Em conversa, hoje (05), com o candidato à presidente da república, Geraldo Alckmin (PSDB), na nova sede do PSDB no Maranhão, perguntei como é feita a escolha de capelães para o Sistema de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
O presidenciável tucano disse que esses cargos foram extintos em São Paulo e que a prática religiosa nos Batalhões da Polícia Militar paulista, no sistema de Polícia Civil e no sistema prisional passou a ser voluntária, haja vista que o contingente do Sistema de Segurança Pública de São Paulo é constituído por mais de 85 mil homens e mulheres, que seguem diversos dogmas, logo seria impossível privilegiar apenas um seguimento religioso.
Como podemos ver a situação não é diferente da do Maranhão, visto que no Sistema de Segurança Pública do Estado existem também diversos homens e mulheres que seguem os mais diversos dogmas.
Com isso, seria justo colocar politicamente, visando votos dos evangélicos, sem nenhum critério em meritocracia, “pastores coronéis” pagos com o dinheiro do contribuinte?
Que passem a ter consciência política e religiosa, além de não abusar do dinheiro do contribuinte para se manter no poder…
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