Amanda Gentil com o governador Flávio Dino no meio do povo para a inauguração das obras
A secretária municipal de Governo de Caxias, Amanda Gentil, acompanhou,.nesta sexta-feira (27), o governador Flávio Dino (PSB) na cidade de São João do Sóter, em agenda de entrega de obras do Estado em favor da população local.
Amanda integrou a comitiva representando o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (Republicanos).
Oriunda da Medida Provisória n° 361/2021, foi promulgada, na quinta-feira (26), pelo presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), a Lei n° 11.530, que reestrutura o Conselho Estadual de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
De acordo com a lei, compete ao Conselho exercer o acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos do Fundeb, no Estado do Maranhão, bem como emitir parecer das prestações de contas, supervisionar o censo escolar e elaborar proposta orçamentária anual.
A reestruturação do CACS-Fundeb se dá por força da Lei 14.113, que estabeleceu modificações referentes aos conselhos de acompanhamento e controle social do Fundeb, determinando a ampliação do número de representantes do Conselho Estadual de Educação, estabelecendo a necessidade de inclusão de representantes de organizações da sociedade civil, de escolas indígenas e quilombolas. Também estabeleceu diretrizes para a seleção de organizações da sociedade civil que integrarão o Conselho.
Os membros do CACS-Fundeb se reunirão, no mínimo, trimestralmente ou por convocação do seu presidente.
Caberá também ao órgão acompanhar a aplicação dos recursos federais transferidos à conta do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) e do Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino para Atendimento à Educação de Jovens e Adultos (PEJA) e, ainda, receber e analisar as prestações de contas referentes a esses programas.
Para o STF essa ação de meia dúzia de desordeiros do PSOL até vestidos de índio em frente à instituição mais importante do Brasil – Palácio do Planalto – Presidência da República é um ato democrático, porém se manifestar em frente ao STF – o outro lado da Praça dos Três Poderes – é um atentado a democracia.
QUE DIABO DE PAÍS É ESSE? COM CERTEZA SE ALGUÉM DE DIREITA FIZESSE ISSO EM FRENTE AO STF ESTARIA PRESO.
Um zoológico belga proibiu uma mulher de visitar a exibição de chimpanzés do parque devido a um “caso” com um dos primatas (é isso mesmo que você leu!). Um chimpanzé chamado Chita chegou ao zoológico de Antuérpia, na Bélgica, há 30 anos. Nos últimos quatro anos, uma mulher chamada Adie Timmermans visitou o primata todas as semanas, desenvolvendo um vínculo estreito com o animal. As informações são da revista People.
“Eu amo aquele animal e ele me ama. Não tenho mais nada. Por que eles querem tirar isso?”, questionou Timmermans em entrevista ao Newsweek. “Direi apenas que estamos tendo um caso”.
De acordo com o veículo, o “caso” mencionado por Adie envolveu o primata e a mulher acenando e mandando beijos um para o outro de lados opostos do vidro ao redor do recinto do macaco. O zoológico recentemente expressou preocupação com a amizade, alegando que está afetando negativamente o relacionamento de Chita com os outros chimpanzés do zoológico.
“Quando Chita está constantemente ocupada com visitantes, os outros macacos o ignoram e não o consideram parte do grupo, embora isso seja importante. Ele então fica sozinho fora do horário de visita”, disse o zoológico ao tabloide.
“Um animal que está muito focado nas pessoas é menos respeitado por seus pares. Queremos que Chita seja um chimpanzé o máximo possível”, acrescentou o porta-voz da instalação.
O Zoológico da Antuérpia observou que o fascínio de Chita pelos humanos está presente porque ele era um animal de estimação antes de entrar nas instalações. A instituição já proibiu a mulher de fazer contato com Chita para priorizar seu bem-estar.
O presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde, deputado Hildo Rocha, o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e representantes dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias se reuniram com a finalidade de discutir acerca da PEC 22/11, cursos de qualificação e outros temas de interesse da categoria. O deputado Valtenir Pereira (MDB/MT), autor da PEC 22, que trata sobre o piso salarial nacional dos ACS e ACE, também participou do encontro.
