O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), esteve em Joselândia, onde se reuniu com lideranças dos principais grupos políticos do município, neste domingo (16). Em encontros com o prefeito Raimundo Zuca, com o líder político Aroldo Garimpeiro e com o ex-prefeito Biné, o emedebista reforçou a aliança e o apoio em torno de seu projeto de governo.
Na cidade, Orleans reafirmou o compromisso com a conclusão das obras da estrada que liga Joselândia a Esperantinópolis, considerada estratégica para melhorar a mobilidade e fortalecer o desenvolvimento da região.
“As obras que já começaram, pode ter certeza que eu vou continuar. Quero seguir avançando, trabalhando pelos mais humildes e, principalmente, gerando emprego e renda para o nosso estado. E quero muito contar com a querida cidade de Joselândia”, afirmou Orleans, que estava acompanhado de aliados, como o senador Weverton Rocha e os deputados federais Aluísio Mendes e Júnior Lourenço.
O prefeito Raimundo Zuca, que celebrou seu aniversário também no domingo, agradeceu a presença e confirmou seu apoio a Orleans e suas propostas para o governo, reforçando que está ao lado de quem trabalha pelo desenvolvimento de Joselândia.
*Confiança*
Ao recepcionar o candidato, a liderança Aroldo Garimpeiro declarou seu apoio e confiança no projeto político de Orleans. “Eu acredito em você, eu acredito que você vai ser um grande governador”, afirmou. Aroldo também ressaltou investimentos em infraestrutura realizados no município, como pavimentação asfáltica e em bloquetes, além da estrada de Nova Vila Aldeia. “Nós vamos tirar o povo do isolamento. Então, esse é o fruto do trabalho desse time”, afirmou.
Ao finalizar a agenda política em Joselândia, neste domingo (16), Orleans Brandão encontrou-se com o ex-prefeito Biné, confirmando a aliança política no município. O candidato também assinalou a presença e o apoio do senador Weverton Rocha, do deputado federal Júnior Lourenço, do ex-prefeito Biné e de Gleydson Resende.
Ao relacionar o desenvolvimento econômico à criação de novas perspectivas para a população, Orleans Brandão sintetizou uma das prioridades que pretende levar ao Governo do Estado: “Eu quero ser o governador das oportunidades”.
‘Investigações de Dino no Maranhão são de adversários políticos de agora, pois eram aliados do ministro na época em que era governador’, diz Carlos Andreazza.
Só não enxerga àqueles que querem de toda forma, aliados do ministro Flávio Dino no Maranhão, o afastamento imediato do governador Carlos Brandão, para que possam se elegerem e tomar conta do Palácio dos Leões, no tapetão, durante a campanha eleitoral.
Seria providencial ao menos, o ministro Flávio Dino se declarar impedido de julgar esses inquéritos, mas isso já se tornou normal no STF, principalmente com o ministro Alexandre de Moraes, que é vítima, política, acusador, juiz e, principalmente, o que decide tudo.
Tanto, que agora é o relator de uma ação que envolve sua esposa.
Esse país está na bancarrota da degradação da democracia, dos princípios republicanos e do respeito a Constituição.
Se tornou um pais dominado por um sistema em que o povo se tornou vítima das maiores arbitrariedades!!!
É como bem disse o antagonista: “Ministro carrega política provinciana para o STF e amplia degradação do tribunal ao decidir destino de aliados e adversários”, constante da matéria “Análise de o antagonista: Dino no Supremo Tribunal do Maranhão” Alguém tem dúvida que o seu foco político principal é o afastamento do governador Carlos Brandão?
“Um órgão independente de controle externo não pode ser presidido justamente por uma pessoa que figura no epicentro de investigações sobre um homicídio, além do mau uso de recursos públicos, cobrança de propinas e pagamentos fraudulentos, em favor de uma rede que envolve diretamente empresas de sua família- das quais é ou foi sócio órgãos estaduais, gestores e destacadas autoridades políticas”, afirmou Dino.
Aí vale um questionamento: Mas como? Se o processo corre em segredo de Justiça e sequer os advogados têm acesso ao processo? Como influenciar em algo na cadeira de presidente do TCE?
Sem sobra de dúvidas, Fábio Gentil com sua experiência política e em diversas campanhas eleitorais, o credência a seguir na coordenação de Campanha de seus candidatos: Orleans Brandão ao governo do Estado, André Fufuca ao Senado, Amanda Gentil à Câmara dos Deputados e Daniella à Assembleia Legislativa do Maranhão, em Caxias e Região.
