Se a manutenção de todas as vantagens que já existiam – e olha que eram gigantescas -, além de Pedro Lucas e Roseana Sarney abdicarem da vaga ao Senado em prol de André Fufuca, o quê de fato levou o ex-ministro trair aos que lhes estenderam as mãos? Que forças ocultas foram essas? Só um todo poderoso poderia está por trás de tudo… Mas quem seria? Quais os motivos esse poderoso teria nas mangas para fazer Fufuquinha abdicar de todas as vantagens grandiosas que tinha? O maranhense cobra respostas, principalmente por não entender como pode um ex-ministro de Lula ir cair nas mãos de um opositor seu!!! Não é estranho tudo isso? Que venha à tona!!!
Fique abaixo com a matéria do Jornalista Glaucio Ericeira:
Marcus Brandão sobre Fufuca: “Decepção. Uma das maiores punhaladas pelas costas que nós recebemos”
Empresário confirmou que deputado saiu do seu grupo por determinação de uma força oculta. Mostrou confiança e cravou vitória de Orleans para o Governo; eleição de dois senadores; e maioria na Câmara e Assembleia.
O empresário e articulador político, Marcus Brandão, irmão do governador Carlos Brandão e pai do emedebista Orleans Brandão, pré-candidato ao Palácio dos Leões, comentou a saída do deputado federal André Fufuca (PP) do seu grupo e outros temas relacionados a eleição de outubro no Maranhão.
Ele conversou com o comunicador Thiago Azevedo, do Tribuna 98.
O ex-ministro do Esporte, após quatro anos utilizando a robustez da máquina pública, aonde detinha espaços de poder privilegiados, debandou para concorrer ao Senado pela futura chapa de Eduardo Braide, pré-candidato do PSD ao Governo.
Segundo Marcus, não foram medidos esforços para que Fufuca permanecesse no grupo e concorresse a Câmara Alta.
Explicou que, com a federalização entre PP e União Brasil, houve, de fato, uma concorrência interna entre ele e o deputado federal Pedro Lucas Fernandes.
No entanto, segundo o empresário, Pedro não criou empecilhos e abriu mão da disputa em prol de Fufuquinha.
Marcus Brandão revelou que até a deputada federal licenciada Roseana Sarney (MDB), que lidera todas as pesquisas para Câmara Alta, abdicou da vaga em detrimento de Fufuca.
“Fizemos de tudo para que ele permanecesse no grupo. Sempre tivemos relação muito cordial. Ele participou do Governo, tinha o Detran e uma Secretaria. Todos abriram mão em favor dele. Pedro Lucas e a própria Roseana. Eu chamei o Fufuca e mostrei pesquisa que apontava que se ele fosse candidato ao Senado pelo grupo do Governo teria grande chance de obter vitória. O preveni que seus apoiadores não iriam concordar [com a saída dele do grupo]”, comentou.
“No entanto, segundo ele, teve pedido de uma pessoa que ele não quis dizer quem era [determinando sua saída]. Foi uma grande decepção. Foi uma das maiores punhaladas pelas costas que nós recebemos”, completou.
Na avaliação do empresário, pelo fato de Carlos Brandão executar uma gestão municipalista, prefeitos e prefeitas não concordaram com a forma como Fufuca agiu e a maioria dos seus apoidores declarados encaminharam mensagens reafirmando apoio a Orleans, sendo que alguns não continuarão apoiando o projeto senatorial do deputado.
“Ele [Fufuca] deu o maior tiro no pé da vida dele”.
Marcus Brandão explicou que seu grupo, diferentemente do campo da oposição, terá apenas duas candidaturas ao Senado bem definidas e claras, o que, no seu entendimento, favorece por não dividir votos.
Ele não revelou maiores detalhes sobre quem será o companheiro (a) de chapa de Orleans.
Lembrou que neste período da pré-campanha, em 2022, Carlos Brandão detinha 22% da preferência do eleitorado, sendo que Orleans, neste momento, apresenta índice de 40%, se colocando em posição de empate técnico com seu principal concorrente.
“Só precisamos de 11 pontos para ganharmos no primeiro turno. Obteremos vitória. Faremos as duas vagas para o Senado e maioria absoluta na Câmara Federal e Assembleia Legislativa”.
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