Caxias: Gentil Neto e a tradição da Procissão do Fogaréu na Semana Santa…

Publicado em   02/abr/2026
por  Caio Hostilio

Dando visibilidade a tradicional Procissão do Fogaréu, quando da Semana Santa, em Caxias, o prefeito Gentil Neto traz esse ato religioso ao compromisso com o fomento turístico, mostrando, que sua gestão está em todas as manifestações que engrandece o município.

Sem sombras de dúvidas, Caxias hoje se transformou num polo de fomento cultural, turístico e de geração de emprego e renda.

“Mais um ano da Procissão do Fogaréu em Caxias, um evento que já faz parte da nossa tradição e da nossa identidade cultural. Uma manifestação de fé que reúne nossa gente, fortalece a esperança e, ao mesmo tempo, impulsiona o turismo e movimenta a economia local. Seguimos valorizando as nossas tradições e cuidando do que é importante para o nosso povo.”, mostra Gentil Neto.

  Publicado em: Política

Senado é passivo da corrupção!!! Master: Alexandre de Moraes e Toffoli são alvos de novos pedidos de impeachment por conta de escândalo

Publicado em   02/abr/2026
por  Caio Hostilio

Dos 11 pedidos apresentados desde janeiro de 2026, seis pedem a cassação de Moraes e outros seis miram Dias Toffoli. Uma das petições, assinada por um empresário pecuarista, solicita a perda de cargo dos dois ministros. Em comum, todos mencionam as investigações do Master, que trouxeram à tona as conexões pessoais do dono do banco, Daniel Vorcaro, com Moraes, Toffoli e seus familiares.

Ao acionar o Senado em março deste ano para pedir a cassação de Moraes, um grupo de 33 deputados, a maioria integrante da tropa de choque bolsonarista na Câmara, alegou que “os fatos revelados pela imprensa, baseados em dados extraídos pela Polícia Federal, demonstram uma teia de relações financeiras e comunicações extraoficiais que aniquilam a presunção de imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes”.

Comportamento antiético

“Não se trata de uma interferência indevida do Poder Legislativo no Poder Judiciário, mas do exercício regular de uma competência constitucional destinada a expurgar das altas cortes aqueles que traem seus deveres funcionais”, afirmam.

Já Toffoli deixou a relatoria do caso Master em 12 de fevereiro, após a Polícia Federal entregar ao presidente da Corte, Edson Fachin, um documento de 200 páginas listando indícios de conexões entre Vorcaro e Toffoli que poderiam levar à sua suspeição – como por exemplo o pagamento de R$ 35 milhões do banco de Vorcaro por uma fatia do resort Tayaya, do qual o ministro admitiu ser sócio.

“A sensação que é passada para a população é a de que certas figuras públicas não sentem o menor constrangimento por estarem em situações comprometedoras e acham normal esse comportamento antiético e nada republicano, pois têm a certeza de que estão sob o manto da impunidade do império do autoritarismo”, afirma o advogado Marco Vinicius Pereira de Carvalho, autor de outro pedido em tramitação.

Perda de confiança

O caso Master levou o Supremo a mergulhar numa crise institucional sem precedentes – cujo desfecho ainda é imprevisível.

De acordo com a última pesquisa Quaest, divulgada em 12 de março, pela primeira vez o índice dos brasileiros que não confiam no STF superou o daqueles que confiam – 49% ante 43%. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde o início da série histórica da Quaest sobre essa questão, iniciada em agosto de 2021.

Na opinião do professor de direito constitucional Oscar Vilhena, da FGV Direito São Paulo, há uma pressão crescente para a apuração das diversas denúncias que envolvem ministros do STF e seus familiares.

“O melhor seria que o próprio Supremo tomasse à frente neste momento, aprovando o Código de Ética e realizando as apurações necessárias.”

Para o professor de ciência política Marco Antonio Teixeira, da FGV, o aumento no número de pedidos de impeachment expõe a crise de credibilidade do STF.