Fábio Gentil sabe que a coordenação de uma campanha eleitoral é o centro estratégico de um projeto político. Por isso, gerencia o planejamento, sabe integrar a equipe, cuida da agenda e faz a ligação direta entre os seus candidatos e as operações de rua, comunicação, finanças e o setor jurídico.
Ele, Fábio Gentil, busca a estruturação do núcleo duro e definição de metas para a campanha.
Sabe fazer o monitoramento diário do cenário político e adaptação rápida de rota.
Com certeza obterá a vitória de seus candidatos em sua área especifica.
Um mega arrastão com mais de 15 mil participantes marcou o lançamento oficial da candidatura de Orleans Brandão e Edivaldo Holando Júnior (vice) ao Governo do Maranhão, na noite deste domingo (16), em São Mateus. O ato deu o pontapé inicial à campanha da coligação “Avanço por Todo o Maranhão”, encabeçada pelo emedebista e formada pelos partidos MDB, PDT, Republicanos, Podemos e PRD/Solidariedade (Federação Renovação Solidaria).
Ao som de jingles de campanha, a multidão se concentrou na Avenida Pequi e percorreu por toda a via, num trecho de três quilômetros. Durante o trajeto, Orleans Brandão foi recebido com muito entusiasmo por milhares de moradores, apoiadores e militantes, que o acompanharam com bandeiras, faixas e manifestações de apoio.
Centenas de carros e motos também acompanharam o percurso, em um grande movimento pró-Orleans e Edivaldo, com buzinaços e bandeiraços.
O evento contou com a presença do governador Carlos Brandão, dos candidatos ao Senado Federal Wéverton Rocha, Roseana Sarney e Hilton Gonçalo, além de postulantes aos cargos de deputado estadual e federal nas eleições de 4 de outubro. Lideranças políticas e representantes de municípios de todas as regiões do Maranhão também participaram da mobilização, demonstrando a força e a capilaridade do grupo político.
O arrastão culminou na Praça do Zé Tancredo, onde foi realizado um grande comício para a apresentação das principais propostas da chapa majoritária. O ato reforçou ainda as mensagens de união, continuidade dos avanços e ampliação das políticas públicas em todas as regiões do estado.
Emocionado com a receptividade da multidão, Orleans conclamou a população a conhecer seu plano de governo e a caminhar ao seu lado até a vitória, que ele confia que será ainda no primeiro turno. Ele destacou o trabalho realizado ao longo da pré-campanha, período em que percorreu o Maranhão, apresentou-se aos eleitores e ouviu de perto as principais demandas das comunidades.
“Hoje damos o primeiro passo de uma caminhada que será feita com muita alegria, disposição e, acima de tudo, ao lado do povo. Já percorremos todo o Maranhão, conversamos com as pessoas e conhecemos ainda mais profundamente as necessidades de cada município. Agora vamos caminhar ainda mais para levar nossa mensagem de esperança a cada comunidade. Com a força do povo, vamos vencer esta eleição ainda no primeiro turno e continuar fazendo o Maranhão avançar”, declarou.
A escolha de São Mateus para sediar o lançamento oficial também demonstrou o caráter municipalista da candidatura.
“Começar nossa caminhada oficial em São Mateus tem um significado muito especial para todos nós. Quero agradecer ao prefeito Miltinho e, em especial, ao governador Carlos Brandão, esse grande líder que não se deixou intimidar, porque sempre colocou acima de tudo o seu compromisso com o povo e a preocupação com os rumos do Maranhão. Juntos, vamos continuar avançando e construindo um futuro ainda melhor para o nosso estado”, afirmou.
No ato, o governador Carlos Brandão relembrou a importância da cidade em sua trajetória política e demonstrou confiança na vitória de Orleans Brandão ainda no primeiro turno também, da forma como foi sua eleição.
“São Mateus é uma terra abençoada. Foi aqui que tudo começou quando iniciei minha caminhada rumo ao Governo do Estado. Agora, vivemos um novo momento ao lado de Orleans Brandão, e estou muito confiante em sua vitória. O Maranhão não pode retroceder. O futuro do nosso estado é com Orleans”, afirmou Carlos Brandão.
O prefeito de São Mateus, Miltinho Aragão, destacou a dimensão do arrastão e afirmou que o município inicia, mais uma vez, uma caminhada política que acredita ser vitoriosa.
