Como são escolhidos os ministros do Supremo e os ministros e conselheiros dos Tribunais de Contas e o não “crime” do governador Carlos Brandão

Publicado em   14/ago/2025
por  Caio Hostilio

Por Marcos Lobo

Quando o presidente da República e o governador do Estado indicam ministros do STF e do TCU e Conselheiros dos Tribunais de Contas dos Estado a regra é praticamente a mesma.

Qualquer pessoa da livre escolha do Presidente da República e do Governador pode ser ministro do STF ou ministro ou conselheiro dos tribunais de contas, desde que preenchidos os requisitos de idade, conhecimento técnico, predicados morais e, no caso dos ministros e conselheiros de Tribunais Contas, mais de 10 anos de exercício de função ou atividade profissional específicas.

Em resumo, segundo a Constituição Federal, a indicação é de livre escolha do presidente da República e do governador.

No caso do Maranhão, uma advogada de Minas Gerais foi ao STF e denunciou ao ministro Flávio Dino que o governador do Maranhão Carlos Brandão cometeu crime porque indicou para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado uma pessoa que é seu advogado e amigo.

O inusitado do que aconteceu não é a acusação, mas o fato de que o Ministro Flávio Dino entendeu que a acusação da advogada de Minas Gerais é pertinente e mandou para a Polícia Federal investigar.

Investigar exatamente o quê? A acusação de que quando um governador indica um amigo ou advogado seu para conselheiro é indício de crime.

Pelo STF já se passaram dezenas de casos de indicação de conselheiro de Tribunais de Contas onde os indicados eram esposas de governadores, irmãos, amigos etc. e o STF, para além de compreender não ser tais indicações criminosas, eram absolutamente constitucionais, legais e regulares.

Se amizade, parentesco, vínculos ideológicos ou partidários, ou ser o indicado advogado do presidente da República e do governador é indício de ato criminoso, como faz supor o Ministro Flávio Dino, há uma grave ofensa às indicações feitas por diversos presidentes da República de vários dos ministros que ainda hoje estão no STF.

Veja-se alguns exemplos:

i. o decano, Gilmar Mendes, indicado por FHC quando ele era advogado geral da União no governo de FHC;

ii. Carmem Lúcia, foi recomendada a Lula pelo seu parente Ministro do STF Sepúlveda Pertence;

iii. Dias Toffili, foi advogado do PT e do Presidente Lula, que o indicou;

iv. Luis Roberto Barroso, indicado por Dilma, foi advogado de grande atuação em matérias defendidas por ideologias partidárias liberais e progressistas, na mesma linha da esquerda brasileira;

v. Edson Fachin, indicado por Dilma, tem longo histórico de vínculos com movimentos sociais e com o PT. Chegou a participar de atos e manifestos em favor de Lula e Dilma;

vi. Alexandre de Moraes foi nomeado pelo amigo e correlegionário Michel Temer, além de ter sido Ministro da Justiça no governo Temer;

vii. André Mendonça, amigo e AGU e Ministro da Justiça do governo de Bolsonaro, que o indicou para STF. A indicação teve até um componente religioso, pois o Presidente Bolsonaro o escolheu porque pretendia indicar um ministro “terrivelmente evangélico”;

viii. Cristiano Zanin, advogado e amigo de Lula que o retirou da prisão para ele voltar à Presidência da República. Foi advogado de Lula e do PT nas últimas eleições vencidas;

ix. Flávio Dino, filiado ao PT antes de ser juiz; na política sempre atuou na esquerda e sempre ao lado do amigo de longas datas Lula; 100% solidário com Lula no período de prisão, inclusive com visitas ao cárcere; foi o principal artífice do ato do Presidente da Câmara Waldir Maranhão que tentou anular o impeachment de Dilma. Participou ativamente da última campanha de Lula e foi Ministro da Justiça do governo do presidente da República que o indicou ao STF.

Por óbvio que nenhum desses vínculos de amizades, profissionais, ideológicos, religiosos, familiar etc. desmerecem as indicações feitas e, sobretudo, não desmerecem nenhum dos ministros acima mencionados, até porque as indicações seguiram simplesmente a límpida regra do jogo estabelecido na Constitucional Federal do Brasil.