“Diferentemente das anteriores, essa crise não é motivada por divergência com decisões do Supremo e sim de questionamento à conduta dos ministros, como a proximidade de Toffoli com o caso Master e o contrato do escritório de advocacia da mulher do Moraes”, afirma.

Temor com pauta eleitoral

Conforme informou o blog, uma das maiores preocupações de Fachin com os efeitos das investigações do Master é que o Supremo se transforme em pauta central do processo eleitoral.

O receio é de que o caso contamine a eleição para o Senado Federal que terá ⅔ das cadeiras renovadas no pleito de outubro, e impulsione a eleição de uma forte e influente bancada de direita com a a bandeira da aprovação de impeachment de integrantes da Corte.

Apesar da pressão da tropa de choque bolsonarista, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tem dado sinais de que deve manter os pedidos na gaveta. Mas a oposição aposta na eleição do sucessor de Alcolumbre, e numa nova composição da Casa, para destravá-los.

Sinal de alerta

Em dezembro do ano passado, o ministro Gilmar Mendes – alvo de 10 pedidos de impeachment – deu uma polêmica decisão que escancarou o temor do Supremo com o risco de cassação dos magistrados.

A liminar esvaziava o poder de parlamentares e de cidadãos comuns de pedirem a cassação de magistrados, deixando essa prerrogativa apenas para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com o aval da PGR, Gilmar suspendeu um trecho de uma lei de 1950 que previa que é “permitido a todo cidadão denunciar perante o Senado, os ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República, pelos crimes de responsabilidade que cometeram”.

Em sua decisão, Gilmar afirmou que “a intimidação do Poder Judiciário por meio do impeachment abusivo cria um ambiente de insegurança jurídica, buscando o enfraquecimento desse poder, o que, ao final, pode abalar a sua capacidade de atuação”.

Após forte pressão da opinião pública e do Congresso, o ministro voltou atrás nesse ponto, mas manteve o trecho em que determinava que são exigidos 54 votos para abrir um pedido de impeachment contra ministros do STF, e não mais maioria simples.

  Publicado em: Política

Pesquisas mentirosas contaminam a literatura científica…

Publicado em   02/abr/2026
por  Caio Hostilio

Esse tipo de pesquisa só serve de patacoada para ludibriar o povo, que muitos das vezes acreditam.

Isso virou uma rotina maléfica nos anos, cujos “institutos” massificaram a disseminação de pesquisas falsas, prejudicando a literatura real dos que as publicam.

Deparei-me com uma pesquisa agora pela corrida pelo governo do Estado do Maranhão e me surpreendi com os percentuais.

Então, um candidato que se lançou há dois dias já aparece com quase o tripulo do percentual do segundo colado?…. “UM “dEUS”

Esse candidato sequer caminhou pelo Maranhão e talvez nem é conhecido pela grande maioria dos maranhenses, que nunca souberam de suas obras paliativas em São Luís… Surgiu UM “dEUS”.

Será que o seu vídeo de lançamento de sua pré-candidatura fez mais da metade dos maranhenses se encantarem em tempo recorde (dois dias) por ele? E um fenômeno que só os “dESUS” tem.

Essa prática de pesquisas que falseiam a realidade virou uma prática antiética, antidemocrática e imoral nos dias de hoje no Brasil…

UMA VERGONHA!!!

  Publicado em: Política

Revelações bombásticas!!! Delator revela que rede de venda de sentenças no TJMA tinha vingança e punição

Publicado em   02/abr/2026
por  Caio Hostilio

Um delator na investigação que apura esquema de venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) revelou à Polícia Federal (PF) ter sido punido, por vingança, após suspender pagamentos relacionados à compra de sentenças.

Segundo a versão dele, as medidas teriam sido rapidamente adotadas pelo desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Júnior (foto em destaque), após o delator suspender pagamentos.