“Nós estamos fazendo história mais uma vez ao iniciar aqui uma caminhada que será vitoriosa. Nossa cidade se sente honrada e mostrou toda a sua força neste arrastão gigantesco ao lado de Orleans, um evento que ficará marcado na história política do nosso município”, declarou.
Constituição Federal diz que é ‘resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional’. Pode ser um exagero, mas está lá
Depois que a casa caiu, a decisão de se vasculhar equipamentos eletrônicos de jornalistas parece ser de responsabilidade difusa. O ministro Flávio Dino, do STF, disse que está sofrendo “agressões e injustiças” ao ser vinculado à ilegalidade essencial do procedimento. O artigo 5º da Constituição Federal, no seu inciso XIV, diz que “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.” Pode ser um exagero, mas está lá.
Na tipologia dos comportamentos existe a figura do coitadinho profissional. Seja qual for a conduta criticada, tudo resulta da má-fé do outro. Dino entrou num enredo da política maranhense criando um problema federal, constitucional, porque achou que podia se defender valendo-se de uma arma eficaz, porém tóxica. O mais incrível é que funcionou por cinco meses, e se a irmandade do Supremo não acordar, acaba associado a coitadinhos profissionais de todas as espécies. A decisão irá ao plenário do tribunal.
Aos fatos:
Na política maranhense há de tudo. Dino tem 37 anos de vida pública honrada e é perseguido por um blogueiro. No início deste ano, o blogueiro Luís Pablo noticiou que Dino e familiares seus usavam uma caminhonete blindada do Tribunal de Justiça maranhense em suas movimentações.
No dia 4 de março, o ministro Alexandre de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal, acompanhado pelo Ministério Público, e determinou a apreensão de celulares, computadores, tablets, documentos e outros dispositivos eletrônicos que possam auxiliar na investigação. A decisão também permitia a análise do conteúdo armazenado nos aparelhos, inclusive dados guardados em serviços de armazenamento em nuvem.
À época, a decisão foi condenada por entidades jornalísticas. Palavras ao vento, estava aberto o precedente. A apreensão desses equipamentos de qualquer jornalista expõe suas conexões e, com isso, suas fontes.
Passaram-se seis meses e a diligência deu o resultado desejado e previsto. A proteção constitucional do sigilo da fonte foi para o espaço. Era o que a PF, o MP, Moraes e Dino queriam.
A fonte seria Raimundo Cutrim, ex-secretário de governo do Maranhão. Cutrim está em prisão domiciliar determinada por Flávio Dino desde julho, por causa de outras atividades. As quizilas da política maranhenses têm de tudo, nunca precisaram atropelar a Constituição por decisão monocrática de um ministro do Supremo.
Seu advogado pergunta: “Investigam um jornalista que faz denúncia, investiga o advogado que o orienta, a fonte… E não investigam a denúncia? É muito estranho”. Põe estranho nisso.
A essa altura, Dino explica que nunca usou veículos do Tribunal de Justiça de forma irregular, pois um convênio dá transporte e segurança aos ministros do STF em trânsito pelo Estado. Tudo nos conformes. O problema de Pindorama está nos conformes dos hierarcas. No Império, nos conformes, magistrados conseguiam para seus serviços negros contrabandeados que, pela lei, seriam libertos. Tudo legal.
Há meses, o distinto público é bombardeado por notícias dando conta de que o Supremo Tribunal Federal combate os penduricalhos da magistratura. As associações de juízes sustentam que cada um deles é legal, e é. Semelhante bizarrice tem a mesma origem que a decisão de apreender equipamentos de jornalistas.
Do folclore maranhense
O cacique maranhense Vitorino Freire (1908-1977) odiava José Sarney e era um arsenal de frases e piadas. Foi ele quem levou para o anedotário político a expressão que “jabuti não sobe em árvore, alguém pôs ele lá”.
Hoje ele é nome de município, porém pouco lembrado. Para se ter uma ideia do seu estilo, aqui vai um.
Certo dia, Vitorino visitou o ministro do Exército, general Sylvio Frota com um pote de doce e disse:
“General, aqui vai um doce de jaca lá do Maranhão, sugiro que o deixe na sua sala de jantar, num lugar bem visível, porque o Sarney anda dizendo que o senhor é diabético.”
Frota não era diabético, nem Sarney dizia que era.