De acordo com o deputado Hildo Rocha a reunião foi produtiva e animadora. “O Ministro demonstrou o carinho e apreço que tem pelos Agentes de Saúde e Agentes de Combate às Endemias. Marcelo Queiroga reconhece a importância da categoria, no que se refere aos serviços que esses profissionais prestam no setor da atenção primária à Saúde. Ele se sensibilizou com o pedido da Conacs de início imediato dos cursos técnicos voltados aos ACS e ACE. Ele se comprometeu em dar início aos cursos que serão realizados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul ainda este ano”, destacou Hildo Rocha.
A presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde, Ilda Angélica também fez uma avaliação positiva. “Fomos recebidos com muito carinho e tivemos a oportunidade de pedir o apoio, o engajamento do Ministro, na nossa luta em defesa da PEC 22, cursos e outras demandas da nossa categoria. O Ministro se sensibilizou com todos os temas discutidos e nos deu a esperança de que em breve possamos estar em sala de aula participando de cursos, atualizando e ampliando os nossos conhecimentos. Também discutimos acerca da PEC 22 que trata sobre o piso salarial da categoria. Portanto, a nossa reunião que foi mediada pelos deputados Hildo Rocha e Valtenir Pereira foi produtiva. Aos poucos a nossa luta vai se fortalecendo e conquistando apoios importantes. Mais uma vez, a gente agradece ao deputado Hildo Rocha que tem sido um grande apoiador das pautas defendidas por nossa categoria”, enfatizou a sindicalista.
Pautas dos municípios maranhenses
Na oportunidade, o deputado Hildo Rocha também tratou sobre assuntos de interesses de municípios maranhenses. “Falei com o Ministro acerca da liberação de recursos pleiteados pela Maura Jorge, prefeita de Lago da Pedra, para comprar equipamentos para o SAMU; mamógrafo para o município de Açailândia; ambulâncias para os municípios de Santa Quitéria, Esperantinópolis, São Bernardo, Cantanhede, Coelho Neto, Duque Bacelar, Barra do Corda, Fernando Falcão, Itapecuru Mirim e Lago dos Rodrigues entre outros; liberação de recursos para cirurgias eletivas em diversos municípios do Maranhão e cobrei a liberação da emenda de bancada, do ano passado, que prevê a destinação de recursos para aquisição de equipamentos hospitalares”, ressaltou Hildo Rocha.
Othelino promulgou lei com iniciativas visando ao enfrentamento da crise econômica causada pela pandemia da Covid-19
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promulgou, nesta quinta-feira (26), a Lei 11.531, derivada da MP 362/2001, ampliando a concessão de auxílio-combustível para que possa beneficiar também os operadores do transporte alternativo complementar no Maranhão. Concede, ainda, auxílio-emergencial para os setores do turismo e eventos e institui o programa social ‘Vale-Gás’.
Com a nova legislação, além dos taxistas e mototaxistas, a concessão do auxílio-combustível também será dada a motoristas por aplicativos.
Além desses benefícios, a lei também reduz a carga tributária para o segmento de bares, restaurantes e similares e estabelece condicionantes para a concessão de benefício fiscal com a redução da alíquota do IPVA de 3% para 1% às empresas locadoras de veículos, no Estado.
Segundo Othelino, a lei promulgada tem grande alcance social, uma vez que adota medidas visando oportunizar condições de enfrentamento da crise econômica pela qual muitas famílias têm passado. “São alternativas para vencermos as adversidades decorrentes da pandemia da Covid-19 e da crise econômica”, frisou.
Para ter direito ao auxílio-combustível, as categorias beneficiadas deverão comprovar atuação mediante apresentação do documento de permissão para a prestação do serviço, plataforma de transporte privado acionado por aplicativo e comprovante de cadastro de operação junto à Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB).