De acordo com as informações apresentadas, o magistrado teria passado a atuar diretamente contra o delator após o rompimento financeiro entre as partes.

Em um dos episódios citados, em um processo de reintegração de posse, Guerreiro Júnior proferiu decisão liminar favorável a um empresário apenas duas horas após o caso ser redistribuído para sua relatoria.

Ainda conforme o delator, há indícios de que essa decisão específica teria sido “comprada” mediante a transferência de cerca de 2.000 hectares de terra ao magistrado.

O relato aponta também que, após a suposta aquisição de decisões judiciais, o delator suspendeu o pagamento das parcelas anuais referentes à compra da propriedade rural.

A partir desse momento, segundo ele, passou a sofrer uma sequência de decisões judiciais desfavoráveis, proferidas com rapidez incomum e em desacordo com as normas legais.

Operação, pilhas de dinheiro e bolsas de luxo

Uma operação foi deflagrada nessa quarta-feira (1º/4). Ao todo, foram apreendidos 26 smartphones e 38 mídias digitais, entre HDs e pen drives. A operação também resultou no sequestro de 20 veículos, avaliados em R$ 13.524.183,00. Além disso, foram confiscados R$ 573.955,00 em espécie e US$ 8.360,00. Entre os itens de destaque, as autoridades apreenderam um helicóptero, bolsas de luxo, joias e acessórios. Os três últimos itens estão avaliados em cerca de R$ 500 mil.

Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em diferentes estados. As ordens foram expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo a investigação, o grupo atuava para direcionar decisões judiciais em processos, com prioridade seletiva e distribuição estratégica.

A apuração aponta a participação de magistrados, assessores e outros envolvidos, que teriam atuado em conjunto para favorecer partes em disputas milionárias, especialmente ligadas a conflitos agrários.

  •  Antônio Pacheco Guerreiro Júnior – desembargador (afastado)
  • Luiz de França Belchior Silva – desembargador (afastado)
  • Douglas Lima da Guia – juiz de direito
  • Tonny Carvalho Araújo Luz – juiz de direito
  • Lúcio Fernando Penha Ferreira – ex-assessor
  • Sumaya Heluy Sancho Rios – ex-assessora
  • Maria José Carvalho de Sousa Milhomem – assessora
  • Eduardo Moura Sekeff Budaruiche – assessor
  • Francisco Adalberto Moraes da Silva – ex-servidor do TJMA
  • Karine Pereira Mouchrek Castro – ex-assessora
  • Ulisses César Martins de Sousa – advogado
  • Eduardo Aires Castro – advogado
  • Antônio Edinaldo de Luz Lucena – empresário
  • Lucena Infraestrutura Ltda – empresa investigada
  • Manoel Nunes Ribeiro Filho – investigado
  • Aline Feitosa Teixeira – investigada
  • Jorge Ivan Falcão Costa – investigado

Além das buscas, a Justiça determinou prisão preventiva do principal operador do esquema, afastamento de cinco servidores, monitoramento eletrônico de seis investigados, proibição de acesso ao TJMA e bloqueio de bens de até R$ 50 milhões.

As medidas atingem gabinetes, escritórios de advocacia e empresas. As ações ocorrem em cidades do Maranhão, além de endereços no Ceará, em São Paulo e na Paraíba. Segundo a PF, as penas somadas podem chegar a 42 anos de prisão.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Ricardo Murad se filia no Podemos e disputará uma cadeira na Câmara dos Deputados em 2026

Publicado em   01/abr/2026
por  Caio Hostilio

Atendendo ao chamado de lideranças e de tantos amigos e amigas de todo o nosso Maranhão, tomei uma decisão importante para o futuro do nosso estado.É com muita alegria que anuncio minha filiação ao **Podemos**, partido liderado pelo meu amigo de longas datas, o deputado Fábio Macedo. Com esse passo, oficializo minha **pré-candidatura a Deputado Federal.

