Começou com o deputado Othelino Neto, que fez uma narrativa completamente fora de eixo contra o senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado. O caso Master se trata sim de um crime organizado, cujos ministros do STF estão envolvidos sim, até os dentes. Receberam milhões e milhões do Vorcaro, viajam em seu jatinho de graça, além de irem a Londres com tudo pago pelo dono do Master.
A lei é para todos, inclusive para os intocáveis.
Outra coisa, o senador Alessandro Vieira não é do Espirito Santo, mas sim de Sergipe, estado do Nordeste, onde dizem que Lula supera todas as expectativas. Logo ele, Alessandro Vieira não jogou para os eleitores. Ele é um homem vindo da segurança pública, que fora ameaçado por Gilmar Mendes.
O deputado Carlos Lula, fala que a família Brasão e o Ronnie Lessa são ligados a família Bolsonaro. Não é verdade. É preciso conhecer os grupos políticos do Rio para poder debater. A família Brasão é quem comanda a melícia e é completamente ligada à esquerda no Rio. E Ronnie Lessa não é do Rio da Pedra, que é o reduto político da família Brasão, onde Marielle queria tomar conta. Ronnie Lessa morou num condomínio, na BARRA DA TIJUCA E NÃO NO RIO DA PEDRA, em que Bolsonaro tem sua residência, porém as casas não são vizinhas, mas bem distantes uma da outra, haja vista que esse condomínio é gigantesco. Morar próximo não quer dizer que são amigos.
Não existe nenhuma prova de que Bolsonaro tenha algum envolvimento com o tráfico de drogas ou quiçá de armas.
O deputado Rodrigo Lago numa tentativa de defender àqueles que lucraram milhões com o Banco Master, falou que o senador deve pagar por suas investidas na CPI. Ora bolas!!! Então, o crime compensa?
Realmente, é completamente estapafúrdio esse debate na Assembleia Legislativa.
Se atenham ao debate sobre o Maranhão!!!
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