É prazeroso entregar tabletes aos alunos caxienses, a triagem para cirurgias eletivas, inaugurar o Centro Ciência da Saúde e o auditório da UEMA/Caxias e a entrega da Academia Caxiense de Letras.
A parceria do governo do Estado com a gestão de Gentil Neto vem trazendo grandes frutos para o desenvolvimento de Caxias e os avanços sociais aos caxienses. Esse desempenho vem sendo garantido pelo Governador Carlos Brandão, pelos secretários de estado: Fábio Gentil e Orleans Brandão, das deputadas Amanda Gentil e Daniella e do ministro dos esportes André Fufuca.
A gestão Gentil Neto se destaca por está em conformidade com os anseios dos caxienses, que vislumbram com excelentes unidades escolares, unidades de saúde, com asfaltamento e calçamento de ruas, com a iluminação em led, com o videomonitoramento, com o fomento à Cultura e ao turismo, a valorização da Zona Rural e com a agricultura familiar, o engajamento na atração de investimento, a geração de emprego e renda, o apoio ao empreendedorismo e a valorização dos servidores públicos.
Por isso, Caxias é um exemplo de gestão pública.
“Muito feliz e satisfeito em ter participado de uma tarde inteira de grandes conquistas para o nosso município. Com a presença do governador Carlos Brandão e de lideranças políticas, entregamos juntos, tabletes para alunos do ensino médio e importantes obras para a cidade. Isso só reforça o quando Prefeitura e Estado seguem de mãos dadas para trazer melhorias pra nossa população.”, satisfeito, afirmou Gentil Neto.
A Pesquisa do Instituto INOP aponta o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MBD) na frente pela disputa pelo governo do Maranhão.
No estimulado, Orleans Brandão teria 35,68% dos votos. Depois aparece o prefeito Eduardo Braide com 33,04%. Lahesio Bonfim (Novo) com 13,9% e o vice-governado do Maranhão, Felipe Camarão (PT), com 8,79%.
Num cenário em que não esteja na disputa Eduardo Braide, os números são esses: Orleans Brandão com 44,08% sendo seguido por Lahésio Bomfim com 17,15% e Felipe Camarão com 11,73%.
A rejeição: Lahesio Bonfim com 18,91%, Felipe Camarão 17,04%, Orleans Brandão com 16,73% e Braide com 7,49%.
O INOP ouviu 2.618 eleitores entre os dias 15 a 23 deste mês de setembro em 54 cidades. A margem de erro admitida é de 2,2% e o intervalo de confiança é de 95%.
Em audiência na Câmara, ex-assessor atacou o ministro e ainda disse que o TSE na gestão dele “ameaçava” plataformas digitais
O ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Eduardo Tagliaferro acusou o magistrado de ter feito uma “perseguição“ à direita para que as eleições de 2022 ficassem conforme o ideal dele. Tagliaferro participou por videochamada de uma audiência pública, nesta quarta-feira, 24, na Subcomissão Especial Sobre o Combate à Censura, da Câmara dos Deputados.
“Em relação ao próprio atentado ao Estado Democrático de Direito, quem está fazendo isso, aos meus olhos, é o próprio Alexandre de Moraes, que está destruindo uma nação, que fez toda uma manipulação não só processual, como uma manipulação de mídia, uma perseguição, para fazer com que as eleições ficassem de acordo com o ideal dele, de acordo com a intenção dele“, declarou o ex-assessor.
Tagliaferro atacou Moraes, chamando o ministro de “psicopata“, e o acusou de ter cometido e continuar cometendo crimes.
“Esse pedido [para derrubar perfis] de fato era feito, inclusive às vezes em reuniões, que a gente chamou de uma comissão dentro do TSE, às empresas de rede social, de software de comunicação, como a Meta, Google, Telegram, YouTube, participavam constantemente, e sempre era pedida uma certa celeridade”, pontuou Tagliaferro.
“A gente inclusive tinha alguns contatos de diretores dessas plataformas, nos quais a gente acabava encaminhando direto o ofício, antes mesmo de ele ter ido via oficial, para que aquele pedido do ministro Alexandre de Moraes fosse realizado o quanto antes possível. Mas eles eram ameaçados, sim, inclusive com a derrubada da própria plataforma em todo o território nacional“.
