
A bancada do Partido Democrático Trabalhista (PDT) na Câmara dos Deputados anunciou, nesta terça-feira (6), que não fará mais parte da base aliada do governo Lula. A decisão foi unânime entre os parlamentares e ocorre dias após a demissão de Carlos Lupi do comando do Ministério da Previdência Social.
Segundo o líder da sigla, Mário Heringer (PDT-MG), a bancada decidiu adotar uma postura independente, sem integrar oficialmente a oposição ao governo federal.
A reunião desta terça contou com a presença de Carlos Lupi, que se defendeu das acusações relacionadas ao esquema de fraudes e desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Durante o encontro, o ex-ministro destacou que sua gestão atuou para combater fraudes, negou omissões e afirmou que não foi citado nas investigações.
Lupi pediu demissão na sexta-feira (2), após pressão devido às denúncias de fraudes no INSS. Sua saída foi recebida como um desrespeito ao partido, segundo integrantes da legenda.
A bancada do PDT, que conta com 17 deputados, fazia parte da base governista desde a posse de Lula, em 2023. Com a recente decisão, os parlamentares da legenda passam a adotar um posicionamento mais autônomo nas votações no Congresso.
Lupi, por sua vez, reafirmou que não teve envolvimento nas fraudes investigadas e demonstrou indignação com a forma como sua saída do governo foi conduzida.
A saída do PDT da base aliada reflete o clima de tensão entre a legenda e o governo. O partido, historicamente aliado ao PT, agora seguirá sem vínculos diretos com o Planalto, o que pode influenciar futuras votações e articulações políticas no Congresso.
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Das 211 assinaturas conquistas pela oposição ao requerimento de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), 93 são de congressistas de partidos que têm representantes em ministérios do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A edição desta segunda-feira (5) do jornal Folha de São Paulo destaca que somente três Assembleias Legislativas são presididas por mulheres no Brasil. De acordo com o levamento feito pela Folha, só 3 das 26 Assembleias Legislativas no país, são presididas por deputadas.
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A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou, nesta segunda-feira (5), no Palácio Henrique de La Rocque, da cerimônia de posse coletiva de mais de 70 policiais civis do Maranhão. Conduzido pelo governador Carlos Brandão (PSB), o ato contou ainda com a presença dos deputados Janaína (Republicanos), Ricardo Arruda (MDB), Wellington do Curso (Novo) e Cláudio Cunha (PL).
“O governador Carlos Brandão mandou a proposta da quebra da Cláusula de Barreira para a Assembleia, e a Casa prontamente aprovou. Isso proporcionou esse momento, do governador ter a possibilidade de nomear todos os aprovados e excedentes do concurso. Então, estamos muito felizes de ter participado desse processo”, destacou Iracema Vale.
Ao todo, 74 novos profissionais foram integrados à segurança pública estadual. Desses, 40 são delegados, 22 investigadores, três escrivães e nove peritos oficiais. Todos aprovados em concurso público.
“Agradeço à deputada Iracema Vale em nome das mulheres que hoje tomam posse, porque sabemos o quanto é importante uma mulher ocupar ambientes políticos e, também, na defesa de pautas ligadas à segurança pública, que assim como a política é tomada por vozes masculinas. Fica nosso reconhecimento pela celeridade dada ao projeto de lei que tratou da quebra da Cláusula de Barreira do concurso que nos trouxe até aqui e, sobretudo, pela força empregada pela deputada Iracema para que o projeto fosse aprovado com absoluta unanimidade”, finalizou a delegada.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), viaja nesta semana com o presidente Lula para a Rússia e China. A agenda, que manterá o senador fora do Brasil de 6 a 14 de maio, ocorre justamente no momento em que cabe a ele a instalação da CPMI dos Aposentados — algo que o governo quer evitar a todo custo.

As despesas da União com diárias, passagens e locomoção somaram R$ 789,1 milhões no 1º trimestre de 2025, sob a Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva. A alta real –descontada a inflação– foi de 29,1% ante o mesmo período em 2024, quando os gastos totalizaram R$ 611 milhões.

Gentil Neto é um gestor que tem objetivos claros e projetos ambições para Caxias e para os caxienses. A gestão Gentil Neto nesses quatro meses alcançou as metas escolhidas dentro das perspectivas orçamentárias e os objetivos programados.
Diante do que o governador Carlos Brandão disse durante uma inauguração de uma estrada num povoado de Bacabal: ““Não vou entregar para quem não pode fazer um bom governo, tem que ser alguém afinado com os nossos amigos, não adiante entregar o governo para quem vai perseguir nossos aliados, para quem não sabe tocar o governo. Eu preciso entregar o governo para quem realmente saiba tocar e tirar do papel”, tudo leva a crer que ele cumprirá todo o seu governo.
