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Crime eleitoral caracterizado!!! Enredo pró-Lula teve R$ 9,6 milhões e reuniões no Palácio do Planalto

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Primeira-dama Janja e ministras Gleisi e Anielle cumpriram agendas com a escola Acadêmicos de Niterói, que acabou rebaixada

O governo federal se envolveu diretamente com o desfile. A primeira-dama Janja da Silva esteve duas vezes na escola, nos dias 7 de outubro de 2025 e 7 de fevereiro deste ano. Os deslocamentos de Janja são pagos com recursos públicos, assim como todo o staff de seguranças e assessores que a acompanham.

Na visita de fevereiro, Janja estava com uma ministra de Lula. Anielle Franco (Igualdade Racial) destinou sua agenda a acompanhar o último ensaio da escola.

Em vídeos postados nas redes sociais da ministra, Janja e Anielle aparecem ao lado do presidente da escola, Wallace Palhares, fazendo o “L” com os dedos. Anielle utiliza a mesma rede social para divulgar as ações de seu ministério.

O presidente da Acadêmicos de Niterói foi recebido pelo menos duas vezes no Palácio do Planalto, nos dias 16 e 2 de outubro de 2025. As agendas oficiais mostram encontros de Wallace Palhares com a ministra Gleisi Hoffmann, no 4º andar do Palácio. Como secretária de Relações Institucionais, o cargo de Gleisi não tem qualquer relação com atividades culturais.

A reunião do dia 16 teve ainda a presença de André Ceciliano, número dois da ministra. Ele é responsável por tratar com deputados e senadores sobre liberação de emendas e indicações para cargos. Também participaram do encontro, o namorado de Gleisi, o deputado Lindbergh Faria (PT-RJ), e o vereador petista Anderson Pipico, de Niterói.

  Publicado em: Política

Como haver superfaturamento em obras do governo federal se os pagamentos são efetuados após medições?

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Para que se entenda como funciona o mecanismo de licitação e pagamento em obras do governo federal é importante salientar que para se definir como será calculado o montante devido ao contratado de acordo com o nível de cumprimento dos aspectos quantitativos e qualitativos na execução do contrato. Para tanto, deve ser estabelecida previamente a forma e periodicidade de medição da execução do objeto para efeito de liquidação e pagamento.

É necessário, ainda, saber que o objetivo é adequar o pagamento à conformidade dos serviços prestados e aos resultados efetivamente obtidos. Assim, em caso de desempenho inferior ao mínimo ajustado ou de entrega em desconformidade com o contrato, haverá redução dos valores devidos ao contratado, de acordo com os percentuais definidos em contrato, sempre acompanhando as medições efetuadas por agentes do governo federal.

Diante do exposto, o secretário  de Infraestrutura do Maranhão, o engenheiro Aparício Bandeira, descreve, em vídeo, exatamente o que se segue expostos acima.

Como se daria um superfaturamento sem anuência dos órgãos que fazem as medições e liberam os pagamentos?

  Publicado em: Política

“Dino”, vulgo “Sonequinha”, operador financeiro do crime, é surpreendido pela polícia enquanto dormia no RJ

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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"Dino", vulgo "Sonequinha"

Agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) prenderam, na manhã de quarta-feira (18), o criminoso identificado como “Dino”, apontado como o operador financeiro da milícia que atua em Rio das Pedras, na Zona Oeste da capital. O suspeito foi localizado em um esconderijo em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, onde foi surpreendido pelos policiais enquanto dormia. (Vídeo no final da matéria).

Dino, que também ganhou o apelido de “Sonequinha” devido às circunstâncias de sua captura, era considerado o último alvo pendente da Operação Intocáveis III. A ação já havia levado à prisão outros seis integrantes da mesma organização criminosa no início de fevereiro.

Segundo as investigações da Polícia Civil, o preso desempenhava um papel estratégico na quadrilha. Ele era o responsável pela movimentação e ocultação de recursos ilícitos dentro de uma estrutura estável, hierarquizada e altamente organizada para a prática de diversos delitos.

Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão preventiva pelo crime de tráfico de drogas. De acordo com os agentes que participaram da ação, o suspeito foi capturado sem oferecer resistência.

As autoridades afirmam que a prisão de “Dino” é um passo crucial para asfixiar as finanças do grupo paramilitar. No entanto, o trabalho da Draco não se encerra com esta captura.

“As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar o mapeamento financeiro da organização”, informaram os agentes responsáveis pelo caso.

  Publicado em: Política

Alguém o conhece??? Quem é Maranhão, o único integrante da cúpula do PCC que está solto

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Com poucos rastros judiciais públicos, ele aparece no topo do organograma do PCC divulgado pela Polícia Civil de São Paulo

Entre os 100 nomes que compõem o mais recente organograma do Primeiro Comando da Capital (PCC), elaborado pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol), o de Adeilton Gonçalves da Silva, o Maranhão, chama a atenção. Segundo o documento, é o único integrante da Sintonia Final que atualmente estaria em liberdade.

Ele integra o núcleo máximo da facção, liderado por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola.

Quem é Maranhão, o único integrante da cúpula do PCC que está solto - destaque galeria
Apesar da posição estratégica no topo da hierarquia do PCC, Maranhão é um criminoso com poucos rastros judiciais públicos. A reportagem localizou apenas três processos no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), todos já encerrados, relacionados a porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. Ainda assim, o nome dele aparece ligado a um dos episódios mais violentos do sistema prisional brasileiro.
Quem é Maranhão, o único integrante da cúpula do PCC que está solto - destaque galeria

Transferência após massacre

O Metrópoles apurou que Maranhão esteve entre os nove detentos transferidos para presídios federais em maio de 2019, após uma sequência de assassinatos no sistema penitenciário do Amazonas que deixou 55 presos mortos.

As mortes ocorreram em unidades prisionais de Manaus e foram atribuídas a confrontos entre facções rivais que disputavam o controle interno das cadeias. As vítimas apresentavam sinais de asfixia e espancamento.

Na época, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas informou que as transferências tinham como objetivo isolar lideranças apontadas como responsáveis por ordenar ou articular os ataques, tentando conter novas ondas de violência dentro das unidades estaduais.

Dias depois, o governo estadual amazonense anunciou novas remoções de detentos para presídios federais, ampliando a estratégia de retirada de lideranças consideradas de alta periculosidade.
Maranhão estava entre os nomes enviados ao sistema federal naquele primeiro grupo.

Perfil discreto, posição estratégica

Apesar de ter sido transferido no contexto de uma das maiores crises penitenciárias do país, Maranhão mantém perfil público discreto. Não há registro recente de condenações de grande repercussão contra ele, nem processos amplamente divulgados.

No organograma do Dipol, Maranhão aparece na Sintonia Final, estrutura que concentra as decisões estratégicas do PCC. É nesse núcleo que estão os nomes responsáveis por orientar as demais sintonias, como a do Sistema, dos Estados e Países e o Setor Financeiro.

O Metrópoles já mostrou, anteriormente, que o modelo das sintonias foi consolidado após Marcola assumir o comando da facção, no início dos anos 2000, reorganizando o grupo em divisões funcionais capazes de operar mesmo com lideranças presas.

No levantamento atual, dos 89 integrantes efetivos do PCC, 37 estão em liberdade, o que representa 42% das principais lideranças fora das grades, entre elas, Maranhão. Ele é, segundo o documento do Dipol, o único nome da cúpula máxima nessa condição.

O retrato desenhado pela inteligência da polícia paulista indica que, mesmo com parte significativa do comando no sistema prisional, o PCC mantém peças estratégicas nas ruas. Algumas das mais relevantes, na estrutura da organização, são também pouco ou nada conhecidas do público.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

O Carnaval em Caxias merece nota 10 em todos os quesitos!!!