O ex-assessor acusou o Supremo Tribunal Federal (STF) de promover censura no Brasil e disse que isto tem “reprimido, constantemente, de forma brutal, um polo político, a direita, dando somente liberdade e palavra à esquerda”. “Então temos hoje que trabalhar pesado nisso. A comissão é uma comissão muito importante, nós precisamos que os parlamentares assinem a CPMI da Vaza Toga, que os senadores também façam mais comissões, vão mais atrás desse problema, que é um problema hoje não é de poucos, não, de muitos”.
Ele prosseguiu: “Hoje, temos alguns censurados. Amanhã poderemos ser todos, e não podemos aceitar num país democrático, num país como o Brasil, um país lindo, um país amado, que isso continue. Porque se nós continuarmos, se nós não manifestarmos, teremos um país pior que Cuba, pior que Venezuela“.
Denunciado pela PGR
Em 22 de agosto, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou Tagliaferro ao STF pelos crimes de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal envolvendo organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
O ex-assessor é investigado pelo vazamento de mensagens trocadas entre servidores do gabinete de Moraes no STF e no TSE. Segundo a denúncia, entre maio e agosto do ano passado, Tagliaferro “violou sigilo funcional e embaraçou as investigações ao revelar à imprensa e tornar públicos diálogos sobre assuntos sigilosos que manteve com servidores do STF e do TSE na condição de assessor-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação”.
Para a PGR, o ex-assessor de Moraes aderiu às condutas da organização criminosa investigada nos inquéritos da suposta trama golpista, das fake news e das milícias digitais, e selecionou diálogos para tentar interferir na credibilidade das investigações.
Uma verdadeira multidão lotou o Ginásio João Castelo, em Caxias – MA, nesta quarta-feira para acompanhar um dos maiores eventos da região nos últimos anos. O encontro marcou a entrega de mais de 6 mil tablets para estudantes do ensino médio da rede estadual, por meio do programa “Tá Conectado”, além do lançamento de importantes ações nas áreas da saúde, educação e cultura.
Ao todo, serão distribuídos quase 11 mil tablets na região, contemplando os municípios de Caxias, São João do Sóter, Duque Bacelar, Afonso Cunha, Aldeias Altas, Coelho Neto e a Unidade Regional de Educação (URE) de Caxias. A ação visa garantir inclusão digital, acesso à tecnologia e apoio ao aprendizado de milhares de jovens maranhenses.
“Esse tablet vai me ajudar muito nas aulas e nos trabalhos. É um incentivo que mostra que estão olhando pela gente!”, disse Lucas Silva, estudante da 2ª ano do ensino médio, emocionado ao receber o equipamento.
*Gentil Neto celebra avanço na educação*
O prefeito Gentil Neto, um dos anfitriões do evento, comemorou a entrega dos tablets e destacou a importância do investimento na juventude.
“É uma alegria enorme ver essa juventude motivada. Estamos construindo um futuro melhor para Caxias e para o Maranhão. Esse é um momento histórico que mostra que, juntos, podemos transformar a realidade das nossas escolas”, afirmou o prefeito.
*Governador Carlos Brandão reforça compromisso com o Maranhão*
Presente na solenidade, o governador Carlos Brandão também discursou, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a educação e o bem-estar dos maranhenses.
“Nosso governo tem como prioridade investir nas pessoas. Esses tablets são ferramentas de conhecimento e oportunidade. E isso é apenas uma parte do que estamos construindo juntos, com união, responsabilidade e amor pelo Maranhão”, declarou Brandão.
*Saúde em pauta: triagem para cirurgias ginecológicas e gerais*
Durante o dia, também foi realizada a triagem para cirurgias ginecológicas e gerais, fruto de uma emenda parlamentar da deputada Daniella, com o objetivo de atender à demanda reprimida na região. As cirurgias estão programadas para o mês de outubro, como parte da campanha Outubro Rosa, que foca na prevenção e tratamento do câncer de mama e saúde da mulher.
