Sabe-se que o debate em Brasília e entorno do Direito Constitucional é a judicialização da política, especialmente no que concerne ao papel do Supremo Tribunal Federal (STF) na interpretação e aplicação dos direitos fundamentais.
A Justiça passou a dizer que basta ser provocada para sua interferências até mesmo em questões interna corporis nos mais seguimentos público e privado, sendo o público o que mais provoca, especialmente os partidos políticos e parlamentares, enfraquecendo, com isso, os poderes Legislativos.
Na verdade, segundo especialistas, a judicialização da política se refere ao fenômeno pelo qual questões tipicamente políticas são levadas ao Judiciário para decisão. Este processo tem se intensificado no Brasil, ampliando significativamente o rol de direitos fundamentais e fortaleceu o papel do Judiciário. A atuação do STF em temas sensíveis como direitos sociais, liberdade de expressão e políticas públicas tem gerado controvérsia sobre os limites de sua atuação.
Um exemplo notável desse fenômeno são as decisão do STF em acões que ultrapassam sua competência Constitucional, deixando, com isso, de ser o poder Guardião da Constituição e ser um agente político de muita força, numa democracia que patina e não se consolida por questões de desrespeitos entre os poderes constituídos.
O culpado? Os próprios políticos que judicializam questões que deveriam ser debatidas politicamente em seus ambientes.
Portanto, não se sabe se a decisão do STF será jurídica ou meramente política.
Publicado em: Política


Fábio Gentil, prefeito de Caxias até 31 de dezembro de 2024, deixará um legado gigantesco de obras, ações e, principalmente, político.
“Interna Corporis” são questões que devem ser resolvidas internamente por cada poder, sendo questões próprias de regimento interno; ex.: cassação de um deputado ou senador por falta de decoro parlamentar. Essas questões não podem ser objeto de ADI por se tratar de norma própria de regimento interno, logo, Interna Corporis.
Enfim, sabemos que o trabalho desenvolvido desses últimos oito anos em Caxias terá continuidade com Gentil Neto, conforme disse Fábio Gentil.
Em uma foto histórica que simboliza a continuidade e a força da liderança política na região dos Cocais, vemos de um lado Fábio Gentil, o maior líder político da região, e do outro, seu sobrinho, Gentil Neto, assumindo o posto de prefeito de Caxias. Esta imagem não apenas captura um momento significativo na política local, mas também representa a passagem de um legado de dedicação e compromisso com o desenvolvimento da cidade.
Fábio Gentil, conhecido por sua habilidade em articular e promover o progresso da região, deixa um legado de realizações e respeito. Seu sobrinho, Gentil Neto, filho de Talmir Rosa, segue seus passos, trazendo consigo a promessa de continuar o trabalho árduo e a visão de um futuro próspero para Caxias.
Com sua humildade e determinação, Gentil Neto, prefeito eleito e diplomado pela Justiça Eleitoral, para gerir a Prefeitura de Caxias, afirmou seu compromisso com sua cidade e com sua gente, mostrando ter caráter e personalidade, qualidades que o faz o verdadeiro representante do povo.
Agora, são de fato e de direito, após serem diplomados pela Justiça Eleitoral em Caxias: Gentil Neto prefeito, Eugênio Coutinho vice-prefeito e os vereadores, num momento de conquista e compromisso com o futuro da cidade.
Thay Evangelista se torna vereadora de São Luís de fato e de direito ao ser diplomada pela Justiça Eleitoral.