O que é estranho, e não é, é um ministro do STF entender que um governador de Estado comete crime ao usar essa mesma límpida regra do jogo estabelecido na Constitucional Federal do Brasil quando indica um Conselheiro para um Tribunal de Contas.

É estranha porque foge absolutamente das regras pelas quais o ministro foi indicado. E não é porque, como todos sabem, o ministro é inimigo político do atual Governador do Maranhão, o Carlos Brandão, e, por isso, “caiu” na lábia da obscura advogada Clara que, embora ele diga que não tem nenhuma qualificação para atuar no processo, acertou ao acusar o seu atual inimigo.

Aliás, essa tática de aparecer advogados de fora do Estado do Maranhão para acusar inimigos do Ministro Flávio Dino e dos “Dinistas” (uma espécie de seita política de devotos do suposto ex político e agora ministro do STF Flávio Dino) é prática já “manjada”. Ou seja, para surpresa de ninguém, todos sabem quem está por traz da artimanha, quem são os autores ocultos das “denúncias”.

A incoerência do ministro, para além de ele próprio ter sido indicado para o STF a partir da mesma regra que supõe ser criminosa quando aplicada pelo seu inimigo político Carlos Brandão, é, para ser redundante, a mesma que, quando Governador do MA, Flávio Dino usou para indicar como conselheiro do Tribunal do Contas do MA o seu amigo, correligionário político e secretário da Casa Civil de seu governo, o ex-deputado estadual Marcelo Tavares.

Em resumo, o ato criminoso atual do Governador Carlos Brandão não foi ato criminoso de Lula quando indicou o atual ministro Flávio Dino para o STF e também não foi criminosa a indicação que Flávio Dino fez de Marcelo Tavares para conselheiro do Tribunal de Contas do MA.

Ato final: fica instituído o Código Penal do Carlos Brandão. Artigo único: o que é ato criminoso para o Governador Carlos Brandão não é quando Flávio Dino é o indicador ou o indicado.

Tudo isso, de qualquer ponto de vista, parece ridículo, e é mesmo.

Ocorre que essa monstruosa construção hermenêutica dantesca é obra da cabeça de um ministro do STF que, a partir dos poderes do Tribunal, por motivação exclusivamente de perseguição contra um inimigo político que quer apenas governar sem a tutela do ministro.

A acusação da advogada mineira se apresenta com absoluta ausência de indícios de crimes. É que, primeiro, a denunciante, que é apenas um instrumento cooptado pelos verdadeiros autores da acusação, não apresentou nenhuma prova ou indícios, mas apenas uma narrativa política mentirosa e sem evidências.

Ora, não se pode abrir investigação criminal só porque existe uma narrativa. Se o STF for enveredar por esse caminho, vai transformar o Poder Judiciário o repositório de todas as fofocas e futricas políticas do Brasil.

Segundo, porque é absurda a suposta obstrução processual imaginada pelo Ministro num processo que perdeu o objeto e que todas as manifestações da AGU, PGR e do partido autor da ADI são favoráveis aos atos dos poderes Executivo e Legislativo do MA, pois a obstrução em nada contribui para o julgamento célere do processo.

Quem quer obstruir não quer o julgamento imediato do processo, e o que se quer é exatamente que o processo seja levado a julgamento, e quem não quer é a obscura advogada e os seus ocultos clientes.

Ou seja, a história se obstrução é um absurdo e aberração jurídica.

Este, com efeito, não é comportamento devido de qualquer juiz, muito menos de um ministro do STF manifestamente suspeito/impedido como já dito e provado no post https://pormim.com.br/2025/04/a-suspeicao-impedimento-do-ministro-a-sindrome-de-estocolmo-os-crimes-de-dentro-do-stf-e-a-interferencia-do-stf-no-maranhao-parte-1/.