Em 1968, depois da edição do AI-5, Vitorino e outros 20 senadores protestaram num telegrama ao presidente Costa e Silva.
A iniciativa caiu mal e 34 assinaram uma carta ao presidente Médici louvando a edição do Ato.
Sete assinaram os dois, inclusive Vitorino.
Médici guardou poucos papéis, entre eles esses dois documentos.
Fake news e o STF
A decisão do ministro Edson Fachin de levar ao plenário a decisão monocrática de apreender celulares, computadores e tablets de um blogueiro será um teste de vida ou morte para o inquérito das fake news.
Sob o controle do ministro Alexandre de Moraes, essa sucessão de devassas já completou sete anos e se ninguém se incomodar, chegará aos dez.
O sigilo da fonte e Trump
Donald Trump aborreceu-se porque repórteres noticiaram que sua segurança detectou falhas na segurança no Boeing de 400 milhões de dólares que ele ganhou da família real do Qatar. Queria saber as fontes, interrogou repórteres e seus familiares, mas não recorreu à apreensão de seus equipamentos. A Constituição americana não assegura o sigilo das fontes, assegura a liberdade de expressão e, com ela, põe fora da lei as tentativas de inibi-la.
No Brasil, por decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes, a Constituição blindou o sigilo da fonte, mas ele liberou o conteúdo de equipamentos eletrônicos de jornalistas. Deu no que deu.
Num caso de choque em torno das fontes de uma reportagem de Judith Miller, do New York Times, ela ficou 85 dias na cadeia.
Em 2003, Miller escreveu que a ditadura iraquiana de Saddam Hussein tinha um arsenal de armas químicas e de destruição em massa. Fonte? Zero. O caso foi investigado e Miller recusou-se a revelá-la. Ela também não identificou quem lhe passou o nome de uma agente clandestina da Central Intelligence Agency. A fonte teria cometido um crime.
Miller teve ampla solidariedade e o apoio do publisher do Times.
As armas químicas e de destruição em massa eram uma invenção de Ahmed Chalabi, ex-ministro iraquiano e fonte de Judith Miller.
O Times reconheceu que algumas de suas reportagens estavam erradas e livrou-se dela em 2005.
Jornalista premiada, sua cobertura das armas de Saddam deu-lhe o estrelato e o declínio.
Cruz eleitoral
Pela primeira vez em 30 anos a importação de calçados superou a exportação. Virou pó um quarto da receita vinda dos calçados vendidos para os estados.
Os candidatos da bancada brasileira de Donald Trump ganharam mais um peso para carregar em outubro.
Diálogos revelam que Lulinha não somente sabia dos negócios, como também comentava, coordenava e participava de reuniões
Agora é oficial: a Polícia Federal tem em mãos mensagens enviadas pelo próprio filho do presidente Lula Fábio Luís da Silva, o Lulinha, à lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência e de usar a proximidade com o filho do presidente da República para facilitar negócios e acesso ao governo.
As mensagens, obtidas com exclusividade pela coluna, mostram que os dois tratavam explicitamente de fazer negócios e de atuar em lobby junto ao núcleo duro do gabinete de Lula, revelando que a relação entre eles vai além de simples amizade. Lulinha não somente sabia da atuação e dos interesses de Roberta, como também comentava, coordenava e até participava de reuniões.
Em um dos diálogos interceptados, que aconteceu em 22 de março de 2024, Roberta diz a Lulinha que os dois trabalham em nível diferenciado e que o futuro deles é a Suíça. Na mesma conversa, o filho do presidente revela que participa de reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger.
Conversa entre Lulinha e Roberta Luchsinger revela que filho do presidente participava de reuniões com núcleo-duro de Lula
Naquela ocasião, Marcola era braço direito de Lula, despachava na antessala do presidente e fazia os principais contatos com ministros. Já Berger, figura histórica do PT, foi quem abriu as portas do Ministério da Saúde para o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS – que tentou emplacar contrato milionário para a compra em larga escala de cannabis medicinal pelo SUS.
“Fernando” e “Fefe”, termos citados por Lulinha e Roberta nos diálogos, são, segundo os investigadores, referências a Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos donos formais do sítio de Atibaia, que era frequentado por Lula.
Os diálogos evidenciam que Fernando Bittar tem sido preterido nos negócios da dupla. Em uma outra conversa, a lobista afirma ao filho do presidente Lula que Fernando estaria usando o nome de Lulinha ao tentar fechar “negócio gigante” na Telebras. “Ja desmentiu?”, pergunta o filho do presidente. “Desmenti e falei q não eh verdade e q se ele [Fernando Bittar] fizer negócio com ele [presidente da Telebras], ele não fará comigo”, responde Roberta.