*Educação superior e cultura também ganham destaque*
Além da entrega dos tablets e da triagem de saúde, Caxias celebrou dois marcos importantes:
• Inauguração do novo Centro de Ciências da Saúde e do Auditório da UEMA – Campus Caxias, fortalecendo a formação de novos profissionais de saúde na região.
• Entrega oficial da nova sede da Academia Caxiense de Letras, um espaço dedicado à valorização da literatura, história e cultura da cidade.
*Presenças ilustres*
O evento contou com a presença de várias lideranças políticas e comunitárias, incluindo o prefeito Gentil Neto, o governador Carlos Brandão, Orleans Brandão, o secretário de Estado da SAGRIMA Fábio Gentil, a deputada estadual Daniella, vereadores da região, além de representantes da UEMA, da URE e de diversas instituições educacionais.
Caxias vive um novo tempo, onde a educação, saúde e cultura caminham lado a lado, beneficiando milhares de famílias e preparando a cidade para um futuro ainda mais promissor.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou, na terça-feira (23), a anexação dos Projetos de Lei nº 257 e 287/2025, ambos de autoria do deputado Neto Evangelista (União). As propostas, agora unificadas, tratam da obrigatoriedade da presença de fisioterapeutas em maternidades públicas e privadas, bem como em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) neonatais, pediátricas e de adultos no Maranhão.
Para o deputado, a unificação é um passo fundamental para garantir que pacientes em situações críticas tenham acompanhamento especializado.
“A presença de fisioterapeutas nas maternidades e UTIs significa mais qualidade de vida e redução da mortalidade, especialmente em momentos tão delicados como parto e internação em terapia intensiva”, afirmou Neto Evangelista.
Para Louise Gondim, diretora secretária do Crefito-16, a aprovação é um marco para a fisioterapia no Maranhão.
“Trabalhamos neste projeto com o deputado Neto Evangelista desde 2011 e, hoje, estamos aqui na CCJ dando mais um passo em uma luta que quem ganha é a sociedade. Assim a gente garante o direito ao paciente crítico de ter um cuidado contínuo, completo e de qualidade. A fisioterapia 24 horas não é um privilégio, é essencial e garante não somente a reabilitação, mas a diminuição do índice de mortalidade nas UTIs”, afirmou.
A reunião foi presidida pelo deputado Florêncio Neto (PSB) e contou com a participação dos deputados Neto Evangelista, Júlio Mendonça (PCdoB), Arnaldo Melo (PP), Carlos Lula (PSB), João Batista Segundo (PL), Ariston (PSB) e Júnior Cascaria (Podemos). Representantes do Crefito-16 e do sindicato da categoria também acompanharam a votação.
Com a aprovação na CCJ, os projetos seguem tramitando na Assembleia Legislativa.
*Sobre os projetos*
O PL 257/2025 torna obrigatória a presença de, no mínimo, um fisioterapeuta em maternidades, hospitais e instituições de saúde que realizem pelo menos 1.000 partos por ano, nas redes pública e privada, nos três turnos, totalizando 24h.
Os profissionais devem estar disponíveis em tempo integral para assistência às pacientes internadas, incluindo pré-parto, parto e pós-parto.
Já o PL 287/2025 torna obrigatória a presença de, no mínimo, um fisioterapeuta para cada 10 leitos em UTIs Adulto, Pediátrica e Neonatal, em hospitais e clínicas públicas ou privadas, nos três turnos, totalizando 24h.
Além disso, exige título de especialista expedido pela Assobrafir (Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva) e outorgado pelo Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) aos responsáveis técnicos, e recomenda especialização aos demais fisioterapeutas atuantes nas UTIs.
A comitiva do governo Lula (PT) em Nova York, onde ocorre a 80ª edição da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), reúne pelo menos 100 pessoas. O grupo já consumiu ao menos R$ 3,3 milhões com a reserva de hotéis e aluguel de carros para o deslocamento das autoridades nos Estados Unidos.
Esse número leva em consideração não só os ministros e outros dirigentes que participaram diretamente da 80ª Assembleia Geral da ONU, mas também servidores públicos e empregados de empresas estatais que estão em Nova York para eventos paralelos à reunião. A maioria participa da Semana do Clima de Nova York.