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Caso o Carnaval de Caxias fosse julgado por especialistas carnavalescos, com certeza todos dariam nota 10 em todos os quesitos que envolveram o planejamento e a organização.

Aí englobariam a criatividade, o impacto visual, a segurança, o trato com o fomento cultural, turístico e do empreendedorismo, além da harmonia e a qualidade plástica das estruturas cenográficas nas ruas e avenidas, que receberam acabamentos encantadores.

A originalidade e adequação aos espaços escolhidos para os eventos carnavalescos em Caxias foram todos bem traçados.

Mis uma vez Caxias mostra os porquês em ser modelar!!!

“Caxias viveu um carnaval gigante! A nossa gente mostrou que sabe celebrar, e a Prefeitura mostrou que sabe organizar: foram 5 dias de muita alegria, cultura e festa, tudo com muita segurança para os foliões. E já podem se preparar… porque o São João vem aí ainda maior! “, destacou Gentil Neto

“Vem conferir o resumo do melhor carnaval do interior do Maranhão! Uma festa pensada para levar diversão para todos, com inclusão e, acima de tudo, segurança. Isso mostra o compromisso que a gestão tem com a população caxiense. O Carnaval de Caxias é alegria nas ruas, fortalecimento da cultura e geração de renda para a nossa gente.”, celebrou Fábio Gentil.

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  Publicado em: Política

O teu dinheiro contribuinte pelo ralo!!! Escolas de samba do RJ recebem ao menos R$ 123,6 mi de dinheiro estatal

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Só as agremiações do Grupo Especial (entre as quais, a escola que homenageou Lula) tiveram acesso a R$ 77,8 milhões dos pagadores de impostos; valor inclui repasse de R$ 12 milhões da Embratur, dinheiro enviado pelo governo federal

As escolas de samba do Rio de Janeiro receberam pelo menos R$ 123,6 milhões em 2026 de dinheiro público dos impostos cobrados dos pagadores de impostos. A quantia considera repasses federais, do governo estadual e da Prefeitura do Rio.

Para o Grupo Especial, foram destinados R$ 77,8 milhões. É nessa categoria que se enquadra a escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no domingo (15.fev.2026) à noite. Eis como se deu a distribuição de recursos públicos neste ano:

  • governo federal – R$ 12 milhões para as escolas do Grupo Especial por meio da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo);
  • governo estadual – R$ 60 milhões (R$ 40 milhões para as escolas do Grupo Especial e operação da Sapucaí, R$ 16 milhões para a Série Ouro e R$ 4 milhões para as Séries Prata e Bronze).
  • prefeitura do Rio – R$ 51,6 milhões (R$ 25,8 milhões para as escolas do Grupo Especial, R$ 14,8 milhões para agremiações da Série Ouro e R$ 11 milhões para as Séries Prata e Bronze).

Segundo a Riotur (Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro), cada escola do Grupo Especial recebeu R$ 2,15 milhões da prefeitura–ao todo, há 12 agremiações nesta divisão. A Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) é a responsável pela organização dos desfiles da elite do Carnaval fluminense.

Já a Liga RJ (Liga Independente do Grupo A do Rio de Janeiro) está à frente da Série Ouro –divisão de acesso ao Grupo Especial–, que tem 15 escolas. Cada uma delas recebeu R$ 988 mil da prefeitura.

Em 2025, houve a destinação de pelo menos R$ 107,66 milhões de dinheiro dos pagadores de impostos do Estado e do município do Rio.

Por Poder 360

  Publicado em: Política

Uma narrativa cruel criada!!! MPF cita “especulação jornalística” e arquiva denúncia de genocídio contra Bolsonaro na pandemia

Publicado em   19/fev/2026
por  Caio Hostilio

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bolsonaro

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o pedido de investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes de sua família por genocídio durante a pandemia de covid-19. Em despacho datado de 23 de janeiro, a Procuradoria da República em Minas Gerais afirmou que a denúncia se baseou em informações “genéricas e inespecíficas”.