Já o Vale-Gás beneficiará famílias em situação de vulnerabilidade social inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita igual ou próxima a zero reais, conforme portaria da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), órgão responsável pela entrega do benefício às famílias habilitadas no programa.
Para os “deuses” do STF isso é democrático, pois em muitas dessas ações a Constituição foi rasgada, porém como deuses acham que são intocáveis e que ninguém pode contraria-los, mesmo sendo constitucional o pedido de seus afastamento por abuso…. O Senado é covarde e endeusa esses caras que sequer foram escolhidos pelo povo ou quicá por meritocracia.
Que moral tem esses “deuses” do STF para tecer comentário sobre democracia, haja vista que são arbitrários, truculentos, ditatoriais e inconstitucionais…
O Brasil está numa bancarrota e tudo leva a crer que sua democracia capenga vai pro espaço!!!
Levantamento
Em 14 de março de 2019, o ministro Dias Toffoli abriu o Inquérito das Fake News e o deixou a cargo de Alexandre de Moraes.
Em 16 de abril de 2019, o ministro Alexandre de Moraes contrariou Raquel Dodge e manteve o inquérito das Fake News.
Em 10 de maio de 2019, a ministra Rosa Weber deu cinco dias para Bolsonaro explicar o decreto que facilitou o porte de armas.
Em 10 de maio de 2019, o ministro Celso de Mello deu o prazo de 10 dias para o Governo Federal explicar o corte de 30% nas verbas das universidades.
Em 12 de junho de 2019, após ação do PT, o STF formou maioria e cancelou a Extinção de Conselhos promovida pelo Governo Bolsonaro.
Em 24 de junho de 2019, o ministro Barroso suspendeu MP de Bolsonaro que transferia a demarcação de terras da FUNAI para o Ministério da Agricultura.
Em 30 de julho de 2019, o ministro Dias Toffoli proibiu o Governo Federal de bloquear verbas de Goiás em cobrança de dívidas do estado para com a União.
Em 1º de agosto de 2019, o Plenário do STF referendou a liminar do ministro Barroso que barrou a transferência de demarcação de terras da FUNAI para o Ministério da Agricultura.
Em 1º de agosto de 2019, o ministro Barroso deu prazo de 15 dias para Bolsonaro explicar sua fala sobre o pai de Felipe Santa Cruz, presidente da OAB.
Em 5 de agosto de 2019, a ministra Rosa Weber deu prazo de 15 dias para Bolsonaro explicar declarações sobre Dilma Rousseff.
Em 21 de outubro de 2019, o ministro Gilmar Mendes suspendeu a medida provisória que dispensava publicação de editais na grande imprensa.
Em 27 de novembro de 2019, a ministra Cármen Lúcia deu cinco dias de prazo para Bolsonaro explicar o Programa Verde Amarelo.
Em 13 de dezembro de 2019, a ministra Rosa Weber deu prazo de 10 dias para Bolsonaro explicar a fala sobre Glenn Greenwald.
Em 20 de dezembro de 2019, o STF suspendeu a MP de Bolsonaro que previa o fim do seguro DPVAT.
Em 8 de janeiro de 2020, o ministro Dias Toffoli mandou notificar Weintraub por ter chamado a UNE de máfia.
Em 21 de março de 2020, o STF deu 30 dias para Bolsonaro responder quanto investiu no SUS.
Em 23 de março de 2020, o STF decidiu que o Bolsa Família não poderia ter cortes durante o período da crise da Covid-19 e exigiu que o Governo Federal enviasse informações sobre os pagamentos dos benefícios.
Em 22 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes autorizou o estado de São Paulo a suspender o pagamento de dívidas com a União e a usar o dinheiro contra a Covid-19.
Em 23 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes autorizou o estado da Bahia a suspender o pagamento de dívidas com a União e a usar o dinheiro contra a Covid-19.
Em 24 de março de 2020, o ministro Marco Aurélio autorizou as medidas restritivas dos estados para combater a Covid-19. A medida retirou forças do Executivo Federal, visto que, a partir desse momento, os estados e os municípios podiam decretar lockdown, contrariando a legislação e as normas da União e tendo força superior às dela.
