Representantes do governo Donald Trump reuniram-se com técnicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (6) e ouviram que, para o Brasil, facções como Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) não podem ser classificadas pela legislação do país como organizações terroristas, e sim como criminosas.
Os norte-americanos estão nesta semana no Brasil para uma série de reuniões em Brasília. Uma das pautas é a questão do enfrentamento a organizações criminosas e terroristas e acordos de cooperação internacional entre os países.
Nos Estados Unidos, a gestão Trump tem buscado enquadrar grupos criminosos latino-americanos em atividades que, pela legislação local, podem ser associadas ao terrorismo. Isso ocorre, por exemplo, com a venezuelana Tren de Aragua.
Os técnicos norte-americanos disseram aos brasileiros que defendem a classificação de organizações criminosas transnacionais como terroristas e citaram nominalmente PCC e CV. No entanto, os coordenadores do MJSP explicaram que, pela legislação do Brasil, isso não ocorre, pois a atuação das facções não envolve crime de ódio ou religioso, mas sim a obtenção de lucro por meio do tráfico de armas e de drogas.
Na véspera, a comitiva dos EUA havia recebido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) um dossiê elaborado pelas Secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e de São Paulo, que relaciona as atuações das facções CV e PCC ao terrorismo, tendo como exemplo vínculos com o Hezbollah.
Outra preocupação apontada pelos representantes da gestão Trump foi a questão da imigração, bandeira do presidente republicano neste segundo mandato na Casa Branca. Participaram da reunião sete técnicos em nome do Ministério da Justiça e sete enviados pelos EUA.
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Os serviços prestados a Caxias pelo ministro dos esportes, André Fufuca, foram grandiosos e, por isso, merece ser cidadão de Caxias.
O prefeito Gentil Neto sabe da importância dos desafios e recompensas na restauração de prédios históricos, visando a importância de preservar o passado para o futuro, através de oportunidades culturais e educacionais para o desenvolvimento dos caxienses.
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão (MPMA), deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 6, a Operação Pavimentum, que apura a atuação de um cartel responsável por fraudar licitações de pavimentação asfáltica no município de Imperatriz.
A investigação teve início na 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Imperatriz, com apoio do Gaeco, e aponta que empresas atuavam em conluio para vencer licitações fraudulentas junto à Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz. Segundo o MPMA, os contratos investigados — popularmente conhecidos como “tapa-buracos” — somam R$ 85,5 milhões.
Laudos técnicos apontam diversas irregularidades nas obras, como deformações no asfalto e uso incorreto de serviços de terraplanagem, em desacordo com as normas exigidas.
A operação mobilizou promotores dos núcleos do Gaeco em São Luís, Imperatriz e Timon, além de membros das Promotorias de Justiça de Açailândia, João Lisboa, Lago da Pedra, Viana e São Luís. As Polícias Civil e Militar do Maranhão também atuaram nas diligências, assim como a Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do MPMA, que garantiu a segurança da operação.
O material apreendido será analisado e utilizado para subsidiar o oferecimento de Denúncia Criminal contra os envolvidos no esquema.
“Governador, conte com o deputado Osmar Filho aqui na Assembleia. Eu tenho certeza de que, com sabedoria, com responsabilidade, o senhor, como líder do grupo político, tomará a decisão mais correta, e conte comigo na decisão que V. Exa. Tomar”. Essa foi a mensagem enfática de apoio a qualquer definição do governador Carlos Brandão (PSB) acerca das eleições de 2026 feita pelo deputado Osmar Filho (PDT), na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (6).
O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) se reuniu na manhã desta terça-feira, 6, com lideranças bolsonaristas do PL, União Brasil e Progressistas do Estado e sinalizou a construção de uma aliança contra o PT nas eleições de 2026.
Fica evidente que apenas um parlamentar, entre deputados e senadores maranhenses, foi favorável de que sejam apuradas as falcatruas com os salários dos aposentados brasileiros, que foram surrupiados dos seus vencimentos valores sem que tivessem autorizado.
