As propostas de gestão pelos candidatos à Prefeitura de São Luís se restringiram até agora em ações paliativas, cujas efetividades de projetos sólidos ficam a quem do que se espera de uma gestão pública realmente preocupada com aquilo que fato se espera.
Os candidatos se restringiram a falar sobre construção de creches, como se isso fosse dá qualidade ao ensino infantil. Creches como forma de deposito de crianças são apenas ações paliativas, haja vista que o ensino infantil tem como principal base a “etapa alfabetização”, coisa esquecida pelos gestores. Eis aí a deficiência nos demais ciclos educacionais.
No transporte público ficaram a debater sobre licitação e se todos os ônibus terão ar condicionado, quando era para serem debatidos quais são as melhores alternativas de transporte de massa que podem ser adaptados em São Luís, visto que apenas o transporte através de ônibus é algo deficitário e ultrapassado.
Na saúde pública ficaram restritos ao agendamento de consultas e construção do hospital da criança, quando deveriam debater um sistema eficiente de ambulatório e uma unidade de imagem e exames laboratoriais, pois são essas as deficiências do sistema atual de saúde do município.
Na infraestrutura debateram as interbairros e reforma de retornos, quando deveriam debater avenidas que pudessem dá fluidez de fato ao transito caótico de São Luís.
Falam em parcerias, mas até agora o que se viu de concreto nesses últimos anos foi a construção da Via Expressa e a IV Centenário.
Nenhum dos candidatos debateram a arborização de São Luís, pois é a cidade mais desnuda de verde em todo Brasil.
Como se ver, precisamos de um gestor ousado, que ultrapasse as mesmices que vemos em todas as eleições em São Luís.
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