Em 26 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes reverteu a medida provisória que desobrigava o atendimento de prazos de prestação de informações segundo a Lei de Acesso à Informação durante a situação de emergência da Covid-19.
Em 27 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes negou suspender os prazos das medidas provisórias do Executivo Federal.
Em 29 de março de 2020, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a exigência de Lei de Responsabilidade Fiscal e Lei de Diretrizes Orçamentárias na viabilização do combate à Covid-19.
Em 31 de março de 2020, o ministro Luís Roberto Barros proibiu que o Governo Federal veiculasse o vídeo com o slogan “O Brasil Não Pode Parar”.
Em 31 de março de 2020, o ministro Marco Aurélio encaminhou à PGR o pedido de afastamento de Bolsonaro.
Em 1º de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 48 horas para Bolsonaro informar as medidas adotadas contra Covid-19.
Em 8 de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes proibiu o Executivo Federal de vetar o isolamento social nos estados.
Em 15 de abril de 2020, sob o argumento de combater a Covid-19, o STF deu poder para os estados e municípios contrariarem a legislação federal.
Em 22 de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar as medidas de divulgação de dados da Covid-19.
Em 27 de abril de 2020, o ministro Celso de Mello abriu um inquérito contra Bolsonaro com base nas supostas irregularidades denunciadas por Sérgio Moro.
Em 29 de abril de 2020, o ministro Celso de Mello abriu um inquérito contra o ministro da educação Abraham Weintraub para apurar um suposto crime de racismo.
Também em 29 de abril de 2020, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação de Ramagem para a Polícia Federal.
Em 30 de abril de 2020, o STF deu cinco dias para a PF tomar o depoimento de Moro.
Em 2 de maio de 2020, o ministro Barroso suspendeu por 10 dias a expulsão de ex-diplomatas venezuelanos.
Em 4 de maio de 2020, o STF decidiu que a Covid-19 é uma doença ocupacional.
Em 5 de maio de 2020, o ministro Alexandre de Moraes deu 10 dias para Bolsonaro explicar a recondução de Ramagem para a ABIN.
Em 6 de maio de 2020, o ministro Celso de Mello deu prazo de 72 horas para o Governo Federal enviar o vídeo da gravação da reunião ministerial.
Em 13 de maio de 2020, o ministro Lewandowski determinou a divulgação dos exames de Bolsonaro contra a Covid-19.
Em 14 de maio de 2020, o Plenário do STF confirmou a dispensa da Lei de Responsabilidade Fiscal no combate à Covid-19.
Em 16 de maio de 2020, o ministro Barroso vetou a expulsão de funcionários da embaixada da Venezuela até o fim da crise da Covid-19.
Em 22 de maio de 2020, o Ministro Celso de Mello mandou a PGR analisar três notícias-crimes apresentadas contra Bolsonaro e analisar a perícia no celular do Presidente.
Em 22 de maio de 2020, o ministro Celso de Mello mandou divulgar o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril de 2020.
Em 17 de junho de 2020, o STF formou maioria pela validade do inquérito das fake news.
Em 22 de junho de 2020, o ministro Gilmar Mendes deu 48 horas para o Governo Federal se manifestar sobre a revogação de ações afirmativas na pós-graduação.
Em 1º de julho de 2020, o ministro Celso de Mello prorrogou novamente o inquérito sobre a suposta interferência de Bolsonaro na PF.
Em 2 de julho de 2020, o ministro Barroso deu 48 horas para o Governo Federal se manifestar sobre as medidas contra Covid-19 entre índios.
Em 8 de julho de 2020, uma liminar do ministro Barroso estabeleceu o plano de atuação do Governo Federal com medidas para proteger os índios da Covid
Em 31 de julho de 2020, no âmbito do Inquérito das Fake News, o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio mundial de contas de apoiadores do presidente em redes sociais.
