66% dos entrevistados dizem ser importante votar num candidato ao Senado comprometido com o impeachment de ministros do STF… Estão ali sem nenhum voto dos brasileiros!!!
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 12, indica que 72% dos brasileiros concordam que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem poder demais.
Segundo o levantamento, 66% dos respondentes dizem ser importante votar num candidato ao Senado comprometido com o impeachment de ministros do STF, ante 22% que discordam.
STF em defesa da democracia?
A maioria dos brasileiros (51%) concorda que o “STF foi importante para manter a democracia no Brasil”.
Essa, no entanto, foi a afirmação apresentada pela Quaest com maior índice de discordância: 38%.
Esta narrativa tem sido amplamente repetida por ministros da Corte desde 2023, no âmbito do julgamento da ação penal do golpe que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Confiança
O instituto tamém aferiu o grau de confiança do brasileiro no Supremo Tribuanal Federal.
Há mais brasileiros desconfiados (49%) do que confiando (43%) na Corte.
Esta é a primeira vez que a falta de confiança foi maior do que a confiança.
Em agosto de 2025, 50% diziam confiar na instituição, ante 47% que não confiavam. Em julho de 2024, os índices eram de 53% e 43%, respectivamente.
Em novembro de 2022, ou seja, após o pleito que elegeu Lula para o terceiro mandato, 56% dos entrevistados afirmavam confiar no STF.
A pesquisa
A Quaest ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios entre 6 e 9 de março.
A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Publicado em: Política


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O Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestou-se pela rejeição do recurso apresentado por Paulo Marinho Júnior que tenta contestar o resultado das eleições municipais em Caxias.
Ainda de acordo com a manifestação do MPE, os elementos apresentados pela acusação não foram suficientes para comprovar que o suposto áudio teria capacidade de interferir de forma significativa no resultado da eleição. O parecer também destaca a ausência de certeza técnica sobre a materialidade do alegado “deep fake”, além de inconsistências nas premissas utilizadas na acusação.
O Ministério Público ressaltou que condenações eleitorais não podem se basear em presunções, sendo necessária prova concreta e incontestável para justificar medidas severas.
Diante disso, a Procuradoria Regional Eleitoral opinou pelo desprovimento do recurso, defendendo que a decisão de primeira instância seja mantida integralmente.
No final do ano passado, o governo do Piauí ingressou no STF com uma ação para tentar travar investigações sobre desvios na saúde
