorcaro para que as despesas da viagem de Pedro Gonet e de Ciro Soares fossem custeadas pela organização.
A Polícia Federal, entretanto, não atribuiu ao procurador-geral qualquer crime com base nesses elementos.
O caso deixou de ser apenas uma discussão sobre o conteúdo das conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes.
Agora existem duas questões diferentes sendo discutidas.
A primeira é o que as mensagens efetivamente revelam sobre a relação entre o banqueiro e o ministro.
A segunda é se a Polícia Federal poderia ter produzido esse relatório da forma como produziu, a partir da determinação de André Mendonça.
É justamente nesse segundo ponto que está o pedido de nulidade apresentado por Paulo Gonet.
Caso o STF considere que Mendonça não poderia ter determinado o aprofundamento das pesquisas sobre Alexandre de Moraes sem autorização prévia do plenário, o relatório poderá perder validade.
Caso o entendimento seja o contrário, as informações poderão continuar sendo analisadas e eventualmente gerar novas medidas.
A discussão coloca o Supremo Tribunal Federal diante de uma situação especialmente delicada.
De um lado, há mensagens que mostram Daniel Vorcaro procurando Alexandre de Moraes em meio a uma crise que culminou com sua prisão.
Há pedidos para que o ministro tentasse “sensibilizar” o diretor-geral da PF.
Há perguntas sobre a possibilidade de deixar o país.
Há referências a possíveis medidas contra o Banco Master.
E há um contrato de R$ 131 milhões entre o banco e o escritório da esposa do ministro.
De outro lado, há uma discussão jurídica sobre a validade da própria investigação e sobre os limites da atuação de André Mendonça.
A manifestação de Paulo Gonet acrescenta ainda outro componente: o procurador-geral, que pede a nulidade do relatório, aparece citado no próprio material que pretende invalidar.
Por isso, a decisão sobre o caso deverá ter consequências que ultrapassam Daniel Vorcaro e o Banco Master.
O Supremo terá de decidir não apenas sobre a validade das informações produzidas pela Polícia Federal, mas também sobre os limites da atuação de seus próprios ministros em investigações que possam atingir integrantes da Corte.
E, enquanto essa decisão não acontece, as mensagens de Vorcaro continuam alimentando uma das mais delicadas crises envolvendo o STF, o Banco Master e autoridades da República nos últimos tempos.
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
Berram de lá, berram de cá, o xingam, o detratam, mas a oposição não tem como falar sobre o estilo municipalista do governador Carlos Brandão, que eles (opositores de araque) não tem como negar.
O cara é de fato um grande gestor municipalista, com obras estruturantes pelos quatro cantos do Maranhão, além da garantias de ações socais, atração de investimentos, geração de emprego e renda, avanços da saúde, na educação, na segurança pública e no cuidado com as pessoas.
Por isso, sua aprovação é surpreendente, pois o povo está vendo “in loco” seus feitos pelo bem-estar e a qualidade de vida dos maranhenses.
O Maranhão precisa continuar com esse desenvolvimento feito e visto por todos, isso através de Orleans Brandão, já que as promessas mirabolantes feitas por quem não soube transformar a saúde, a educação, a mobilidade urbana e muito menos o transporte coletivo em São Luís, não passam de conversa da carochinha!!!
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
A administração de Gentil Neto em Caxias é uma gestão pública focada em benfeitorias, obras e ações é aquela que prioriza o desenvolvimento urbano estruturado, a zeladoria municipal e o bem-estar direto do cidadão. Esse modelo de administração transforma os impostos arrecadados em melhorias visíveis no dia a dia da comunidade.
Pavimentação asfáltica ou calçamento: Asfaltamento e calçamento de ruas e avenidas, com o objetivo de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos caxienses e maior mobilidade urbana. “E a Vila Lobão continua avançando!
Já são mais de cinco ruas asfaltadas, levando mais mobilidade, conforto e qualidade de vida para quem vive e trabalha no bairro.
É rua melhor para trafegar, mais valorização para as casas, mais força para o comércio local e, acima de tudo, um benefício que chega de verdade na porta da população.