A notícia de fato apresentada ao MPF incluía alegações de possíveis “crimes de lesa-pátria”, como “genocídio durante a pandemia, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da ABIN, ‘rachadinhas’, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática”.

Segundo a procuradora da República Luciana Furtado de Moraes, os temas mencionados são amplamente debatidos no espaço público e, em alguns casos, já foram analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelo Tribunal de Contas da União e pelo próprio MPF. Ela destacou que os links e conteúdos citados na denúncia são de “natureza jornalística ou opinativa, que não possuem valor probatório, sem especificação de fato concreto a ser apurado”.

“Tais passagens, contudo, não estabelecem nexo causal identificável com condutas atribuídas a agentes públicos federais, tampouco apresentam elementos que indiquem verossimilhança ou que permitam qualquer providência investigativa por parte do MPF”, afirmou.

O despacho ressalta ainda que “os elementos reunidos na manifestação não ultrapassam o domínio da especulação jornalística. As informações constantes da representação provêm, em sua totalidade, de fontes secundárias, destituídas de confirmação probatória autônoma, e carecem de diligências investigativas prévias que lhes confiram consistência e valor jurídico-penal”.

“Além disso, parte da narrativa apresentada envolve relatos pessoais da manifestante sobre perseguições, episódios de supostos envenenamentos, ataques correlacionados aos seus deslocamentos ou comportamentos, bem como problemas com notebook e eventos ocorridos na cidade de Belo Horizonte. Tais passagens, contudo, não estabelecem nexo causal identificável com condutas atribuídas a agentes públicos federais, tampouco apresentam elementos que indiquem verossimilhança ou que permitam qualquer providência investigativa por parte do MPF”, diz a decisão.

O MPF concluiu que “são relatos que, tal como apresentados, não configuram crime federal, não indicam autoria determinada, nem apresentam materialidade, inexistindo atribuição institucional do Ministério Público Federal para apurá-los”.

Em síntese, “o acervo documental constante destes autos não autoriza a conclusão de que, efetivamente, foram praticadas quaisquer condutas material e formalmente típicas, antijurídicas e culpáveis previstas na legislação penal, inexistindo motivos plausíveis a justificar a atuação da Polícia Federal e a intervenção do Ministério Público Federal na situação ora debatida”.

A procuradora destacou que a manifestação tinha caráter opinativo, com críticas políticas, avaliações morais e juízos sobre a condução do governo Bolsonaro. “O acervo documental constante destes autos não autoriza a conclusão de que, efetivamente, foram praticadas quaisquer condutas material e formalmente típicas, antijurídicas e culpáveis previstas na legislação penal, inexistindo motivos plausíveis a justificar a atuação da Polícia Federal e a intervenção do Ministério Público Federal na situação ora debatida”, declarou.

  Publicado em: Política

Putaria total!!! ‘Cine Trancoso’: os vídeos tóxicos de Vorcaro

Publicado em   18/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Por Liberta

Há gravações de algumas das festas de arromba ocorridas na “casa de verão” do ex-dono do Banco Master no sul da Bahia. Imagens foram captadas por um circuito interno de TV

Um dos operadores dos fundos administrados pela REAG DTVM, liquidada pelo Banco Central no dia 15 de janeiro desse ano, assegurou à coluna que existem vídeos documentando as festas privadas dadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro na confortável casa de veraneio que ele mantinha em Trancoso, praia do sul da Bahia.

Altas autoridades dos Três Poderes da República foram a essas festas. Do Poder Executivo, no atual governo, ninguém protagoniza as fitas. Eram farrinhas privê reunindo homens e mulheres do mercado financeiro, da política e do meio jurídico.

