Na época esse blog comprou a briga junto do então presidente da Embratur, Flávio Dino, visto que fui vítima também do referido hospital, onde meus filhos nasceram
O certo é que aplicaram diprospam, isso vem fazer uma verificação alérgica ou até mesmo a quantidade a ser injetada.
No dia dia 14 de fevereiro de 2012, esse blog publicou a matéria “Afinal, por que o Hospital Santa Lúcia, em Brasília, nunca sofreu uma investigação severa?“, onde alertou “… Agora, uma criança… Marcelo Dino, 13 anos, filho caçula do presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), morreu na madrugada desta terça-feira (14/2) após dar entrada no Hospital Santa Lúcia, com crise asmática. “Ele foi medicado e à noite apresentou uma piora no quadro de saúde. Marcelo teve uma parada cardíaca e não resistiu. A morte do jovem será investigada pela 1ª Delegacia de Polícia. Segundo o delegado Anderson Espíndola foi aberto um inquérito que irá apurar uma possível falha no atendimento ao jovem. Ele informou ainda que, à princípio, o garoto morreu após uma insuficiência respiratória. “No entanto, amigos e parentes acusam o hospital de demorar em ministrar a medicação, depois que o estado de saúde do Marcelo piorou. Ele já estava na UTI, mas a equipe médica teria esperado demais para reagir”, explicou o delegado.”
No dia 16 de fevereiro de 2012, esse blog publicou a matéria “O hospital Santa Lúcia pensa que engana quem?“, onde alertou: “Caramba!!! O que você diria, mestre William Shakespeare, dessa notícia do Hospital Santa? “As oitivas com os médicos foram desmarcadas a pedido da direção do Santa Lúcia. A alegação é que os profissionais já tinham outros compromissos agendados como procedimentos cirúrgicos e consultas marcadas. Eles devem prestar esclarecimento sobre a morte do adolescente depois do carnaval. Cirurgias e consultas marcadas em pleno período carnavalesco… Estariam os médicos prevendo marcações de cirurgias de urgência? Qual ambulatório funciona em período de Carnaval? Pelo que tenho conhecimento, as urgências e emergências ficam abertas 24 horas… Não estariam tentando instruir esses médicos didaticamente para que não caiam em contradições e até fazer algumas modificações na ficha de evolução do paciente? O prontuário é uma coisa, a ficha de evolução é outra!!!”
No dia 24 de fevereiro de 2012, o blog publicou a matéria “Covardia do Hospital Santa Lúcia não tem limite… É desumano!!!“, onde alertou: “Ontem (23), pude ver e ouvi pela primeira vez os médicos que atenderam o Marcelo, no Jornal da Globo. Quanta falta de sensibilidade com a vida humana!!! Buscar razões que não se concebe num fluxo hospitalar. Como pode o médico dizer que um plantonista de uma UTI – Unidade de Terapia Intensiva – local em que os pacientes são monitorados diuturnamente, deixar seu posto para efetuar um parto!!! Ora bolas!!! Hoje em dia já existem enfermeiras obstetras, mas não existem enfermeiras que substituem um médico especialista em terapia intensiva… E pelo que conta a mãe de Marcelo, quem estava no local era uma auxiliar de enfermagem (nível médio). O certo é que esses “médicos” não sabem qual é a sensação de morrer lúcido com falta de ar… Deveriam fazer um teste com eles, como colocar sobre suas cabeças um saco plástico apenas por dois minutos ou retirar totalmente o oxigênio por um minuto… É o mesmo de um afogamento, sendo que no seco… O que mais me intriga nesse momento, depois das palavras de Flávio Dino, por que a médica não fez a última tentativa através de uma traqueostomia e a reanimação com o desfibrilador? Ou ela simplesmente já deu Marcelo como morto? Por último, concordo com o Flávio Dino quando ele diz: “Não quero um centavo do hospital. Não recebo dinheiro da indústria da morte. Só quero a verdade. O hospital, em vez de nos trazer a verdade, fica querendo esconder, para não ter de pagar indenização”. Continue nessa luta Flávio, pois a verdade é que deve prevalecer nesse caso e não o dinheiro, pois isso não supera o respeito e a dignidade humana e o engrandecimento espiritual…”
Sabe-se que essa condenação não trará de volta a vida do Marcelo, mas serve para que esse hospital deixe de praticar o comércio com a saúde.
Ressalto, ainda, que o referido hospital me processou, após ser postada uma matéria minha sobre o assunto no Jornal de Brasília.
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