José Genoino, José Dirceu, Dilma Rousseff. O que essas pessoas têm em comum? Todos fizeram parte de uma guerrilha armada e, durante o regime militar, cometeram crimes como assaltos, sequestros, explosões de bombas e tentativas de atentado contra a vida de pessoas. Todos foram anistiados pela Lei 6.683, de 1979. Sim, anistiados! Sequestros, assaltos, tentativas de atentado – tudo perdoado pela lei. Depois disso, esse mesmo grupo, ou bando, se espalhou pela política nacional e, em diferentes partidos, chegou ao maior poder da República: a Presidência. No regime civil, voltaram a cometer crimes, do Mensalão ao Petrolão.
Agora, parlamentares desse mesmo espectro ideológico – da esquerda comunista, extremista, anticristã – vieram aqui, na tribuna, duas semanas atrás, pedir dinheiro público para o Carnaval. Dizem que é uma festa cultural, que representa o povo brasileiro. Mas, na verdade, o que se viu nas redes sociais foi muito diferente. Esses mesmos parlamentares, autointitulados “bancada da maconha” aqui na Câmara Legislativa, usaram o evento para proselitismo político. Pior: usaram o momento para zombar de pessoas que estão sendo presas injustamente, com condenações de até 17 anos de prisão. Eles bradavam: “Sem anistia! Sem anistia!”.E quem são esses que hoje gritam “sem anistia”? São os mesmos que, no passado, exigiram e receberam anistia pelos crimes que cometeram! São os mesmos que agora perseguem um padre católico, que reza todos os dias às 4h da manhã, simplesmente porque têm raiva do cristianismo e do que ele representa.
Publicado em: Política


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