A fonte da Reserva Exclusiva chegou a ser convidada para ir para algumas dessas festinhas, mas nunca aceitou. Porém, assistiu a uma edição picante – e preocupante – dessas imagens numa reunião do board da distribuidora de títulos e valores mobiliários. O vídeo era estrelado por um “pica das galáxias” do Poder Judiciário.

Foi assim, “pica das galáxias”, que um dos principais executivos da REAG classificou o personagem quando o tema terminou sendo abordado na mesa de trabalhos da operadora agora em liquidação pelo Banco Central. O vídeo estava arquivado no celular de Daniel Vorcaro, à época banqueiro e ainda controlador do Master. Hoje, Vorcaro é ex-banqueiro, o Master não é mais banco, a REAG está em liquidação e o celular está retido pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal sob custódia do Supremo Tribunal Federal.

Quem ia às festas privê na casa de Trancoso do ex-banqueiro se via obrigado a deixar o celular desligado e nas mãos de alguém da área de segurança durante os convescotes. Em algumas das farras havia até detectores de metal nas entradas dos salões. Contudo, Vorcaro possuía um circuito interno de câmeras. Eram discretamente dispostas, mas eficazes. Havia pontos de captação de imagens em todos os cômodos – para “segurança pessoal”, claro, como era a alegação.

As assessorias jurídica e de imprensa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e do liquidado Master foram informadas pela Liberta que a Reserva Exclusiva publicaria nota dando conta da existência desses vídeos editados. Preferiram não se pronunciar sobre o tema sem fazer ressalva alguma à publicação. O conteúdo das produções audiovisuais do “Cine Trancoso” tem potencial para causar rebuliço tão grande na vida nacional quanto a sólida trajetória de “O Agente Secreto” nos festivais de Cannes, no Globo de Ouro e, em breve, no Oscar. E isso tudo sem Lei Rouanet e sem submissão aos editais da Ancine.

Informações do Metrópoles abaixo:

Antes de ser adquirida por Vorcaro, ao preço de R$ 300 milhões, a casa onde ocorriam as, digamos, exibições do Cine Trancoso pertencia a uma ricaça de São Paulo, que a alugava ao banqueiro.

Em um ocasião, a proprietária ficou furiosa com Vorcaro por causa de uma festa para lá de animada dada por ele.

“O Vorcaro encheu a minha casa de putas. Ele, amigos e muitas putas! Desde antes de ontem, reclamações por causa do som acima do permitido. Ontem foi pior”, escreveu a dona da casa ao corretor responsável pelo aluguel, em 5 de outubro de 2022, véspera do aniversário de Vorcaro, como revelado pelos jornalistas Guilherme Seto e Lucas Marchisini.

A representação feita ao TCU (não deixa de ser curioso que o Tribunal de Conta da União tenha de fiscalizar lubricidades) cita uma reportagem da revista digital Liberta.

A revista diz ter uma fonte que afirma ter assistido a um suposto vídeo exibido na reunião do board de uma distribuidora de títulos e valores mobiliários.

O suposto vídeo seria uma compilação de cenas das festas promovidas por Vorcaro, que contaria com moças vindas do exterior, bem mais confiáveis pelas distâncias geográfica e linguística que as separam destes tristes trópicos. Diz a revista:

“O vídeo era estrelado por um ‘pica das galáxias’ do Poder Judiciário. Foi assim, ‘pica das galáxias’, que um dos principais executivos da Reag classificou o personagem quando o tema terminou sendo abordado na mesa de trabalhos da operadora agora em liquidação pelo Banco Central.

O vídeo estava arquivado no celular de Daniel Vorcaro, à época banqueiro e ainda controlador do Master. Hoje, Vorcaro é ex-banqueiro, o Master não é mais banco, a Reag está em liquidação e o celular está retido pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal sob custódia do Supremo Tribunal Federal.”

Noticias-se que houve festas em Trancoso, em Nova York e em Lisboa, um “after” para aliviar os cérebros que haviam fumegado no Gilmarpalooza.

