Enquanto as tarifas americanas seguem vigentes, os exportadores brasileiros flexibilizaram os preços e os importadores americanos diminuíram suas margens para tentar manter as negociações, segundo a BSCA.
“Hoje, o cenário é brutal, com as negociações em níveis muito inferiores à média”, diz o vice-presidente da associação.
A entidade teme que, se o tarifaço se prolongar, os consumidores americanos passem a consumir cafés especiais de outras nacionalidades e o produto brasileiro perca espaço no mercado dos Estados Unidos.
Enquanto Lula continua provocando o USA e Trump, além de sair em defesa da Venezuela e Colômbia, que traficam drogas, os produtores de café no Brasil sofrem e já não sabem o quê fazer, sabendo que virá o desemprego e a queda da produção.
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