Nesta sexta-feira (18), o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, esteve em visita ao estado do Pará, na cidade de Marabá, onde realizou a entrega de títulos de propriedade rural, com o objetivo de impedir o avanço do MST.
No município, o Chefe de Estado foi recebido por uma grande festa cidadãos que o prestigiaram enquanto ele desfilou em carro aberto, sendo saudado por pessoas trajadas com as cores da bandeira nacional.
A popularidade de Bolsonaro impressiona, confira imagens:
O professor e vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas, Marcos Cintra, detonou a Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid-19, após os senadores Randolfe Rodrigues, que é vice-presidente da Comissão, Humberto Costa e Renan Calheiros, relator, abandonarem a sessão composta por médicos infectologistas especialistas em tratamento contra o coronavírus.
Na CPI, Bolsonaro cresce e ganha simpatia e apoio da populacao.
O comportamento vergonhoso e crápula dos dirigentes transformou a CPI em tribunal de inquisição, onde a busca da verdade é o que menos importa.
Presidente nacional do PDT disse que Weverton Rocha é candidato ao governo com ou sem o apoio de Flávio Dino
Se alguém ainda tinha dúvida sobre a candidatura do senador Weverton Rocha ao governo do Maranhão nas eleições de 2022 ela foi sanada ainda pouco pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi durante entrevista ao programa Agora da TV Meio Norte.
Ao ser perguntado sobre o apoio ou não do governador Flávio Dino a candidatura ao governo do estado do senador Weverton Rocha pelo jornalista Amadeu Campos o presidente Carlos Lupi foi direto e reto. “Weverton é candidato irreversível… É candidato com ou sem o apoio de Flávio Dino”, disse Carlos Lupi.
Em entrevista concedida à Veja, nesta sexta-feira (18),o presidente do Superior Tribunal Militar (STM), general de Exército Luis Carlos Gomes Mattos, afirmou que a oposição está “esticando demais a corda”.
A declaração foi dada quando o general foi avaliar o governo do presidente Jair Bolsonaro.
“Houve alguma acusação de corrupção contra o presidente Bolsonaro? Ele se elegeu para combater a corrupção. E de todas as maneiras estão tentando atribuir alguma coisa a ele e não conseguiram até agora. Deviam deixar o presidente governar, mas não deixam. Quem critica Bolsonaro faz isso de manhã, de tarde, de noite. Tudo atribuem ao presidente. Tudo de errado. Será que você aguentaria isso? Que reação eu teria? Não sei. E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades. Não tenho dúvida de que estão esticando demais a corda” — disse o general.
Ao ser indagado sobre “quem está esticando demais a corda”, o militar respondeu: “De maneira geral, todos aqueles que são contra o governo… porque a política é assim: tem gente contra e tem gente a favor. Quem está contra logicamente vai esticar essa corda, como se diz, até que ela arrebente. Esses, na verdade, são os que não têm muito apreço pela democracia, os que defendem ditaduras e apoiam ditadores. Quando a corda vai arrebentar? Isso eu não sei”.
E perguntado sobre “o que seria exatamente arrebentar a corda”, o presidente do STM respondeu:
“Tomar uma medida fora da Constituição. Não tenho dúvida de que estão esticando, para ver até onde se pode ir. Tenho a certeza de que nós já suportamos muito. Nós saímos dos governos militares com a maior credibilidade institucional no país. Por quê? Porque aplicamos e não desviamos o pouco que recebemos. Essa verdade incomoda muita gente, porque, apesar de tudo o que falaram dos militares — “autoritário, ditador” —, nós continuamos e vamos continuar cumprindo a nossa missão”.
Na entrevista, o General também defendeu o governo Bolsonaro e a condução da pandemia, além de exaltar o General Pazuello.
“O presidente Bolsonaro é um democrata, fala com o palavreado do povo”, afirmou.
O presidente e corrupto da Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid, Omar Aziz, usa de todo seu autoritarismo durante a sessão desta sexta-feira (18). Após acusar os médicos de tentarem mudar bula da cloroquina, Aziz silenciou o senador Eduardo Girão.