Sinto que ainda tenho muito a contribuir. Como Secretário de Saúde, implantei uma rede que transformou o atendimento no estado, mas sei que ainda existem gargalos fortes que precisam ser resolvidos. Minha missão é concluir esse projeto, levando para Brasília a experiência de quem sabe como a saúde funciona na prática.

Além da saúde, nosso Maranhão precisa de voz firme na busca por grandes projetos de infraestrutura e desenvolvimento. Estou muito animado para essa nova jornada, focado exclusivamente em representar o povo maranhense com a dedicação de sempre!

  Publicado em: Política

Agindo em favor de Lula como 2022!!! Censura de Moraes pode afetar eleições de 2026, diz relatório dos EUA. Vídeo

Publicado em   01/abr/2026
por  Caio Hostilio

Relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA também acusa Alexandre de Moraes de violar liberdade de expressão em solo americano

Um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos acusa o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de atacar o direito à liberdade de expressão naquele país. E mais: decisões de Moraes promoveriam “campanha de censura e lawfare”, que “atinge o cerne da democracia brasileira”, afetando as eleições de 2026.

O texto cita o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, atualmente vivendo nos EUA, e um de seus irmãos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atual pré-candidato do PL à Presidência da República.

“As ordens de censura e o lawfare conduzidos pelo ministro Moraes contra a família Bolsonaro e seus apoiadores podem prejudicar significativamente sua capacidade de se expressar online sobre temas de interesse público nos meses que antecedem a eleição presidencial brasileira”, diz um trecho.

Por meio de intimações na Justiça dos EUA, o Comitê Judiciário obteve cópias de ordens de Alexandre de Moraes e de outros órgãos da Justiça brasileira a empresas de redes sociais dos EUA, determinando a remoção de postagens e a suspensão de contas.

Outro anexo traz “ordens e decisões do ministro Alexandre de Moraes para censurar e fornecer dados sobre Eduardo Bolsonaro e outros dois indivíduos”, na data de 23 de setembro de 2025.

A reportagem do Metrópoles procurou Moraes para comentários na manhã desta quarta-feira (1º/4), mas não houve resposta até o momento. O espaço segue aberto.

Moraes faz censura global a críticos, diz relatório

“Baseado em novos documentos obtidos pelo Comitê, este relatório fornece evidências adicionais de como o regime de censura do Brasil mina a liberdade de expressão nos Estados Unidos, por meio da edição de ordens de remoção de conteúdo com efeitos globais, parcerias com censores em outros países e pela remoção de proteções legais das plataformas de redes sociais”, diz um trecho.

“Ordens judiciais brasileiras — notadamente do ministro Moraes — não apenas buscaram obrigar empresas de tecnologia a remover ou censurar contas no Brasil, mas também globalmente, o que infringe diretamente a liberdade de expressão online nos Estados Unidos.”

Como mostrou a coluna, as ordens de Alexandre de Moraes às empresas de redes sociais são hoje a principal fonte de tensão entre o ministro e o governo do presidente americano, Donald Trump. O governo dos EUA não descarta voltar a sancionar Moraes pela Lei Magnitsky.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Vixe, o cara foi relator de PL contra agressão doméstica!!! Esposa de deputado federal se manifesta após denunciá-lo por agressão. Veja vídeo

Publicado em   01/abr/2026
por  Caio Hostilio

Fabiana Marangoni, mulher do deputado federal Fernando Marangoni, confirmou que foi agredida pelo marido após um desentendimento

A médica Fabiana Khauam Marangoni, esposa do deputado federal Fernando Marangoni (Podemos)confirmou que teve um desentendimento com o marido e que foi agredida, na manhã desta quarta-feira (1°/4), em Santo André, no ABC paulista, região metropolitana de São Paulo.