Eis que hoje os meios de comunicação informam que o acusado, como quem nada tem a temer, e sem subterfúgios, vai pessoalmente ao STF dizer dos assédios processuais, pede oficialmente investigação das denúncias lançadas pela acusadora laranja e enfrenta, por meio de recurso ao STF, a ridícula, absurda, aberrante e monstruosa construção hermenêutica do crime que somente o Carlos Brandão pode cometer.

Carlos Brandão, com absoluta razão e certeiro, no recurso, diz: “atuação política do relator”; “quebra total da imparcialidade”; “estratégia processual de grave deslealdade e de profundo risco à neutralidade e imparcialidade do julgamento”; “interferência no cenário político estadual”; “interesse político”; “manipulação das instituições do Sistema de Justiça”; “atende interesse político local dos aliados de Dino para postergar o desfecho da ação e criar embaraço político”; “interesse pessoal ou político no resultado”; “claramente a ausência de imparcialidade”; “imparcialidade e da moralidade judiciária”; “interesse político e desvio de finalidade processual”.

O que esperar do STF? Que decida que nenhum ministro do STF nunca fez e não fará no presente e no futuro um Código Penal para os seus desafetos, inimigos políticos, amigos etc.; que ministro não pode tumultuar processos; e que o STF não é polícia.

Por cautela, se é que alguém do STF vai ler esse post, digo que a Constituição proíbe tribunais de exceção; que só o Congresso Nacional pode legislar sobre Direito Penal; não é competência do STF indicar e escolher conselheiros dos tribunais de contas; e que lugar de juiz não é na política.

Spoiler de uma decisão constitucionalmente correta: habeas-corpus de ofício por total ausência de indícios mínimos para dar início a inquérito policial por violação ao princípio de justa causa.

  Publicado em: Política

A coerência do governador Carlos Brandão ao solicitar que apure as denúncias contra o TCE/MA

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

O governador do Maranhão, Carlos Brandão agiu com compliance ao pedir que o MPMA apure denúncias sobre supostas irregularidades nos processos de aposentadoria e preenchimento de vagas no Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.

Sua solicitação está pautada num conjunto de medidas e procedimentos que visam garantir a conformidade das atividades de uma organização com as leis, normas e regulamentos aplicáveis, haja vista que é preciso ser avaliado pelo MPMA a possibilidade de denuncia calunioso, ou de litigância de má-fe apresentada por uma advogada de Minas Gerais.

Portanto, é assertiva a decisão do governador Carlos Brandão, uma vez que aa gestão pública, o Compliance é fundamental para garantir a transparência, a ética e a eficiência na administração dos recursos públicos.

Que o MPMA faça essa apuração e mostre as verdades!!!

 

  Publicado em: Política

O cerco fechando ainda mais!!! EUA diz que vai revogar vistos de brasileiros ligados ao Mais Médicos

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

Decisão foi anunciada pelo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, nesta quarta-feira

 Os Estados Unidos anunciaram uma nova revogação de vistos de funcionários públicos do governo do Brasil, agora ligados ao programa Mais Médicos, que existiu até o governo de Dilma Rousseff (PT). A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (13/8) pelo chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio.

Mais cedo, o Departamento de Estado dos EUA já havia anunciado a revogação dos vistos de autoridades dos governos de Cuba, países da África e Granada. A retaliação é uma resposta direta a programas cubanos do envio de profissionais de saúde para países terceiros, como o Mais Médicos no Brasil.

Para Marco Rubio, o envio de médicos de Cuba para outras nações é um “esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano”. Conforme antecipado pela coluna Igor Gadelha, a ofensiva é uma espécie de “acerto de contas” do chefe da diplomacia norte-americana, que é filho de imigrantes cubanos.

Até o momento, o nome dos funcionários do governo brasileiros alvos da restrição ainda não foram divulgados.

  Publicado em: Política

Subestimaram!!! Ministros de Lula admitem ter subestimado ameaças de Trump e Eduardo

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

Nos bastidores, ministros de Lula dizem que, até então, promessas de sanções feitas por Trump e Eduardo Bolsonaro eram vistas como bravatas

Ministros do governo Lula admitem, nos bastidores, ter subestimado as ameaças de sanções dos Estados Unidos a autoridades brasileiras feitas por integrantes do governo Trump e pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Auxiliares de Lula ressaltam que a diplomacia brasileira costumava tranquilizar integrantes do governo federal, minimizando as chances de as sanções serem realmente oficializadas pelo governo americano.