Nas redes sociais, alguns integrantes do grupo mostram que nem tudo é trabalho duro nesse tipo de viagem oficial: integrantes do governo postaram passeios em ônibus abertos e corridas matinais no Central Park, o parque urbano que ocupa o centro da ilha de Manhattan.
No Instagram, a diretora de Políticas para Quilombolas e Ciganos do Ministério da Igualdade Racial (MIR) postou um passeio de ônibus panorâmico pelo centro da cidade, com direito a locais icônicos como a Times Square.
Segundo portaria publicada no Diário Oficial, ela está em Nova York para a “reunião coorganizada entre o MIR e a RRI”, entre os dias 21 e 26 de setembro. Procurado, o Ministério da Igualdade Racial (MIR) disse apenas que ela não integra a comitiva brasileira na Assembleia Geral da ONU.
Após a publicação da reportagem, o MIR disse que Yabeta está na cidade para a Semana do Clima. “A participação da servidora tem como foco a preparação do Brasil para as negociações e compromissos que serão tratados na COP30, além de promover o alinhamento da agenda ministerial com os pilares centrais de atuação do MIR, inclusive aqueles voltados à justiça climática, à equidade racial e ao reconhecimento dos povos e comunidades tradicionais”, disse o ministério.
“No âmbito dessa programação, a representação do MIR participa de agendas articuladoras e de Reunião Co-Organizada entre o MIR e a RRI (Rights and Resources Initiative, uma ONG)”.
Já o secretário extraordinário de Controle dos Desmatamentos do Ministério do Meio Ambiente, André Rodolfo de Lima, aproveitou para fazer uma corrida de cerca de uma hora no Central Park. O secretário postou um print de um aplicativo de exercícios.
“Depois de quase 12 anos de uma São Silvestre, voltei a correr 10k. Mas o melhor mesmo é que as duas melhores voltas foram o 9º e o 10º k!”, comemorou ele. O aplicativo mostra ainda que ele definiu seu melhor tempo nos 10 quilômetros, com uma hora e oito minutos.
Procurado, o MMA disse que Lima participou da Semana do Clima “com agenda dedicada aos debates internacionais sobre prevenção e combate a incêndios florestais. A prática de atividade física ocorreu fora do horário de expediente e não comprometeu a agenda oficial do secretário, tampouco gerou custos adicionais ao poder público” (leia mais abaixo).
O Ministério do Meio Ambiente mandou pelo menos seis servidores a Nova York. Já a diretora Ana Paula Prates, que inicialmente participaria da viagem, acabou não indo por problemas com seu visto. A ministra Marina Silva já estava na cidade.
O diretor de Políticas Públicas Transversais de Juventudes da Secretaria-Geral da Presidência, Nilson Florentino Júnior, foi mais sucinto. Postou apenas uma foto de uma placa com o mapa do Central Park. “Hoje o cardio é aqui”, escreveu ele. A Secretaria-Geral, à qual Nilson está vinculado, foi procurada, mas ainda não respondeu.
Os dados sobre os integrantes da comitiva são preliminares e foram reunidos pela coluna com base nas portarias publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
O número total de viajantes é maior. Não há, por enquanto, informações sobre os seguranças que viajaram antecipadamente para preparar a viagem presidencial (o chamado “Escalão Avançado”, ou Escav).
Além disso, os nomes de alguns dos viajantes não foram publicados no Diário Oficial. Numa portaria datada de 15 de setembro, o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, autoriza o afastamento de servidores para acompanhar Lula a Nova York entre os dias 17 e 26 de setembro.
A portaria menciona apenas os “servidores elencados no processo supracitado”, que, no entanto, não está disponível para consulta pública. Dessa forma, os nomes dos servidores permanecem omitidos. A coluna questionou Amorim sobre quais servidores seriam esses, mas ele não respondeu.
Comitiva de Lula gasta R$ 3,3 milhões com hospedagem e transporte
Até o momento, só uma minoria dos servidores recebeu os pagamentos das diárias de suas viagens. Por esse motivo, ainda não é possível estimar os gastos totais.