Em 3 de agosto de 2020, o ministro Fachin deu cinco dias para Câmara explicar o apoio de Bolsonaro a apoiadores bloqueados após a decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Em 4 de agosto de 2020, o ministro Gilmar Mendes, via liminar, suspendeu o veto de Bolsonaro sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras.
Ainda em 04 de agosto de 2020, a ministra Cármen Lúcia deu 48 horas para o Ministério da Justiça explicar o relatório sobre os servidores ligados a movimentos autointitulados antifascistas.
Em 5 de agosto de 2020, o STF confirmou integralmente a liminar do ministro Barroso obrigando o Governo Federal a tomar medidas específicas para proteger povos indígenas contra a Covid-19.
Em 13 de agosto de 2020, o STF limitou a atividade de inteligência do Governo Federal.
Em 26 de agosto de 2020, o STF encaminhou denúncia contra Bolsonaro para PGR por ofensa a jornalista.
Em 29 de agosto de 2020, o STF confirmou a decisão de Gilmar Mendes que derrubou o veto do presidente sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras.
Em 1º de setembro de 2020, o ministro Barroso homologou plano de Barreiras Sanitárias para a proteção dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato.
Em 3 de setembro de 2020, a ministra Cármen Lúcia deu cinco dias para Bolsonaro e o Ministro da Defesa explicarem a presença das Forças Armadas na Amazônia.
Em 15 de setembro de 2020, o STF declarou o voto impresso inconstitucional.
Em 27 de outubro de 2020, o STF declarou inconstitucional a “pílula do câncer”.
Em 4 de novembro de 2020, o STF deu 15 dias para Bolsonaro se manifestar sobre a declaração a respeito de Flávio Dino em entrevista.
Em 10 de novembro de 2020, o STF deu 48 horas para a Anvisa explicar a suspensão dos estudos da Coronavac.
Em 19 de novembro de 2020, o ministro Fachin deu prazo de cinco dias para o Governo Federal explicar critérios para seleção de reitores em universidades federais.
Em 21 de novembro de 2020, o ministro Barros estendeu o prazo para Bolsonaro apresentar um plano de barreiras para isolar indígenas da sociedade e evitar contaminação por Covid-19.
Em 25 de novembro de 2020, o ministro Lewandowski adiantou o voto para que o Governo Federal apresentasse um plano de vacinação em 30 dias.
Em 27 de novembro de 2020, o STF prorrogou por mais 60 dias o inquérito sobre a suposta interferência de Bolsonaro na PF.
Em 1 de dezembro de 2020, o ministro Dias Toffoli suspendeu o decreto de Bolsonaro que previa a educação de alunos com deficiência em salas e escolas especiais.
Em 13 de dezembro de 2020, o ministro Lewandowski deu prazo de 48h para o ministro Pazuello responder sobre data para início da vacinação.
Em 14 de dezembro de 2020, a ministra Cármen Lúcia deu 24 horas para a Abin e o GSI explicarem a suposta ajuda à defesa de Flávio Bolsonaro.
Em 15 de dezembro de 2020, o STF prorrogou por mais 90 dias a ação sobre a interferência de Bolsonaro na PF.
Em 17 de dezembro de 2020, o ministro Lewandowski autorizou o estado do Maranhão a comprar vacinas diretamente com farmacêuticas.
Em 17 de dezembro de 2020, o ministro Lewandowski, em liminar, autorizou os estados e os municípios a importar e distribuir vacinas sem aval da Anvisa.
Ainda em 17 de dezembro de 2020, o STF decidiu que União, estados e municípios poderiam obrigar a vacinação contra Covid-19.
Em 23 de dezembro de 2020, a ministra Cármen Lúcia determinou que Bolsonaro e Ricardo Salles prestassem depoimento em ação sobre o desmatamento.
Em 30 de dezembro de 2020, o STF prorrogou o estado de calamidade pública em decorrência da Covid-19.
Em 07 de janeiro de 2021, o ministro Lewandowski deu cinco dias para Eduardo Pazuello informar a situação das seringas para a vacinação no Brasil.