Esta é a primeira vez que são reveladas conversas diretamente de Lulinha com Roberta Luchsinger. Procurada, a defesa do filho do presidente afirmou que Fábio mudou para a Espanha e atua na esfera privada com temas que não têm relação direta ou indireta com o governo brasileiro. “Vive de forma digna, exclusiva e modesta com o resultado do seu próprio trabalho. A quebra do seu sigilo fiscal e bancário é reveladora da ausência absoluta de qualquer prova ou indício de irregularidade”, disse Marco Aurélio de Carvalho.
Em nota enviada ao Metrópoles, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori acusam haver “instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”. Veja a íntegra:
“Caso estejamos diante de mais um lamentável episódio de violação do dever de sigilo funcional – crime previsto no art. 325 do Código Penal –, o recorte seletivo e a divulgação parcial das referidas supostas mensagens revelam um abandono de qualquer pretensão de imparcialidade e de obediência às leis, deixando de lado a verdade ou o interesse público para buscar, por meio da exposição midiática, efeitos que a via processual legítima e adequada não permitiria.
A defesa reafirma sua confiança nas instâncias formais e adequadas de apuração dos fatos e se manifestará nos autos em momento adequado, somente após o acesso integral aos dados obtidos pelas quebras de sigilo.
Importante reiterar, entretanto, que embora não se possa confirmar a veracidade das informações repassadas criminosamente a este Portal de notícias, solicitaremos, uma vez mais, rígidas apurações da nesfasta instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”.
Já o advogado Roberto Podval, que assumiu a defesa da lobista, não quis comentar em razão do sigilo do inquérito.
Roberta deu joias de diamante para Marcola, suspeita PF
A Polícia Federal suspeita que Roberta Luchsinger comprou joias, deu presentes e pagou boletos de Marcola para ampliar acesso e manter influência no núcleo-duro da mais alta cúpula do governo Lula.
Esse modus operandi fica claro a partir de um outro diálogo interceptado pela PF, desta vez entre Roberta e Marcola. A lobista conversa com o então braço direito de Lula sobre a compra de joias de diamante. Era 29 de abril de 2024, véspera do Dia das Mães.
“Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista então envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “boa”, agradece Marcola.
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), participou, neste domingo (16), de uma grande caminhada pelas ruas de Igarapé Grande, no Médio Mearim. Ao lado do senador Weverton Rocha, do candidato a deputado federal Erlanio Xavier e do candidato a deputado estadual João Igor, Orleans percorreu a cidade em um ato que reuniu uma multidão e contou com a presença de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, empresários e lideranças políticas de toda a região.
Em seu pronunciamento, Orleans falou sobre o início da campanha eleitoral e demonstrou confiança no resultado das urnas. “Quero começar mais uma etapa nessa caminhada, agora de fato na campanha eleitoral. Deus sabe que não foi fácil chegar até aqui, mas tudo dependeu de uma escolha. Hoje, há 45 dias da eleição, tenho uma convicção muito grande de que estamos caminhando para uma grande vitória”, afirmou.
Ao relembrar sua trajetória, o candidato destacou ações desenvolvidas durante o período em que esteve à frente da Secretaria de Estado de Assuntos Municipalistas, como a ampliação dos Restaurantes Populares, da rede Viva/Procon e dos serviços de hemodiálise, além do Maranhão Livre da Fome e de iniciativas na área da educação. Segundo Orleans, a experiência permitiu conhecer de perto as necessidades das cidades e fortalecer o diálogo com gestores e lideranças de diferentes regiões do estado.
A atuação de Orleans à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas também foi destacada por Erlanio Xavier. “Eu conheci Orleans nesse trabalho, recebendo os prefeitos, ouvindo as demandas e procurando saber o que era melhor para cada município. É um jovem que mostrou capacidade, disposição e vontade de trabalhar. Por isso estou ao lado dele nessa caminhada e acredito que ele está preparado para fazer um grande governo”, afirmou.
O senador Weverton Rocha ressaltou a parceria com Orleans e a proposta de uma gestão próxima das administrações municipais. “Nós acreditamos na sua visão municipalista, na sua juventude e no seu propósito de fazer a diferença e fazer o governo em parceria com os prefeitos”, declarou.