Algumas notas de empenho já foram quitadas, no entanto. No dia 4 deste mês, o governo pagou R$ 1,4 milhão a uma firma chamada “World Luxury Hospitality”. A ordem bancária do SIAFI informa tratar-se de “pagamento parcial” relativo ao “aluguel de veículos” para a viagem a Nova York.
Há também pagamentos que somam R$ 1,8 milhão para hotéis na cidade, onde estão hospedados os integrantes da comitiva brasileira.
Para hospedar a delegação brasileira, foram gastos R$ 826 mil em diárias no Omni Berkshire Place, localizado na esquina entre a 5ª Avenida e a Madison Avenue. O hotel tem quatro estrelas e está próximo de pontos como o Rockefeller Center, a Catedral de St. Patrick e o Museu de Arte Moderna (MoMA).
Outros R$ 955.768,39 foram gastos em diárias no Hyatt Grand Central, que fica em cima da estação de mesmo nome, no centro da cidade.
O que diz o Ministério do Meio Ambiente
Procurado, o Ministério do Meio Ambiente disse que a corrida do secretário se deu fora do expediente e não afetou sua participação.
Leia abaixo a íntegra da nota do Ministério:
“O secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), André Lima, participou da Semana do Clima de Nova York, nos Estados Unidos, com agenda dedicada aos debates internacionais sobre prevenção e combate a incêndios florestais. A prática de atividade física ocorreu fora do horário de expediente e não comprometeu a agenda oficial do secretário, tampouco gerou custos adicionais ao poder público.
Na segunda-feira (22/9), Lima integrou painel sobre cooperação internacional na prevenção e combate a incêndios, no qual convocou os países a uma ação coordenada. A iniciativa será formalizada na COP30 para fortalecer o debate global sobre manejo do fogo e impactos da mudança do clima.
O painel teve também com a participação de Cindy Termorshuizen, vice-ministra da Cúpula do G7; do embaixador Maurício Carvalho Lyrio, secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE); e de Kaveh Zahedi, diretor do Escritório de Mudança do Clima, Biodiversidade e Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos realizem, ao menos, de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana, destacando os benefícios à saúde física e mental e o combate ao sedentarismo”.
A deputada Dra. Helena Duailibe (PP) fez uma defesa do programa Maranhão Livre da Fome, na sessão plenária desta quarta-feira (24), ao ressaltar que a ação do governo do Estado vai muito além da entrega de cartões. A fala da parlamentar contestou informações distorcidas da oposição.
“Na verdade, são várias ações que são desenvolvidas. A grande preocupação nossa era de não se fazer um programa só para entregar cartão, mas sim acompanhar as famílias, visitar as famílias. Todas essas famílias vêm de um cadastro que é fornecido pelos municípios”, detalhou.
Dra. Helena Duailibe esclareceu que o programa está sendo exemplo, segue um planejamento e requer toda uma estrutura. “Tem todo esse cronograma de atendimento que, às vezes, demora. Mas, o mais importante é que, quando ele começa, tem objetivos claros, tem realmente sido um exemplo”, observou.
Para mostrar o alcance, a parlamentar relatou a experiência de ter participado de ato do programa na Região Metropolitana de São Luís. “Vi atendimento em saúde, atendimento às famílias, não só a entrega do cartão”, declarou.
Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou nesta quarta-feira, 24, a chamada PEC da Blindagem, Proposta de Emenda à Constituição que amplia as prerrogativas parlamentares e o foro privilegiado. Foram 26 votos a favor do parecer do relator, Alessandro Vieira (MDB-AL), pela rejeição.
Após a votação, o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), disse que tem um compromisso com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para que a Proposta de Emenda à Constituição seja encaminhada ao plenário, para que a rejeitem lá também. Para que fosse aprovada, seriam necessários pelo menos 49 votos favoráveis no plenário. Levantamento feito pelo jornal O Globo aponta que apenas cinco parlamentares se posicionaram oficialmente a favor do texto.
Em seu relatório, Vieira reafirmou que a proposta poderia ampliar a impunidade no país. A PEC da Blindagem visava retomar o que estava previsto na Constituição até 2001, quando era necessária autorização do Congresso para se instaurar ação penal contra deputado e senador. Na época, entre 1988 e 2001, apenas um congressista foi processado; aproximadamente 250 se livraram de punições.
