
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino negou, nesta sexta-feira (6), o pedido de habeas corpus do deputado estadual Edson Cunha de Araújo, investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto. Com isso, o parlamentar segue obrigado a comparecer à audiência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), marcada para segunda-feira (9), às 16h, no Senado.
Em maio, a CPMI apontou que o deputado maranhense recebeu R$ 5,4 milhões da Federação das Colônias dos Pescadores do Estado do Maranhão. Na decisão, Dino destacou que “o comparecimento obrigatório representa instrumento necessário à efetividade da atividade parlamentar, devendo ser preservado, sob pena de ineficácia prática do próprio instituto das CPIs”.
O ministro acolheu parcialmente o pedido da defesa para que Araújo não seja obrigado a falar, mesmo sendo chamado na condição de testemunha. Dino enfatizou ainda que “as CPIs têm poderes próprios das autoridades judiciais, o que implica dizer que têm os mesmos deveres e responsabilidades. Por mais graves e abjetos que sejam os fatos em investigação, isso não significa um ‘salvo-conduto’ para agressões, atropelos ou espetáculos em detrimento do respeito à Constituição e às leis aprovadas pelo Congresso Nacional”.
Em 2025, o vice-presidente da comissão, deputado Duarte Júnior (PSB-MA), relatou ter sido ameaçado por Araújo via WhatsApp, registrando boletim de ocorrência na Polícia Legislativa da Câmara. Nas mensagens, o parlamentar estadual teria escrito: “Palhaçada, quer aparecer? Lugar de palhaço é no circo” e, posteriormente: “Nunca recebi nada de aposentado, nós ainda vamos nos encontrar”. Duarte Jr. questionou se se tratava de uma ameaça, e Araújo respondeu: “Tô, por quê?”.
Edson Araújo é vice-presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), entidade investigada na Operação Sem Desconto, deflagrada em abril de 2025. A ação apura descontos irregulares em benefícios do INSS entre 2019 e 2024.
Publicado em: Política


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O Ministério Público do Maranhão, por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Defesa do Consumidor, ingressou com Ação Civil Pública, nesta sexta-feira, 6, contra o Município de São Luís e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís, com pedido de liminar, para determinar o aumento imediato do subsídio tarifário e a introdução de novos ônibus no sistema de transporte coletivo com o objetivo de evitar novas interrupções no serviço essencial. A manifestação foi assinada pela promotora de justiça Lítia Costa Cavalcanti.
O prefeito de Caxias, Gentil Neto, tem um olhar grande para os caxienses que vivem em estado de necessidades, por isso age com ações sociais que garantam um situação digna de moradia e de alimentação.
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Os problemas do transporte público em São Luís são caóticos, ineficientes, inerte e, principalmente, a falta de ações efetivas do poder público.
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