No pronunciamento em cadeia nacional de ontem, o Lula do Velho Testamento reapareceu. Ataques às elites, populismo tributário, autoelogios em série e um leque de soluções fáceis e equivocadas para problemas complexos.
Se este é o manual para a reeleição do próximo ano, com direito à trilha sonora motivacional e “gente do povo sorrindo”, como numa campanha política dos anos 1990, a direita tem motivos para comemorar.
O brasileiro já deu todos os sinais de que sua preocupação principal hoje é com a segurança pública e não há suborno tributário que compense a pouca firmeza ou disposição para combater criminosos.
A falácia de que o governo, ao tirar dinheiro de empreendedores, empresários e investidores, “injeta” dinheiro na economia, é também outra aberração econômica travestida de solução. Ela parte do pressuposto de que o governo investe melhor que a iniciativa privada e do ferramental keynesiano de que o pobre, por fazer o dinheiro “circular”, faz a economia girar.
É uma discussão técnica e tediosa, mas acredite que está longe de estar pacificada. Dinheiro dos ricos não fica debaixo do colchão, ele está nos bancos, no mercado de capitais, nas empresas, gerando empregos, desenvolvimento, renda e, claro, pagando impostos para que o governo faça o que deveria fazer. E raramente faz com a competência mínima necessária.
Contra todas as previsões catastróficas, a motosserra libertária de Javier Milei operou, em tempo recorde, o maior choque de credibilidade econômica da América Latina. Em 2024, reduziu a inflação mensal de 25,5% para impressionantes 2,7% e entregou o primeiro superávit financeiro real da Argentina em mais de uma década (0,3% do PIB). O Banco Mundial já projeta crescimento robusto de 5% para 2025 e Milei teve uma vitória eleitoral esmagadora há um mês.
Na Colômbia, o estatismo bolivariano de Gustavo Petro derrubou o investimento privado em quase 25% e produziu uma rejeição popular superior a 60%. No Chile de Gabriel Boric, a gestão de DCE entregou crescimento pífio e desaprovação igualmente na casa dos 60%. Todo analista sério prevê uma onda conservadora na América do Sul, processo que já está em andamento.
Lula se cercou de Janja, Gleisi, Lindbergh, Boulos e de um José Dirceu cada vez mais solto (sem trocadilhos) e ensaiado até uma pré-candidatura de deputado federal, com a promessa de liderar a articulação política do lulismo em Brasília. Sabemos como isso pode terminar.
Essa volta do discurso petista pré-governo FHC, quando até o sociólogo tucano se rendeu a alguns preceitos econômicos básicos, prova como é difícil ensinar truques novos para macacos velhos. Num mundo que discute inteligência artificial, voltar ao proselitismo terceiro-mundista de meio século atrás não ajuda ninguém. Nem mesmo a Lula.
Por Uol
Publicado em: Política


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