Um pênalti perdido contra a Noruega no primeiro tempo. A seleção eliminada da Copa do Mundo depois da pior campanha em meio século. O Brasil inteiro decepcionado. E a porteira de críticas à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) aberta. Escancarada.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, torcedor do Santos, não perde a piada. “Vou reclamar com o Francisco”, brinca, entre amigos.
Francisco Schertel Mendes, seu filho de 41 anos, é o mais novo e poderoso cartola brasileiro.
O cargo formal que ocupa desde janeiro no ecossistema do futebol parece discreto diante do poder que de fato exerce: vice-presidente da Federação Matogrossense de Futebol.
Mas foi com esse mandato que Francisco passou a ter assento na assembleia da CBF, direito a voto e influência.
Não é só isso. Ele é hoje o único brasileiro membro do comitê disciplinar da Fifa —aquele que anulou o cartão vermelho do jogador americano Balogun após pedido do presidente Donald Trump. Segundo Francisco disse a aliados, a decisão não foi deliberada por todos os membros e não o incluiu.
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Publicado em: Política