E o melhor retorno é ver a aprovação de quem mora aqui e acompanha de perto essa transformação. Seguimos trabalhando para fazer ainda mais por Caxias!
Parceria que se transforma em mais cuidado para a nossa gente! “, garantindo Gentil Neto.
“A Maternidade Carmosina Coutinho recebeu novos mobiliários através da parceria com a UNIFACEMA, fortalecendo ainda mais a estrutura da unidade.
São equipamentos que fazem diferença no dia a dia, trazendo mais conforto, organização e melhores condições de atendimento para pacientes e profissionais.
Seguimos valorizando boas parcerias que ajudam a fortalecer a saúde de Caxias. “, dando condições dignas Gentil Neto.
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - 1 Comentário
Régua moral imposta pelo próprio magistrado não lhe dá alternativas para este caso; situação é paradigmáticaHá momentos em que uma instituição precisa escolher entre proteger um de seus integrantes e proteger a si própria. O Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a esse momento.
As revelações trazidas a público pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira não permitem mais que o caso Alexandre de Moraes seja tratado como uma simples guerra política contra o ministro. Não se trata de postagem em rede social, de crítica de adversários ou de mais uma acusação lançada contra o magistrado por seus desafetos. Trata-se de material produzido pela própria PF a partir de dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, empresário hoje preso e investigado por suspeitas de fraudes bilionárias.
E o que aparece nesse material é devastador para a imagem de independência que deveria acompanhar um ministro da Suprema Corte. Moraes não tem mais condições de ser ministro do STF. Simples assim.
As mensagens indicam ainda pedidos para que fossem acionados o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. Pela régua moral de Moraes isso é o caso clássico de obstrução de Justiça. Por muito menos, Moraes meteu gente em cana e sob o mesmo argumento. Pela régua moral de Moraes, isso é caso de tráfico de influência.
É difícil imaginar algo mais incompatível com a liturgia de uma Suprema Corte.
Um ministro do STF pode encontrar empresários. Pode participar de eventos. Pode conversar com autoridades. O que não pode é criar, pela frequência e pela natureza dessas relações, a aparência de que existe uma porta lateral entre o poder econômico e a toga.
A situação se torna ainda mais grave quando entra em cena os dois contratos com a mulher do ministro: um de 131 milhões de reais – já conhecido por todos – e outro, esse inédito, de 50 milhões de reais, que previa parte do pagamento por meio de cotas de um avião e de um helicóptero.
Os dados que chegaram a público até agora inferem que esses contratos não foram firmados simplesmente pela capacidade técnica de Viviane. Houve uma segunda intenção por parte de Vorcaro.
Não é preciso antecipar uma condenação de Moraes para compreender a dimensão do problema. A pergunta essencial é outra: um ministro do Supremo pode permanecer no cargo quando documentos produzidos pela Polícia Federal lançam dúvidas tão profundas sobre sua relação com um empresário corrupto?
A resposta deveria ser óbvia. Mas para o STF, aparentemente, isso não é tão óbvio assim.
Um ministro da Suprema Corte não exerce um cargo comum. Ele precisa ser, além de imparcial, reconhecido como imparcial. Precisa estar acima de qualquer suspeita razoável de promiscuidade entre a toga, os interesses privados e os corredores do poder.
Na semana que vem, o relatório será analisado pelo próprio Supremo. O Ministério Público também entrou no debate questionando a forma como a investigação foi conduzida e Gonet, citado pela PF, deu as deixas para tentar anular tudo, indo de encontro ao que determina o próprio MPF. Como se fosse a melhor solução: diante da suspeita, a anulação.
É exatamente aí que mora o perigo.
O STF não pode transformar esse caso em um julgamento corporativo. Não pode ser juiz e parte. Não pode tratar a apuração como uma ameaça à instituição e, sob esse pretexto, transformar a defesa de Moraes em sinônimo de defesa do Supremo.
Moraes não é o Supremo.