Em 15 de janeiro de 2021, depois de diversas operações do Governo Federal no abastecimento de Manaus, o Ministro Lewandowski determinou que Bolsonaro tomasse medidas urgentes no Amazonas.
Em 20 de janeiro de 2021, a ministra Cármen Lúcia deu 48 horas para o Governo Federal explicar relatório sobre jornalistas e congressistas.
Em 26 de janeiro de 2021, o ministro Lewandowski autorizou um inquérito para investigar se houve omissão de Pazuello em Manaus.
Em 28 de janeiro de 2021, a ministra Cármen Lúcia determinou que o Presidente Bolsonaro e o então presidente do senado Davi Alcolumbre prestassem esclarecimentos em cinco dias sobre a privatização dos Correios.
Em 8 de fevereiro de 2021, o ministro Lewandowski deu um prazo para o Governo Federal fixar grupos de prioridade na vacinação.
Em 16 de fevereiro de 2021, o ministro Lewandowski autorizou diligências para apurar os gastos do governo Bolsonaro com cloroquina.
Em 21 de fevereiro de 2021, a ministra Rosa Weber encaminhou uma notícia-crime para a PGR acusando Bolsonaro por indicar tratamento precoce com cloroquina.
Em 23 de fevereiro de 2021, a ministra Rosa Weber deu o prazo de 5 dias para o Governo Federal explicar os novos decretos sobre armas.
Em 24 de fevereiro de 2021, o STF deu o prazo de 30 dias para o Governo Federal apresentar um plano de proteção a quilombolas.
Em 26 de fevereiro de 2021, o ministro Alexandre de Moraes pediu vistas em processo que suspende o zeramento da alíquota de importação de pistolas e revólveres.
Em 27 de fevereiro de 2021, a ministra Rosa Weber determinou que o Governo Federal repassasse R$ 245 milhões por mês às UTIs em SP.
Em 28 de fevereiro de 2021, o STF determinou que a União voltasse a custear leitos de UTI na Bahia.
Em 4 de março de 2021, o ministro Marco Aurélio enviou uma queixa-crime contra Bolsonaro para análise da Câmara.
Em 5 de março de 2021, o STF manteve autonomia de estados para adoção de “lockdowns”.
Em 9 de março de 2021, o ministro Lewandowski deu o prazo de 5 dias para o Governo Federal se manifestar sobre o repasse de verbas aos estados para aquisição de vacinas.
Em 12 de março de 2021, o STF deu prazo de 48 horas para governo Bolsonaro explicar por que não repassou R$ 245 milhões a UTIs em SP. O valor foi determinado em liminar pela ministra Rosa Weber.
Em 13 de março de 2021, a ministra Rosa Weber pediu vistas e suspendeu o julgamento de decretos de Bolsonaro sobre armas.
Em 23 de março de 2021, o decano do STF rejeitou a Ação Declaratória de Inconstitucionalidade apresentada pelo Presidente contra os “lockdowns” promovidos por governadores.
Em 25 de março de 2021, o plenário do STF confirmou a decisão do ministro Lewandowski de dar prazo de 5 dias para o Governo Federal fixar prioridades de vacinação.
Em 8 de abril de 2020, o ministro Barroso mandou instaurar a CPI da Covid no Senado com a intenção de investigar as ações do Executivo durante a crise da Covid-19.
Em 9 de abril de 2021, o STF respondeu a Bolsonaro afirmando que o espírito republicano deve permanecer no país.
Em 12 de abril de 2021, a ministra Rosa Weber suspendeu os decretos sobre porte de armas editados por Bolsonaro.
Em 13 de abril de 2021, o ministro Marco Aurélio deu o prazo de 15 dias para o Presidente Bolsonaro explicar as críticas a prefeitos e governadores.
Em 14 de abril de 2021, o Plenário confirmou a decisão do Ministro Barroso que obrigou o Senado a instalar a CPI da Covid-19.