Em um vídeo obtido pelo Metrópoles, a médica aparece se pronunciando sobre o assunto e confirmando a agressão. Ela afirmou que se desentendeu com o marido, quer que ele saia de casa, mas negou que ele tenha “destruído o apartamento”, conforme algumas denúncias.

A esposa de Marangoni foi à Delegacia da Mulher (DDM) de Santo André nesta manhã e registrou um boletim de ocorrência contra o deputado, acusando-o de agredi-la durante uma discussão.

A mulher foi candidata derrotada a vice-prefeita pelo União Brasil nas eleições municipais do ano passado em Santo André. Ela compunha a chapa do candidato a prefeito Eduardo Leite (PSB).

Já Marangoni anunciou nessa terça-feira (31/3) sua filiação ao Podemos. Anteriormente, ele pertencia aos quadros do União Brasil.

O deputado, que se desfiliou do União Brasil nessa terça-feira (31/3) para se filiar ao Podemos, é professor universitário, advogado e doutorado em Ciências Sociais. Ele também atuou como secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Santo André, além de secretário executivo de Habitação do estado de São Paulo, segundo o portal da Câmara dos Deputados.

Recentemente, o político foi relator de um projeto de lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para tornar imediata a prisão de agressores que descumprirem medidas protetivas em casos de crimes violentos e de violência doméstica.

O parlamentar também defende pautas que ofereçam suporte federativo entre municípios, estados e União nas políticas para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Caxias: E tome distribuição de cestas básicas e peixes aos caxienses…

Publicado em   01/abr/2026
por  Caio Hostilio

Assim age uma gestão comprometida com seu povo, principalmente aos que mais precisam. A gestão gentil Neto pratica com vigor as prerrogativas sociais em Caxias, mostrando, com isso, a aplicabilidade correta do dinheiro público.

É preciso atender com rigor as necessidades básicas e alimentícias dos que mais precisam de amparo do poder publico.

Os dois momentos abaixo mostram o compromisso social da gestão Gentil Neto.

“Hoje foi dia de cuidar de quem mais precisa. Realizamos a entrega de cestas básicas e peixes, levando alimento, dignidade e esperança para muitas famílias. Continuamos trabalhando com compromisso e responsabilidade para construir uma cidade mais justa e solidária!”, destacou Gentil Neto.

“Seguimos trabalhando com compromisso e responsabilidade com a nossa gente. A entrega dos peixes é uma ação que começou lá no início da nossa gestão e que hoje continua fazendo a diferença na vida de muitas famílias. E no bairro Mariinha, o trabalho não para! Já realizamos o calçamento, levamos iluminação em LED, garantindo mais segurança, dignidade e qualidade de vida para todos. Porque aqui é assim: trabalho contínuo, com respeito e cuidado com cada cidadão. Seguimos avançando!”, garantiu Gentil Neto.

  Publicado em: Política

Vindo à tona!!! Desembargador do TJMA vendeu sentença sobre fazendas de R$ 50 milhões

Publicado em   01/abr/2026
por  Caio Hostilio

Imóveis rurais avaliados em R$ 50 milhões figuram no centro da investigação da Polícia Federal (PF) que mira desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) em um esquema de venda de sentenças. A Operação Inauditus foi deflagrada nesta quarta-feira (1º/4) e cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em diferentes estados. A coluna teve acesso à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou a operação.

Segundo as investigações, o ex-deputado estadual Manoel Ribeiro era proprietário de imóveis rurais que estavam em disputa judicial. Inicialmente, houve uma decisão contrária aos interesses do negócio. Contudo, uma nova sentença proferida pelo desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Júnior teria sido negociada por R$ 250 mil, com pagamento realizado em duas etapas, para favorecer o ex-deputado.