O Brasil bateu o recorde diário de vacinação contra a covid-19 desde o começo da campanha em janeiro deste ano. De acordo com o Ministério da Saúde, foram 2.561.553 de doses de imunizantes aplicados na última quinta-feira (17).
A primeira dose já foi aplicada em 60.066.656 de pessoas, o que representa 37,5% da população que já pode ser vacinada e 28,17% da população brasileira.
A estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é que o Brasil tem 213,2 milhões de habitantes. Já o Ministério da Saúde estima a população vacinável em 160 milhões de pessoas.
No caso da segunda dose, o país tem 24.035.499 de habitantes totalmente imunizados, o que significa 15,01% dos brasileiros acima de 18 anos, que são os aptos a vacinar, e 11,2% da população brasileira.
A Região Sudeste, liderada por São Paulo, é a que mais vacinou no país, sendo 34.057.067 no total, com 24.841.160 da primeira dose e 9.908.907 da segunda.
O Nordeste é a segunda, com 19.290.574 imunizantes aplicados – 13.865.317 na primeira dose e 5.595.257 da segunda. O Ceará é o estado que mais vacinou na região.
A Região Sul, com 13.282.836 aplicações, é a terceira, sendo 9.631.933 de primeiras doses e 3.650.903 de segundas. O Rio Grande do Sul é o estado que mais imunizou.
O Centro-Oeste aplicou 6.058.461 de vacinas. Foram 4.402.443 de primeiras doses e 1.656.018 de segundas. Goiás é o estado que lidera as imunizações na região.
No Norte, foram 5.201.626 de imunizantes aplicados, 3.667.477 de primeiras doses e 1.534.149 de segundas. O Pará lidera as vacinações na região.
A oposição está mal acostumada e sempre que perde vai até o judiciário para reverter o resultado da votação Na Casa Legislativa respectiva.
Logo após terminar a sessão do Senado que aprovou MP permitindo a privatização da Eletrobras, parlamentares de oposição anunciaram que vão acionar o STF contra a medida.
Aprovado com uma série de mudanças, o texto terá de voltar à Câmara e ser votado até a próxima terça, 22, para que a MP não perca a validade.
Cid Gomes está confiante que a suprema corte atenda a seus caprichos e pode prejudicar o sistema elétrico brasileiro.
O governo Federal mandou tanta vacina pra São Paulo que estão sobrando doses nos postos de saude, cidade definiu que a partir desta sexta-feira (18) todas as pessoas com 18 anos ou mais, mesmo sem comorbidades, poderão se inscrever nas unidades básicas de saúde para receber as doses remanescentes de vacinas pra covid-19, a chamada “xepa da vacina”.
“Em caso de dificuldade para destinação dessas doses remanescentes, entrar em contato imediato com a Supervisão Técnica de Saúde. Importante: Nenhuma unidade de saúde tem autorização para desprezar doses remanescentes, se houver indicio estará sujeito às medidas administrativas cabíveis. NÃO DESPREZAR NENHUMA DOSE VIÁVEL DE VACINA”, escreve o comunicado.
O presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Ribeiro, foi entrevistado pelo programa “Os Pingos Nos Is”, da Jovem Pan, nesta terça-feira, 15, e falou sobre a situação atual da doença no Brasil e a forma como o CFM vê as medidas estudadas pelo governo e Estados para lidar com a pandemia, como o “passaporte sanitário” e a não obrigatoriedade do uso de máscaras.
“Para o Conselho, não é possível decretar o não uso de máscaras no Brasil, porque os nossos dados epidemiológicos não apontam nessa direção. O Conselho Federal de Medicina defende medidas já públicas, de longa data, como o distanciamento social, o uso de máscaras, a não-aglomeração, higienização das mãos, medidas restritivas.