Chanceler de Lula minimizou ameaças

O próprio ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, disse, no início de julho, não acreditar que as sanções viriam. E que, mesmo que fossem anunciadas, o Brasil não deveria “dar importância”.

“O que o Brasil poderia fazer? Virar a cara, dizer que está zangado?”,  disse o chanceler, em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, em 7 de julho.

Na época, Vieira dizia não acreditar nas sanções, porque elas não teriam “cabimento”. “As leis americanas são aplicadas nos EUA. As leis brasileiras são aplicadas no Brasil”, disse o ministro.

Dias após essa entrevista, o governo Trump anunciou, primeiro, a revogação do visto do ministro do STF Alexandre de Moraes e de seus “aliados” na Corte. Depois, a aplicação da Lei Magnistky contra Moraes.

Eduardo foi alvo de chacota

Em março, como noticiou a coluna, Eduardo foi alvo de chacota por parte de convidados de um jantar organizado por Alexandre de Moraes em homenagem ao ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O jantar ocorreu horas após Eduardo anunciar que tiraria uma licença não remunerada da Câmara para morar por um tempo nos Estados Unidos, por medo de ter o passaporte apreendido por Moraes.

Segundo relatos de ao menos três fontes presentes, em uma rodinha de conversa, Eduardo foi chamado por convidados de “frouxo” e de “bananinha”, apelido comumente usado por opositores do deputado.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Todo enrolado!!! Motta vira pauta de reunião do governo Trump sobre novas sanções

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

Presidente da Câmara dos Deputados será pauta de encontro na Casa Branca que discutirá sanções a mais autoridades brasileiras

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta será pauta da reunião que a Casa Branca realizará, nesta quinta-feira (14/8), com o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo. O encontro tratará de possíveis sanções a mais autoridades brasileiras após o ministro Alexandre de Moraes (STF) ser punido com a Lei Magnitsky.

A proposta do fim do foro passou a ser acompanhada de perto pelo governo de Donald Trump, que a considera um passo inicial para abrir espaço a outras iniciativas, como a própria anistia e o impeachment de Alexandre de Moraes. Defensores da medida argumentam que ela permitiria a parlamentares votar sem receio de sofrer retaliações por parte do Supremo.

Motta havia sinalizado a integrantes da oposição que pautaria a PEC, mas recuou. Na terça-feira (12), o presidente da Câmara apresentou as prioridades da Casa para o segundo semestre, privilegiando matérias de interesse do governo Lula.

Nesta quinta, Motta se reunirá com líderes partidários para discutir a agenda da Câmara. A Casa Branca monitora os movimentos.

Já em relação ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Washington demonstrou insatisfação com a declaração de que não pautará o impeachment de Moraes. No entanto, por ora, o senador não está no radar para sofrer sanções imediatas.

Por metrópoles

  Publicado em: Política

O Brasil não aguenta mais o PT e não aguenta mais o Lula, diz Tarcísio

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

O Brasil não aguenta mais o PT e não aguenta mais o Lula, diz Tarcísio

Para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), está na hora do Brasil “trocar o piloto” para avançar rumo à melhorias. “O mundo está de portas abertas para o Brasil, o Brasil já fez grandes coisas, é só trocar o piloto porque o carro é bom pra caramba”, afirmou no evento AgroForum, promovido pelo BTG Pactual.

Durante um painel ao lado dos governadores Ronaldo Caiado (União), Ratinho Jr (PSD) e Eduardo Leite (PSD), Tarcísio criticou que o país esteja “há quarenta anos discutindo a mesma pessoa”, ao se referir ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “A gente está perdendo alguns bondes, o bonde da tecnologia energética, o bonde da bioeconomia, o bonde do conhecimento, o mundo está de portas abertas para o Brasil e a gente andando aqui numa ciranda e discutindo picuinha”, completou.

