Primeiramente é importante afirmar que a contrapartida financeira dos estados para os municípios é vital para sustentabilidade do SUS, haja vista que o financiamento da saúde pública é tripartite, exigindo a união de esforços da União, dos estados e dos municípios.É importante que saibam que são municípios que se executados a maior parte dos serviços de saúde. Logo a falta de repasses estaduais sobrecarrega os cofres locais e prejudica o atendimento direto à população.
Diante do exposto acima, não se concebe a falta de repasse financeiros pelo governo do Estado ao município de Caxias, principalmente o ser um governo dito municipalista.
O prefeito Gentil Neto, por sua vez, vem cumprindo as dificuldades, honrando com o pagamento da folha de pagamento e cumprindo, mesmo que com muita dificuldade financeira, as prioridades da saúde pública de Caxias. Seja nas UPAs, nas unidades de saúde ou na Maternidade Carmosina Coutinho.
É necessário que todos saibam que a Maternidade Carmosina Coutinho é o principal centro de referência em saúde da mulher, obstetrícia e neonatologia de Caxias e de toda região leste do estado.
Por isso, é importante frisar que os municípios, por lei, devem aplicar no mínimo 15% de suas receitas em saúde, mas muitos já gastam bem acima disso para cobrir a falta de recursos de outras esferas, tal como vez ocorrendo em Caxias.
Por isso, é importante que deixem de lado as querelas eleitorais e passem a dirimir suas responsabilidades institucionais dentro dos ditames que regem as gestões púbicas. E que o governador Carlos Brandão não macule sua excelente gestão municipalista.
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