Esse blog disse isso!!! Sob pressão a seis meses da eleição, PT deve ter menor número de candidatos a governador para ampliar palanques de Lula

Publicado em   06/abr/2026
por  Caio Hostilio

Esse blog disse isso na matéria “O impasse para os dinistas: Vai com Camarão ou ficam com o Braide?“, onde afirmou: “Orleans assiste tudo de camarote, pois tem a maior aglomeração de partidos, políticos e lideranças o apoiando e sabe que Lula e nenhum outro candidato dispensará esse apoio gigantesco. Faz muita diferença. Orleans reune em seu entorno políticos e partidos que apoiam tanto Lula quanto a direita, por isso é o grupo que faz a diferença na disputa pela Presidência da Republica. Portanto, quem vai decidir os palanques ideais no Maranhão são os pré-candidatos à Presidência da Republica e não grupos políticos do Maranhão.”

Por O Globo

Sob pressão pelo desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de voto, o PT caminha para ter seu menor número de candidatos a governador e vai abrir espaço nos palanques na tentativa de ampliar a adesão à campanha à reeleição. O partido trabalha, até o momento, com nove nomes próprios nos estados.

As articulações do período de pré-campanha vão ganhar novo fôlego a partir desta semana, com o fim da janela partidária, na sexta-feira, e o encerramento do prazo de desincompatibilização para quem deseja disputar o pleito em outubro. Dez governadores renunciaram aos mandatos na tentativa de concorrer a outros cargos.

Dentro da mesma estratégia, o Senado se tornou prioritário diante da possibilidade de crescimento da oposição a partir da próxima Legislatura. No Rio Grande do Sul, a legenda deve rifar Edegar Pretto (PT), que já estava em pré-campanha, em nome do apoio a Juliana Brizola (PDT), enquanto o deputado federal e ex-ministro Paulo Pimenta (PT) concorrerá ao Senado.

Em Santa Catarina, o empresário Gelson Merisio migrou para o PSB em uma aliança que também incluirá o PDT. Para o Senado, a aposta no estado será Décio Lima, presidente do Sebrae, para reconquistar uma vaga que a legenda já teve, entre 2002 a 2010, com Ideli Salvatti. Já no Paraná, o PT vai apoiar a candidatura do deputado estadual Requião Filho (PDT) ao governo, com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, tentando voltar à Casa chefiada por Davi Alcolumbre (União-AP).

 

  Publicado em: Política

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