Na mesma linha falou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que defendeu que o país “vire essa página para uma nova geração”. “Vamos ter uma eleição no ano que vem que, se Lula for candidato, em dez eleições desde a redemocratização, em sete ele terá sido candidato, teria sido oito se pudesse ter concorrido naquela de 2018 e sabemos que nas outras duas que ele concorreu, virtualmente ele foi quem estava sustentando o projeto da candidata que venceu.

O país precisa virar essa página para uma nova geração”, afirmou. “Principalmente que a gente possa colocar uma nova agenda para o país que não seja simplesmente a de evitar o outro”, completou. A CNN entrou em contato com assessoria do Palácio do Planalto e aguarda retorno.

  Publicado em: Política

Assembleia Legislativa e Procuradoria da Mulher se manifestam sobre denúncia de vereadora contra vice-prefeito de Afonso Cunha

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

A Assembleia Legislativa do Maranhão e a Procuradoria da Mulher da Casa se manifestaram sobre a denúncia de tentativa de estupro e outros tipos de violência contra o vice-prefeito de Afonso Cunha, Floriano Pereira da Costa, feita pela presidente da Câmara Municipal do município, Júlia Maria Rodrigues da Silva.

Em nota, a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, expressou sua profunda indignação com os relatos de violência sofridos pela vereadora de tentativa de estupro, agressão física, assédio moral e violência política, classificando-os como graves. “Não podemos normalizar nem silenciarmos diante de tamanha violência. Nosso compromisso é cobrar das autoridades competentes a apuração urgente e rigorosa dos fatos, garantindo a responsabilização exemplar do acusado”, afirmou Iracema Vale na nota, solidarizando-se com a vereadora Júlia Rodrigues e reafirmando que “nenhuma mulher deve se calar diante de qualquer forma de violência”.

Na nota, a presidente da Assembleia caracteriza a violência à vereadora como “ um ataque covarde que atinge não apenas a sua integridade física e moral, mas também a democracia e o direito das mulheres a participarem da política de forma segura e respeitosa”.

A procuradora da Mulher da Alema, deputada Dra. Viviane, disse que, ao saber do caso, entrou, imediatamente, em contato com a vereadora Júlia Rodrigues, que a informou que já havia registrado Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Afonso Cunha de crimes tipificados como importunação sexual, lesão corporal dolosa e ameaça, tendo já feito exame de corpo de delito e solicitado medidas protetivas.

“Quero parabenizar a vereadora por não ter se calado e pedir às autoridades que façam a investigação com o maior rigor possível sobre esse caso. Não podemos mais aceitar esse tipo de violência contra as mulheres, principalmente neste caso, em que ocorreram vários tipos de violência, desde a física, moral e a política. Tanto a vereadora quanto todas as mulheres podem contar com a Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa. Juntas, vamos coibir essa violência absurda e que fere não só as mulheres, mas toda a sociedade”, afirmou Dra. Viviane.

O caso

O caso repercutiu negativamente em todo o Maranhão desde que a vereadora Júlia Rodrigues publicou, em suas redes sociais, o vídeo denunciando o vice-prefeito Floriano Pereira. Ela justificou que gravou o vídeo por respeito às mulheres e, principalmente, a ela, que é mãe de família. “Hoje, o vice-prefeito, Floriano, tentou me estuprar no meu local de trabalho, na presidência da Câmara. Me bateu, me soqueou no rosto, rasgou minha roupa, puxou meu cabelo e me jogou no sofá, pegou nas minhas partes íntimas, foi horrível…”, contou a presidente da Câmara Municipal de Afonso Cunha, Júlia Rodrigues, afirmando que não quer que isso aconteça mais com mulheres, que não se calará e pedindo respeito e Justiça.

  Publicado em: Política

Caxias: A eficiência do videomonitoriamente na identificação dos que jogam lixo em lugares inapropriados…

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

O videomonitoramento é uma forma eficiente não somente na segurança pública, mas também se torna fundamental para o cuidado da cidade como um todo, seja verificando na depredação de logradouros públicos e até mesmo na verificação da limpeza da cidade e descarte de lixo em lugares inapropriados.