“No dia seguinte ao after do banqueiro, os participantes do Gilmarpalooza que circulavam na avenida da Liberdade, onde estão localizadas as grifes de luxo de Lisboa, só falavam do evento do Master, segundo três pessoas que acompanharam o seminário.

Muitos dos participantes viajaram acompanhados por esposas ou namoradas, e a circulação de algumas das mulheres convidadas por Vorcaro em lugares públicos despertou desconfiança e gerou falatório nas rodas femininas.

Pessoas no entorno do Master contam que algumas das mulheres frequentadoras das festas teriam se tornado próximas de Vorcaro. Recebiam mesada, moravam em hotéis de luxo em São Paulo e ajudavam a trazer amigas para participar das festas promovidas na cidade”, escrevem as repórteres Alexa Salomão e Joana Cunha.

Quando indagada por jornalistas a respeito das bagunças de Vorcaro, a defesa do banqueiro diz que “a divulgação de conteúdos carregados de juízo moral, dissociados de qualquer relevância jurídica, contribui apenas para a criação de ilações e para a indevida invasão da esfera privada”.

De fato, seriam ingerência indevida e moralismo fuçar e condenar festinhas privadas promovidas por adultos para adultos, em ambiente no qual o sexo é praticado de forma consensual.

A questão é que as festas de Vorcaro teriam como peça de resistência, além do sexo, a corrupção e o tráfico de influência envolvendo autoridades e políticos. Nesse caso, a coisa se torna de interesse público e é passível de julgamento moral.

Movido de absoluto interesse público, portanto, é que vocalizo a pergunta que não quer calar: quem seria o “pica das galáxias do Judiciário” que protagonizaria o suposto vídeo que estaria no celular de Vorcaro?

  Publicado em: Política

Acadêmicos de Niterói foi rebaixada mesmo com toda grana suada do contribuinte…

Publicado em   18/fev/2026
por  Caio Hostilio

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A Acadêmicos de Niterói, que fez propaganda antecipada para Lula, terminou sendo rebaixada para o grupo de acesso. Não adiantou despejar o dinheiro suado do contribuinte achando que a escola saísse campeã e, assim, dar ao Lula um presente.

A campeã foi a Viradouro, que soube fazer um desfile impar, mostrando, com isso, que não se mistura carnaval com politiquices idiotas e baratas, onde até conservadores cristãos foram atacados.

Que sirva de exemplo, pois a aceitação de Lula no Rio de Janeiro não é boa e sua ida à Marques de Sapucaí só serviu para que ele fosse xingado e servido de chacota.

O enredo não conseguiu superar sequer a manifestação ao cachorro orelha, que ficou bem á frente. O enredo da Mocidade Independe de Padre Miguel levantou a plateia.

  Publicado em: Política

Baderna!!! Supremo Xandão Federal: ministro atua no que quer, quando quer e como quer

Publicado em   18/fev/2026
por  Caio Hostilio

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Ou o STF acaba com este miserável de coisas, ou este miserável estado de coisas acaba com o STF

Havia uma célebre frase no Brasil dos anos 1970 que, apesar de datada há mais de 200 anos, de suposta autoria do naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, sei lá por que, era repetida à exaustão: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

O ditame serviu e serve para quase tudo: “Ou o Brasil acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com o Brasil”. Tomo-o emprestado para, parafraseando-o, afirmar: “Ou o STF acaba com os desmandos de Xandão, ou os desmandos de Xandão acabam com o STF”. E com o país.

Importante: em tempos de tantos e tamanhos arbítrios, é sempre bom “desenhar”. Não estou pregando o fim ou o extermínio do ministro Alexandre de Moraes, claro. Apenas usando uma figura de linguagem para sustentar o meu pensamento a seguir.

Supremo Xandão Federal

Xandão – já há muito tempo – vem transformando a Suprema Corte em um tribunal de exceção. A seu jeito e modo, torce e retorce a Constituição e atropela quem se opõe aos seus métodos, digamos, não convencionais. Um inquérito que já dura sete anos é só um exemplo.