E o Supremo que eventualmente se recusar a investigar Moraes não estará protegendo o Supremo. Estará destruindo a última camada de autoridade moral que ainda sustenta a instituição.
A pior resposta possível seria o silêncio.
Se o STF encobrir esse escândalo, não será apenas Moraes quem irá para a lama.
Será o próprio Supremo. E aí sim a democracia brasileira morre de vez.
Por Metrópoles
Postado por Caio Hostilio em 02/set/2026 - Sem Comentários
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), apresentou, no programa eleitoral desta segunda-feira (31), novas propostas para fortalecer a segurança pública e ampliar a proteção às mulheres. A mensagem destacou avanços já alcançados pelo Estado e trouxe novas medidas para intensificar o combate à criminalidade, integrar as forças de segurança e expandir o atendimento às vítimas de violência.
Na área da segurança, Orleans destacou o reforço da estrutura das forças policiais, com a entrega de mais de mil viaturas, a nomeação de mais de 1.300 policiais militares e melhorias em delegacias, batalhões e unidades da perícia oficial. Os investimentos, segundo ele, têm contribuído para resultados como a redução de 39% nos assaltos e de quase 15% nos roubos de veículos no primeiro semestre deste ano. O programa Meu Celular de Volta também já recuperou mais de 6 mil aparelhos.
“Quem protege precisa estar pronto o tempo todo. Treinamento, estratégia, inteligência e presença. É assim que se enfrenta o crime e se combate as facções. Porque segurança não é esperar acontecer, é estar preparado para agir”, afirmou Orleans.
A partir dessa estrutura, Orleans apresentou o Cinturão da Paz, nova estratégia que pretende ampliar a integração entre tecnologia, inteligência e as forças de segurança em todos os municípios maranhenses. A proposta prevê câmeras com reconhecimento facial conectadas a uma central de operações, permitindo identificar situações de risco, cruzar informações e acionar com mais rapidez as equipes que atuam nas ruas.
“Agora, eu vou fazer toda essa estrutura trabalhar ainda mais integrada com o Programa Cinturão da Paz. Com todas as forças trabalhando juntas e com a mesma informação, a gente ganha tempo, age mais rápido e protege melhor a população”, destacou.
*Proteção às mulheres*
Na sequência, o programa apresentou as ações voltadas à proteção das mulheres, mostrando a ampliação de uma rede que hoje conta com 25 Patrulhas Maria da Penha, 22 delegacias especializadas, Núcleos de Atendimento à Mulher nas Delegacias do Interior e seis Casas da Mulher Maranhense em funcionamento. Nesses espaços, as vítimas têm acesso a atendimento psicológico, jurídico e social.
Orleans também enfatizou que o Maranhão foi o segundo Estado do Brasil que mais reduziu os casos de feminicídio. Para ele, o resultado mostra a importância das políticas que já estão em andamento, mas também reforça a necessidade de ampliar a rede de proteção e garantir atendimento cada vez mais rápido e especializado às mulheres vítimas de violência.
“Quando uma mulher pede ajuda, ela precisa encontrar proteção, gente preparada para ouvir, acolher e agir. É essa rede que a gente vem fortalecendo no Maranhão. É proteção e ajuda para ela sair da violência e seguir a vida com mais segurança”, pontuou.
Para avançar ainda mais nessa rede, Orleans anunciou a criação de Casas da Mulher Maranhense nos maiores municípios do Estado, o reforço das Patrulhas Maria da Penha, a ampliação do monitoramento de agressores com tornozeleira eletrônica e a criação de ambulatórios regionais para atendimento psicológico especializado às vítimas.
“É um resultado importante, mas a responsabilidade continua. Por isso, vou criar uma Casa da Mulher Maranhense nos maiores municípios do Estado e reforçar as Patrulhas Maria da Penha. Vou também ampliar o monitoramento de agressores com tornozeleira eletrônica e criar ambulatórios regionais para oferecer atendimento psicológico especializado às vítimas de violência. No Maranhão, toda mulher vai ter proteção do começo ao recomeço”, declarou Orleans Brandão.