Gentil Neto é assertivo ao pedir que a população denuncie àquele de descarta seu lixo em lugares inapropriados, haja vista que Caxias e de todos os caxienses, que devem conserva-la e ama-la.

“Cuidar da nossa cidade é dever de todos! Manter ruas, praças e bairros limpos começa com cada um fazendo a sua parte. Jogar lixo em local inadequado prejudica a saúde, a beleza e o bem-estar de todos nós. Estamos atentos e contamos com você para manter Caxias limpa e acolhedora.”, frisou Gentil Neto.

  Publicado em: Política

STF ouve testemunhas em ação contra Josimar de Maranhãozinho e outros deputados por desvio de emendas

Publicado em   13/ago/2025
por  Caio Hostilio

Caso envolve 3 deputados do PL e é o primeiro a ser julgado pela Corte sobre emendas, foco de conflito com parlamentares

Da esquerda para a direita: os deputados Bosco Costa, Pastor Gil e Josimar Maranhãozinho

Supremo Tribunal Federal (STF) começa a ouvir nesta quarta-feira (13/8) as testemunhas de defesa e acusação na ação penal aberta contra três deputados do Partido Liberal (PL) por desvios em emendas parlamentares.

A ação envolve suspeitas contra Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE). Eles foram denunciados em 2024 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sob suspeita de desvio de emendas parlamentares e viraram réus em março deste ano.

Segundo a Procuradoria, entre janeiro e agosto de 2020, os parlamentares, com o apoio de outras pessoas, solicitaram ao prefeito Eudes Sampaio Nunes, de São José do Ribamar (MA), propina para liberação de recursos federais.

José Eudes será um dos primeiros ouvidos pelo STF, com audiência marcada para esta quarta-feira, a partir das 9h. Ele faz parte das testemunhas arroladas pela PGR.

O valor do pedido, diz a PGR, foi de R$ 1,6 milhão para que fossem liberados R$ 6,6 milhões em emendas patrocinadas pelos deputados do PL.

Já Pastor Gil e Bosco Costa seriam do braço político do grupo. Enquanto Gil tinha papel ativo acerca da devolução de parte das verbas, Costa negociaria diretamente com lobistas a captação e o desvio de dinheiro.

“Empresta dinheiro para a organização e cobra dos Prefeitos a devolução de parte dos recursos federais oriundos de emendas parlamentares, utilizando, inclusive, subordinados armados para tal fim”, afirma o relatório da PF.

Como mostrou a coluna, o documento elaborado pela PF que levou à denúncia também mostra uma série de conversas dos parlamentares tratando de repasses de emendas para a cidade de São José do Ribamar (MA).

 

Emendas e STF

O caso dos três deputados é marcante por ser um dos primeiros envolvendo irregularidades nos uso de emendas parlamentares a ser analisado pelos ministros do STF.

Embora existam outras investigações tramitando na Corte sobre o mau uso desse tipo de verba, todas seguem em fase inicial de apurações, sem a abertura de ações penais.

A instrução do processo também ocorre em um momento em que STF e Congresso passam por uma nova onda de tensão acerca das emendas parlamentares -justamente por estas serem o centro de uma recente ofensiva do ministro Flávio Dino, que chegou a suspender seus pagamentos no ano passado até que o Congresso desse maior transparência aos repasses.

Agora, porém, parlamentares tentam se organizar em torno de uma proposta de emenda à constituição que visa tirar do Supremo a competência de julgar deputados e senadores – o que poderia levar as investigações em andamento, inclusive que envolvem emendas, para a primeira instância.

Defesas

Em defesa prévia apresentada ao STF, os parlamentares negaram seus supostos envolvimentos nas irregularidades citadas pela PGR.

Pastor Gil afirmou que a narrativa apresentada pela PGR, além de inverídica, era descontextualizada, além de apresentar argumentos “genéricos e infundados”.