O uso de máscaras está entre as medidas que defendemos”, afirmou, pontuando que, apesar de estudos indicando que as máscaras não são efetivas, há uma série de outras análises mostrando que elas funcionam. O médico lembrou, que apesar da retirada do uso obrigatório do item nos Estados Unidos, os dados epidemiológicos do país são diferentes do que nós vemos hoje no Brasil. Para ele, os países só poderiam ter medidas igualadas se os números nacionais diminuíssem.
“No momento, o CFM pensa que não há nem ambiente para isso”, disse.
Ribeiro lembrou que a Covid-19 tem pouco mais de um ano de vida e que ainda há muitas dúvidas envolvendo a doença, mas explicou que dados justificam a defesa das máscaras por parte do Conselho, já que vacinas não impedem que as pessoas sejam contaminadas. “No caso da maior parte das vacinas da Covid, elas não são vacinas esterilizantes, então as pessoas podem se contaminar e podem transmitir a doença, ao contrário de outras vacinas”, exemplificou. Apesar disso, em nome do órgão, ele defendeu que a escolha de tomar ou não o imunizante seja feita pelos próprios brasileiros. “Nossa posição é pública, nós defendemos a não obrigatoriedade da vacina.
As pessoas têm que ter liberdade de escolher aquilo que é mais apropriado, de acordo com aquilo que acreditam em relação à sua saúde”, opinou. O médico lembrou que a posição não muda diante da aprovação do passaporte sanitário e disse que, apesar de serem totalmente favoráveis à vacina, “no momento é a única medida de prevenção que existe contra a doença”. “Agora, a obrigatoriedade, direta ou indireta, não é bem vista pelo Conselho Federal de Medicina. Nós temos que convencer a população da necessidade de ser vacinada. A liberdade individual deve ser preservada”, afirmou.
Pontuando que não tem conotações políticas nas falas que emite e lembrando que muitos outros países foram atingidos com a pandemia, o presidente do CFM afirmou que o sucesso ou não no enfrentamento à doença independe das ações de governos. “Estamos nos aproximando aqui no Brasil de meio milhão de mortos. O que atrapalha muito essa discussão é o ambiente que se criou de que existem culpados para as mortes, então as pessoas acusam o presidente da República, acusam os ministros da Saúde que passaram no ministério de genocidas, como grandes responsáveis. O presidente, os ministros, não são responsáveis por morte nenhuma”, pontuou.
O médico lembrou que a politização e as narrativas em torno da doença podem ser prejudiciais e disse que não minimiza os quase 500 mil óbitos, mas lembrou que mais de 17 milhões foram curados após se infectar no país. Além disso, esclareceu que o Conselho não defende o tratamento precoce da doença, e sim os direitos dos profissionais. “Existem exageros na narrativa, nós podemos discutir a efetividade da hidroxicloroquina e da ivermectina no tratamento precoce da Covid, essa discussão é legítima. Agora, discutir a segurança dessas drogas é querer fazer pouco da inteligência das pessoas. Dizer que hidroxicloroquina ou ivermectina matam, que são substâncias perigosas, vai a uma distância muito grande”, afirmou, lembrando que todas as drogas podem ter efeito colateral.
Durante sua tradicional, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta quinta-feira (17), que a urna eletrônica não é confiável e disse que Aécio Neves (PSDB) teria vencido a eleição de 2014, contra Dilma Rousseff (PT). O mandatário alega ter provas.
Na live, Bolsonaro defendeu a adoção do voto impresso auditável e voltou a criticar o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso.
“Em caso contrário, teremos dúvidas nas eleições e podemos ter problema seríssimo no Brasil. Pode um lado ou outro não aceitar, criando convulsão no Brasil. Ou a preocupação dele [Barroso] é outra: voltar aquele presidiário para comandar o Brasil?”, questionou Bolsonaro.
“Eu mais do que desconfio, eu tenho convicção de que realmente tem fraude. As informações que tivemos aqui, talvez a gente venha a disponibilizar um dia, é que em 2014 o Aécio ganhou eleições e que em 2018 eu ganhei em 1º turno”, disse o presidente.