“A presente PEC teria o real objetivo de proteger autores de crimes graves, como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o que configura claro desvio de finalidade e, consequentemente, inconstitucionalidade”, declarou Alessandro Vieira em seu voto.
Em sua manifestação, Vieira também rejeitou a possibilidade de fazer uma modificação na PEC para ela proteger os parlamentares apenas por seus votos e opiniões. Essa defesa foi feita, por exemplo, pelo ex-juiz e senador Sergio Moro (União-PR).
“O exercício do mandato já é suficientemente protegido pela Constituição, com a imunidade material e o direito de a Casa Legislativa sustar os processos que entender abusivos”, acrescentou o relator.
“Analisando os raros casos de parlamentares federais objeto de denúncias ou processos exclusivamente por crime contra a honra, verifica-se que em regra tais procedimentos se referem a condutas absolutamente apartadas da atividade parlamentar ou que ultrapassam
largamente o patamar da critica ácida”, destacou Vieira sobre a imunidade parlamentar por opinião dos congressistas.
A bancada da oposição, liderada pelo PL de Jair Bolsonaro, prepara uma reação contra a manobra do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) de transformar o projeto da anistia em uma nova dosimetria das penas dos condenados pelo 8 de janeiro de 2023.
Os deputados do partido do ex-presidente avaliam ainda que as novas sanções dos Estados Unidos contra familiares do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), podem interferir no avanço da proposta na Câmara dos Deputados.
Paulinho da Força se reuniu nesta terça-feira (23) com os parlamentares do PL, que se posicionaram contra a discussão sobre a revisão das penas dos condenados. A bancada avalia que o relator costurou com ministros do STF um novo texto do projeto da anistia, que teve sua urgência aprovada na semana passada com mais de 300 votos no plenário da Câmara.
“O relator dessa proposta já tem convicção formada. Ele foi escolhido a dedo para fazer uma pantomima, um disfarce de dosimetria. Eles não querem, de fato, fazer anistia, que é o que cabe ao Legislativo. A dosimetria é competência do Poder Judiciário. Por isso, sabendo que o relator está servindo como instrumento de manobra de um ministro do STF, inclusive Alexandre de Moraes, já adianto aqui: eu e outros deputados votaremos contra esse embuste de relatório”, disse Ubiratan Sanderson (PL-RS), vice-líder da oposição na Câmara.
A reunião de Paulinho da Força com o PL foi a primeira de uma série de encontros que o deputado pretende fazer com os partidos antes de apresentar um parecer para ser colocado em votação. A expectativa é de que a proposta só seja levada ao plenário na próxima semana.
“Existe um único recurso, uma única medida jurídica possível, que é a anistia — e quem tem competência para concedê-la é o Congresso Nacional. Por isso, nós pedimos anistia e vamos trabalhar até o final por ela. Não vamos abrir mão do que já foi aprovado, que foi a urgência que reconhece aquilo que cabe legalmente nesse caso e que, juridicamente, está dentro da nossa competência: a anistia”, disse Daniela Reinehr (PL-SC), ao deixar a reunião com o relator.
O deputado Luciano Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara, adiantou que a bancada do PL vai esperar que seja apresentado um texto antes de o partido definir qual será o posicionamento na votação. Segundo ele, existe um sentimento da maioria de se votar contra qualquer relatório que venha propor apenas uma nova dosimetria para as penas dos condenados. “Muitos deputados disseram que são contra [a dosimetria]. E se tem algum projeto que é inconstitucional, é a dosimetria. A anistia comprovadamente não é inconstitucional, até porque já tivemos dezenas delas. É nesse sentido e é nessa construção que nós vamos avançar”, disse Zucco.
Gentil Neto destacou, em reunião, a necessidade de valorização dos agentes comunitários de saúde e de agentes de combate a endemias. Para Gentil Neto, esses profissionais são de grande importância para a saúde pública e merecem ser valorizados em conformidade com a legislação vigente.
“Boas notícias para nossos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias! Valorização, reconhecimento e incentivo para quem cuida da nossa gente todos os dias!”, garantiu Gentil Neto.