Já Josimar Maranhãozinho também cita lacunas na denúncia, dizendo que ela “sequer descreveu adequadamente quais de suas ações seria de fato consideradas ilícitos penais”.

Para sua defesa, ao imputar ao deputado o delito de solicitação de vantagem indevida por venda de emendas, o MPF teria apenas sugerido que Josimar teria ingerência sobre os agentes que, de fato, teriam solicitado tais vantagens.

“Ocorre que essa mera presunção de culpabilidade não é suficiente para ensejar a imputação do delito de corrupção passiva, assim como não é suficiente para qualquer imputação em âmbito penal”, diz a defesa.

Josimar também cita no documento uma breve contextualização sobre a política local na qual os fatos estão inseridos, em São José do Ribamar no segundo semestre de 2020.

Segundo destaca, na época ele era apoiador da candidatura de Júlio César de Souza Matos, conhecido como Dr. Julinho, que concorria ao cargo de prefeito naquele ano. Seu principal adversário político era justamente José Eudes, figura central no caso.

“A partir dessa breve descrição da conjuntura política, não seria surpreendente que, diante do antagonismo presente durante a campanha, eventuais ataques ou tentativas de deslegitimação fossem direcionadas contra o Requerido, especialmente por parte de um de seus principais rivais políticos à época”, afirma.

Bosco Costa, por sua vez, rebate a acusação dizendo que a PGR pretende imputar a ele a autoria da emendas destinada à cidade de São José do Ribamar “exclusivamente com base em diálogos de terceiros e anotações manuscritas particulares desconhecidas de Bosco Costa”.

Ele também cita pagamentos supostamente recebidos por ele por meio do esquema. Segundo o parlamentar, no entanto, tais pagamentos se referem a transferências a acerto de despesas pessoais.

“Os pagamentos foram realizados a familiares do Defendente porque dependem de sua renda para manter a residência da família e seriam de toda forma repassados para seu custeio”, disse.

“Pelo exposto, as movimentações em nada comprovam a hipótese da
denúncia e nada indicam, seja porque a Polícia Federal reconhece não ter havido a destinação, seja porque não localizado qualquer fluxo de valores na ordem de grandeza da vantagem indevida supostamente solicitada”, conclui.

  Publicado em: Política

Orleans cresce em São Luís e Braide despenca após aproximação com grupo de dinistas de extrema esquerda

Publicado em   12/ago/2025
por  Caio Hostilio

Comparativo dos números de pesquisas feitas em São Luís pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão), nos meses de junho e agosto, mostra crescimento da pré-candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao governo do Estado e queda do percentual do pré-candidato Eduardo Braide (PSD). Chama atenção que o declínio do prefeito de São Luís ocorre justamente após anúncio da aproximação dele com o grupo de dinistas de extrema esquerda comunista.

De acordo com a pesquisa, em cenário estimulado, Orleans Brandão saiu de 7.90% em junho e subiu para 17.80% das intenções de voto. Nesse mesmo cenário, Eduardo Braide tinha 74.32% no mês de junho, despencando para 58.29% em agosto, na capital, perdendo 16.03 pontos percentuais – número bastante expressivo.

O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), e o vice-governador Felipe Camarão (PT) mantiveram os números, dentro da margem de erros, ambos com um pequeno acréscimo para maior. Camarão tinha 5.93% em junho e agora aparece com 9.02%. Lahesio tinha 4.44%, e alcançou 5.61% na pesquisa mais recente.

No âmbito do estado, o levantamento do Inop Previsão também já aponta empate técnico entre Eduardo Braide e Orleans Brandão. Em cenário estimulado, Braide aparece com 33.89% enquanto Orleans soma 30.17% da preferência do eleitorado. Em terceiro lugar, está o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 15.23%; e em quarto aparece Felipe Camarão, com 9.33%.

Resta saber se, após essa expressiva queda no percentual das pesquisas e da triste constatação do naufrágio da pré-candidatura de Camarão, Braide vai reavaliar ou não se ‘banca’ essa aproximação com os novos aliados da extrema esquerda.

  Publicado em: Política

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