É preciso questionar:
- A diminuição teria sido para diminuir o repasse ou para manter o repasse sem reajustes ao sistema de transporte público de São Luís?
- Se foi para diminuir o repasse ou manter o sistema sem reajustes, por que houverão tantas greves?
- Por que o poder público não observou que essa diminuição de ônibus causaria um colapso no transporte público?
- Observou-se uma inércia do Poder Público quando das greves, querendo jogar a culpa para o sistema de transporte público, querendo sair como vítima… Essa é a postura de um gestor público?
- Quando das graves, o poder público quis criou um tal transporte por app que ficou no papel. Caso estivesse preocupado com o transporte do trabalhador, por que não investiu esse tal dinheiro “sobrando” no transporte público de massa?
- Para onde foram esses 450 ônibus retirados do sistema público de transporte, que é tão deficitário em São Luís?
- Se fará necessário fazer esses questionamentos ao ex-prefeito e agora pré-candidato ao governo do Estado.
Candidato do MDB ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão afirmou que São Luís tinha mais de 900 ônibus em circulação quando Edivaldo Holanda Júnior, seu candidato a vice, deixou a Prefeitura e que atualmente a frota não chega a 450 veículos. A declaração foi dada aos jornalistas Isaías Rocha e Thales Castro, na Rádio Educadora FM, na noite de segunda-feira (27).
“A população aumenta e os ônibus diminuem. Qual é a explicação lógica para isso?”, questionou. Orleans atribuiu às gestões de Eduardo Braide (PSD) e Esmenia Miranda (PSD) a responsabilidade pela crise e criticou as tentativas de transferir a culpa pelos problemas do sistema.
“A responsabilidade do transporte público é da Prefeitura de São Luís”, declarou o emedebista, acrescentando que estuda formas de o Governo do Maranhão atuar na melhoria do serviço caso seja eleito.
Publicado em: Política


É preciso que o deputado federal Duarte Júnior venha a público e diga quem de fato são esses políticos “sem-vergonha” e “vagabundos” que lhe tiraram a sua pré-candidatura ao Senado.
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