“Declara o colaborador que MANOEL NUNES RIBEIRO FILHO teria acertado o valor de R$ 250.000,00 para reverter a decisão proferida na primeira instância, com o julgamento do agravo de instrumento n. 0818645-89.2020.8.10.0000, de relatoria do desembargador ANTÔNIO PACHECO GUERREIRO JÚNIOR, sendo R$150.000,00 pagos quando da concessão de liminar para suspender a decisão do Juízo de primeiro grau, em 13 de janeiro de 2021, e R$ 100.000,00 por ocasião do julgamento do mérito do agravo de instrumento pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão, o que ocorreu em 31 de agosto de 2021 e, em 16 de novembro de 2021, com a rejeição de embargos declaratórios”, diz trecho da decisão do STJ.

De acordo com os termos do contrato de compra e venda, a propriedade em questão tem 12.685,22 hectares e foi negociada por R$ 50 milhões em outubro de 2017. O pagamento seria realizado da seguinte forma: R$ 7.500.000,00 pagos no ato da assinatura do contrato; R$ 500.000,00 para serem pagos em 20/01/2019; R$ 10.000.000,00 em uma assunção de dívida junto ao Banco do Nordeste do Brasil; e R$ 32.000.000,00 pagos em 8 parcelas anuais no valor de R$ 4.000.000,00 iniciando em 20/12/2019 e terminando em 20/12/2026.

“Segundo o delator, na ocasião da compra da propriedade existia um litígio entre o vendedor, MANOEL NUNES RIBEIRO FILHO, e Euclides De Carli, envolvendo a posse de 1.244,49 hectares da propriedade objeto do Contrato de Compra e Venda, e por esse motivo fez constar no Contrato de Compra e Venda cláusulas que suspendiam o pagamento das parcelas anuais caso o vendedor, MANOEL NUNES RIBEIRO FILHO saísse derrotado no processo”, diz relatório da PF.

Nesse meio tempo, houve uma decisão desfavorável ao ex-deputado Manoel Ribeiro em relação à venda dos imóveis. Aí que começou a negociata.

O que diz o TJMA

Por meio de nota, o Tribunal de Justiça do Maranhão informou que colabora com a Operação Inauditus, deflagrada nesta quarta-feira (1/4) pela Polícia Federal, em cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que inclui unidades do Poder Judiciário estadual.

Metrópoles

  Publicado em: Política

Balcão de negócios!!! PF revela “tabela da propina” em venda sentenças no TJMA

Publicado em   01/abr/2026
por  Caio Hostilio

O valor era dividido por fases, ou seja, cerca de R$ 100 mil para decisões iniciais, e o restante condicionado ao julgamento final

Uma investigação da Polícia Federal (PF) mira esquema de decisões judiciais dentro do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), com valores previamente definidos para cada etapa do processo, uma espécie de “tabela da propina” que transformava sentenças em mercadoria.

O valor era dividido por fases, ou seja, cerca de R$ 100 mil para decisões iniciais, e o restante condicionado ao julgamento final. A negociação envolvia diretamente o desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Júnior.

Delação

A investigação teve início após colaboração premiada de Maurílio Ramalho de Oliveira, que detalhou como funcionava o suposto balcão de negócios dentro do Judiciário.

De acordo com o delator, as decisões eram “tratadas” previamente, os pagamentos eram feitos em dinheiro e transferências e intermediários atuavam na negociação.

Pagamentos

Parte dos valores teria sido repassada por meio de contas vinculadas a empresas e terceiros. Uma das transferências foi feita para a empresa Fontana Empreendimentos, ligada a Lúcio Fernando Penha Ferreira, então assessor do desembargador.

A investigação também identificou pagamentos em dinheiro vivo. Em um dos episódios, mensagens indicam que valores foram entregues diretamente a Lúcio Penha, que teria ido buscar o dinheiro em uma emissora de TV ligada a um dos envolvidos.

Decisões em série

Após obter decisões favoráveis, o delator afirma que interrompeu pagamentos. A partir disso, passou a ser alvo de decisões desfavoráveis, proferidas com rapidez incomum, segundo a investigação.

A investigação aponta indícios de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

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