João Igor, candidato a deputado estadual, destacou a participação popular no ato. “É emocionante ver Igarapé Grande dessa forma e saber que essa energia vai se espalhar pelos quatro cantos do Maranhão. Tenho muito orgulho de estar nessa caminhada ao lado de Orleans, de Erlanio e de Weverton”, afirmou.
Entre as autoridades presentes estavam os prefeitos Sebastião Pereira, de Fortuna; Ronaldo Vieira, de São José dos Basílios; Júnior Xavier, de Bernardo do Mearim; Dr. Júnior, de Peritoró; Dr. Deibson Balé, de Trizidela do Vale; e Ataíde Miranda, de Lago do Junco. Vereadores, ex-prefeitos, empresários e outras lideranças políticas da região também participaram da mobilização.
Com a campanha oficialmente nas ruas, Orleans afirmou que pretende intensificar as agendas pelo Maranhão, mantendo o contato direto com a população e apresentando suas propostas para o estado. Entre as prioridades defendidas pelo candidato estão a geração de oportunidades e o fortalecimento das parcerias com as cidades maranhenses.
“Eu quero ser o governador das oportunidades. Todo santo dia estou em um município diferente, conversando com as pessoas e buscando soluções. Quero continuar essa parceria com os prefeitos, vereadores e lideranças para seguir trabalhando por cada município, da menor cidade até a maior”, declarou.
Ao final, Orleans agradeceu a participação da população de Igarapé Grande e convocou os apoiadores a ampliar a mobilização da campanha, levando o projeto a outras regiões do Maranhão.
“Eu peço humildemente a cada um de vocês que a gente bata de porta em porta, de casa em casa, de cidade em cidade. É 15 para seguir transformando o Maranhão, é 15 para seguir avançando. Posso contar com Igarapé Grande? Posso contar com vocês?”, concluiu.
Sempre comprometido com suas missões, o prefeito Gentil Neto inaugura o comitê e inicia o adesivaço em prol de seus candidatos: Orleans Brandão para governo do estado, André Fufuca para o Senado, Amanda Gentil para à Câmara dos Deputados e Daniella para a Assembleia Legislativa do Maranhão.
Como não poderia ser diferente, Gentil Neto mostra toda a sua disposição e empenho pelas candidaturas de seus candidatos.
Com certeza, Gentil Neto será um grande comandante para levar seus candidatos à vitória em Caxias.
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou neste sábado (15) do encontro “Amigos do Tio Gal”, em Maracaçumé, ao lado do prefeito do município, lideranças e representantes da região. Durante a agenda, Orleans destacou a parceria construída com o município e anunciou novas ações para ampliar os serviços oferecidos à população, entre elas investimentos em pavimentação, agricultura e saúde.
O encontro contou com a presença do vereador Paixão, do vice-prefeito José Menandes, da prefeita de Amapá do Maranhão, Nelene Gomes, e da prefeita de Boa Vista do Gurupi, Dilcilene Oliveira.
Ao falar sobre Maracaçumé, Orleans destacou o desenvolvimento do município e afirmou que pretende contribuir para que a cidade avance ainda mais. Entre as ações previstas, está a implantação do Viva/Procon, evitando que os moradores precisem se deslocar para outras cidades para realizar serviços simples, como a emissão de documentos.
O candidato também assumiu o compromisso de ampliar os equipamentos do hospital municipal. “Quando eu cheguei aqui, fui abordado pela secretária de saúde, que me dizia que precisava muito investir no hospital, para realizar mais exames e trazer mais equipamentos. Então, isso é só o primeiro compromisso que eu faço com a cidade de Maracaçumé: pode ter certeza de que a gente vai equipar esse hospital todinho e que vai ajudar a saúde do município. É uma promessa do governo próximo, um governo que vai estar aqui junto com vocês”, afirmou.
O prefeito Tio Gal destacou a relação construída com Orleans e afirmou que a escolha pelo candidato ao Governo do Maranhão está ligada à confiança na continuidade das ações para o município. Segundo ele, a experiência de Orleans na gestão pública e o conhecimento da realidade dos municípios foram determinantes para a decisão. “Eu nunca tive um lado no governo, vocês sabem disso. E a oportunidade de ter um governo é agora. Vamos acreditar naquele que conhece o Maranhão. Orleans conhece o Maranhão, é um jovem compromissado e é por isso que o Tio Gal está junto com ele”, declarou.