Em 15 de abril de 2021, a ministra Cármen Lúcia deu o prazo de 5 dias para Arthur Lira explicar a não abertura de Impeachment contra Bolsonaro.
Em 19 de abril de 2021, o STF deu um prazo para Bolsonaro explicar supostas ameaças à imprensa. A acusação foi feita pela ABI e o pedido foi atendido pela ministra Rosa Weber.
Em 21 de abril de 2021, o ministro Lewandowski deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro e Queiroga prestarem esclarecimentos sobre a validade das vacinas.
Em 22 de abril de 2021, o ministro Alexandre de Moraes deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar ações do Governo Federal durante a pandemia.
Em 24 de abril de 2021, o ministro Marco Aurélio deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar supostas omissões na pandemia.
Em 24 de abril de 2021, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou novamente, por mais 90 dias, o inquérito de Moro contra Bolsonaro.
Em 10 de maio de 2021, o STF deu 48 horas para a Anvisa explicar quais documentos faltavam para a análise da vacina Sputnik V.
Em 12 de maio de 2021, a ministra Rosa Weber encaminhou mais uma notícia-crime contra Bolsonaro para a PGR.
Em 1º de junho de 2021, o STF deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro explicar aglomeração e não uso de máscara.
Ainda em 01 de junho de 2021, o ministro Lewandowski deu cinco dias para Bolsonaro explicar a Copa América no Brasil.
Em 2 de junho de 2021, o STF deu o prazo de 5 dias para Bolsonaro responder a respeito de declaração sobre Eduardo Leite. O ministro Gilmar Mendes atendeu ao pedido do governador do Rio Grande do Sul.
Em 17 de junho de 2021, a ministra Rosa Weber deu o prazo de 5 dias para Congresso e Bolsonaro se manifestarem sobre o suposto orçamento secreto.
Em 18 de junho de 2021, o ministro Luís Roberto Barroso mandou a Polícia Federal rastrear as denúncias apresentadas por Bolsonaro de fraudes nas urnas.
Em 20 de junho de 2021, a ministra Cármen Lúcia deu 5 dias para o Ministério da Defesa explicar sigilo sobre Eduardo Pazuello.
Em 24 de junho de 2021, o ministro Gilmar Mendes deu 10 dias para Bolsonaro explicar as declarações sobre fraudes nas eleições.
Em 30 de junho de 2021, o ministro Fachin deu 15 dias para o Governo Bolsonaro expandir a vacinação em quilombolas.
Em 1º de julho de 2021, o ministro Alexandre de Moraes deu continuidade ao inquérito das fake news ao abrir o inquérito dos atos antidemocráticos, mantendo nele as mesmas pessoas que haviam sido presas ou investigadas e adicionando outras à lista, todas apoiadoras do Governo Federal.
Em 12 de julho de 2021, o STF autorizou a Polícia Federal a investigar se Bolsonaro prevaricou no caso da Covaxin.
Em 20 de julho de 2021, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou o prazo do inquérito que investiga a suposta intervenção de Bolsonaro na PF.
Em 2 de agosto de 2021, o STF deu 10 dias para Bolsonaro explicar bloqueio a jornalistas no Twitter. A ação é movida pela Abraji e a relatora da ação é a ministra Cármen Lúcia, mas o prazo foi dado pela ministra Rosa Weber, que assumiu o plantão durante o recesso judiciário.
Em 4 de agosto de 2021, Bolsonaro foi incluído no Inquérito das Fake News. Alexandre de Moraes atendeu pedido de ministros do TSE.
Em 13 de agosto de 2021, a ministra Cármen Lúcia pressionou o novo AGU, Bruno Bianco, a não defender interesses privados, fazendo menção às acusações de que André Mendonça teria defendido os interesses privados do presidente.
Em 16 de agosto de 2021, a ministra Cármen Lúcia deu 24 horas para a PGR se manifestar sobre a notícia-crime contra Bolsonaro.