Durante o julgamento da chamada “trama golpista”, inúmeros juristas e especialistas apontavam a suposta ilegalidade de Moraes atuar como investigador, inquisidor e juiz, mesmo sendo diretamente interessado ou afetado pelos atos criminosos em questão.

Lado oposto, muita gente também afirmava o contrário, dando sustentáculo à permanência do xerifão carequinha como relator. Porém, todos, ou praticamente todos, apontavam a aberração que se tornou o inquérito das Fake News, onde tudo cabe e nunca termina.

Sempre eles

Pois eis que o inquérito, aberto de ofício por ninguém menos que Dias Toffoli, “o amigo do amigo do meu pai” e agora uma espécie de parceiro comercial de Daniel Vorcaro, do Banco Master, e presidido por Moraes, serve de guarida para mais persecução criminal.

Servidores da Receita Federal, segundo informou o próprio STF, agiram ilegalmente e quebraram os sigilos fiscais de parentes de ministros da Suprema Corte, notadamente os da esposa de Alexandre de Moraes e da enteada de Gilmar Mendes.

No caso de Viviane Barci, o motivo teria sido o contrato celebrado entre ela, que é advogada, e o banqueiro – sempre ele! – Daniel Vorcaro. Um acordo de R$ 129 milhões, para defender os interesses do banco. E só. Nada mal, não é mesmo?

Futuro repetindo o passado

Lá em 2019, no nascedouro desta aberração jurídica conhecida como Inquérito das Fake News, dois servidores da Receita também foram alvos do STF. Afastados, anos depois foram reintegrados sem que provas robustas de seus delitos fossem encontradas.

À época, dentre outros “desmandos”, Toffoli – e não Moraes – suspendeu as investigações do COAF por todo o Brasil, permitindo, com isso, que Flávio Bolsonaro escapasse das investigações de rachadinha em seu gabinete na Alerj. Queiroz agradeceu muito, aliás.

Os atos do Supremo contra a Receita e o COAF, à época, foram justificados por supostas ilegalidades de agentes públicos que estariam, sem ordem judicial, investigando as esposas de ministros do STF – a de Dias Toffoli e a de Gilmar Mendes.

Onipresente, onipotente, onisciente

Como no Brasil nada se cria e tudo se copia, e como vivemos numa espécie de looping temporal, eis que a mesma razão assiste aos ministros do Supremo mais uma vez. E dá-lhe Xandão, vítima, mandando brasa em operações contra supostos algozes.

Quatro servidores foram alvos da canetada suprema – e merecida, diga-se de passagem. Medidas gravosas inéditas nesta fase processual, como apreensão de passaporte e uso de tornozeleira eletrônica, foram determinadas por Alexandre de Moraes.

Se há ilegalidade em quebrar sigilos sem autorização judicial, igualmente pode haver ilegalidade em ser vítima, interessado, investigador, acusador e juiz. E, dessa vez, não apareceu tese jurídica possível em contrário, nem ameaça ao Estado Democrático de Direito como desculpa.

STF implode STF

Não se combate crimes passando por cima das leis. Muito menos se defende um tribunal, tentando blindar seus integrantes. Impessoalidade, transparência e publicidade são princípios básicos da administração pública – e do devido processo legal.

O STF passa por uma grave crise de credibilidade e, eu diria, de identidade. Sua ruína será a ruína do próprio país. Assim, é fundamental que seus integrantes – os demais – zelem pelo que não está sendo, ao menos sob a ótica da sociedade, bem-cuidado por outros.

Toffoli não é o STF. Moraes não é o STF. Como os demais são servidores do Judiciário, e a ele e à sociedade devem lisura e satisfação. Ou o STF acaba com este miserável de coisas, ou este miserável estado de coisas acaba com o STF. E, como eu disse, com o próprio Brasil.

Por o antagonista

  Publicado em: Política

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