O quê falar do debate da Band ao governo do Maranhão?

Postado por Caio Hostilio em 10/ago/2026 - Sem Comentários

Primeiramente, vamos falar da fuga de Eduardo Braide do debate da Band. Ele argumentou que teria adesões de prefeitos à sua candidatura. BALELA!!! Na verdade, o ex-prefeito de São Luís não tem justificativas para as mortes no Hospital da Criança e muito menos a falência do Sistema de Transporte Público da Capital, além de outras presepadas de sua gestão quanto ao abandono do Centro Histórico e do Mercado Central.

Sua postura é igual a do Lula, ou seja, encontrar um culpado para suas incompetências.

Por outro lado, não é e jamais será o candidato da Direita, haja vista que nunca se declarou de direita, nunca apoiou um candidato da direita à Presidência da República ou quiçá garantiu palanque, bastando, para isso, recordar das eleições de 2022.

Seus dois candidatos ao Senado, também, não tem nada com a direita, O Fufuca é Lula até debaixo d’água e o Lahésio Bonfim sempre agiu como Braide. Segundo informações, fez uma manobra para calar a boca da Direita no Maranhão, isso rifando o agora candidato ao governo Roberto Rocha.

O candidato Felipe Camarão se apresentou como um cabo eleitoral de Lula e até mesmo fazendo algumas investidas em prol do seu candidato oficial ao governo do Maranhão, que é Braide.

Saulo Arcangeli tem que mudar o seu discurso, pois é o mesmo usado por Lula ainda no início dos anos 80. Ultrapassado!!!

O André Luís é uma cópia do tal Renan, ou seja, tenta ter conhecimento, porém mostra que não sabe seque o básico de uma administração pública. FRACO!!!

Roberto Rocha, por sua vez, mostrou conhecimento técnico, time político, não negou ser de Direita e sequer que é bolsonarista, além de comentar a estratégia covarde para rifar a direita das eleições no Maranhão.

Na verdade, é o Roberto Rocha o candidato da direita ao governo do Estado e o Sidônio o candidato ao Senado, conforme já anunciado por Flávio Bolsonaro.

Orleans Brandão foi quem mais debateu propostas que trazem o crescimento social e econômico para o Maranhão. Mostrou com dados os avanços obtidos pelo Estado na educação, na saúde, na segurança, na infraestrutura, no combate a fome, a geração de emprego e renda, na logística, no agronegócio, na agricultura familiar etc.

Orleans cobrou a presença de todos ao debate, pois assim poderiam ser debatidos os problema crônicos do Estado e, principalmente, a mazela que assola a saúde e o transporte público de São Luís.

Diante das expectativas anunciadas, foi um debate sem grandes perspectivas.

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