Também em 16 de agosto de 2021, a ministra Cármen Lúcia cobrou uma manifestação da PGR sobre críticas de Bolsonaro às urnas eletrônicas”.
“Temos uma convergência política e ideológica, de construção de políticas públicas focadas na defesa e na justiça em favor das pessoas em maior vulnerabilidade”, afirmou o deputado Neto Evangelista, durante entrevista à rádio Mirante AM, nesta quinta-feira (25).
O deputado reafirmou seu apoio à pré-candidatura do senador Weverton ao Governo do Estado e destacou o compromisso do mesmo em manter programas sociais criados e ampliados pelo parlamentar durante sua gestão à frente da secretaria de Desenvolvimento Social.
“O senador já assumiu o compromisso de ampliar e dá continuidade em programas que criei, quando fui secretário de Desenvolvimento Social, como o Mais Renda e a expansão da rede de Restaurantes Populares”, disse Neto.
*Mais Renda e Restaurante Popular*
Neto falou com orgulho do Programa Mais Renda, idealizado e implantado por ele em 2015. Durante a sua gestão cerca de duas mil pessoas foram beneficiadas em todo o estado.
“Me incomodava ver as pessoas se capacitando sem conseguir entrar no mercado de trabalho. Então eu resolvi criar um programa onde as pessoas recebiam capacitação e também os equipamentos, para iniciar o seu negócio com acompanhamento técnico durante seis meses de gestão. Iniciamos no ramo de alimentos e depois inserimos a área de beleza”, pontuou.
O deputado também falou sobre a expansão da rede de Restaurantes Populares e da importância desses equipamentos na vida de milhares de maranhenses. Ele inaugurou 20 unidades em todo o estado e implantou o jantar como segunda opção de refeição.
“Além de ofertar alimentação de qualidade a preço simbólico, os restaurantes também contribuem para a geração de emprego e renda e para o fortalecimento da agricultura familiar, uma vez que 30% dos produtos utilizados na produção das refeições são adquiridos de agricultores familiares”, disse.
O senador Weverton (PDT-MA) e o deputado federal André Fufuca conseguiram viabilizar o vôo regional para operar nos trechos Jeri-Parnaíba, Parnaíba-Barreirinhas e Barreirinhas-São Luís. A reunião com representantes das companhias ocorreu nesta quinta-feira (26) no Senado Federal. Participaram Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), Eduardo Busch, da Voepass, comandante José Felicio, diretor-presidente da Voepass, e o deputado federal Gil Cutrim.
“Abrir a porta para viação regional de Barreirinhas é uma demanda antiga da região e um sonho de todos. Finalmente, conseguimos completar este ciclo de conversas com os representantes das empresas. Já tínhamos feito uma reunião antes da pandemia e fizemos esta reivindicação. Hoje, eles anunciaram para nós que vai sair a linha Jeri-Parnaíba, Parnaíba-Barreirinhas e Barreirinhas-São Luís”, explicou Weverton.
De acordo com o parlamentar, o início das operações dos vôos vai abrir o mercado para o turismo na região, o que vai beneficiar diretamente a população.
“Isso vai incrementar muito, vai gerar empregos, vai gerar postos de trabalho, vai movimentar a economia local”, declarou.
A expectativa é que as empresas áreas Gol e Voepass comecem as viagens no fim do ano. Em outubro, as companhias vão levar um grupo de empresas de turismo para conhecer a região.
Na manhã desta quinta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro criticou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de rejeitar o pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Em entrevista à Rádio Jornal Pernambuco, Bolsonaro disse que Pacheco agiu diferente ao abrir a CPI da Covid.
“Os Poderes são independentes, mas vou falar. Entrei com ação com intuito que o processo fosse avante. Nem vou dizer cassar ou não o ministro, mas que fosse avante. Pacheco entendeu e acolheu uma decisão da sua advocacia, lá do Senado. Quando chegou ordem do ministro Barroso para abrir a CPI da Covid, ele mandou abrir e ponto final. E agiu de maneira diferente do que agiu no passado”, disse.