
O ministro Gilmar Mendes suspendeu uma ação que cobrava R$ 15,3 milhões em tributos do Instituto Lula, sob o argumento de que as provas para a condenação, originárias da Lava Jato, seriam ilícitas. Claudio Dantas mostra que não é bem assim: as provas contra o ex-presidente são anteriores à operação.
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